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authorDanilo G. Baio <dbaio@FreeBSD.org>2020-02-02 18:42:10 +0000
committerDanilo G. Baio <dbaio@FreeBSD.org>2020-02-02 18:42:10 +0000
commite6ce06a7fdd1f51fd10d72a94fcee2f14bdc066c (patch)
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Notes
Notes: svn path=/head/; revision=53854
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-rw-r--r--pt_BR.ISO8859-1/books/handbook/pt_BR.po25567
2 files changed, 13958 insertions, 13105 deletions
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index 7239ec9c7b..43b98e669d 100644
--- a/pt_BR.ISO8859-1/books/handbook/book.xml
+++ b/pt_BR.ISO8859-1/books/handbook/book.xml
@@ -33,6 +33,7 @@
<!ENTITY pgpkey.alex SYSTEM "alex.key">
<!ENTITY pgpkey.alexbl SYSTEM "alexbl.key">
<!ENTITY pgpkey.alexey SYSTEM "alexey.key">
+<!ENTITY pgpkey.alfredo SYSTEM "alfredo.key">
<!ENTITY pgpkey.allanjude SYSTEM "allanjude.key">
<!ENTITY pgpkey.alonso SYSTEM "alonso.key">
<!ENTITY pgpkey.amdmi3 SYSTEM "amdmi3.key">
@@ -109,6 +110,7 @@
<!ENTITY pgpkey.ceri SYSTEM "ceri.key">
<!ENTITY pgpkey.cherry SYSTEM "cherry.key">
<!ENTITY pgpkey.chinsan SYSTEM "chinsan.key">
+<!ENTITY pgpkey.chs SYSTEM "chs.key">
<!ENTITY pgpkey.chuck SYSTEM "chuck.key">
<!ENTITY pgpkey.cjc SYSTEM "cjc.key">
<!ENTITY pgpkey.cjh SYSTEM "cjh.key">
@@ -158,6 +160,8 @@
<!ENTITY pgpkey.dhw SYSTEM "dhw.key">
<!ENTITY pgpkey.dim SYSTEM "dim.key">
<!ENTITY pgpkey.dinoex SYSTEM "dinoex.key">
+<!ENTITY pgpkey.dmgk SYSTEM "dmgk.key">
+<!ENTITY pgpkey.doceng-secretary SYSTEM "doceng-secretary.key">
<!ENTITY pgpkey.dougm SYSTEM "dougm.key">
<!ENTITY pgpkey.dru SYSTEM "dru.key">
<!ENTITY pgpkey.dryice SYSTEM "dryice.key">
@@ -188,6 +192,7 @@
<!ENTITY pgpkey.flo SYSTEM "flo.key">
<!ENTITY pgpkey.fluffy SYSTEM "fluffy.key">
<!ENTITY pgpkey.flz SYSTEM "flz.key">
+<!ENTITY pgpkey.fox SYSTEM "fox.key">
<!ENTITY pgpkey.foxfair SYSTEM "foxfair.key">
<!ENTITY pgpkey.fsu SYSTEM "fsu.key">
<!ENTITY pgpkey.gabor SYSTEM "gabor.key">
@@ -283,6 +288,7 @@
<!ENTITY pgpkey.kadesai SYSTEM "kadesai.key">
<!ENTITY pgpkey.kai SYSTEM "kai.key">
<!ENTITY pgpkey.kaiw SYSTEM "kaiw.key">
+<!ENTITY pgpkey.kaktus SYSTEM "kaktus.key">
<!ENTITY pgpkey.kami SYSTEM "kami.key">
<!ENTITY pgpkey.kan SYSTEM "kan.key">
<!ENTITY pgpkey.karels SYSTEM "karels.key">
@@ -307,6 +313,7 @@
<!ENTITY pgpkey.landonf SYSTEM "landonf.key">
<!ENTITY pgpkey.laszlof SYSTEM "laszlof.key">
<!ENTITY pgpkey.lawrance SYSTEM "lawrance.key">
+<!ENTITY pgpkey.lbartoletti SYSTEM "lbartoletti.key">
<!ENTITY pgpkey.lbr SYSTEM "lbr.key">
<!ENTITY pgpkey.le SYSTEM "le.key">
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@@ -368,6 +375,7 @@
<!ENTITY pgpkey.mhorne SYSTEM "mhorne.key">
<!ENTITY pgpkey.mi SYSTEM "mi.key">
<!ENTITY pgpkey.mich SYSTEM "mich.key">
+<!ENTITY pgpkey.mikael SYSTEM "mikael.key">
<!ENTITY pgpkey.mikeh SYSTEM "mikeh.key">
<!ENTITY pgpkey.milki SYSTEM "milki.key">
<!ENTITY pgpkey.misha SYSTEM "misha.key">
@@ -484,6 +492,7 @@
<!ENTITY pgpkey.ryusuke SYSTEM "ryusuke.key">
<!ENTITY pgpkey.sahil SYSTEM "sahil.key">
<!ENTITY pgpkey.sam SYSTEM "sam.key">
+<!ENTITY pgpkey.samm SYSTEM "samm.key">
<!ENTITY pgpkey.sanpei SYSTEM "sanpei.key">
<!ENTITY pgpkey.sat SYSTEM "sat.key">
<!ENTITY pgpkey.sbruno SYSTEM "sbruno.key">
@@ -503,6 +512,7 @@
<!ENTITY pgpkey.sepotvin SYSTEM "sepotvin.key">
<!ENTITY pgpkey.sergei SYSTEM "sergei.key">
<!ENTITY pgpkey.sevan SYSTEM "sevan.key">
+<!ENTITY pgpkey.sg SYSTEM "sg.key">
<!ENTITY pgpkey.sgalabov SYSTEM "sgalabov.key">
<!ENTITY pgpkey.shaun SYSTEM "shaun.key">
<!ENTITY pgpkey.sheldonh SYSTEM "sheldonh.key">
@@ -680,7 +690,7 @@
<releaseinfo its:translate="no">$FreeBSD$</releaseinfo>
- <copyright><year>1995</year> <year>1996</year> <year>1997</year> <year>1998</year> <year>1999</year> <year>2000</year> <year>2001</year> <year>2002</year> <year>2003</year> <year>2004</year> <year>2005</year> <year>2006</year> <year>2007</year> <year>2008</year> <year>2009</year> <year>2010</year> <year>2011</year> <year>2012</year> <year>2013</year> <year>2014</year> <year>2015</year> <year>2016</year> <year>2017</year> <year>2018</year> <year>2019</year> <holder>The FreeBSD Documentation Project</holder></copyright>
+ <copyright><year>1995</year> <year>1996</year> <year>1997</year> <year>1998</year> <year>1999</year> <year>2000</year> <year>2001</year> <year>2002</year> <year>2003</year> <year>2004</year> <year>2005</year> <year>2006</year> <year>2007</year> <year>2008</year> <year>2009</year> <year>2010</year> <year>2011</year> <year>2012</year> <year>2013</year> <year>2014</year> <year>2015</year> <year>2016</year> <year>2017</year> <year>2018</year> <year>2019</year> <year>2020</year> <holder>The FreeBSD Documentation Project</holder></copyright>
<legalnotice xml:id="legalnotice">
@@ -736,7 +746,7 @@
</legalnotice>
<abstract>
- <para>Bem vindo ao FreeBSD! Este manual cobre a instalação e o uso diário do <emphasis>FreeBSD 12.0-RELEASE</emphasis> e do <emphasis>FreeBSD 11.2-RELEASE</emphasis>. Este livro é o resultado do trabalho contínuo de muitas pessoas. Algumas seções podem estar desatualizadas. Os interessados em ajudar a atualizar e expandir este documento devem enviar e-mails para a <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-doc">lista de discussão do projeto de documentação do FreeBSD</link>.</para>
+ <para>Bem vindo ao FreeBSD! Este manual cobre a instalação e o uso diário do <emphasis>FreeBSD 12.1-RELEASE</emphasis> e do <emphasis>FreeBSD 11.3-RELEASE</emphasis>. Este livro é o resultado do trabalho contínuo de muitas pessoas. Algumas seções podem estar desatualizadas. Os interessados em ajudar a atualizar e expandir este documento devem enviar e-mails para a <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-doc">lista de discussão do projeto de documentação do FreeBSD</link>.</para>
<para>A última versão deste livro está disponível no <link xlink:href="https://www.FreeBSD.org/">site do FreeBSD</link>. Versões anteriores podem ser obtidas em <uri xlink:href="https://docs.FreeBSD.org/doc/">https://docs.FreeBSD.org/doc/</uri>. O livro pode ser baixado em uma variedade de formatos e opções de compressão do <link xlink:href="https://download.freebsd.org/ftp/doc/">servidor FTP do FreeBSD</link> ou de um dos inúmeros <link linkend="mirrors-ftp">sites espelho</link>. Cópias impressas podem ser adquiridas da <link xlink:href="https://www.freebsdmall.com/">FreeBSD Mall</link>. As pesquisas podem ser realizadas no manual e em outros documentos na <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/search/index.html">página de busca</link>.</para>
</abstract>
@@ -821,7 +831,7 @@
</listitem>
<listitem>
- <para>Um glossário foi adicionado para fornecer um local central para as definições de termos técnicos utilizados ​​ao longo do livro.</para>
+ <para>Um glossário foi adicionado para fornecer um local central para as definições de termos técnicos utilizados ao longo do livro.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -909,7 +919,7 @@
<bridgehead xml:id="preface-overview" renderas="sect1">Organização deste Livro</bridgehead>
- <para>Este livro é dividido em cinco seções logicamente distintas. A primeira seção, <emphasis>Introdução</emphasis>, cobre a instalação e o uso básico do FreeBSD. Espera-se que o leitor siga estes capítulos em sequência, possivelmente ignorando capítulos que abordam tópicos familiares. A segunda seção, <emphasis>Tarefas Comuns</emphasis>, cobre alguns dos recursos mais usados ​​do FreeBSD. Esta seção e todas as seções subsequentes podem ser lidas fora de ordem. Cada capítulo começa com uma sinopse sucinta que descreve o que o capítulo cobre e o que se espera que o leitor já conheça. Isso permite que o leitor casual pule para encontrar capítulos de interesse. A terceira seção, <emphasis>Administração do Sistema</emphasis>, cobre tópicos de administração. A quarta seção, <emphasis>Comunicação de Rede</emphasis>, aborda tópicos sobre redes e servidores. A quinta seção contém apêndices de informações de referência.</para>
+ <para>Este livro é dividido em cinco seções logicamente distintas. A primeira seção, <emphasis>Introdução</emphasis>, cobre a instalação e o uso básico do FreeBSD. Espera-se que o leitor siga estes capítulos em sequência, possivelmente ignorando capítulos que abordam tópicos familiares. A segunda seção, <emphasis>Tarefas Comuns</emphasis>, cobre alguns dos recursos mais usados do FreeBSD. Esta seção e todas as seções subsequentes podem ser lidas fora de ordem. Cada capítulo começa com uma sinopse sucinta que descreve o que o capítulo cobre e o que se espera que o leitor já conheça. Isso permite que o leitor casual pule para encontrar capítulos de interesse. A terceira seção, <emphasis>Administração do Sistema</emphasis>, cobre tópicos de administração. A quarta seção, <emphasis>Comunicação de Rede</emphasis>, aborda tópicos sobre redes e servidores. A quinta seção contém apêndices de informações de referência.</para>
<variablelist>
@@ -1002,7 +1012,7 @@
<term><emphasis><xref linkend="config-tuning"/></emphasis></term>
<listitem>
- <para>Descreve os parâmetros disponíveis para os administradores do sistema ajustarem um sistema FreeBSD para um ótimo desempenho. Também descreve os vários arquivos de configuração usados ​​no FreeBSD e onde encontrá-los.</para>
+ <para>Descreve os parâmetros disponíveis para os administradores do sistema ajustarem um sistema FreeBSD para um ótimo desempenho. Também descreve os vários arquivos de configuração usados no FreeBSD e onde encontrá-los.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -1074,7 +1084,7 @@
<term><emphasis><xref linkend="virtualization"/></emphasis></term>
<listitem>
- <para>Descreve o que os sistemas de virtualização oferecem e como eles podem ser usados ​​com o FreeBSD.</para>
+ <para>Descreve o que os sistemas de virtualização oferecem e como eles podem ser usados com o FreeBSD.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -1206,7 +1216,7 @@
<term><literal>Monospace</literal></term>
<listitem>
- <para>Uma fonte <literal>monoespaçada</literal> é usada para mensagens de erro, comandos, variáveis ​​de ambiente, nomes de ports, nomes de host, nomes de usuários, nomes de grupos, nomes de dispositivos, variáveis ​​e fragmentos de código.</para>
+ <para>Uma fonte <literal>monoespaçada</literal> é usada para mensagens de erro, comandos, variáveis de ambiente, nomes de ports, nomes de host, nomes de usuários, nomes de grupos, nomes de dispositivos, variáveis e fragmentos de código.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -1245,7 +1255,7 @@
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>dd if=kern.flp of=/dev/fd0</userinput></screen>
- <para>Exemplos começando com <prompt>%</prompt> indicam um comando que deve ser chamado a partir de uma conta de usuário normal. Salvo indicação em contrário, a sintaxe C-shell é usada para definir variáveis ​​de ambiente e outros comandos do shell.</para>
+ <para>Exemplos começando com <prompt>%</prompt> indicam um comando que deve ser chamado a partir de uma conta de usuário normal. Salvo indicação em contrário, a sintaxe C-shell é usada para definir variáveis de ambiente e outros comandos do shell.</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>top</userinput></screen>
@@ -1259,7 +1269,7 @@
<part xml:id="getting-started">
- <title>Primeiros Passos </title>
+ <title>Primeiros Passos</title>
<partintro>
<para>Esta parte do handbook é destinada aos usuários e administradores que são novos no FreeBSD. Estes capítulos:</para>
@@ -1521,8 +1531,8 @@
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="http://www.dell.com/KACE">Dell KACE</link> <indexterm>
- <primary>Dell KACE</primary>
+ <para><link xlink:href="http://www.quest.com/KACE">Quest KACE</link> <indexterm>
+ <primary>Quest KACE</primary>
</indexterm> - Os appliances de gerenciamento de sistemas KACE executam o FreeBSD devido à sua confiabilidade, escalabilidade e a comunidade que apoia seu desenvolvimento contínuo.</para>
</listitem>
@@ -1553,7 +1563,7 @@
<listitem>
<para><link xlink:href="http://www.netflix.com/">Netflix</link> <indexterm>
<primary>Netflix</primary>
- </indexterm> - O appliance OpenConnect que a Netflix usa para transmitir filmes para seus clientes é baseado no FreeBSD. A Netflix fez extensas contribuições para a base de código e trabalha para manter um delta zero a partir do FreeBSD mainline. Os appliances Netflix OpenConnect são responsáveis ​​por entregar mais de 32% de todo o tráfego de Internet na América do Norte.</para>
+ </indexterm> - O appliance OpenConnect que a Netflix usa para transmitir filmes para seus clientes é baseado no FreeBSD. A Netflix fez extensas contribuições para a base de código e trabalha para manter um delta zero a partir do FreeBSD mainline. Os appliances Netflix OpenConnect são responsáveis por entregar mais de 32% de todo o tráfego de Internet na América do Norte.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -1609,16 +1619,17 @@
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="http://www.whatsapp.com/">WhatsApp</link> <indexterm>
- <primary>WhatsApp</primary>
- </indexterm> - Quando o WhatsApp precisava de uma plataforma que pudesse lidar com mais de 1 milhão de conexões TCP por servidor, eles escolheram o FreeBSD. Eles então passaram a escalar para mais de 2.5 milhões de conexões por servidor.</para>
- </listitem>
-
- <listitem>
- <para><link xlink:href="http://wheelsystems.com/">Wheel Systems</link> <indexterm>
- <primary>Wheel Systems</primary>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="https://fudosecurity.com/en/">Fudo
+ Security</link>
+ <indexterm xml:lang="en">
+ <primary>Fudo Security</primary>
- </indexterm> - O dispositivo de segurança FUDO permite que as empresas monitorem, controlem, registrem e façam auditoria de contratados e administradores que trabalham em seus sistemas. Baseado em todos os melhores recursos de segurança do FreeBSD, incluindo ZFS, GELI, Capsicum, HAST e auditdistd.</para>
+ </indexterm> - The FUDO security appliance allows
+ enterprises to monitor, control, record, and audit
+ contractors and administrators who work on their systems.
+ Based on all of the best security features of FreeBSD
+ including ZFS, GELI, Capsicum, HAST, and
+ auditdistd.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
@@ -1638,9 +1649,13 @@
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="http://www.ghostbsd.org/">GhostBSD</link> <indexterm>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="https://ghostbsd.org/">GhostBSD</link>
+ <indexterm xml:lang="en">
<primary>GhostBSD</primary>
- </indexterm> - Uma distribuição FreeBSD orientada a desktop com o ambiente de desktop Gnome.</para>
+ </indexterm> - is derived from FreeBSD, uses the GTK
+ environment to provide a beautiful looks and comfortable
+ experience on the modern BSD platform offering a natural
+ and native <trademark class="registered">UNIX</trademark> work environment.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -1662,9 +1677,36 @@
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="https://www.trueos.org">TrueOS</link> <indexterm>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="https://www.trueos.org">TrueOS</link>
+ <indexterm xml:lang="en">
<primary>TrueOS</primary>
- </indexterm> - Uma versão personalizada do FreeBSD voltada para usuários de desktop com utilitários gráficos para expor o poder do FreeBSD para todos os usuários. Projetado para facilitar a transição de usuários do Windows e do OS X.</para>
+ </indexterm> - TrueOS is based on the legendary security
+ and stability of FreeBSD. TrueOS follows FreeBSD-CURRENT, with
+ the latest drivers, security updates, and packages
+ available.</para>
+ </listitem>
+
+ <listitem>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="https://www.furybsd.org">FuryBSD</link>
+ <indexterm xml:lang="en">
+ <primary>FuryBSD</primary>
+ </indexterm> - is a brand new, open source FreeBSD desktop.
+ FuryBSD pays homage to desktop BSD projects of the past
+ like PC-BSD and TrueOS with its graphical interface and
+ adds additional tools like a live, hybrid USB/DVD image.
+ FuryBSD is completely free to use and distributed under
+ the BSD license.</para>
+ </listitem>
+
+ <listitem>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="https://www.midnightbsd.org">MidnightBSD</link>
+ <indexterm xml:lang="en">
+ <primary>MidnightBSD</primary>
+ </indexterm> - is a FreeBSD derived operating system
+ developed with desktop users in mind. It includes all the
+ software you'd expect for your daily tasks: mail,
+ web browsing, word processing, gaming, and much
+ more.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -1761,7 +1803,7 @@
<indexterm><primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>development model</secondary></indexterm>
- <para>O desenvolvimento do FreeBSD é um processo muito aberto e flexível, sendo construído literalmente a partir das contribuições de milhares de pessoas ao redor do mundo, como pode ser visto na nossa <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/doc/en_US.ISO8859-1/articles/contributors/article.html">lista de contribuidores</link>. A infraestrutura de desenvolvimento do FreeBSD permite que milhares de colaboradores colaborem pela Internet. Estamos constantemente à procura de novos desenvolvedores e ideias, e os interessados ​​em se envolver mais estreitamente com o projeto precisam simplesmente entrar em contato conosco pelas <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-hackers">lista de discussões técnicas do FreeBSD</link>. A <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-announce">lista de discussão de anúncios do FreeBSD</link> também está disponível para aqueles que desejam fazer com que outros usuários do FreeBSD conheçam as principais áreas de trabalho.</para>
+ <para>O desenvolvimento do FreeBSD é um processo muito aberto e flexível, sendo construído literalmente a partir das contribuições de milhares de pessoas ao redor do mundo, como pode ser visto na nossa <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/doc/en_US.ISO8859-1/articles/contributors/article.html">lista de contribuidores</link>. A infraestrutura de desenvolvimento do FreeBSD permite que milhares de colaboradores colaborem pela Internet. Estamos constantemente à procura de novos desenvolvedores e ideias, e os interessados em se envolver mais estreitamente com o projeto precisam simplesmente entrar em contato conosco pelas <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-hackers">lista de discussões técnicas do FreeBSD</link>. A <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-announce">lista de discussão de anúncios do FreeBSD</link> também está disponível para aqueles que desejam fazer com que outros usuários do FreeBSD conheçam as principais áreas de trabalho.</para>
<para>Coisas úteis para saber sobre o Projeto FreeBSD e seu processo de desenvolvimento, seja trabalhando independentemente ou em estreita cooperação:</para>
@@ -1794,7 +1836,7 @@
<listitem>
<para>Os <firstterm>committers</firstterm> <indexterm>
<primary>committers</primary>
- </indexterm> são as pessoas que têm acesso de <emphasis>escrita</emphasis> na árvore do Subversion, e estão autorizados a fazer modificações no código fonte do FreeBSD (o termo <quote>committer</quote> vem de <command>commit</command>, o comando de controle de código-fonte que é usado para trazer novas mudanças para o repositório). Qualquer um pode enviar um relatório de bug para o <link xlink:href="https://bugs.FreeBSD.org/submit/">Banco de Dados de Bugs</link>. Antes de enviar um relatório de bug, as listas de discussão, canais de IRC ou fóruns do FreeBSD podem ser usados ​​para ajudar a verificar se um problema é realmente um bug.</para>
+ </indexterm> são as pessoas que têm acesso de <emphasis>escrita</emphasis> na árvore do Subversion, e estão autorizados a fazer modificações no código fonte do FreeBSD (o termo <quote>committer</quote> vem de <command>commit</command>, o comando de controle de código-fonte que é usado para trazer novas mudanças para o repositório). Qualquer um pode enviar um relatório de bug para o <link xlink:href="https://bugs.FreeBSD.org/submit/">Banco de Dados de Bugs</link>. Antes de enviar um relatório de bug, as listas de discussão, canais de IRC ou fóruns do FreeBSD podem ser usados para ajudar a verificar se um problema é realmente um bug.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -1936,7 +1978,7 @@
<para>Em geral, as instruções de instalação neste capítulo foram escritas para as arquiteturas <trademark>i386</trademark> e <acronym>AMD64</acronym>. Onde aplicável, instruções específicas para outras plataformas serão listadas. Pode haver pequenas diferenças entre o instalador e o que é mostrado aqui, portanto, use este capítulo como um guia geral, e não como um conjunto de instruções literais.</para>
<note>
- <para>Usuários que preferem instalar o FreeBSD usando um instalador gráfico podem estar interessados ​​no <application> pc-sysinstall </application>, o instalador usado pelo Projeto TrueOS. Ele pode ser usado para instalar um desktop gráfico (TrueOS) ou uma versão de linha de comando do FreeBSD. Consulte o Manual do Usuário do TrueOS para obter detalhes (<link xlink:href="https://www.trueos.org/handbook/trueos.html">https://www.trueos.org/handbook/trueos.html</link>).</para>
+ <para>Usuários que preferem instalar o FreeBSD usando um instalador gráfico podem estar interessados no <application> pc-sysinstall </application>, o instalador usado pelo Projeto TrueOS. Ele pode ser usado para instalar um desktop gráfico (TrueOS) ou uma versão de linha de comando do FreeBSD. Consulte o Manual do Usuário do TrueOS para obter detalhes (<link xlink:href="https://www.trueos.org/handbook/trueos.html">https://www.trueos.org/handbook/trueos.html</link>).</para>
</note>
<para>Depois de ler este capítulo, você saberá:</para>
@@ -1959,7 +2001,7 @@
</listitem>
<listitem>
- <para>Como solucionar problemas de uma instalação com falha</para>
+ <para>Como solucionar problemas de uma instalação com falha.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -2007,13 +2049,6 @@
</varlistentry>
<varlistentry>
- <term>ia64</term>
- <listitem>
- <para>Os processadores suportados atualmente são <trademark class="registered">Itanium</trademark> e <trademark class="registered">Itanium</trademark> 2. Os chipsets suportados incluem o HP zx1, <trademark class="registered">Intel</trademark> 460GX e <trademark class="registered">Intel</trademark> E8870. Ambas as configurações Uniprocessor (<acronym>UP</acronym>) e Symmetric Multi-processor (<acronym>SMP</acronym>) são suportadas.</para>
- </listitem>
- </varlistentry>
-
- <varlistentry>
<term>powerpc</term>
<listitem>
<para>Todos os sistemas New World <acronym>ROM</acronym> <trademark class="registered">Apple</trademark> <trademark class="registered">Mac</trademark> com <acronym>USB</acronym> incorporados são suportados. O <acronym>SMP</acronym> é suportado em máquinas com vários <acronym>CPU</acronym>s.</para>
@@ -2061,7 +2096,7 @@
<para>Uma variedade de ferramentas de redimensionamento de partições comerciais e gratuitas estão listadas em <link xlink:href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_disk_partitioning_software"> http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_disk_partitioning_software</link>. O <application>GParted Live</application> (<link xlink:href="http://gparted.sourceforge.net/livecd.php">http://gparted.sourceforge.net/livecd.php</link>) é um live <acronym>CD</acronym> que inclui o editor de partições <application>GParted</application>. O <application>GParted</application> também está incluído em muitas outras distribuições live <acronym>CD</acronym> do Linux.</para>
<warning>
- <para>Quando usados ​​corretamente, os utilitários de encolhimento de disco podem criar espaço com segurança para criar uma nova partição. Como existe a possibilidade de selecionar a partição errada, sempre faça backup de todos os dados importantes e verifique a integridade do backup antes de modificar as partições do disco.</para>
+ <para>Quando usados corretamente, os utilitários de encolhimento de disco podem criar espaço com segurança para criar uma nova partição. Como existe a possibilidade de selecionar a partição errada, sempre faça backup de todos os dados importantes e verifique a integridade do backup antes de modificar as partições do disco.</para>
</warning>
<para>Partições de disco contendo diferentes sistemas operacionais tornam possível instalar vários sistemas operacionais em um computador. Uma alternativa é usar virtualização (<xref linkend="virtualization"/>) o que permite que vários sistemas operacionais sejam executados ao mesmo tempo sem modificar nenhuma partição de disco.</para>
@@ -2523,7 +2558,7 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
<indexterm><primary><filename>/var</filename></primary></indexterm>
<indexterm><primary><filename>/usr</filename></primary></indexterm>
- <para>Ao criar os sistemas de arquivos, lembre-se de que os discos rígidos transferem dados mais rapidamente das trilhas externas para as internas. Assim, sistemas de arquivos menores e mais acessados ​​devem estar mais próximos da parte externa da unidade, enquanto partições maiores, como <filename>/usr</filename>, devem ser colocadas em direção às partes internas do disco. É uma boa idéia criar partições em uma ordem similar a: <filename>/</filename>, swap, <filename>/var</filename> e <filename>/usr</filename>.</para>
+ <para>Ao criar os sistemas de arquivos, lembre-se de que os discos rígidos transferem dados mais rapidamente das trilhas externas para as internas. Assim, sistemas de arquivos menores e mais acessados devem estar mais próximos da parte externa da unidade, enquanto partições maiores, como <filename>/usr</filename>, devem ser colocadas em direção às partes internas do disco. É uma boa idéia criar partições em uma ordem similar a: <filename>/</filename>, swap, <filename>/var</filename> e <filename>/usr</filename>.</para>
<para>O tamanho da partição <filename>/var</filename> reflete o uso pretendido para a máquina. Esta partição é usada para armazenar caixas de correio, arquivos de log e spools de impressora. Caixas de correio e arquivos de log podem crescer até tamanhos inesperados, dependendo do número de usuários e de quanto tempo os arquivos de log são mantidos. Na média, a maioria dos usuários raramente precisa de mais do que cerca de um gigabyte de espaço livre em disco no <filename>/var</filename>.</para>
@@ -2591,7 +2626,7 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
<para>Selecionar este método abre o editor de partições:</para>
<figure xml:id="bsdinstall-part-manual-create">
- <title>Criar partições manualmente </title>
+ <title>Criar partições manualmente</title>
<mediaobject>
<imageobject>
@@ -2603,7 +2638,7 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
<para>Realce a unidade de instalação (<filename>ada0</filename> neste exemplo) e selecione <guibutton>[ Create ]</guibutton> para exibir um menu dos esquemas de partição disponíveis:</para>
<figure xml:id="bsdinstall-part-manual-partscheme">
- <title>Criar partições manualmente </title>
+ <title>Criar partições manualmente</title>
<mediaobject>
<imageobject>
@@ -2612,7 +2647,7 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
</mediaobject>
</figure>
- <para>O <acronym>GPT</acronym> é geralmente a opção mais apropriada para computadores amd64. Computadores mais antigos que não são compatíveis com o <acronym>GPT</acronym> devem usar o <acronym>MBR</acronym>. Os outros esquemas de partição são geralmente usados ​​para computadores incomuns ou antigos.</para>
+ <para>O <acronym>GPT</acronym> é geralmente a opção mais apropriada para computadores amd64. Computadores mais antigos que não são compatíveis com o <acronym>GPT</acronym> devem usar o <acronym>MBR</acronym>. Os outros esquemas de partição são geralmente usados para computadores incomuns ou antigos.</para>
<table frame="none" rowsep="1" pgwide="1">
<title>Esquemas de Particionamento</title>
@@ -2662,7 +2697,7 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
<para>Depois que o esquema de particionamento for selecionado e criado, selecione <guibutton>[Create]</guibutton> novamente para criar as partições.A tecla <keycap>Tab</keycap> é utilizada para navegação entre os campos.</para>
<figure xml:id="bsdinstall-part-manual-addpart">
- <title>Criar partições manualmente </title>
+ <title>Criar partições manualmente</title>
<mediaobject>
<imageobject>
@@ -2939,12 +2974,12 @@ Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4.</screen>
</tip>
<sect2 xml:id="bsdinstall-post-root">
- <title>Configurando a senha do <systemitem class="username"> root</systemitem>.</title>
+ <title>Definindo a Senha de <systemitem class="username">root</systemitem></title>
<para>Primeiro, a senha do <systemitem class="username">root</systemitem> deve ser definida. Ao digitar a senha, os caracteres digitados não são exibidos na tela. Depois que a senha for digitada, ela deve ser digitada novamente. Isso ajuda a evitar erros de digitação.</para>
<figure xml:id="bsdinstall-post-set-root-passwd">
- <title>Configurando a senha do <systemitem class="username"> root</systemitem>.</title>
+ <title>Definindo a Senha de <systemitem class="username">root</systemitem></title>
<mediaobject>
<imageobject>
@@ -3495,7 +3530,7 @@ Starting sshd.</screen>
<para>Os fabricantes geralmente desaconselham a atualização da <acronym>BIOS</acronym> da placa-mãe, a menos que haja uma boa razão para isso, como uma atualização crítica. O processo de atualização <emphasis>pode</emphasis> dar errado, deixando o <acronym>BIOS</acronym> incompleto e o computador inoperante.</para>
</note>
- <para>Se o sistema trava enquanto verifica o hardware durante a inicialização ou se comporta de maneira estranha durante a instalação, o <acronym>ACPI</acronym> pode ser o culpado. O FreeBSD faz uso extensivo do sistema <acronym>ACPI</acronym> nas plataformas i386, amd64 e ia64 para ajudar na configuração do sistema, caso seja detectado durante a inicialização. Infelizmente, alguns bugs ainda existem tanto no driver <acronym>ACPI</acronym> como nas placas-mãe do sistema e no firmware <acronym>BIOS</acronym>. O <acronym>ACPI</acronym> pode ser desativado configurando a opção <literal>hint.acpi.0.disabled</literal> no terceiro estágio do boot loader:</para>
+ <para>Se o sistema trava enquanto verifica o hardware durante a inicialização ou se comporta de maneira estranha durante a instalação, o <acronym>ACPI</acronym> pode ser o culpado. O FreeBSD faz uso extensivo do sistema <acronym>ACPI</acronym> nas plataformas i386 e amd64 para ajudar na configuração do sistema, caso seja detectado durante a inicialização. Infelizmente, alguns bugs ainda existem tanto no driver <acronym>ACPI</acronym> como nas placas-mãe do sistema e no firmware <acronym>BIOS</acronym>. O <acronym>ACPI</acronym> pode ser desativado configurando a opção <literal>hint.acpi.0.disabled</literal> no terceiro estágio do boot loader:</para>
<screen><userinput>set hint.acpi.0.disabled="1"</userinput></screen>
@@ -3629,7 +3664,7 @@ login:</screen>
<para>As combinações de teclas <keycombo><keycap>Alt</keycap><keycap>F1</keycap> </keycombo> até a <keycombo><keycap>Alt</keycap><keycap>F8</keycap></keycombo> foram reservadas pelo FreeBSD para alternar entre os consoles virtuais. Use <keycombo><keycap>Alt</keycap><keycap>F1</keycap></keycombo> para alternar para o console do sistema (<filename>ttyv0</filename>), <keycombo><keycap>Alt</keycap><keycap>F2</keycap></keycombo> para acessar o primeiro console virtual (<filename>ttyv1</filename>), <keycombo><keycap>Alt</keycap> <keycap>F3</keycap></keycombo> para acessar o segundo console virtual (<filename>ttyv2</filename>) e assim por diante. Ao usar o <application>Xorg</application> como um console gráfico, a combinação <keycombo> <keycap>Ctrl</keycap><keycap>Alt</keycap><keycap>F1</keycap> </keycombo> é utilizada para retornar para um console virtual baseado em texto.</para>
- <para>Ao mudar de um console para o próximo, o FreeBSD gerencia a saída da tela. O resultado é uma ilusão de ter várias telas virtuais e teclados que podem ser usados ​​para digitar comandos para o FreeBSD rodar. Os programas executados em um console virtual não param de ser executados quando o usuário alterna para um console virtual diferente.</para>
+ <para>Ao mudar de um console para o próximo, o FreeBSD gerencia a saída da tela. O resultado é uma ilusão de ter várias telas virtuais e teclados que podem ser usados para digitar comandos para o FreeBSD rodar. Os programas executados em um console virtual não param de ser executados quando o usuário alterna para um console virtual diferente.</para>
<para>Consulte <citerefentry><refentrytitle>kbdcontrol</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>vidcontrol</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>atkbd</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>syscons</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, e <citerefentry><refentrytitle>vt</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para uma descrição mais técnica do console do FreeBSD e seus drivers de teclado.</para>
@@ -4203,11 +4238,11 @@ uid=1001(jru) gid=1001(jru) groups=1001(jru), 1100(teamtwo)</screen>
<indexterm><primary>UNIX</primary></indexterm>
- <para>No FreeBSD, todo arquivo e diretório tem um conjunto associado de permissões e vários utilitários estão disponíveis para visualizar e modificar essas permissões. É necessário entender como as permissões funcionam para garantir que os usuários consigam acessar os arquivos que precisam e não consigam acessar os arquivos usados ​​pelo sistema operacional ou de propriedade de outros usuários.</para>
+ <para>No FreeBSD, todo arquivo e diretório tem um conjunto associado de permissões e vários utilitários estão disponíveis para visualizar e modificar essas permissões. É necessário entender como as permissões funcionam para garantir que os usuários consigam acessar os arquivos que precisam e não consigam acessar os arquivos usados pelo sistema operacional ou de propriedade de outros usuários.</para>
<para>Esta seção discute as permissões <trademark class="registered">UNIX</trademark> tradicionais usadas no FreeBSD. Para um controle de acesso ao sistema de arquivos mais refinado, consulte <xref linkend="fs-acl"/>.</para>
- <para>No <trademark class="registered">UNIX</trademark>, as permissões básicas são atribuídas usando três tipos de acesso: ler, escrever e executar. Esses tipos de acesso são usados ​​para determinar o acesso do arquivo ao proprietário, ao grupo e a outros usuários do arquivo (todos os outros). As permissões de leitura, gravação e execução podem ser representadas como as letras <literal>r</literal>, <literal>w</literal> e <literal>x</literal>. Elas também podem ser representados como números binários, pois cada permissão está ativada ou desativada (<literal>0</literal>). Quando representada como um número, a ordem é sempre lida como <literal>rwx</literal>, onde <literal>r</literal> é ativado com o valor <literal>4</literal>, <literal>w</literal> é ativado com o valor <literal>2</literal> e <literal>x</literal> é ativado com o valor <literal>1</literal>.</para>
+ <para>No <trademark class="registered">UNIX</trademark>, as permissões básicas são atribuídas usando três tipos de acesso: ler, escrever e executar. Esses tipos de acesso são usados para determinar o acesso do arquivo ao proprietário, ao grupo e a outros usuários do arquivo (todos os outros). As permissões de leitura, gravação e execução podem ser representadas como as letras <literal>r</literal>, <literal>w</literal> e <literal>x</literal>. Elas também podem ser representados como números binários, pois cada permissão está ativada ou desativada (<literal>0</literal>). Quando representada como um número, a ordem é sempre lida como <literal>rwx</literal>, onde <literal>r</literal> é ativado com o valor <literal>4</literal>, <literal>w</literal> é ativado com o valor <literal>2</literal> e <literal>x</literal> é ativado com o valor <literal>1</literal>.</para>
<para>A Tabela 4.1 resume as possíveis possibilidades numéricas e alfabéticas. Ao ler a coluna <quote>Listagem do Diretório</quote>, um <literal>-</literal> é usado para representar uma permissão que está desativada.</para>
@@ -4297,7 +4332,7 @@ total 530
<para>Para executar uma listagem de diretórios, a permissão de leitura deve estar ativada no diretório. Para deletar um arquivo que se conhece o nome, é necessário ter permissões de escrita <emphasis>e</emphasis> execução no diretório que contém o arquivo.</para>
- <para>Há mais bits de permissão, mas eles são usados ​​principalmente em circunstâncias especiais, como binários setuid e diretórios fixos. Para obter mais informações sobre permissões de arquivos e como configurá-las, consulte <citerefentry><refentrytitle>chmod</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Há mais bits de permissão, mas eles são usados principalmente em circunstâncias especiais, como binários setuid e diretórios fixos. Para obter mais informações sobre permissões de arquivos e como configurá-las, consulte <citerefentry><refentrytitle>chmod</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>.</para>
<sect2>
<info>
@@ -4398,7 +4433,7 @@ total 530
</tgroup>
</informaltable>
- <para>Esses valores são usados ​​com o <citerefentry><refentrytitle>chmod</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, mas com letras em vez de números. Por exemplo, o comando a seguir impediria que outros usuários acessassem <replaceable>FILE</replaceable>:</para>
+ <para>Esses valores são usados com o <citerefentry><refentrytitle>chmod</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, mas com letras em vez de números. Por exemplo, o comando a seguir impediria que outros usuários acessassem <replaceable>FILE</replaceable>:</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>chmod go= FILE</userinput></screen>
@@ -4548,7 +4583,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<row>
<entry><filename>/boot/</filename></entry>
- <entry>Programas e arquivos de configuração usados ​​durante o bootstrap do sistema operacional.</entry>
+ <entry>Programas e arquivos de configuração usados durante o bootstrap do sistema operacional.</entry>
</row>
<row>
@@ -4613,7 +4648,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<row>
<entry><filename>/tmp/</filename></entry>
- <entry>Arquivos temporários que normalmente <emphasis>não</emphasis> são preservados em uma reinicialização do sistema. Um sistema de arquivos baseado em memória é frequentemente montado em <filename>/tmp</filename>. Isso pode ser automatizado usando as variáveis ​​relacionadas ao tmpmfs do <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> ou com uma entrada em <filename>/etc/fstab</filename>; consulte <citerefentry><refentrytitle>mdmfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores detalhes.</entry>
+ <entry>Arquivos temporários que normalmente <emphasis>não</emphasis> são preservados em uma reinicialização do sistema. Um sistema de arquivos baseado em memória é frequentemente montado em <filename>/tmp</filename>. Isso pode ser automatizado usando as variáveis relacionadas ao tmpmfs do <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> ou com uma entrada em <filename>/etc/fstab</filename>; consulte <citerefentry><refentrytitle>mdmfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores detalhes.</entry>
</row>
<row>
@@ -4649,7 +4684,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<row>
<entry><filename>/usr/local/</filename></entry>
- <entry>Executáveis ​​e bibliotecas locais. Também é usado como o destino padrão para o framework do ports do FreeBSD. Dentro do <filename>/usr/local</filename>, o layout geral esboçado por <citerefentry><refentrytitle>hier</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry> para <filename>/usr</filename> deve ser usado. Exceções são o diretório man, que está diretamente sob <filename>/usr/local</filename> em vez de sob <filename>/usr/local/share</filename>, e a documentação do ports está em <filename>share/doc/<replaceable>port</replaceable></filename>.</entry>
+ <entry>Executáveis e bibliotecas locais. Também é usado como o destino padrão para o framework do ports do FreeBSD. Dentro do <filename>/usr/local</filename>, o layout geral esboçado por <citerefentry><refentrytitle>hier</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry> para <filename>/usr</filename> deve ser usado. Exceções são o diretório man, que está diretamente sob <filename>/usr/local</filename> em vez de sob <filename>/usr/local/share</filename>, e a documentação do ports está em <filename>share/doc/<replaceable>port</replaceable></filename>.</entry>
</row>
<row>
@@ -4679,7 +4714,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<row>
<entry><filename>/var/</filename></entry>
- <entry>Arquivos de log de múltiplos propósitos, temporários, transientes e de spool. Um sistema de arquivos baseado em memória às vezes é montado em <filename>/var</filename>. Isso pode ser automatizado usando as variáveis ​​relacionadas ao varmfs em <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> ou com uma entrada em <filename>/etc/fstab</filename>; consulte <citerefentry><refentrytitle>mdmfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores detalhes.</entry>
+ <entry>Arquivos de log de múltiplos propósitos, temporários, transientes e de spool. Um sistema de arquivos baseado em memória às vezes é montado em <filename>/var</filename>. Isso pode ser automatizado usando as variáveis relacionadas ao varmfs em <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> ou com uma entrada em <filename>/etc/fstab</filename>; consulte <citerefentry><refentrytitle>mdmfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores detalhes.</entry>
</row>
<row>
@@ -4838,7 +4873,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<title>Benefícios de vários sistemas de arquivos</title>
<listitem>
- <para>Sistemas de arquivos diferentes podem ter diferentes <firstterm>opções de montagem</firstterm>. Por exemplo, o sistema de arquivos raiz pode ser montado somente para leitura, impossibilitando que os usuários excluam ou editem inadvertidamente um arquivo crítico. Separar sistemas de arquivos graváveis ​​pelo usuário, como <filename>/home</filename>, de outros sistemas de arquivos permite que eles sejam montados como <firstterm>nosuid</firstterm>. Essa opção impede que os bits <firstterm>suid</firstterm>/<firstterm>guid</firstterm> dos executáveis ​​armazenados no sistema de arquivos entrem em vigor, possivelmente melhorando a segurança.</para>
+ <para>Sistemas de arquivos diferentes podem ter diferentes <firstterm>opções de montagem</firstterm>. Por exemplo, o sistema de arquivos raiz pode ser montado somente para leitura, impossibilitando que os usuários excluam ou editem inadvertidamente um arquivo crítico. Separar sistemas de arquivos graváveis pelo usuário, como <filename>/home</filename>, de outros sistemas de arquivos permite que eles sejam montados como <firstterm>nosuid</firstterm>. Essa opção impede que os bits <firstterm>suid</firstterm>/<firstterm>guid</firstterm> dos executáveis armazenados no sistema de arquivos entrem em vigor, possivelmente melhorando a segurança.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -4864,7 +4899,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<para>Os sistemas de arquivos estão contidos em partições. Isto não tem o mesmo significado que o uso comum do termo partição (por exemplo, a partição <trademark class="registered">MS-DOS</trademark>), por causa da herança <trademark class="registered">UNIX</trademark> do FreeBSD. Cada partição é identificada por uma letra de <literal>a</literal> até <literal>h</literal>. Cada partição pode conter apenas um sistema de arquivos, o que significa que os sistemas de arquivos geralmente são descritos por seu ponto de montagem típico na hierarquia do sistema de arquivos ou pela letra da partição em que estão contidos.</para>
- <para>O FreeBSD também usa espaço em disco para <firstterm>espaço de swap</firstterm> para fornecer <firstterm>memória virtual</firstterm>. Isso permite que o seu computador se comporte como se tivesse muito mais memória do que realmente tem. Quando o FreeBSD fica sem memória, ele move alguns dos dados que não estão sendo usados ​​atualmente para o espaço de swap, e os move de volta (removendo alguma outra coisa) quando precisa.</para>
+ <para>O FreeBSD também usa espaço em disco para <firstterm>espaço de swap</firstterm> para fornecer <firstterm>memória virtual</firstterm>. Isso permite que o seu computador se comporte como se tivesse muito mais memória do que realmente tem. Quando o FreeBSD fica sem memória, ele move alguns dos dados que não estão sendo usados atualmente para o espaço de swap, e os move de volta (removendo alguma outra coisa) quando precisa.</para>
<para>Algumas partições possuem certas convenções associadas a elas.</para>
@@ -4910,7 +4945,7 @@ root 5211 0.0 0.2 3620 1724 2 I+ 2:09AM 0:00.01 passwd</screen>
<indexterm><primary>partitions</primary></indexterm>
<indexterm><primary>dangerously dedicated</primary></indexterm>
- <para>Os números das slices seguem o nome do dispositivo, prefixado com um <literal>s</literal>, começando em 1. Então <quote>da0<emphasis>s1</emphasis></quote> é a primeira slice na primeira unidade SCSI. Pode haver apenas quatro slices físicas em um disco, mas pode haver slices lógicas dentro de slices físicas do tipo apropriado. Essas slices estendidas são numeradas a partir de 5, então <quote>ada0<emphasis>s5</emphasis></quote> é a primeira slice estendida no primeiro disco SATA. Esses dispositivos são usados ​​por sistemas de arquivos que esperam ocupar uma slice.</para>
+ <para>Os números das slices seguem o nome do dispositivo, prefixado com um <literal>s</literal>, começando em 1. Então <quote>da0<emphasis>s1</emphasis></quote> é a primeira slice na primeira unidade SCSI. Pode haver apenas quatro slices físicas em um disco, mas pode haver slices lógicas dentro de slices físicas do tipo apropriado. Essas slices estendidas são numeradas a partir de 5, então <quote>ada0<emphasis>s5</emphasis></quote> é a primeira slice estendida no primeiro disco SATA. Esses dispositivos são usados por sistemas de arquivos que esperam ocupar uma slice.</para>
<para>Slices, unidades físicas <quote>perigosamente dedicadas</quote> e outras unidades contêm <firstterm>partições </firstterm>, que são representadas como letras de <literal>a</literal> até <literal>h</literal>. Esta letra é adicionada ao nome do dispositivo, então <quote>da0<emphasis>a</emphasis></quote> é a partição <literal>a</literal> na primeira unidade <literal>da</literal>, que é <quote>perigosamente dedicada</quote>. A <quote>ada1s3<emphasis>e</emphasis></quote> é a quinta partição na terceira slice da segunda unidade de disco SATA.</para>
@@ -5260,7 +5295,7 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
2338 dru 1 20 0 440M 84532K select 1 0:06 0.00% kwin
1427 dru 5 22 0 605M 86412K select 1 0:05 0.00% kdeinit4</screen>
- <para>A saída é dividida em duas seções. O cabeçalho (as primeiras cinco ou seis linhas) mostra o <acronym>PID</acronym> do último processo executado, as médias de carga do sistema (que são uma medida de quão ocupado o sistema está), o tempo de atividade do sistema desde a última reinicialização) e a hora atual. As outras informações no cabeçalho se relacionam com quantos processos estão sendo executados, quanta memória e swap estão em uso ​​e quanto tempo o sistema está gastando em diferentes estados da CPU. Se o módulo do sistema de arquivos <acronym>ZFS</acronym> foi carregado, uma linha <literal>ARC</literal> indica a quantidade de dados que foram lidos do cache de memória, e não do disco.</para>
+ <para>A saída é dividida em duas seções. O cabeçalho (as primeiras cinco ou seis linhas) mostra o <acronym>PID</acronym> do último processo executado, as médias de carga do sistema (que são uma medida de quão ocupado o sistema está), o tempo de atividade do sistema desde a última reinicialização) e a hora atual. As outras informações no cabeçalho se relacionam com quantos processos estão sendo executados, quanta memória e swap estão em uso e quanto tempo o sistema está gastando em diferentes estados da CPU. Se o módulo do sistema de arquivos <acronym>ZFS</acronym> foi carregado, uma linha <literal>ARC</literal> indica a quantidade de dados que foram lidos do cache de memória, e não do disco.</para>
<para>Abaixo do cabeçalho há uma série de colunas contendo informações semelhantes à saída do <citerefentry><refentrytitle>ps</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, como o <acronym>PID</acronym>, nome de usuário, quantidade de tempo de CPU e o comando que iniciou o processo. Por padrão, o <citerefentry><refentrytitle>top</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> também exibe a quantidade de espaço de memória ocupada pelo processo. Isso é dividido em duas colunas: uma para o tamanho total e outra para o tamanho do residente. O tamanho total é a quantidade de memória que o aplicativo precisa e o tamanho de residente é o quanto ele está realmente usando agora.</para>
@@ -5274,11 +5309,11 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<para>O sistema operacional também pode enviar um sinal para um processo. Se um aplicativo estiver mal escrito e tentar acessar a memória que não deveria, o FreeBSD enviará ao processo o sinal de <quote>Segmentation Violation</quote> (<literal>SIGSEGV</literal>). Se uma aplicação foi escrita para usar a chamada de sistema <citerefentry><refentrytitle>alarm</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry> para ser alertada após um período de tempo, será enviado o sinal <quote>Alarm</quote> (<literal>SIGALRM</literal>).</para>
- <para>Dois sinais podem ser usados ​​para interromper um processo: <literal>SIGTERM</literal> e <literal>SIGKILL</literal>. <literal>SIGTERM</literal> é a maneira educada de eliminar um processo, pois o processo pode ler o sinal, fechar quaisquer arquivos de log que possam estar abertos e tentar terminar o que está fazendo antes de desligar. Em alguns casos, um processo pode ignorar <literal>SIGTERM</literal> se estiver no meio de alguma tarefa que não pode ser interrompida.</para>
+ <para>Dois sinais podem ser usados para interromper um processo: <literal>SIGTERM</literal> e <literal>SIGKILL</literal>. <literal>SIGTERM</literal> é a maneira educada de eliminar um processo, pois o processo pode ler o sinal, fechar quaisquer arquivos de log que possam estar abertos e tentar terminar o que está fazendo antes de desligar. Em alguns casos, um processo pode ignorar <literal>SIGTERM</literal> se estiver no meio de alguma tarefa que não pode ser interrompida.</para>
<para><literal>SIGKILL</literal> não pode ser ignorado por um processo. Enviar um <literal>SIGKILL</literal> para um processo geralmente interromperá esse processo de uma vez por todas. <footnote><para>Existem algumas tarefas que não podem ser interrompidas. Por exemplo, se o processo estiver tentando ler de um arquivo que está em outro computador na rede e o outro estiver indisponível, o processo é considerado não <quote>interrompível</quote>. Eventualmente, o processo expirará, normalmente após dois minutos. Assim que esse tempo limite ocorrer, o processo será eliminado.</para></footnote>.</para>
- <para>Outros sinais comumente usados ​​são <literal>SIGHUP</literal>, <literal>SIGUSR1</literal> e <literal>SIGUSR2</literal>. Como esses são sinais de finalidade geral, diferentes aplicativos responderão de maneira diferente.</para>
+ <para>Outros sinais comumente usados são <literal>SIGHUP</literal>, <literal>SIGUSR1</literal> e <literal>SIGUSR2</literal>. Como esses são sinais de finalidade geral, diferentes aplicativos responderão de maneira diferente.</para>
<para>Por exemplo, depois de alterar o arquivo de configuração de um servidor da Web, o servidor da Web precisa ser instruído a reler sua configuração. Reiniciar o <command>httpd</command> resultaria em um breve período de interrupção no servidor da web. Em vez disso, envie ao daemon o sinal <literal>SIGHUP</literal>. Esteja ciente de que diferentes daemons terão um comportamento diferente, então consulte a documentação do daemon para determinar se <literal>SIGHUP</literal> terá os resultados desejados.</para>
@@ -5326,7 +5361,7 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<indexterm><primary>shells</primary></indexterm>
<indexterm><primary>command line</primary></indexterm>
- <para>Um <firstterm>shell</firstterm> fornece uma interface de linha de comandos para interagir com o sistema operacional. Um shell recebe comandos do canal de entrada e os executa. Muitos shells fornecem funções incorporadas para ajudar nas tarefas diárias, como gerenciamento de arquivos, referenciamento de arquivos, edição de linha de comando, macros de comando e variáveis ​​de ambiente. O FreeBSD vem com vários shells, incluindo o shell Bourne (<citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>) e o shell C estendido (<citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>). Outros shells estão disponíveis na Coleção de Ports do FreeBSD, como o <command>zsh</command> e o <command>bash</command>.</para>
+ <para>Um <firstterm>shell</firstterm> fornece uma interface de linha de comandos para interagir com o sistema operacional. Um shell recebe comandos do canal de entrada e os executa. Muitos shells fornecem funções incorporadas para ajudar nas tarefas diárias, como gerenciamento de arquivos, referenciamento de arquivos, edição de linha de comando, macros de comando e variáveis de ambiente. O FreeBSD vem com vários shells, incluindo o shell Bourne (<citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>) e o shell C estendido (<citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>). Outros shells estão disponíveis na Coleção de Ports do FreeBSD, como o <command>zsh</command> e o <command>bash</command>.</para>
<para>O shell usado é realmente uma questão de gosto. Um programador C pode se sentir mais confortável com um shell semelhante ao C, como o <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Um usuário <trademark class="registered">Linux</trademark> pode preferir o <command>bash</command>. Cada shell tem propriedades únicas que podem ou não funcionar com o ambiente de trabalho preferido de um usuário, e é por isso que existe a opção de qual shell usar.</para>
@@ -5336,10 +5371,10 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<indexterm><primary>environment variables</primary></indexterm>
- <para>Outra característica do shell é o uso de variáveis ​​de ambiente. As variáveis ​​de ambiente são um par de variável​​/chave armazenado no ambiente do shell. Esse ambiente pode ser lido por qualquer programa chamado pela shell e, portanto, contém muitas configurações de programas. <xref linkend="shell-env-vars"/> fornece uma lista de variáveis ​​de ambiente comuns e seus significados. Observe que os nomes das variáveis ​​de ambiente estão sempre em maiúsculas.</para>
+ <para>Outra característica do shell é o uso de variáveis de ambiente. As variáveis de ambiente são um par de variável/chave armazenado no ambiente do shell. Esse ambiente pode ser lido por qualquer programa chamado pela shell e, portanto, contém muitas configurações de programas. <xref linkend="shell-env-vars"/> fornece uma lista de variáveis de ambiente comuns e seus significados. Observe que os nomes das variáveis de ambiente estão sempre em maiúsculas.</para>
<table xml:id="shell-env-vars" frame="none" pgwide="1">
- <title>Variáveis ​​de Ambiente Comuns</title>
+ <title>Variáveis de Ambiente Comuns</title>
<tgroup cols="2">
<thead>
@@ -5412,7 +5447,7 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<indexterm><primary>Bourne shells</primary></indexterm>
- <para>O processo para definir uma variável de ambiente difere entre as shells. Em <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>csh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, use <command>setenv</command> para definir variáveis ​​de ambiente. Em <citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e no <command>bash</command>, use <command>export</command> para definir as variáveis ​​de ambiente atuais. Este exemplo define o <envar>EDITOR</envar> padrão para <filename>/usr/local/bin/emacs</filename> para a shell <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>:</para>
+ <para>O processo para definir uma variável de ambiente difere entre as shells. Em <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>csh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, use <command>setenv</command> para definir variáveis de ambiente. Em <citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e no <command>bash</command>, use <command>export</command> para definir as variáveis de ambiente atuais. Este exemplo define o <envar>EDITOR</envar> padrão para <filename>/usr/local/bin/emacs</filename> para a shell <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>:</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>setenv EDITOR /usr/local/bin/emacs</userinput></screen>
@@ -5422,7 +5457,7 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<para>Para expandir uma variável de ambiente para ver sua configuração atual, digite um caracter <literal>$</literal> na frente de seu nome na linha de comando. Por exemplo, <command>echo $TERM</command> exibe a configuração atual do <envar>$TERM</envar>.</para>
- <para>Shells tratam caracteres especiais, conhecidos como meta-caracteres, como representações especiais de dados. O meta-caracter mais comum é <literal>*</literal>, que representa qualquer número de caracteres em um nome de arquivo. Meta-caracteres podem ser usados ​​para executar a globalização de nomes de arquivos. Por exemplo, <command>echo *</command> é equivalente a <command>ls</command> porque a shell pega todos os arquivos que correspondem ao <literal>*</literal> e <command>echo</command> os lista na linha de comando.</para>
+ <para>Shells tratam caracteres especiais, conhecidos como meta-caracteres, como representações especiais de dados. O meta-caracter mais comum é <literal>*</literal>, que representa qualquer número de caracteres em um nome de arquivo. Meta-caracteres podem ser usados para executar a globalização de nomes de arquivos. Por exemplo, <command>echo *</command> é equivalente a <command>ls</command> porque a shell pega todos os arquivos que correspondem ao <literal>*</literal> e <command>echo</command> os lista na linha de comando.</para>
<para>Para evitar que a shell interprete um caractere especial, escape-o a partir da shell, iniciando-o com uma barra invertida (<literal>\</literal>). Por exemplo, <command>echo $TERM</command> imprime a configuração do terminal, enquanto <command>echo \$TERM</command> imprime literalmente a string <literal>$TERM</literal>.</para>
@@ -5460,7 +5495,7 @@ Swap: 2048M Total, 2048M Free
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>ls &gt; directory_listing.txt</userinput></screen>
- <para>O conteúdo do diretório agora será listado em <filename>directory_listing.txt</filename>. Alguns comandos podem ser usados ​​para ler entradas, como <citerefentry><refentrytitle>sort</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Para classificar esta listagem, redirecione a entrada:</para>
+ <para>O conteúdo do diretório agora será listado em <filename>directory_listing.txt</filename>. Alguns comandos podem ser usados para ler entradas, como <citerefentry><refentrytitle>sort</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Para classificar esta listagem, redirecione a entrada:</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>sort &lt; directory_listing.txt</userinput></screen>
@@ -6174,7 +6209,7 @@ security/sudo</screen>
</listitem>
<listitem>
- <para><filename>files/</filename>: este diretório contém quaisquer patches necessários para o programa compilar e instalar no FreeBSD. Esse diretório também pode conter outros arquivos usados ​​para compilar o port.</para>
+ <para><filename>files/</filename>: este diretório contém quaisquer patches necessários para o programa compilar e instalar no FreeBSD. Esse diretório também pode conter outros arquivos usados para compilar o port.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -6195,7 +6230,7 @@ security/sudo</screen>
<indexterm><primary>ports</primary> <secondary>installing</secondary></indexterm>
- <para>Esta seção fornece instruções básicas sobre o uso da Coleção de Ports para instalar ou remover software. A descrição detalhada dos targets disponíveis do <command>make</command> e das variáveis ​​de ambiente está disponível em <citerefentry><refentrytitle>ports</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Esta seção fornece instruções básicas sobre o uso da Coleção de Ports para instalar ou remover software. A descrição detalhada dos targets disponíveis do <command>make</command> e das variáveis de ambiente está disponível em <citerefentry><refentrytitle>ports</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry>.</para>
<warning>
<para>Antes de compilar qualquer port, certifique-se de atualizar a Coleção de Ports conforme descrito na seção anterior. Como a instalação de qualquer software de terceiros pode introduzir vulnerabilidades de segurança, recomenda-se primeiro verificar <link xlink:href="https://vuxml.freebsd.org/"/> para problemas de segurança conhecidos relacionados ao port. Alternativamente, execute <command>pkg -f</command> antes de instalar um novo port. Esse comando pode ser configurado para executar automaticamente uma auditoria de segurança e uma atualização do banco de dados de vulnerabilidades durante a verificação diária do sistema de segurança. Para obter maiores informações, consulte <citerefentry><refentrytitle>pkg-audit</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>periodic</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
@@ -6242,7 +6277,7 @@ security/sudo</screen>
<para>Algumas shells mantêm um cache dos comandos que estão disponíveis nos diretórios listados na variável de ambiente <envar>PATH</envar>, para acelerar as operações de pesquisa do arquivo executável desses comandos. Os usuários do shell <command>tcsh</command> devem digitar <command>rehash</command> para que um comando recém-instalado possa ser usado sem especificar seu caminho completo. Use <command>hash -r</command> para o shell <command>sh</command>. Consulte a documentação do shell para mais informações.</para>
- <para>Durante a instalação, é criado um subdiretório de trabalho que contém todos os arquivos temporários usados ​​durante a compilação. A remoção desse diretório economiza espaço em disco e minimiza a possibilidade de problemas mais tarde ao atualizar para a versão mais recente do port:</para>
+ <para>Durante a instalação, é criado um subdiretório de trabalho que contém todos os arquivos temporários usados durante a compilação. A remoção desse diretório economiza espaço em disco e minimiza a possibilidade de problemas mais tarde ao atualizar para a versão mais recente do port:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>make clean</userinput>
===&gt; Cleaning for lsof-88.d,8
@@ -6263,7 +6298,7 @@ security/sudo</screen>
<para>Há várias maneiras de revisitar o menu de opções de compilação de um port para adicionar, remover ou alterar essas opções após a compilação de um port. Um método é efetuar <command>cd</command> no diretório que contém o port e digitar <command>make config</command>. Outra opção é usar o <command>make showconfig</command>. Outra opção é executar <command>make rmconfig</command>, o que removerá todas as opções selecionadas e permitirá que você comece de novo. Todas essas opções, e outras, são explicadas detalhadamente em <citerefentry> <refentrytitle>ports</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry>.</para>
- <para>O sistema de ports usa o <citerefentry><refentrytitle>fetch</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para fazer o download dos arquivos com o código-fonte, que suportam várias variáveis ​​de ambiente. As variáveis ​​<envar>FTP_PASSIVE_MODE</envar>, <envar>FTP_PROXY</envar> e <envar>FTP_PASSWORD</envar> podem precisar ser definidas se o sistema FreeBSD estiver por trás de um firewall ou proxy FTP/HTTP. Veja <citerefentry><refentrytitle>fetch</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry> para a lista completa de variáveis ​​suportadas.</para>
+ <para>O sistema de ports usa o <citerefentry><refentrytitle>fetch</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para fazer o download dos arquivos com o código-fonte, que suportam várias variáveis de ambiente. As variáveis <envar>FTP_PASSIVE_MODE</envar>, <envar>FTP_PROXY</envar> e <envar>FTP_PASSWORD</envar> podem precisar ser definidas se o sistema FreeBSD estiver por trás de um firewall ou proxy FTP/HTTP. Veja <citerefentry><refentrytitle>fetch</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry> para a lista completa de variáveis suportadas.</para>
<para>Para usuários que não podem estar conectados à Internet o tempo todo, o <command>make fetch</command> pode ser executado dentro do <filename>/usr/ports</filename>, para buscar todos os distfiles, ou dentro de uma categoria, como <filename>/usr/ports/net</filename>, ou dentro do diretório de um port especifico. Observe que, se um port tiver alguma dependência, executar este comando em uma categoria ou diretório de um port especifico <emphasis>não</emphasis> buscará os distfiles de ports de outra categoria. Em vez disso, use <command>make fetch-recursive</command> para também buscar os distfiles para todas as dependências de um port.</para>
@@ -6273,7 +6308,7 @@ security/sudo</screen>
<prompt>#</prompt> <userinput>make MASTER_SITE_OVERRIDE= \
<replaceable>ftp://ftp.organization.org/pub/FreeBSD/ports/distfiles/</replaceable> fetch</userinput></screen>
- <para>As variáveis ​​<varname>WRKDIRPREFIX</varname> e <varname>PREFIX</varname> podem substituir os diretórios de trabalho e de destino padrão. Por exemplo:</para>
+ <para>As variáveis <varname>WRKDIRPREFIX</varname> e <varname>PREFIX</varname> podem substituir os diretórios de trabalho e de destino padrão. Por exemplo:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>make WRKDIRPREFIX=/usr/home/example/ports install</userinput></screen>
@@ -6287,7 +6322,7 @@ security/sudo</screen>
<para>vai combinar os dois.</para>
- <para>Estes também podem ser definidos como variáveis ​​ambientais. Consulte a página de manual do seu shell para obter instruções sobre como definir uma variável de ambiente.</para>
+ <para>Estes também podem ser definidos como variáveis ambientais. Consulte a página de manual do seu shell para obter instruções sobre como definir uma variável de ambiente.</para>
</sect3>
</sect2>
@@ -6426,7 +6461,7 @@ The deinstallation will free 229 kB
<indexterm><primary>portupgrade</primary></indexterm>
- <para>O <package>ports-mgmt/portupgrade</package> é outro utilitário que pode ser usado para atualizar ports. Ele instala um conjunto de aplicativos que podem ser usados ​​para gerenciar ports. No entanto, ele depende do Ruby. Para instalar o port:</para>
+ <para>O <package>ports-mgmt/portupgrade</package> é outro utilitário que pode ser usado para atualizar ports. Ele instala um conjunto de aplicativos que podem ser usados para gerenciar ports. No entanto, ele depende do Ruby. Para instalar o port:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>cd /usr/ports/ports-mgmt/portupgrade</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>make install clean</userinput></screen>
@@ -6482,7 +6517,7 @@ The deinstallation will free 229 kB
<sect1 xml:id="ports-poudriere">
<title>Compilando Pacotes com o <application>Poudriere</application></title>
- <para>O <application>Poudriere</application> é um utilitário licenciado sob a licença <acronym>BSD</acronym> para criar e testar pacotes do FreeBSD. Ele usa o jails do FreeBSD para configurar ambientes de compilação isolados. Esses jails podem ser usados ​​para compilar pacotes para versões do FreeBSD que são diferentes do sistema no qual ele está instalado, e também para construir pacotes para o i386 se o host for um sistema amd64. Uma vez que os pacotes são compilados, eles estão em um layout idêntico aos espelhos oficiais. Esses pacotes podem ser usados ​​pelo <citerefentry><refentrytitle>pkg</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e por outras ferramentas de gerenciamento de pacotes.</para>
+ <para>O <application>Poudriere</application> é um utilitário licenciado sob a licença <acronym>BSD</acronym> para criar e testar pacotes do FreeBSD. Ele usa o jails do FreeBSD para configurar ambientes de compilação isolados. Esses jails podem ser usados para compilar pacotes para versões do FreeBSD que são diferentes do sistema no qual ele está instalado, e também para construir pacotes para o i386 se o host for um sistema amd64. Uma vez que os pacotes são compilados, eles estão em um layout idêntico aos espelhos oficiais. Esses pacotes podem ser usados pelo <citerefentry><refentrytitle>pkg</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e por outras ferramentas de gerenciamento de pacotes.</para>
<para>O <application>Poudriere</application> é instalado usando o pacote ou port <package role="port">ports-mgmt/poudriere</package>. A instalação inclui um arquivo de configuração de exemplo, <filename>/usr/local/etc/poudriere.conf.sample</filename>. Copie este arquivo para <filename>/usr/local/etc/poudriere.conf</filename>. Edite o arquivo copiado de acordo com a configuração local.</para>
@@ -6561,7 +6596,7 @@ ports-mgmt/pkg
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>poudriere bulk -j <replaceable>10amd64</replaceable> -p <replaceable>local</replaceable> -z <replaceable>workstation</replaceable> -f <replaceable>10amd64-local-workstation-pkglist</replaceable></userinput></screen>
- <para>Durante a execução, pressionar <keycombo action="simul"><keycap>Ctrl</keycap><keycap>t</keycap></keycombo> exibe o estado atual da compilação. O <application>Poudriere</application> também cria arquivos em <filename>/poudriere/logs/bulk/<replaceable>jailname</replaceable></filename> que podem ser usados ​​com um servidor da Web para exibir informações de compilação.</para>
+ <para>Durante a execução, pressionar <keycombo action="simul"><keycap>Ctrl</keycap><keycap>t</keycap></keycombo> exibe o estado atual da compilação. O <application>Poudriere</application> também cria arquivos em <filename>/poudriere/logs/bulk/<replaceable>jailname</replaceable></filename> que podem ser usados com um servidor da Web para exibir informações de compilação.</para>
<para>Após a conclusão, os novos pacotes estão agora disponíveis para instalação a partir do repositório <application>poudriere</application>.</para>
@@ -6590,11 +6625,11 @@ ports-mgmt/pkg
<sect1 xml:id="ports-nextsteps">
<title>Considerações pós-instalação</title>
- <para>Independentemente do software ter sido instalado a partir de um pacote binário ou de um port, a maioria dos aplicativos de terceiros requer algum nível de configuração após a instalação. Os seguintes comandos e locais podem ser usados ​​para ajudar a determinar o que foi instalado com o aplicativo.</para>
+ <para>Independentemente do software ter sido instalado a partir de um pacote binário ou de um port, a maioria dos aplicativos de terceiros requer algum nível de configuração após a instalação. Os seguintes comandos e locais podem ser usados para ajudar a determinar o que foi instalado com o aplicativo.</para>
<itemizedlist>
<listitem>
- <para>A maioria dos aplicativos instala pelo menos um arquivo de configuração padrão em <filename>/usr/local/etc</filename>. Nos casos em que um aplicativo possui um grande número de arquivos de configuração, um subdiretório será criado para mantê-los. Geralmente, os arquivos de configuração de exemplo são instalados e terminam com um sufixo, como <filename>.sample</filename>. Os arquivos de configuração devem ser revisados ​​e possivelmente editados para atender às necessidades do sistema. Para editar um arquivo de amostra, primeiro copie-o sem a extensão <filename>.sample</filename>.</para>
+ <para>A maioria dos aplicativos instala pelo menos um arquivo de configuração padrão em <filename>/usr/local/etc</filename>. Nos casos em que um aplicativo possui um grande número de arquivos de configuração, um subdiretório será criado para mantê-los. Geralmente, os arquivos de configuração de exemplo são instalados e terminam com um sufixo, como <filename>.sample</filename>. Os arquivos de configuração devem ser revisados e possivelmente editados para atender às necessidades do sistema. Para editar um arquivo de amostra, primeiro copie-o sem a extensão <filename>.sample</filename>.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -6750,7 +6785,7 @@ ports-mgmt/pkg
<term>Gerenciador de janelas</term>
<listitem>
- <para> O X não dita como as janelas devem se parecer na tela, como movê-las com o mouse, quais teclas devem ser usadas para mover-se entre as janelas, como devem ficar as barras de título em cada janela, se elas têm ou não botões para fechar nelas e assim por diante. Em vez disso, o X delega essa responsabilidade para um gerenciador de janelas separado. Existem <link xlink:href="http://www.xwinman.org/">dezenas de gerenciadores de janelas</link> disponíveis. Cada gerenciador de janelas oferece uma aparência diferente: alguns oferecem suporte a desktops virtuais, alguns permitem pressionamentos de tecla personalizados para gerenciar a área de trabalho, alguns têm um botão <quote>Iniciar</quote> e alguns são personalizáveis, permitindo uma alteração completa da aparência da área de trabalho. Os gerenciadores de janelas estão disponíveis na categoria <filename>x11-wm</filename> da coleção de ports.</para>
+ <para>O X não dita como as janelas devem se parecer na tela, como movê-las com o mouse, quais teclas devem ser usadas para mover-se entre as janelas, como devem ficar as barras de título em cada janela, se elas têm ou não botões para fechar nelas e assim por diante. Em vez disso, o X delega essa responsabilidade para um gerenciador de janelas separado. Existem <link xlink:href="http://www.xwinman.org/">dezenas de gerenciadores de janelas</link> disponíveis. Cada gerenciador de janelas oferece uma aparência diferente: alguns oferecem suporte a desktops virtuais, alguns permitem pressionamentos de tecla personalizados para gerenciar a área de trabalho, alguns têm um botão <quote>Iniciar</quote> e alguns são personalizáveis, permitindo uma alteração completa da aparência da área de trabalho. Os gerenciadores de janelas estão disponíveis na categoria <filename>x11-wm</filename> da coleção de ports.</para>
<para>Cada gerenciador de janelas usa um mecanismo de configuração diferente. Alguns esperam que o arquivo de configuração seja escrito à mão, enquanto outros fornecem ferramentas gráficas para a maioria das tarefas de configuração.</para>
</listitem>
@@ -6958,7 +6993,7 @@ ports-mgmt/pkg
<term>Gráficos Híbridos de Combinação</term>
<listitem>
- <para>Alguns notebooks adicionam unidades de processamento gráfico adicionais àquelas incorporadas ao chipset ou ao processador. O <emphasis>Optimus</emphasis> combina o hardware da <trademark class="registered">Intel</trademark> e da NVIDIA. O <emphasis>Switchable Graphics</emphasis> ou <emphasis>Hybrid Graphics</emphasis> são uma combinação dos processadores <trademark class="registered">Intel</trademark> ou <trademark class="registered">AMD</trademark> e uma <acronym>GPU</acronym> <trademark class="registered">AMD</trademark> Radeon.</para>
+ <para>Alguns notebooks adicionam unidades de processamento gráfico adicionais àquelas incorporadas ao chipset ou ao processador. O <emphasis>Optimus</emphasis> combina o hardware da <trademark class="registered">Intel</trademark> e da NVIDIA. O <emphasis>Switchable Graphics</emphasis> ou <emphasis>Hybrid Graphics</emphasis> são uma combinação dos processadores <trademark class="registered">Intel</trademark> ou <trademark class="registered">AMD</trademark> e uma <acronym>GPU</acronym> <trademark class="registered">AMD</trademark> Radeon.</para>
<para>As implementações desses sistemas gráficos híbridos variam e o <application>Xorg</application> no FreeBSD não é capaz de controlar todas as versões deles.</para>
@@ -6974,7 +7009,7 @@ ports-mgmt/pkg
<listitem>
<para>Drivers para algumas placas de vídeo menos comuns podem ser encontrados no diretório <filename>x11-drivers</filename> da Coleção de Ports.</para>
- <para>PLacas que não são suportadas por um driver específico ainda podem ser usadas ​​com o driver <package>x11-drivers/xf86-video-vesa</package>. Este driver é instalado pelo <package>x11/xorg</package>. Ele também pode ser instalado manualmente como <package>x11-drivers/xf86-video-vesa</package>. O <application>Xorg</application> tenta usar este driver quando um driver específico não é encontrado para a placa de vídeo.</para>
+ <para>PLacas que não são suportadas por um driver específico ainda podem ser usadas com o driver <package>x11-drivers/xf86-video-vesa</package>. Este driver é instalado pelo <package>x11/xorg</package>. Ele também pode ser instalado manualmente como <package>x11-drivers/xf86-video-vesa</package>. O <application>Xorg</application> tenta usar este driver quando um driver específico não é encontrado para a placa de vídeo.</para>
<para>O <package>x11-drivers/xf86-video-scfb</package> é um driver de vídeo não especializado similar que funciona em muitos computadores <acronym>UEFI</acronym> e <trademark class="registered">ARM</trademark>.</para>
</listitem>
@@ -7163,7 +7198,7 @@ EndSection</programlisting>
<term>Layout do Teclado</term>
<listitem>
- <para>A localização padronizada das teclas em um teclado é chamada de <emphasis>layout</emphasis>. Layouts e outros parâmetros ajustáveis ​​são listados em <citerefentry vendor="xfree86"><refentrytitle>xkeyboard-config</refentrytitle> <manvolnum>7</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>A localização padronizada das teclas em um teclado é chamada de <emphasis>layout</emphasis>. Layouts e outros parâmetros ajustáveis são listados em <citerefentry vendor="xfree86"><refentrytitle>xkeyboard-config</refentrytitle> <manvolnum>7</manvolnum></citerefentry>.</para>
<para>Um layout dos Estados Unidos é o padrão. Para selecionar um layout alternativo, defina as opções <literal>XkbLayout</literal> e <literal>XkbVariant</literal> em um <literal>InputClass</literal>. Isso será aplicado a todos os dispositivos de entrada que correspondam à classe.</para>
@@ -7652,7 +7687,7 @@ hald_enable="YES"</programlisting>
<para>Um segundo método para iniciar o <application>KDE</application> é digitar <command>startx</command> na linha de comando. Para que isso funcione, a seguinte linha é necessária em <filename>~/.xinitrc</filename>:</para>
- <programlisting>exec ck-launch-session startkde</programlisting>
+ <programlisting xml:lang="en">exec ck-launch-session startplasma-x11</programlisting>
<para>Um terceiro método para iniciar o <application>KDE</application> é através do <application>XDM</application>. Para fazer isso, crie um arquivo executável <filename>~/.xsession</filename> da seguinte maneira:</para>
@@ -7714,7 +7749,7 @@ hald_enable="YES"</programlisting>
<programlisting>nvidia_load="YES"</programlisting>
<note>
- <para>Para carregar imediatamente o módulo no kernel em execução, você pode executar o comando <command>kldload nvidia</command>, no entanto, foi observado que algumas versões do <application>Xorg</application> não funcionarão corretamente se o driver não for carregado no momento da inicialização. Desta forma, depois de editar o <filename>/boot/loader.conf</filename>, reinicie o sistema.</para>
+ <para>Para carregar imediatamente o módulo no kernel em execução, você pode executar o comando <command>kldload nvidia</command>. No entanto, foi observado que algumas versões do <application>Xorg</application> não funcionarão corretamente se o driver não for carregado no momento da inicialização. Desta forma, depois de editar o <filename>/boot/loader.conf</filename>, é recomendado reiniciar o sistema.</para>
</note>
<para>Com o módulo do kernel carregado, você normalmente só precisa alterar uma única linha no <filename>xorg.conf</filename> para habilitar o driver proprietário:</para>
@@ -7871,7 +7906,7 @@ EndSection</programlisting>
<para>A maioria dos monitores suporta autodetecção de frequência de sincronização, tornando desnecessária a entrada manual desses valores. Para os poucos monitores que não suportam a detecção automática, evite possíveis danos inserindo apenas valores fornecidos pelo fabricante.</para>
- <para>O X permite que os recursos do DPMS (Energy Star) sejam usados ​​com monitores capazes. O programa <citerefentry vendor="xfree86"><refentrytitle>xset</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> controla os tempos limite e pode forçar os modos de espera, suspensão ou desativação. Se você deseja habilitar recursos de DPMS para o seu monitor, você deve adicionar a seguinte linha à seção do monitor:</para>
+ <para>O X permite que os recursos do DPMS (Energy Star) sejam usados com monitores capazes. O programa <citerefentry vendor="xfree86"><refentrytitle>xset</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> controla os tempos limite e pode forçar os modos de espera, suspensão ou desativação. Se você deseja habilitar recursos de DPMS para o seu monitor, você deve adicionar a seguinte linha à seção do monitor:</para>
<programlisting>Option "DPMS"</programlisting>
@@ -8029,7 +8064,7 @@ EndSection</programlisting>
<title>Tarefas comuns</title>
<partintro>
- <para>Agora que o básico foi abordado, esta parte do livro discute alguns recursos freqüentemente usados ​​do FreeBSD. Estes capítulos:</para>
+ <para>Agora que o básico foi abordado, esta parte do livro discute alguns recursos freqüentemente usados do FreeBSD. Estes capítulos:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -8133,13 +8168,6 @@ EndSection</programlisting>
</row>
<row>
- <entry><application>Opera</application></entry>
- <entry>leve</entry>
- <entry>leve</entry>
- <entry>As versões para FreeBSD e <trademark class="registered">Linux</trademark> estão disponíveis</entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><application>Konqueror</application></entry>
<entry>médio</entry>
<entry>pesado</entry>
@@ -8180,36 +8208,6 @@ EndSection</programlisting>
</sect2>
<sect2>
- <title>Opera</title>
-
- <indexterm><primary><application>Opera</application></primary></indexterm>
-
- <para>O <application>Opera</application> é um navegador completo e compatível com os padrões, que ainda é leve e rápido. Ele vem com um e-mail integrado e leitor de notícias, um cliente de IRC, um leitor de feeds RSS/Atom e muito mais. Ele está disponível como uma versão nativa do FreeBSD e como uma versão que roda sob a emulação <trademark class="registered">Linux</trademark>.</para>
-
- <para>Este comando instala o pacote da versão do FreeBSD do <application>Opera</application>. Substitua <literal>opera</literal> por<literal>linux-opera</literal> para instalar a versão <trademark class="registered">Linux</trademark>.</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>pkg install opera</userinput></screen>
-
- <para>Como alternativa, instale qualquer uma das versões através da Coleção de Ports. Este exemplo compila a versão nativa:</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>cd /usr/ports/www/opera</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>make install clean</userinput></screen>
-
- <para>Para instalar a versão <trademark class="registered">Linux</trademark>, utilize <literal>linux-opera</literal> no lugar de <literal>opera</literal>.</para>
-
- <para>Para instalar o suporte ao plug-in <trademark class="registered">Adobe</trademark> <trademark class="registered">Flash</trademark>, primeiro compile o Port <package role="port">www/linux-flashplayer</package>. As restrições de licenciamento impedem a disponibilização de um pacote. Em seguida, instale <package role="port">www/opera-linuxplugins</package>. Este exemplo compila os dois aplicativos dos Ports:</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>cd /usr/ports/www/linux-flashplayer</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>make install clean</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>cd /usr/ports/www/opera-linuxplugins</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>make install clean</userinput></screen>
-
- <para>Uma vez instalado, verifique a presença do plugin iniciando o navegador, inserindo <literal>opera:plugins</literal> na barra de localização e pressionando <keycap>Enter</keycap>. Uma lista deve aparecer com todos os plugins atualmente disponíveis.</para>
-
- <para>Para adicionar o plug-in <application><trademark>Java</trademark></application>, proceda com a instalação do port <package role="port">java/icedtea-web</package>.</para>
- </sect2>
-
- <sect2>
<title>Konqueror</title>
<indexterm><primary><application>Konqueror</application></primary></indexterm>
@@ -8266,7 +8264,7 @@ EndSection</programlisting>
<entry>Nome da aplicação</entry>
<entry>Recursos necessários</entry>
<entry>Instalação a partir do Ports</entry>
- <entry>Principais Dependências </entry>
+ <entry>Principais Dependências</entry>
</row>
</thead>
@@ -8445,7 +8443,7 @@ EndSection</programlisting>
<entry>Nome da aplicação</entry>
<entry>Recursos necessários</entry>
<entry>Instalação a partir do Ports</entry>
- <entry>Principais Dependências </entry>
+ <entry>Principais Dependências</entry>
</row>
</thead>
@@ -8584,7 +8582,7 @@ EndSection</programlisting>
<sect1 xml:id="desktop-finance">
<title>Finanças</title>
- <para>Para gerenciar finanças pessoais em um desktop FreeBSD, alguns aplicativos poderosos e fáceis de usar podem ser instalados. Alguns são compatíveis com formatos de arquivos comuns, como os formatos usados ​​pelo <application>Quicken</application> e <application>Excel</application>.</para>
+ <para>Para gerenciar finanças pessoais em um desktop FreeBSD, alguns aplicativos poderosos e fáceis de usar podem ser instalados. Alguns são compatíveis com formatos de arquivos comuns, como os formatos usados pelo <application>Quicken</application> e <application>Excel</application>.</para>
<para>Esta seção cobre estes programas:</para>
@@ -8595,7 +8593,7 @@ EndSection</programlisting>
<entry>Nome da aplicação</entry>
<entry>Recursos necessários</entry>
<entry>Instalação a partir do Ports</entry>
- <entry>Principais Dependências </entry>
+ <entry>Principais Dependências</entry>
</row>
</thead>
@@ -8739,7 +8737,7 @@ EndSection</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Instalar e configurar o MythTV no FreeBSD.</para>
+ <para>Instale e configure o MythTV no FreeBSD</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -8936,7 +8934,7 @@ pcm2: &lt;Conexant CX20590 (Analog 2.0+HP/2.0)&gt; (play/rec) default</screen>
<row>
<entry><errorname>xxx: can't open /dev/dsp!</errorname></entry>
- <entry><para>Digite <command>fstat | grep dsp</command> para verificar se outro aplicativo está mantendo o dispositivo aberto. Os causadores de problemas notáveis ​​são o suporte a som do <application>esound</application> e do <application>KDE</application>.</para></entry>
+ <entry><para>Digite <command>fstat | grep dsp</command> para verificar se outro aplicativo está mantendo o dispositivo aberto. Os causadores de problemas notáveis são o suporte a som do <application>esound</application> e do <application>KDE</application>.</para></entry>
</row>
</tbody>
</tgroup>
@@ -8988,7 +8986,7 @@ pcm7: &lt;HDA Realtek ALC889 PCM #3 Digital&gt; at cad 2 nid 1 on hdac1
<prompt>#</prompt> <userinput>sysctl dev.pcm.0.rec.vchans=4</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>sysctl hw.snd.maxautovchans=4</userinput></screen>
- <para>Este exemplo aloca quatro canais virtuais, que é um número prático para o uso diário. Ambos <varname>dev.pcm.0.play.vchans=4</varname> e <varname>dev.pcm.0.rec.vchans=4</varname> são configuráveis ​​depois que um dispositivo foi anexado e representa o número de canais virtuais <filename>pcm0</filename> para reprodução e gravação. Como o módulo <filename>pcm</filename> pode ser carregado independentemente dos drivers de hardware, <varname>hw.snd.maxautovchans</varname> indica quantos canais virtuais serão dados a um dispositivo de áudio quando ele estiver conectado. Consulte <citerefentry><refentrytitle>pcm</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum> </citerefentry> para obter mais informações.</para>
+ <para>Este exemplo aloca quatro canais virtuais, que é um número prático para o uso diário. Ambos <varname>dev.pcm.0.play.vchans=4</varname> e <varname>dev.pcm.0.rec.vchans=4</varname> são configuráveis depois que um dispositivo foi anexado e representa o número de canais virtuais <filename>pcm0</filename> para reprodução e gravação. Como o módulo <filename>pcm</filename> pode ser carregado independentemente dos drivers de hardware, <varname>hw.snd.maxautovchans</varname> indica quantos canais virtuais serão dados a um dispositivo de áudio quando ele estiver conectado. Consulte <citerefentry><refentrytitle>pcm</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum> </citerefentry> para obter mais informações.</para>
<note>
<para>O número de canais virtuais para um dispositivo não pode ser alterado enquanto estiver em uso. Primeiramente, feche todos os programas usando o dispositivo, como players de música ou daemons de som.</para>
@@ -9131,7 +9129,7 @@ MPEG 1.0 layer III, 128 kbit/s, 44100 Hz joint-stereo</screen>
</step>
</procedure>
- <para>Os formatos <acronym>WAV</acronym> e <acronym>PCM</acronym> podem ser usados ​​com <application>cdrecord</application>. Ao usar arquivos <acronym>WAV</acronym>, haverá um pequeno som no início de cada trilha. Este som é o cabeçalho do arquivo <acronym>WAV</acronym>. O pacote binário ou port <package>audio/sox</package> pode ser usado para remover o cabeçalho:</para>
+ <para>Os formatos <acronym>WAV</acronym> e <acronym>PCM</acronym> podem ser usados com <application>cdrecord</application>. Ao usar arquivos <acronym>WAV</acronym>, haverá um pequeno som no início de cada trilha. Este som é o cabeçalho do arquivo <acronym>WAV</acronym>. O pacote binário ou port <package>audio/sox</package> pode ser usado para remover o cabeçalho:</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>sox -t wav -r 44100 -s -w -c 2 <replaceable>track.wav track.raw</replaceable></userinput></screen>
@@ -9160,7 +9158,7 @@ MPEG 1.0 layer III, 128 kbit/s, 44100 Hz joint-stereo</screen>
<para>A decriptografia do <acronym>DVD</acronym> invoca certas funções que exigem permissão de gravação para o dispositivo <acronym>DVD</acronym>.</para>
- <para>Para melhorar a interface de memória compartilhada do <application>Xorg</application>, recomenda-se aumentar os valores dessas variáveis ​​<citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>:</para>
+ <para>Para melhorar a interface de memória compartilhada do <application>Xorg</application>, recomenda-se aumentar os valores dessas variáveis <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>:</para>
<programlisting>kern.ipc.shmmax=67108864
kern.ipc.shmall=32768</programlisting>
@@ -9294,7 +9292,7 @@ no adaptors present</screen>
<indexterm><primary>video ports</primary></indexterm>
<indexterm><primary>video packages</primary></indexterm>
- <para>Esta seção apresenta alguns dos softwares disponíveis na Coleção de Ports do FreeBSD, que podem ser usados ​​para reprodução de vídeo.</para>
+ <para>Esta seção apresenta alguns dos softwares disponíveis na Coleção de Ports do FreeBSD, que podem ser usados para reprodução de vídeo.</para>
<sect3 xml:id="video-mplayer">
<title><application>MPlayer</application> e <application>MEncoder</application></title>
@@ -9380,7 +9378,7 @@ zoom=yes</programlisting>
<para>Na prática, o <application>xine</application> requer uma CPU rápida com uma placa de vídeo rápida ou suporte para a extensão XVideo. O player de vídeo <application>xine</application> apresenta melhor desempenho nas interfaces XVideo.</para>
- <para>Por padrão, o player <application>xine</application> inicia uma interface gráfica com o usuário. Os menus podem então ser usados ​​para abrir um arquivo específico.</para>
+ <para>Por padrão, o player <application>xine</application> inicia uma interface gráfica com o usuário. Os menus podem então ser usados para abrir um arquivo específico.</para>
<para>Alternativamente, o <application>xine</application> pode ser executado a partir da linha de comando, especificando o nome do arquivo a ser reproduzido:</para>
@@ -9626,7 +9624,7 @@ found SCSI scanner "AGFA SNAPSCAN 600 1.10" at /dev/pass3</screen>
<para>Alguns scanners <acronym>USB</acronym> exigem que o firmware seja carregado. Consulte sane-find-scanner(1) e sane(7) para mais detalhes.</para>
</note>
- <para>Em seguida, verifique se o scanner será identificado por uma interface de digitalização. Os backends <application>SANE</application> incluem o comando <command>scanimage</command>, que pode ser usado ​​para listar os dispositivos e realizar uma aquisição de imagens. Use a opção <option>-L</option> para listar os dispositivos do scanner. O primeiro exemplo é para um scanner <acronym>SCSI</acronym> e o segundo é para um scanner <acronym>USB</acronym>:</para>
+ <para>Em seguida, verifique se o scanner será identificado por uma interface de digitalização. Os backends <application>SANE</application> incluem o comando <command>scanimage</command>, que pode ser usado para listar os dispositivos e realizar uma aquisição de imagens. Use a opção <option>-L</option> para listar os dispositivos do scanner. O primeiro exemplo é para um scanner <acronym>SCSI</acronym> e o segundo é para um scanner <acronym>USB</acronym>:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>scanimage -L</userinput>
device `snapscan:/dev/pass3' is a AGFA SNAPSCAN 600 flatbed scanner
@@ -9657,7 +9655,7 @@ device 'epson2:libusb:/dev/usb:/dev/ugen0.2' is a Epson GT-8200 flatbed scanner<
<para>Embora o <command>scanimage</command> possa ser usado para realizar uma digitalização de imagem a partir da linha de comando, muitas vezes é preferível usar uma interface gráfica para executar o escaneamento. O pacote ou port <package>graphics/sane-frontends</package> instala uma interface gráfica simples, mas eficiente, <application>xscanimage</application>.</para>
- <para>Alternativamente, o <application>xsane</application>, que é instalado com o pacote ou port <package>graphics/xsane</package>, é outro frontend de digitalização gráfica popular. Ele oferece recursos avançados, como vários modos de digitalização, correção de cores e digitalizações em lote. Ambos os aplicativos são utilizáveis ​​como um plugin do <application>GIMP</application>.</para>
+ <para>Alternativamente, o <application>xsane</application>, que é instalado com o pacote ou port <package>graphics/xsane</package>, é outro frontend de digitalização gráfica popular. Ele oferece recursos avançados, como vários modos de digitalização, correção de cores e digitalizações em lote. Ambos os aplicativos são utilizáveis como um plugin do <application>GIMP</application>.</para>
</sect2>
<sect2>
@@ -9726,7 +9724,7 @@ add path usb/0.2.0 mode 0666 group usb</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Como obter um inventário do hardware</para>
+ <para>Como obter um inventário do hardware.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -9856,7 +9854,7 @@ ath_hal(4) - Atheros Hardware Access Layer (HAL)</screen>
<para>Se o <filename>/usr/src/</filename> não existir ou estiver vazio, o código-fonte não foi instalado. O fonte pode ser instalado usando o <application>Subversion</application> e as instruções em <xref linkend="svn"/>.</para>
- <para>Depois que o código-fonte for instalado, revise o conteúdo do <filename>/usr/src/sys</filename>. Este diretório contém vários subdiretórios, incluindo aqueles que representam as seguintes arquiteturas suportadas: <filename>amd64</filename>, <filename>i386</filename>, <filename>ia64</filename>, <filename>powerpc</filename> e <filename>sparc64</filename>. Tudo dentro do diretório de uma arquitetura em particular lida apenas com essa arquitetura e o restante do código é código independente de máquina comum a todas as plataformas. Cada arquitetura suportada tem um subdiretório <filename>conf</filename> que contém o arquivo de configuração do kernel <filename>GENERIC</filename> para essa arquitetura.</para>
+ <para>Depois que o código-fonte for instalado, revise o conteúdo do <filename>/usr/src/sys</filename>. Este diretório contém vários subdiretórios, incluindo aqueles que representam as seguintes arquiteturas suportadas: <filename>amd64</filename>, <filename>i386</filename>, <filename>powerpc</filename> e <filename>sparc64</filename>. Tudo dentro do diretório de uma arquitetura em particular lida apenas com essa arquitetura e o restante do código é código independente de máquina comum a todas as plataformas. Cada arquitetura suportada tem um subdiretório <filename>conf</filename> que contém o arquivo de configuração do kernel <filename>GENERIC</filename> para essa arquitetura.</para>
<para>Não faça edições no <filename>GENERIC</filename>. Em vez disso, copie o arquivo para um nome diferente e faça edições na cópia. A convenção é usar um nome do host com todas as letras maiúsculas. Ao manter várias máquinas FreeBSD com hardware diferente, é uma boa idéia nomeá-lo com o nome do host da máquina. Este exemplo cria uma cópia, denominada <filename>MYKERNEL</filename>, do arquivo de configuração <filename>GENERIC</filename> para a arquitetura <literal>amd64</literal>:</para>
@@ -10055,7 +10053,7 @@ options NFS_ROOT # NFS usable as /, requires NFSCLIENT</progra
older versions of &os; that use older system call interfaces.
It is recommended that this option be used on all &i386; systems
that may run older applications. Platforms that gained support
- after &os;&nbsp;4.X, such as ia64 and &sparc64;, do not require
+ after &os;&nbsp;4.X, such as &sparc64;, do not require
this option.</para>
<programlisting>options COMPAT_FREEBSD5 # Compatible with &os;5</programlisting>
@@ -10761,7 +10759,7 @@ device fwe # Ethernet over FireWire (non-standard!)</programl
<programlisting>WITHOUT_MODULES = linux acpi sound</programlisting>
- <para>Variáveis ​​adicionais estão disponíveis. Consulte <citerefentry><refentrytitle>make.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para detalhes.</para>
+ <para>Variáveis adicionais estão disponíveis. Consulte <citerefentry><refentrytitle>make.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para detalhes.</para>
<indexterm><primary><filename>/boot/kernel.old</filename></primary></indexterm>
</sect1>
@@ -10929,7 +10927,7 @@ Starting lpd.</screen>
<listitem>
<para>O dispositivo da porta paralela é o <filename>/dev/lpt0</filename>. Este dispositivo aparece independentemente se uma impressora está ou não conectada, ela não é autodetectada.</para>
- <para>A maior parte dos fabricantes se afastou destas portas <quote>legadas</quote> e muitos computadores não as têm mais. Adaptadores podem ser usados ​​para conectar uma impressora paralela a uma porta <acronym>USB</acronym>. Com este tipo de adaptador, a impressora pode ser tratada como se fosse uma impressora <acronym>USB</acronym>. Dispositivos chamados <emphasis>servidores de impressão</emphasis> também podem ser usados ​​para conectar impressoras paralelas diretamente a uma rede.</para>
+ <para>A maior parte dos fabricantes se afastou destas portas <quote>legadas</quote> e muitos computadores não as têm mais. Adaptadores podem ser usados para conectar uma impressora paralela a uma porta <acronym>USB</acronym>. Com este tipo de adaptador, a impressora pode ser tratada como se fosse uma impressora <acronym>USB</acronym>. Dispositivos chamados <emphasis>servidores de impressão</emphasis> também podem ser usados para conectar impressoras paralelas diretamente a uma rede.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -11063,9 +11061,9 @@ Starting lpd.</screen>
<para>Para facilitar a impressão, escolha uma impressora que suporte <trademark class="registered">PostScript</trademark>. Impressoras que suportam <acronym>PCL</acronym> são as próximas preferidas. Com o <package role="port">print/ghostscript</package>, essas impressoras podem ser usadas como se entendessem nativamente <trademark class="registered">PostScript</trademark>. Impressoras que suportam <trademark class="registered">PostScript</trademark> ou <acronym>PCL</acronym> diretamente quase sempre suportam a impressão direta de arquivos de texto simples <acronym>ASCII</acronym> também.</para>
- <para>Impressoras baseadas em linha, como as jatos de tinta comuns, geralmente não suportam <trademark class="registered">PostScript</trademark> ou <acronym>PCL</acronym>. Elas geralmente podem imprimir arquivos de texto plano <acronym>ASCII</acronym>. O <package role="port">print/ghostscript</package> suporta os <acronym>PDL</acronym> usados ​​por algumas dessas impressoras. Entretanto, a impressão de uma página inteira baseada em gráficos nessas impressoras costuma ser muito lenta devido à grande quantidade de dados a serem transferidos e impressos.</para>
+ <para>Impressoras baseadas em linha, como as jatos de tinta comuns, geralmente não suportam <trademark class="registered">PostScript</trademark> ou <acronym>PCL</acronym>. Elas geralmente podem imprimir arquivos de texto plano <acronym>ASCII</acronym>. O <package role="port">print/ghostscript</package> suporta os <acronym>PDL</acronym> usados por algumas dessas impressoras. Entretanto, a impressão de uma página inteira baseada em gráficos nessas impressoras costuma ser muito lenta devido à grande quantidade de dados a serem transferidos e impressos.</para>
- <para>Geralmente, as impressoras baseadas em host são mais difíceis de configurar. Algumas não podem ser usadas ​​por causa de <acronym>PDL</acronym>s proprietários. Evite essas impressoras quando possível.</para>
+ <para>Geralmente, as impressoras baseadas em host são mais difíceis de configurar. Algumas não podem ser usadas por causa de <acronym>PDL</acronym>s proprietários. Evite essas impressoras quando possível.</para>
<para>Descrições de muitos <acronym>PDL</acronym>s podem ser encontradas em <link xlink:href="http://www.undocprint.org/formats/page_description_languages"/>. O <acronym>PDL</acronym> específico usado por vários modelos de impressoras pode ser encontrado em <link xlink:href="http://www.openprinting.org/printers"/>.</para>
</sect2>
@@ -11215,7 +11213,7 @@ Starting lpd.</screen>
<para>Algumas impressoras não são capazes de imprimir texto simples, e o arquivo de entrada pode nem ser texto simples.</para>
- <para><emphasis>Filtros</emphasis> permitem que os arquivos sejam traduzidos ou processados. O uso típico é traduzir um tipo de entrada, como texto simples, em um formato que a impressora possa entender, como <trademark class="registered">PostScript</trademark> ou <acronym>PCL</acronym>. Os filtros também podem ser usados ​​para fornecer recursos adicionais, como adicionar números de página ou destacar o código-fonte para facilitar a leitura.</para>
+ <para><emphasis>Filtros</emphasis> permitem que os arquivos sejam traduzidos ou processados. O uso típico é traduzir um tipo de entrada, como texto simples, em um formato que a impressora possa entender, como <trademark class="registered">PostScript</trademark> ou <acronym>PCL</acronym>. Os filtros também podem ser usados para fornecer recursos adicionais, como adicionar números de página ou destacar o código-fonte para facilitar a leitura.</para>
<para>Os filtros discutidos aqui são <emphasis>filtros de entrada</emphasis> ou <emphasis>filtros de texto</emphasis>. Esses filtros convertem o arquivo recebido em diferentes formatos. Use <citerefentry><refentrytitle>su</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para se tornar <systemitem class="username">root</systemitem> antes de criar os arquivos.</para>
@@ -11443,7 +11441,7 @@ cfA005smithy dequeued</screen>
<sect3 xml:id="printing-lpd-monitor-lpc">
<title><citerefentry><refentrytitle>lpc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry></title>
- <para>O <citerefentry><refentrytitle>lpc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é usado para verificar e modificar o status da impressora. O <literal>lpc</literal> é seguido por um comando e um nome de impressora opcional. O parâmetro <literal>all</literal> pode ser usado em vez de um nome de impressora específico, e o comando será aplicado a todas as impressoras. Usuários normais podem visualizar o status com <citerefentry><refentrytitle>lpc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Somente o <systemitem> class="username"&gt;root</systemitem> pode usar comandos que modificam o status da impressora.</para>
+ <para>O <citerefentry><refentrytitle>lpc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é usado para verificar e modificar o status da impressora. O <literal>lpc</literal> é seguido por um comando e um nome de impressora opcional. O parâmetro <literal>all</literal> pode ser usado em vez de um nome de impressora específico, e o comando será aplicado a todas as impressoras. Usuários normais podem visualizar o status com <citerefentry><refentrytitle>lpc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Somente o <systemitem> class="username"&amp;gt;root</systemitem> pode usar comandos que modificam o status da impressora.</para>
<para>Mostrar o status de todas as impressoras:</para>
@@ -11516,7 +11514,7 @@ lp:
<programlisting>lp|<replaceable>repairsprinter</replaceable>|<replaceable>salesprinter</replaceable>:\</programlisting>
- <para>Os aliases podem ser usados ​​no lugar do nome da impressora. Por exemplo, os usuários do departamento de vendas imprimem em sua impressora com</para>
+ <para>Os aliases podem ser usados no lugar do nome da impressora. Por exemplo, os usuários do departamento de vendas imprimem em sua impressora com</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>lpr -P<replaceable>salesprinter</replaceable> <replaceable>sales-report.txt</replaceable></userinput></screen>
@@ -11667,9 +11665,9 @@ lp:
1 2 0xc0100000 16bdb8 kernel
7 1 0xc24db000 d000 linux.ko</screen>
- <para>O pacote ou port <package>emulators/linux_base-c6</package> é a maneira mais fácil de instalar um conjunto básico de bibliotecas e binários do <trademark class="registered">Linux</trademark> em um sistema FreeBSD. Para instalar o port:</para>
+ <para>O pacote ou port <package>emulators/linux_base-c7</package> é a maneira mais fácil de instalar um conjunto básico de bibliotecas e binários do <trademark class="registered">Linux</trademark> em um sistema FreeBSD. Para instalar o port:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>pkg install emulators/linux_base-c6</userinput></screen>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>pkg install emulators/linux_base-c7</userinput></screen>
<para>Para que a compatibilidade com o <trademark class="registered">Linux</trademark> seja ativada durante a inicialização, adicione esta linha ao <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
@@ -11808,7 +11806,7 @@ multi on</programlisting>
<title>Running the &mathematica; Installer</title>
<para>Before installing &mathematica;, make sure that the
- <filename role="package">textproc/linux-c6-aspell</filename>
+ <filename role="package">textproc/linux-c7-aspell</filename>
package or port is installed and that the &man.linprocfs.5;
file system is mounted.</para>
@@ -12136,8 +12134,7 @@ FEATURE Maple maplelmg 2000.0831 permanent 1 XXXXXXXXXXXX \
</step>
<step>
- <para>
- When asked for the <application>&matlab;</application>
+ <para>When asked for the <application>&matlab;</application>
root directory, type:
<userinput>/compat/linux/usr/local/matlab</userinput>.</para>
@@ -12631,7 +12628,7 @@ export PATH</programlisting>
<para>Quando uma chamada de sistema é acionada pelo binário <trademark class="registered">Linux</trademark>, o código de interceptação desreferencia o ponteiro de função de chamada do sistema da estrutura <literal>proc</literal> e obtém a classe <trademark class="registered">Linux</trademark>, não a FreeBSD, como ponto de entrada para a chamada do sistema.</para>
- <para>O modo <trademark class="registered">Linux</trademark> procura fazer <emphasis>reroots</emphasis> dinamicamente. Isso é, na verdade, equivalente à opção <option>union</option> para montagens de sistema de arquivos. Primeiro, é feita uma tentativa de procurar o arquivo em <filename>/compat/linux/<replaceable>original-path</replaceable></filename>. Se isso falhar, a pesquisa será feita em <filename>/<replaceable>original-path</replaceable></filename>. Isso garante que os binários que exigem outros binários possam ser executados. Por exemplo, o conjunto de ferramentas <trademark class="registered">Linux</trademark> pode ser executado sob o suporte da <trademark class="registered">Linux</trademark> <acronym>ABI</acronym>. Isso também significa que os binários <trademark class="registered">Linux</trademark> podem carregar e executar binários do FreeBSD, se não houver binários <trademark class="registered">Linux</trademark> correspondentes, e que o comando <citerefentry><refentrytitle>uname</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> pode ser colocado na árvore de diretórios <filename>/compat/linux</filename> para garantir que os binários <trademark class="registered">Linux</trademark> não possam dizer que não estão rodando em <trademark class="registered">Linux</trademark>.</para>
+ <para>O modo <trademark class="registered">Linux</trademark> procura fazer <emphasis>reroots</emphasis> dinamicamente. Isso é, na verdade, equivalente ao <option>union</option> para montagens de sistema de arquivos. Primeiro, é feita uma tentativa de procurar o arquivo em <filename>/compat/linux/<replaceable>original-path</replaceable></filename>. Se isso falhar, a pesquisa será feita em <filename>/<replaceable>original-path</replaceable></filename>. Isso garante que os binários que exigem outros binários possam ser executados. Por exemplo, o conjunto de ferramentas <trademark class="registered">Linux</trademark> pode ser executado sob o suporte da <trademark class="registered">Linux</trademark> <acronym>ABI</acronym>. Isso também significa que os binários <trademark class="registered">Linux</trademark> podem carregar e executar binários do FreeBSD, se não houver binários <trademark class="registered">Linux</trademark> correspondentes, e que o comando <citerefentry><refentrytitle>uname</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> pode ser colocado na árvore de diretórios <filename>/compat/linux</filename> para garantir que os binários <trademark class="registered">Linux</trademark> não possam dizer que não estão rodando em <trademark class="registered">Linux</trademark>.</para>
<para>De fato, existe um kernel <trademark class="registered">Linux</trademark> no kernel do FreeBSD. As várias funções subjacentes que implementam todos os serviços fornecidos pelo kernel são idênticas às entradas da tabela de chamada do sistema FreeBSD, e às entradas da tabela de chamada do sistema <trademark class="registered">Linux</trademark>: operações do sistema de arquivos, operações de memória virtual, entrega de sinal e System V IPC. A única diferença é que os binários do FreeBSD obtêm as funções de <emphasis>cola</emphasis> do FreeBSD, e os binários <trademark class="registered">Linux</trademark> recebem as funções de <emphasis>cola</emphasis> do <trademark class="registered">Linux</trademark>. As funções de <emphasis>cola</emphasis> do FreeBSD estão estaticamente ligadas ao kernel, e as funções de <emphasis>cola</emphasis> do <trademark class="registered"> Linux </trademark> podem ser estaticamente ligadas, ou podem ser acessadas através de um módulo do kernel.</para>
@@ -12702,7 +12699,7 @@ export PATH</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Como ajustar o FreeBSD usando variáveis ​​<citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Como ajustar o FreeBSD usando variáveis <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -12798,7 +12795,7 @@ run_rc_command "$1"</programlisting>
<indexterm><primary>cron</primary> <secondary>configuration</secondary></indexterm>
- <para>Um dos utilitários mais úteis no FreeBSD é o <application>cron</application>. Este utilitário é executado em segundo plano e verifica regularmente o <filename>/etc/crontab</filename> para que as tarefas sejam executadas e procura <filename>/var/cron/tabs</filename> para arquivos crontab personalizados. Estes arquivos são usados ​​para planejar tarefas que o <application>cron</application> executa nos horários especificados. Cada entrada em um crontab define uma tarefa para ser executada e é conhecida como uma <firstterm>tarefa do cron</firstterm>.</para>
+ <para>Um dos utilitários mais úteis no FreeBSD é o <application>cron</application>. Este utilitário é executado em segundo plano e verifica regularmente o <filename>/etc/crontab</filename> para que as tarefas sejam executadas e procura <filename>/var/cron/tabs</filename> para arquivos crontab personalizados. Estes arquivos são usados para planejar tarefas que o <application>cron</application> executa nos horários especificados. Cada entrada em um crontab define uma tarefa para ser executada e é conhecida como uma <firstterm>tarefa do cron</firstterm>.</para>
<para>Dois tipos diferentes de arquivos de configuração são usados: o crontab do sistema, que não deve ser modificado, e crontabs de usuário, que podem ser criados e editados conforme necessário. O formato usado por esses arquivos está documentado em <citerefentry><refentrytitle>crontab</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. O formato do sistema crontab, <filename>/etc/crontab</filename> inclui uma coluna <literal>who</literal> que não existe nos crontabs de usuário. No crontab do sistema , o <application>cron</application> executa o comando como o usuário especificado nesta coluna. Em um crontab de usuário, todos os comandos são executados como o usuário que criou o crontab.</para>
@@ -12827,7 +12824,7 @@ PATH=/etc:/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin <co xml:id="co-env"/>
</callout>
<callout arearefs="co-field-descr">
- <para>Esta linha define os sete campos usados ​​em um crontab do sistema: <literal>minute</literal>, <literal>hora</literal>, <literal>mday</literal>, <literal>month</literal>, <literal>wday</literal>, <literal>who</literal> e <literal>command</literal>. O campo <literal>minute</literal> é o tempo em minutos quando o comando especificado será executado, a <literal>hour</literal> é a hora em que o comando especificado será executado, o <literal>mday</literal> é o dia do mês, <literal>month</literal> é o mês e <literal>wday</literal> é o dia da semana. Estes campos devem ser valores numéricos, representando o relógio de vinte e quatro horas, ou um <literal>*</literal>, representando todos os valores desse campo. O campo <literal>who</literal> existe somente no crontab do sistema e especifica com qual usuário o comando deve ser executado. O último campo é o comando a ser executado.</para>
+ <para>Esta linha define os sete campos usados em um crontab do sistema: <literal>minute</literal>, <literal>hora</literal>, <literal>mday</literal>, <literal>month</literal>, <literal>wday</literal>, <literal>who</literal> e <literal>command</literal>. O campo <literal>minute</literal> é o tempo em minutos quando o comando especificado será executado, a <literal>hour</literal> é a hora em que o comando especificado será executado, o <literal>mday</literal> é o dia do mês, <literal>month</literal> é o mês e <literal>wday</literal> é o dia da semana. Estes campos devem ser valores numéricos, representando o relógio de vinte e quatro horas, ou um <literal>*</literal>, representando todos os valores desse campo. O campo <literal>who</literal> existe somente no crontab do sistema e especifica com qual usuário o comando deve ser executado. O último campo é o comando a ser executado.</para>
</callout>
<callout arearefs="co-main">
@@ -12846,7 +12843,7 @@ PATH=/etc:/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin <co xml:id="co-env"/>
<para>Isto irá abrir o crontab do usuário usando o editor de texto padrão. A primeira vez que um usuário executa este comando, ele abre um arquivo vazio. Depois que um usuário cria um crontab, esse comando abrirá este arquivo para edição.</para>
- <para>É útil adicionar estas linhas a parte superior do arquivo crontab para configurar as variáveis ​​de ambiente e lembrar os significados dos campos no crontab:</para>
+ <para>É útil adicionar estas linhas a parte superior do arquivo crontab para configurar as variáveis de ambiente e lembrar os significados dos campos no crontab:</para>
<programlisting>SHELL=/bin/sh
PATH=/etc:/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin
@@ -12858,7 +12855,7 @@ PATH=/etc:/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin
<programlisting>0 14 * * * /usr/home/dru/bin/mycustomscript.sh</programlisting>
<tip>
- <para>Antes de usar um script personalizado, verifique se ele é executável e teste-o com o conjunto limitado de variáveis ​​de ambiente definidas pelo cron. Para replicar o ambiente que seria usado para executar a entrada do cron acima, use:</para>
+ <para>Antes de usar um script personalizado, verifique se ele é executável e teste-o com o conjunto limitado de variáveis de ambiente definidas pelo cron. Para replicar o ambiente que seria usado para executar a entrada do cron acima, use:</para>
<programlisting>env -i SHELL=/bin/sh PATH=/etc:/bin:/sbin:/usr/bin:/usr/sbin HOME=/home/<replaceable>dru</replaceable> LOGNAME=<replaceable>dru</replaceable> <replaceable>/usr/home/dru/bin/mycustomscript.sh</replaceable></programlisting>
@@ -12947,7 +12944,7 @@ sshd is running as pid 433.</screen>
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>Ao definir cuidadosamente essas palavras-chave para cada script de inicialização, um administrador passa a ter um nível refinado de controle da ordem de inicialização dos scripts, sem a necessidade dos <quote>runlevels</quote> usados ​​por alguns sistemas operacionais <trademark class="registered">UNIX</trademark>.</para>
+ <para>Ao definir cuidadosamente essas palavras-chave para cada script de inicialização, um administrador passa a ter um nível refinado de controle da ordem de inicialização dos scripts, sem a necessidade dos <quote>runlevels</quote> usados por alguns sistemas operacionais <trademark class="registered">UNIX</trademark>.</para>
<para>Informações adicionais podem ser encontradas em <citerefentry><refentrytitle>rc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>rc.subr</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Consulte <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/doc/en_US.ISO8859-1/articles/rc-scripting">este artigo</link> para obter instruções sobre como criar um script <citerefentry><refentrytitle>rc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> personalizado.</para>
@@ -12976,7 +12973,7 @@ ifconfig_fxp0="inet 10.1.1.1/8"</programlisting>
<para>A atualização do sistema não sobrescreverá o <filename>/etc/rc.conf</filename>, portanto as informações de configuração do sistema não serão perdidas.</para>
<tip>
- <para>Ambos <filename>/etc/rc.conf</filename> e <filename>/etc/rc.conf.local</filename> são analisados ​​pelo <citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Isto permite que os operadores do sistema criem cenários de configuração complexos. Consulte <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para obter mais informações sobre este tópico.</para>
+ <para>Ambos <filename>/etc/rc.conf</filename> e <filename>/etc/rc.conf.local</filename> são analisados pelo <citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Isto permite que os operadores do sistema criem cenários de configuração complexos. Consulte <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para obter mais informações sobre este tópico.</para>
</tip>
</sect2>
</sect1>
@@ -13201,7 +13198,7 @@ lo0: flags=8049&lt;UP,LOOPBACK,RUNNING,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 16384
<para>Se a rede foi configurada durante a instalação, algumas entradas para a <acronym>NIC</acronym> podem já estar presentes. Verifique novamente o <filename>/etc/rc.conf</filename> antes de adicionar novas linhas.</para>
</note>
- <para>No caso, não há nenhum servidor <acronym>DHCP</acronym>, a <acronym>NIC</acronym> deve ser configurada manualmente. Adicione uma linha para cada <acronym>NIC</acronym> presente no sistema, conforme mostrado neste exemplo:</para>
+ <para>Se não existir um servidor <acronym>DHCP</acronym>, a <acronym>NIC</acronym> deve ser configurada manualmente. Adicione uma linha para cada <acronym>NIC</acronym> presente no sistema, conforme mostrado neste exemplo:</para>
<programlisting>ifconfig_dc0="inet 192.168.1.3 netmask 255.255.255.0"
ifconfig_dc1="inet 10.0.0.1 netmask 255.255.255.0 media 10baseT/UTP"</programlisting>
@@ -13350,7 +13347,7 @@ ifconfig_fxp0_alias7="inet 202.0.75.20 netmask 255.255.255.255"</programlisting>
<para>O arquivo de configuração, <filename>/etc/syslog.conf</filename>, controla o que o <application>syslogd</application> faz com as entradas de log à medida que são recebidas. Existem vários parâmetros para controlar o tratamento de eventos recebidos. O <firstterm>facility</firstterm> descreve qual subsistema gerou a mensagem, como o kernel ou um daemon, e o <firstterm>level</firstterm> descreve a gravidade do evento que ocorreu. Isso possibilita configurar onde uma mensagem de log é registrada, dependendo da instalação e do nível. Também é possível executar uma ação dependendo do aplicativo que enviou a mensagem e, no caso de log remoto, o nome do host da máquina que gera o evento de log.</para>
- <para>Este arquivo de configuração contém uma linha por ação, em que a sintaxe de cada linha é um campo seletor seguido por um campo de ação. A sintaxe do campo seletor é <replaceable>facility.level</replaceable>, que corresponderá às mensagens de log de <replaceable>facility</replaceable> no nível <replaceable>level</replaceable> ou superior. Também é possível adicionar um sinalizador de comparação opcional antes do nível para especificar mais precisamente o que está registrado. Vários campos seletores podem ser usados ​​para a mesma ação e são separados por um ponto-e-vírgula (<literal>;</literal>). Usar <literal>*</literal> irá corresponder a tudo. O campo de ação indica para onde enviar a mensagem de log, como para um arquivo ou host de log remoto. Por exemplo, aqui está o <filename>syslog.conf</filename> padrão do FreeBSD:</para>
+ <para>Este arquivo de configuração contém uma linha por ação, em que a sintaxe de cada linha é um campo seletor seguido por um campo de ação. A sintaxe do campo seletor é <replaceable>facility.level</replaceable>, que corresponderá às mensagens de log de <replaceable>facility</replaceable> no nível <replaceable>level</replaceable> ou superior. Também é possível adicionar um sinalizador de comparação opcional antes do nível para especificar mais precisamente o que está registrado. Vários campos seletores podem ser usados para a mesma ação e são separados por um ponto-e-vírgula (<literal>;</literal>). Usar <literal>*</literal> irá corresponder a tudo. O campo de ação indica para onde enviar a mensagem de log, como para um arquivo ou host de log remoto. Por exemplo, aqui está o <filename>syslog.conf</filename> padrão do FreeBSD:</para>
<programlisting># <phrase its:translate="no">$FreeBSD$</phrase>
#
@@ -13618,7 +13615,7 @@ Logging to FILE /var/log/messages</screen>
<title>Arquivos de Configuração</title>
<sect2>
- <title>Layout do <filename>/etc</filename> </title>
+ <title>Layout do <filename>/etc</filename></title>
<para>Existem vários diretórios nos quais as informações de configuração são mantidas. Estes incluem:</para>
@@ -13778,11 +13775,11 @@ nameserver 147.11.100.30</programlisting>
<indexterm><primary>sysctl</primary></indexterm>
<indexterm><primary>tuning</primary> <secondary>with sysctl</secondary></indexterm>
- <para>O <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é usado para fazer mudanças em um sistema FreeBSD em execução. Isso inclui muitas opções avançadas da stack <acronym>TCP/IP</acronym> e do sistema de memória virtual as quais podem melhorar drasticamente o desempenho do FreeBSD para um administrador de sistema experiente. Mais de quinhentas variáveis ​​do sistema podem ser lidas e definidas usando o <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>O <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é usado para fazer mudanças em um sistema FreeBSD em execução. Isso inclui muitas opções avançadas da stack <acronym>TCP/IP</acronym> e do sistema de memória virtual as quais podem melhorar drasticamente o desempenho do FreeBSD para um administrador de sistema experiente. Mais de quinhentas variáveis do sistema podem ser lidas e definidas usando o <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
<para>Em sua essência, o <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> serve duas funções: ler e modificar as configurações do sistema.</para>
- <para>Para ver todas as variáveis ​​legíveis:</para>
+ <para>Para ver todas as variáveis legíveis:</para>
<screen><prompt>%</prompt> <userinput>sysctl -a</userinput></screen>
@@ -13796,10 +13793,10 @@ kern.maxproc: 1044</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysctl kern.maxfiles=5000</userinput>
kern.maxfiles: 2088 -&gt; 5000</screen>
- <para>As configurações das variáveis ​​sysctl são geralmente strings, números ou booleanos, onde um booleano é <literal>1</literal> para
+ <para>As configurações das variáveis sysctl são geralmente strings, números ou booleanos, onde um booleano é <literal>1</literal> para
sim <literal>0</literal> para não.</para>
- <para>Para definir automaticamente algumas variáveis ​​sempre que a máquina inicializar, adicione-as ao <filename>/etc/sysctl.conf</filename>. Para maiores informações, consulte <citerefentry><refentrytitle>sysctl.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> e <xref linkend="configtuning-sysctlconf"/>.</para>
+ <para>Para definir automaticamente algumas variáveis sempre que a máquina inicializar, adicione-as ao <filename>/etc/sysctl.conf</filename>. Para maiores informações, consulte <citerefentry><refentrytitle>sysctl.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> e <xref linkend="configtuning-sysctlconf"/>.</para>
<sect2 xml:id="configtuning-sysctlconf">
<title><filename>sysctl.conf</filename></title>
@@ -13807,7 +13804,7 @@ sim <literal>0</literal> para não.</para>
<indexterm><primary>sysctl.conf</primary></indexterm>
<indexterm><primary>sysctl</primary></indexterm>
- <para>O arquivo de configuração para o <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, <filename>/etc/sysctl.conf</filename>, se parece muito com o <filename>/etc /rc.conf</filename>. Os valores são definidos na forma <literal>variable=value</literal>. Os valores especificados são definidos após o sistema entrar no modo multiusuário. Nem todas as variáveis ​​são configuráveis ​​neste modo.</para>
+ <para>O arquivo de configuração para o <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, <filename>/etc/sysctl.conf</filename>, se parece muito com o <filename>/etc /rc.conf</filename>. Os valores são definidos na forma <literal>variable=value</literal>. Os valores especificados são definidos após o sistema entrar no modo multiusuário. Nem todas as variáveis são configuráveis neste modo.</para>
<para>Por exemplo, para desativar o log de saídas de sinais fatais e impedir que os usuários vejam processos iniciados por outros usuários, os seguintes ajustes podem ser configurados em <filename>/etc/sysctl.conf</filename>:</para>
@@ -13845,7 +13842,7 @@ device_probe_and_attach: cbb0 attach returned 12</screen>
<para>A seção a seguir discutirá vários mecanismos e opções de ajuste que podem ser aplicados a dispositivos de disco. Em muitos casos, discos com partes mecânicas, como unidades <acronym>SCSI</acronym>, serão o gargalo que reduz o desempenho geral do sistema. Embora a solução seja instalar uma unidade sem peças mecânicas, como uma unidade de estado sólido, as unidades mecânicas não irão desaparecer num futuro próximo. Quando estiver otimizando discos, é aconselhável utilizar os recursos do comando <citerefentry><refentrytitle>iostat</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para testar várias mudanças no sistema. Este comando permitirá ao usuário obter informações valiosas sobre o sistema <acronym>IO</acronym>.</para>
<sect2>
- <title>Variáveis ​​Sysctl</title>
+ <title>Variáveis Sysctl</title>
<sect3>
<title><varname>vfs.vmiodirenable</varname></title>
@@ -13898,7 +13895,7 @@ device_probe_and_attach: cbb0 attach returned 12</screen>
<indexterm><primary>kernel options</primary> <secondary><literal>SCSI DELAY</literal></secondary></indexterm>
- <para>A opção de configuração do kernel <literal>SCSI_DELAY</literal> pode ser usada para reduzir os tempos de inicialização do sistema. Os padrões são razoavelmente altos e podem ser responsáveis ​​por <literal>15</literal> segundos de atraso no processo de inicialização. Reduzindo-o para <literal>5</literal> segundos geralmente funciona com unidades modernas. A variável de tempo de inicialização <varname>kern.cam.scsi_delay</varname> deve ser usada. A opção de configuração ajustável e a configuração do kernel aceitam valores em termos de <emphasis>milissegundos</emphasis> e <emphasis>não</emphasis> <emphasis>segundos</emphasis>.</para>
+ <para>A opção de configuração do kernel <literal>SCSI_DELAY</literal> pode ser usada para reduzir os tempos de inicialização do sistema. Os padrões são razoavelmente altos e podem ser responsáveis por <literal>15</literal> segundos de atraso no processo de inicialização. Reduzindo-o para <literal>5</literal> segundos geralmente funciona com unidades modernas. A variável de tempo de inicialização <varname>kern.cam.scsi_delay</varname> deve ser usada. A opção de configuração ajustável e a configuração do kernel aceitam valores em termos de <emphasis>milissegundos</emphasis> e <emphasis>não</emphasis> <emphasis>segundos</emphasis>.</para>
</sect3>
</sect2>
@@ -13924,7 +13921,7 @@ device_probe_and_attach: cbb0 attach returned 12</screen>
<para>As atualizações de metadados são atualizações para dados que não são de conteúdo, como inodes ou diretórios. Existem duas abordagens tradicionais para gravar os metadados de um sistema de arquivos em disco.</para>
- <para>Historicamente, o comportamento padrão era gravar atualizações de metadados de forma síncrona. Se um diretório fosse alterado, o sistema aguardava até que a alteração fosse gravada no disco. Os buffers de dados do arquivo (conteúdo do arquivo) foram passados ​​pelo cache de buffer e foram copiados para o disco posteriormente de maneira assíncrona. A vantagem dessa implementação é que ela opera com segurança. Se houver uma falha durante uma atualização, os metadados estarão sempre em um estado consistente. Um arquivo é criado completamente ou não é de todo. Se os blocos de dados de um arquivo não encontrarem saída do cache de buffer para o disco no momento da falha, o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> reconhece isso e repara o sistema de arquivos definindo o comprimento do arquivo como <literal>0</literal>. Além disso, a implementação é clara e simples. A desvantagem é que as alterações nos metadados são lentas. Por exemplo, <command>rm -r</command> toca todos os arquivos em um diretório sequencialmente, mas cada alteração de diretório será gravada de forma síncrona no disco. Isso inclui atualizações para o próprio diretório, para a tabela de inode e possivelmente para blocos indiretos alocados pelo arquivo. Considerações semelhantes aplicam-se ao desenrolar hierarquias grandes usando <command>tar -x</command>.</para>
+ <para>Historicamente, o comportamento padrão era gravar atualizações de metadados de forma síncrona. Se um diretório fosse alterado, o sistema aguardava até que a alteração fosse gravada no disco. Os buffers de dados do arquivo (conteúdo do arquivo) foram passados pelo cache de buffer e foram copiados para o disco posteriormente de maneira assíncrona. A vantagem dessa implementação é que ela opera com segurança. Se houver uma falha durante uma atualização, os metadados estarão sempre em um estado consistente. Um arquivo é criado completamente ou não é de todo. Se os blocos de dados de um arquivo não encontrarem saída do cache de buffer para o disco no momento da falha, o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> reconhece isso e repara o sistema de arquivos definindo o comprimento do arquivo como <literal>0</literal>. Além disso, a implementação é clara e simples. A desvantagem é que as alterações nos metadados são lentas. Por exemplo, <command>rm -r</command> toca todos os arquivos em um diretório sequencialmente, mas cada alteração de diretório será gravada de forma síncrona no disco. Isso inclui atualizações para o próprio diretório, para a tabela de inode e possivelmente para blocos indiretos alocados pelo arquivo. Considerações semelhantes aplicam-se ao desenrolar hierarquias grandes usando <command>tar -x</command>.</para>
<para>A segunda abordagem é usar atualizações de metadados assíncronas. Este é o padrão para um sistema de arquivos <acronym>UFS</acronym> montado com <command>mount -o async</command>. Como todas as atualizações de metadados também são passadas pelo cache de buffer, elas serão mescladas com as atualizações dos dados de conteúdo do arquivo. A vantagem dessa implementação é que não há necessidade de esperar até que cada atualização de metadados seja gravada no disco, portanto, todas as operações que causam grandes quantidades de atualizações de metadados funcionam muito mais rápido do que no caso síncrono. Essa implementação ainda é clara e simples, portanto, há um baixo risco de erros se infiltrarem no código. A desvantagem é que não há garantia para um estado consistente do sistema de arquivos. Se houver uma falha durante uma operação que atualizou grandes quantidades de metadados, como uma falha de energia ou alguém pressionando o botão de reinicialização, o sistema de arquivos será deixado em um estado imprevisível. Não há oportunidade de examinar o estado do sistema de arquivos quando o sistema é reativado, pois os blocos de dados de um arquivo já podem ter sido gravados no disco enquanto as atualizações da tabela de inodes ou do diretório associado não foram. É impossível implementar um <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> que é capaz de limpar o caos resultante porque as informações necessárias não estão disponíveis no disco. Se o sistema de arquivos foi danificado além do reparo, a única opção é reformatá-lo e restaurá-lo a partir do backup.</para>
@@ -13956,7 +13953,7 @@ device_probe_and_attach: cbb0 attach returned 12</screen>
<para>Em versões mais antigas do FreeBSD, o valor padrão de <varname>kern.maxfiles</varname> é derivado do <option>maxusers</option> no arquivo de configuração do kernel. O <varname>kern.maxfiles</varname> cresce proporcionalmente ao valor do <option>maxusers</option>. Ao compilar um kernel personalizado, considere configurar esta opção de configuração do kernel de acordo com o uso do sistema. A partir desse número, o kernel recebe a maioria dos seus limites predefinidos. Mesmo que uma máquina de produção não tenha 256 usuários simultâneos, os recursos necessários podem ser semelhantes a um servidor da Web de alta escala.</para>
- <para>A variável read-only <citerefentry> <refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry><varname>kern.maxusers</varname> é dimensionada automaticamente na inicialização com base na quantidade de memória disponível no sistema, e pode ser determinado em tempo de execução, inspecionando o valor de <varname>kern.maxusers</varname>. Alguns sistemas requerem valores maiores ou menores de <varname>kern.maxusers</varname> e valores de <literal>64</literal>, <literal>128</literal>, e <literal>256</literal> não são incomuns. Ir acima de <literal>256</literal> não é recomendado, a menos que seja necessário um grande número de descritores de arquivos. Muitos dos valores ajustáveis ​​definidos para seus padrões por <varname>kern.maxusers</varname> podem ser individualmente sobrescritos no tempo de inicialização ou em tempo de execução no <filename>/boot/loader.conf</filename>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>loader.conf</refentrytitle> <manvolnum> 5 </manvolnum> </citerefentry> e <filename>/boot/defaults/loader.conf</filename> para mais detalhes e algumas dicas.</para>
+ <para>A variável read-only <citerefentry> <refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry><varname>kern.maxusers</varname> é dimensionada automaticamente na inicialização com base na quantidade de memória disponível no sistema, e pode ser determinado em tempo de execução, inspecionando o valor de <varname>kern.maxusers</varname>. Alguns sistemas requerem valores maiores ou menores de <varname>kern.maxusers</varname> e valores de <literal>64</literal>, <literal>128</literal>, e <literal>256</literal> não são incomuns. Ir acima de <literal>256</literal> não é recomendado, a menos que seja necessário um grande número de descritores de arquivos. Muitos dos valores ajustáveis definidos para seus padrões por <varname>kern.maxusers</varname> podem ser individualmente sobrescritos no tempo de inicialização ou em tempo de execução no <filename>/boot/loader.conf</filename>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>loader.conf</refentrytitle> <manvolnum> 5 </manvolnum> </citerefentry> e <filename>/boot/defaults/loader.conf</filename> para mais detalhes e algumas dicas.</para>
<para>Em versões mais antigas, o sistema ajustará automaticamente o <literal>maxusers</literal> se ele estiver definido como <literal>0</literal>. <footnote><para>O algoritmo de ajuste automático define o <literal>maxusers</literal> igual à quantidade de memória no sistema, com um mínimo de <literal>32</literal> e um máximo de <literal>384</literal>.</para></footnote>. Ao configurar esta opção, configure o <literal>maxusers</literal> para pelo menos <literal>4</literal>, especialmente se o sistema executar o <application>Xorg</application> ou se for usado para compilar software. A tabela mais importante definida por <literal>maxusers</literal> é o número máximo de processos, que é definido como <literal>20 + 16 * maxusers</literal>. Se <literal>maxusers</literal> for definido como <literal>1</literal>, só podem existir <literal>36</literal> processos simultâneos, incluindo <literal>18</literal> ou mais para que o sistema seja iniciado no boot ou <literal>15</literal> usado pelo <application>Xorg</application>. Até mesmo uma tarefa simples, como ler uma página de manual, iniciará nove processos para filtrar, descompactar e visualizar. Configurar o <literal>maxusers</literal> para <literal>64</literal> permite até <literal>1044</literal> processos simultâneos, o que deve ser suficiente para quase todos os usos. Se, no entanto, o erro <errortype>proc table full</errortype> for exibido ao tentar iniciar outro programa ou se um servidor estiver sendo executado com um grande número de usuários simultâneos, aumente o número e recompile.</para>
@@ -13992,7 +13989,7 @@ device_probe_and_attach: cbb0 attach returned 12</screen>
<indexterm><primary>net.inet.ip.portrange.*</primary></indexterm>
- <para>As variáveis ​​<varname>net.inet.ip.portrange.*</varname> do <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> controlam os intervalos de números de porta automaticamente ligados a sockets <literal>TCP</literal> e <literal>UDP</literal>. Existem três intervalos: um intervalo baixo, um intervalo padrão e um intervalo alto. A maioria dos programas de rede usam o intervalo padrão que é controlado por <varname>net.inet.ip.portrange.first</varname> e <varname>net.inet.ip.portrange.last</varname>, cujo padrão é <literal>1024</literal> e <literal>5000</literal>, respectivamente. Intervalos de porta ligados são usados ​​para conexões de saída e é possível executar o sistema fora das portas sob certas circunstâncias. Isso ocorre mais comumente ao executar um proxy web com muita carga. O intervalo de portas não é um problema ao executar um servidor que lida principalmente com conexões de entrada, como um servidor Web, ou que tenha um número limitado de conexões de saída, como um mail relay. Para situações em que há falta de portas, é recomendado aumentar modestamente o <varname>net.inet.ip.portrange.last</varname>. Um valor de <literal>10000</literal>, <literal>20000</literal> ou <literal>30000</literal> pode ser razoável. Considere os efeitos do firewall ao alterar o intervalo de portas. Alguns firewalls podem bloquear grandes intervalos de portas, geralmente portas de numeração baixa, e esperam que os sistemas usem intervalos mais altos de portas para conexões de saída. Por esta razão, não é recomendado que o valor de <varname>net.inet.ip.portrange.first</varname> seja diminuído.</para>
+ <para>As variáveis <varname>net.inet.ip.portrange.*</varname> do <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> controlam os intervalos de números de porta automaticamente ligados a sockets <literal>TCP</literal> e <literal>UDP</literal>. Existem três intervalos: um intervalo baixo, um intervalo padrão e um intervalo alto. A maioria dos programas de rede usam o intervalo padrão que é controlado por <varname>net.inet.ip.portrange.first</varname> e <varname>net.inet.ip.portrange.last</varname>, cujo padrão é <literal>1024</literal> e <literal>5000</literal>, respectivamente. Intervalos de porta ligados são usados para conexões de saída e é possível executar o sistema fora das portas sob certas circunstâncias. Isso ocorre mais comumente ao executar um proxy web com muita carga. O intervalo de portas não é um problema ao executar um servidor que lida principalmente com conexões de entrada, como um servidor Web, ou que tenha um número limitado de conexões de saída, como um mail relay. Para situações em que há falta de portas, é recomendado aumentar modestamente o <varname>net.inet.ip.portrange.last</varname>. Um valor de <literal>10000</literal>, <literal>20000</literal> ou <literal>30000</literal> pode ser razoável. Considere os efeitos do firewall ao alterar o intervalo de portas. Alguns firewalls podem bloquear grandes intervalos de portas, geralmente portas de numeração baixa, e esperam que os sistemas usem intervalos mais altos de portas para conexões de saída. Por esta razão, não é recomendado que o valor de <varname>net.inet.ip.portrange.first</varname> seja diminuído.</para>
</sect3>
<sect3>
@@ -14066,7 +14063,7 @@ kern.maxvnodes: 100000</screen>
<para>O uso de arquivos de swap requer que o módulo necessário pelo <citerefentry><refentrytitle>md</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> tenha sido embutido no kernel ou tenha sido carregado antes do swap ser ativado. Veja <xref linkend="kernelconfig"/> para informações sobre como compilar um kernel customizado.</para>
<example xml:id="swapfile-10-and-later">
- <title>Criando um arquivo de swap no FreeBSD 10.<replaceable>X</replaceable> e posterior</title>
+ <title>Criando um arquivo de swap</title>
<procedure>
<step>
@@ -14096,36 +14093,6 @@ kern.maxvnodes: 100000</screen>
</step>
</procedure>
</example>
-
- <example xml:id="swapfile-9-and-earlier">
- <title>Criando um arquivo de swap no FreeBSD 9.<replaceable>X</replaceable> e anteriores</title>
-
- <procedure>
- <step>
- <para>Crie o arquivo de swap, <filename>/usr/swap0</filename>:</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>dd if=/dev/zero of=<replaceable>/usr/swap0</replaceable> bs=1m count=<replaceable>64</replaceable></userinput></screen>
- </step>
-
- <step>
- <para>Defina as permissões apropriadas do <filename>/usr/swap0</filename>:</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>chmod 0600 <replaceable>/usr/swap0</replaceable></userinput></screen>
- </step>
-
- <step>
- <para>Ative o arquivo de swap no <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
-
- <programlisting>swapfile="<replaceable>/usr/swap0</replaceable>" # Set to name of swap file</programlisting>
- </step>
-
- <step>
- <para>O espaço de swap será adicionado na inicialização do sistema. Para ativar o arquivo de swap imediatamente, especifique um dispositivo de memória livre. Consulte <xref linkend="disks-virtual"/> para maiores informações sobre os dispositivos de memória.</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>mdconfig -a -t vnode -f <replaceable>/usr/swap0</replaceable> -u <replaceable>0</replaceable> &amp;&amp; swapon /dev/md<replaceable>0</replaceable></userinput></screen>
- </step>
- </procedure>
- </example>
</sect2>
</sect1>
@@ -14161,7 +14128,7 @@ kern.maxvnodes: 100000</screen>
<para>No FreeBSD, o driver <citerefentry><refentrytitle>acpi</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> é carregado por padrão na inicialização do sistema e <emphasis>não</emphasis> deve ser compilado no kernel. Este driver não pode ser descarregado após a inicialização porque o barramento do sistema o utiliza para várias interações de hardware. No entanto, se o sistema estiver com problemas, o <acronym>ACPI</acronym> pode ser desativado completamente ao reinicializar após a configurar <literal>hint.acpi.0.disabled="1"</literal> no <filename>/boot/loader.conf</filename> ou definindo esta variável no prompt do loader, como descrito em <xref linkend="boot-loader"/>.</para>
<note>
- <para>O <acronym>ACPI</acronym> e o <acronym>APM</acronym> não podem coexistir e devem ser usados ​​separadamente. O último a ser carregado terminará se o driver perceber que o outro já está sendo executado.</para>
+ <para>O <acronym>ACPI</acronym> e o <acronym>APM</acronym> não podem coexistir e devem ser usados separadamente. O último a ser carregado terminará se o driver perceber que o outro já está sendo executado.</para>
</note>
<para>O <acronym>ACPI</acronym> pode ser usado para colocar o sistema em modo de suspensão com o <command>acpiconf</command>, a opção <option>-s</option> e um número de <literal>1</literal> a <literal>5</literal>. A maioria dos usuários só precisa de <literal>1</literal> (suspensão rápida para <acronym>RAM</acronym>) ou <literal>3</literal> (suspender para <acronym>RAM</acronym>). A opção <literal>5</literal> executa um soft-off que é o mesmo que executar <command>halt -p</command>.</para>
@@ -14174,7 +14141,7 @@ kern.maxvnodes: 100000</screen>
<indexterm><primary><acronym>ACPI</acronym></primary></indexterm>
- <para>O <acronym>ACPI</acronym> está presente em todos os computadores modernos que estão em conformidade com as arquiteturas ia32 (x86), ia64 (Itanium) e amd64 (<acronym>AMD</acronym>). O padrão completo tem muitos recursos, incluindo gerenciamento de desempenho da <acronym>CPU</acronym>, controle de planos de energia, zonas térmicas, vários sistemas de bateria, controladores incorporados e enumeração de barramento. A maioria dos sistemas implementa menos que o padrão completo. Por exemplo, um sistema de desktop geralmente só implementa a enumeração de barramento, enquanto um laptop também pode ter suporte a refrigeração e gerenciamento de bateria. Os laptops também têm suspensão e retomada, com sua própria complexidade associada.</para>
+ <para>O <acronym>ACPI</acronym> está presente em todos os computadores modernos que estão em conformidade com as arquiteturas ia32 (x86) e amd64 (<acronym>AMD</acronym>). O padrão completo tem muitos recursos, incluindo gerenciamento de desempenho da <acronym>CPU</acronym>, controle de planos de energia, zonas térmicas, vários sistemas de bateria, controladores incorporados e enumeração de barramento. A maioria dos sistemas implementa menos que o padrão completo. Por exemplo, um sistema de desktop geralmente só implementa a enumeração de barramento, enquanto um laptop também pode ter suporte a refrigeração e gerenciamento de bateria. Os laptops também têm suspensão e retomada, com sua própria complexidade associada.</para>
<para>Um sistema compatível com <acronym>ACPI</acronym> possui vários componentes. Os fornecedores de <acronym>BIOS</acronym> e chipset fornecem várias tabelas fixas, como <acronym>FADT</acronym>, na memória que especificam coisas como o mapa <acronym>APIC</acronym> (usado para <acronym>SMP</acronym>), registros de configuração e valores simples de configuração. Além disso, uma tabela de bytecode, a Tabela de Descrição de Sistema Diferenciada <acronym>DSDT</acronym>, especifica um espaço de nome de dispositivos e métodos em forma de árvore.</para>
@@ -14216,7 +14183,7 @@ hw.acpi.s4bios: 0</screen>
<para>Para ajudar a isolar o problema, descarregue o maior número possível de drivers. Se funcionar, diminua o driver que é o problema carregando os drivers até que ele falhe novamente. Normalmente, drivers binários como <filename>nvidia.ko</filename>, drivers de exibição e <acronym>USB</acronym> terão mais problemas, enquanto as interfaces Ethernet normalmente funcionam bem. Se os drivers puderem ser carregados e descarregados adequadamente, automatize isso colocando os comandos apropriados em <filename>/etc/rc.suspend</filename> e <filename>/etc/rc.resume</filename>. Tente configurar o <option>hw.acpi.reset_video</option> para <literal>1</literal> se a tela estiver desarrumada após a retomada. Tente definir valores mais longos ou mais curtos para <option>hw.acpi.sleep_delay</option> para ver se isso ajuda.</para>
- <para>Tente carregar uma distribuição recente do <trademark class="registered">Linux</trademark> para ver se o suspend/resume funciona no mesmo hardware. Se funciona no <trademark class="registered">Linux</trademark>, é provável que seja um problema no driver do FreeBSD. Descobrir qual driver causa o problema ajudará os desenvolvedores a corrigir o problema. Como os mantenedores do <acronym>ACPI</acronym> raramente mantêm outros drivers, como som ou <acronym>ATA</acronym>, qualquer problema de driver também deve ser postado na lista <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-current">freebsd-current</link> e enviada para o mantenedor do driver. Os usuários avançados podem incluir os <citerefentry><refentrytitle>printf</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry>s de debug do driver problemático para rastrear onde, em sua função de reinício, ele é interrompido</para>
+ <para>Tente carregar uma distribuição recente do <trademark class="registered">Linux</trademark> para ver se o suspend/resume funciona no mesmo hardware. Se funciona no <trademark class="registered">Linux</trademark>, é provável que seja um problema no driver do FreeBSD. Descobrir qual driver causa o problema ajudará os desenvolvedores a corrigir o problema. Como os mantenedores do <acronym>ACPI</acronym> raramente mantêm outros drivers, como som ou <acronym>ATA</acronym>, qualquer problema de driver também deve ser postado na lista <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-current">freebsd-current</link> e enviada para o mantenedor do driver. Os usuários avançados podem incluir os <citerefentry><refentrytitle>printf</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry>s de debug do driver problemático para rastrear onde, em sua função de reinício, ele é interrompido.</para>
<para>Por fim, tente desativar o <acronym>ACPI</acronym> e ativar o <acronym>APM</acronym>. Se o comando suspend/resume funcionar com <acronym>APM</acronym>, use o <acronym>APM</acronym>, especialmente em hardware mais antigo (anterior a 2000). Demorou algum tempo para que os fornecedores obtivessem suporte <acronym>ACPI</acronym> correto e os hardwares antigos são mais prováveis de terem problemas de <acronym>BIOS</acronym> com <acronym>ACPI</acronym>.</para>
</sect3>
@@ -14321,7 +14288,7 @@ acpi_dsdt_name="/boot/DSDT.aml"</programlisting>
<programlisting>debug.acpi.layer="ACPI_ALL_COMPONENTS ACPI_ALL_DRIVERS"
debug.acpi.level="ACPI_LV_ERROR"</programlisting>
- <para>Se as informações necessárias forem acionadas por um evento específico, como suspend e resume, não modifique o <filename>/boot/loader.conf</filename>. Em vez disso, use o <command>sysctl</command> para especificar o layer e o nível após inicializar e preparar o sistema para o evento específico. As variáveis ​​que podem ser definidas usando <command>sysctl</command> são nomeadas da mesma forma que os parâmetros no <filename>/boot/loader.conf</filename>.</para>
+ <para>Se as informações necessárias forem acionadas por um evento específico, como suspend e resume, não modifique o <filename>/boot/loader.conf</filename>. Em vez disso, use o <command>sysctl</command> para especificar o layer e o nível após inicializar e preparar o sistema para o evento específico. As variáveis que podem ser definidas usando <command>sysctl</command> são nomeadas da mesma forma que os parâmetros no <filename>/boot/loader.conf</filename>.</para>
<indexterm><primary>ACPI</primary> <secondary>problems</secondary></indexterm>
@@ -14534,12 +14501,12 @@ boot:</screen>
<para>O <application>loader</application> é projetado como um método interativo para configuração, usando um conjunto de comandos embutidos, auxiliado por um interpretador mais poderoso que possui um conjunto de comandos mais complexo.</para>
- <para>Durante a inicialização, o <application>loader</application> procurará por um console e por discos, e descobrirá de qual disco está sendo inicializado. Ele irá definir as variáveis ​​de acordo, e um interpretador é iniciado onde os comandos do usuário podem ser passados ​​a partir de um script ou usados interativamente.</para>
+ <para>Durante a inicialização, o <application>loader</application> procurará por um console e por discos, e descobrirá de qual disco está sendo inicializado. Ele irá definir as variáveis de acordo, e um interpretador é iniciado onde os comandos do usuário podem ser passados a partir de um script ou usados interativamente.</para>
<indexterm><primary>loader</primary></indexterm>
<indexterm><primary>loader configuration</primary></indexterm>
- <para>O <application>loader</application> então lerá o <filename>/boot/loader.rc</filename>, que por padrão lê o <filename>/boot/defaults/loader.conf</filename> que define padrões razoáveis para variáveis ​​e lê o <filename>/boot/loader.conf</filename> para mudanças locais nessas variáveis. O <filename>loader.rc</filename> então age sobre essas variáveis, carregando os módulos e o kernel selecionados.</para>
+ <para>O <application>loader</application> então lerá o <filename>/boot/loader.rc</filename>, que por padrão lê o <filename>/boot/defaults/loader.conf</filename> que define padrões razoáveis para variáveis e lê o <filename>/boot/loader.conf</filename> para mudanças locais nessas variáveis. O <filename>loader.rc</filename> então age sobre essas variáveis, carregando os módulos e o kernel selecionados.</para>
<para>Finalmente, por padrão, o <application>loader</application> realiza uma espera de 10 segundos por pressionamentos de teclas, e inicializa o kernel se não for interrompido. Se interrompido, o usuário é apresentado a um prompt que compreende o conjunto de comandos, no qual o usuário pode ajustar variáveis, descarregar todos os módulos, carregar módulos e finalmente inicializar ou reinicializar. <xref linkend="boot-loader-commands"/> lista os comandos do <application>loader</application> mais usados. Para uma discussão completa de todos os comandos disponíveis, consulte <citerefentry><refentrytitle>loader</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
@@ -14567,7 +14534,7 @@ boot:</screen>
<row>
<entry>boot-conf</entry>
- <entry>Passa pela mesma configuração automática de módulos baseada em variáveis ​​especificadas, mais comumente <envar>kernel</envar>. Isso só faz sentido se <command>unload</command> for usado primeiro, antes de alterar algumas variáveis.</entry>
+ <entry>Passa pela mesma configuração automática de módulos baseada em variáveis especificadas, mais comumente <envar>kernel</envar>. Isso só faz sentido se <command>unload</command> for usado primeiro, antes de alterar algumas variáveis.</entry>
</row>
<row>
@@ -14582,7 +14549,7 @@ boot:</screen>
<row>
<entry>load <optional>-t <replaceable>type</replaceable></optional> <replaceable>filename</replaceable></entry>
- <entry>Carrega o kernel, módulo do kernel ou arquivo do tipo especificado, com o nome de arquivo especificado. Quaisquer argumentos após o <replaceable>nomedoarquivo</replaceable> são passados ​​para o arquivo. Se <emphasis>nomedoarquivo</emphasis> não estiver qualificado, ele será pesquisado em <emphasis>/boot/kernel</emphasis> e <emphasis>/boot/modules</emphasis>.</entry>
+ <entry>Carrega o kernel, módulo do kernel ou arquivo do tipo especificado, com o nome de arquivo especificado. Quaisquer argumentos após o <replaceable>nomedoarquivo</replaceable> são passados para o arquivo. Se <emphasis>nomedoarquivo</emphasis> não estiver qualificado, ele será pesquisado em <emphasis>/boot/kernel</emphasis> e <emphasis>/boot/modules</emphasis>.</entry>
</row>
<row>
@@ -14612,7 +14579,7 @@ boot:</screen>
<row>
<entry>set <replaceable>variable</replaceable>, set <replaceable>variable</replaceable>=<replaceable>value</replaceable></entry>
- <entry>Define as variáveis ​​de ambiente especificadas.</entry>
+ <entry>Define as variáveis de ambiente especificadas.</entry>
</row>
<row>
@@ -14782,10 +14749,6 @@ bitmap_name="/boot/<replaceable>splash.pcx</replaceable>"</programlisting>
bitmap_load="YES"
bitmap_name="/boot/<replaceable>splash.bin</replaceable>"</programlisting>
- <para>Para usar imagens maiores que preencham toda a tela, até a resolução máxima de 1024 por 768 pixels, o módulo <acronym>VESA</acronym> também deve ser carregado durante a inicialização do sistema. Se estiver usando um kernel personalizado, assegure-se de que o arquivo de configuração do kernel personalizado inclua a opção de configuração <literal>VESA</literal> do kernel. Para carregar o módulo <acronym>VESA</acronym> para a tela inicial, adicione esta linha ao arquivo <filename>/boot/loader.conf</filename> antes das três linhas mencionadas nos exemplos acima:</para>
-
- <programlisting>vesa_load="YES"</programlisting>
-
<para>Outras opções interessantes do arquivo <filename>loader.conf</filename> incluem:</para>
<variablelist>
@@ -14820,7 +14783,7 @@ bitmap_name="/boot/<replaceable>splash.bin</replaceable>"</programlisting>
<para>Durante o começo da inicialização do sistema, o boot <citerefentry><refentrytitle>loader</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> lê o <citerefentry vendor="current"><refentrytitle>device.hints</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. Este arquivo armazena informações de inicialização do kernel conhecidas como variáveis, algumas vezes referenciadas como <quote>sugestão de devices</quote>. Estas <quote>sugestões de devices</quote> são usados pelos drivers de dispositivo para configuração do dispositivo.</para>
- <para>As sugestões de dispositivos também são especificadas no estágio 3 do prompt do boot loader, conforme demonstrado em <xref linkend="boot-loader"/>. As variáveis ​​podem ser adicionadas usando <command>set</command>, removidas com <command>unset</command> e visualizadas <command>show</command>. Variáveis ​​configuradas no arquivo <filename>/boot/device.hints</filename> também podem ser sobrescritas. As sugestões de dispositivos inseridas no boot loader não são permanentes e não serão aplicadas na próxima reinicialização.</para>
+ <para>As sugestões de dispositivos também são especificadas no estágio 3 do prompt do boot loader, conforme demonstrado em <xref linkend="boot-loader"/>. As variáveis podem ser adicionadas usando <command>set</command>, removidas com <command>unset</command> e visualizadas <command>show</command>. Variáveis configuradas no arquivo <filename>/boot/device.hints</filename> também podem ser sobrescritas. As sugestões de dispositivos inseridas no boot loader não são permanentes e não serão aplicadas na próxima reinicialização.</para>
<para>Uma vez que o sistema é inicializado, <citerefentry><refentrytitle>kenv</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> pode ser usado para despejar todas as variáveis.</para>
@@ -14983,7 +14946,7 @@ bitmap_name="/boot/<replaceable>splash.bin</replaceable>"</programlisting>
<para>O que é uma ameaça no que se refere à segurança do computador? As ameaças não se limitam a invasores remotos que tentam acessar um sistema sem permissão de um local remoto. As ameaças também incluem funcionários, softwares mal-intencionados, dispositivos de rede não autorizados, desastres naturais, vulnerabilidades de segurança e até corporações concorrentes.</para>
- <para>Sistemas e redes podem ser acessados ​​sem permissão, às vezes por acidente, ou por atacantes remotos e, em alguns casos, por meio de espionagem corporativa ou ex-funcionários. Como usuário, é importante se preparar e admitir quando um erro levou a uma violação de segurança e relatar possíveis problemas à equipe de segurança. Como administrador, é importante conhecer as ameaças e estar preparado para mitigá-las.</para>
+ <para>Sistemas e redes podem ser acessados sem permissão, às vezes por acidente, ou por atacantes remotos e, em alguns casos, por meio de espionagem corporativa ou ex-funcionários. Como usuário, é importante se preparar e admitir quando um erro levou a uma violação de segurança e relatar possíveis problemas à equipe de segurança. Como administrador, é importante conhecer as ameaças e estar preparado para mitigá-las.</para>
<para>Ao aplicar a segurança aos sistemas, recomenda-se começar protegendo as contas básicas e a configuração do sistema e, em seguida, proteger a camada de rede de modo a aderir à política do sistema e aos procedimentos de segurança da organização. Muitas organizações já possuem uma política de segurança que abrange a configuração de dispositivos de tecnologia. A política deve incluir a configuração de segurança de estações de trabalho, desktops, dispositivos móveis, telefones, servidores de produção e servidores de desenvolvimento. Em muitos casos, procedimentos operacionais padrão (<acronym>SOP</acronym>s) já existem. Em caso de dúvida, pergunte à equipe de segurança.</para>
@@ -14998,7 +14961,7 @@ bitmap_name="/boot/<replaceable>splash.bin</replaceable>"</programlisting>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>pw lock <replaceable>toor</replaceable></userinput></screen>
- <para>O segundo método é impedir o acesso ao login alterando o shell para <filename>/sbin/nologin</filename>. Apenas o superusuário pode alterar o shell para outros usuários:</para>
+ <para>O segundo método é impedir o acesso ao login alterando o shell para <filename>/usr/sbin/nologin</filename>. Apenas o superusuário pode alterar o shell para outros usuários:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>chsh -s /usr/sbin/nologin <replaceable>toor</replaceable></userinput></screen>
@@ -15049,7 +15012,7 @@ dru:$6$pzIjSvCAn.PBYQBA$PXpSeWPx3g5kscj3IMiM7tUEUSPmGexxta.8Lt9TGSi2lNQqYGKszsBP
<sect2 xml:id="security-pwpolicy">
<title>Aplicação de Política de Senha</title>
- <para>Aplicar uma política de senha forte para contas locais é um aspecto fundamental da segurança do sistema. No FreeBSD, o tamanho da senha, a força da senha e a complexidade da senha podem ser implementados usando os Módulos de Autenticação Conectáveis ​​(<acronym>PAM</acronym>).</para>
+ <para>Aplicar uma política de senha forte para contas locais é um aspecto fundamental da segurança do sistema. No FreeBSD, o tamanho da senha, a força da senha e a complexidade da senha podem ser implementados usando os Módulos de Autenticação Conectáveis (<acronym>PAM</acronym>).</para>
<para>Esta seção demonstra como configurar o tamanho mínimo e máximo da senha e a imposição de caracteres mistos usando o módulo <filename>pam_passwdqc.so</filename>. Este módulo é aplicado quando um usuário altera sua senha.</para>
@@ -15104,7 +15067,7 @@ Enter new password:</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>rkhunter -c</userinput></screen>
- <para>Depois que o processo for concluído, uma mensagem de status será impressa na tela. Esta mensagem incluirá a quantidade de arquivos verificados, arquivos suspeitos, possíveis rootkits e mais. Durante a verificação, alguns avisos de segurança genéricos podem ser produzidos sobre arquivos ocultos, a seleção do protocolo <application>OpenSSH</application> e versões vulneráveis ​​conhecidas do software instalado. Estes podem ser tratados agora ou após uma análise mais detalhada ter sido realizada.</para>
+ <para>Depois que o processo for concluído, uma mensagem de status será impressa na tela. Esta mensagem incluirá a quantidade de arquivos verificados, arquivos suspeitos, possíveis rootkits e mais. Durante a verificação, alguns avisos de segurança genéricos podem ser produzidos sobre arquivos ocultos, a seleção do protocolo <application>OpenSSH</application> e versões vulneráveis conhecidas do software instalado. Estes podem ser tratados agora ou após uma análise mais detalhada ter sido realizada.</para>
<para>Todo administrador deve saber o que está sendo executado nos sistemas pelos quais é responsável. Ferramentas de terceiros como o <application>rkhunter</application> e o <package>sysutils/lsof</package> e comandos nativos como o <command>netstat</command> e o <command>ps</command>, podem mostrar uma grande quantidade de informações sobre o sistema. Faça anotações sobre o que é normal, faça perguntas quando algo parecer fora do lugar e seja paranoico. Embora evitar um comprometimento seja ideal, detectar um comprometimento é imprescindível.</para>
</sect2>
@@ -15175,7 +15138,7 @@ cat changed
<para>Sempre que uma configuração é alterada com o <command>sysctl</command>, a chance de causar danos indesejados é aumentada, afetando a disponibilidade do sistema. Todas as alterações devem ser monitoradas e, se possível, testadas em um sistema de teste antes de serem usadas em um sistema de produção.</para>
</note>
- <para>Por padrão, o kernel do FreeBSD é inicializado com um nível de segurança <literal>-1 </literal>. Isso é chamado de <quote>modo inseguro</quote> porque as flags de arquivos imutáveis ​​podem ser desativadas e todos os dispositivos podem ser lidos ou gravados. O nível de segurança permanecerá em <literal>-1</literal>, a menos que seja alterado através do <command>sysctl</command> ou por uma configuração nos scripts de inicialização. O nível de segurança pode ser aumentado durante a inicialização do sistema, definindo <varname>kern_securelevel_enable</varname> para <literal>YES</literal> no arquivo <filename>/etc/rc.conf</filename>, e o valor de <varname>kern_securelevel</varname> para o nível de segurança desejado. Veja <citerefentry><refentrytitle>security</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>init</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores informações sobre essas configurações e os níveis de segurança disponíveis.</para>
+ <para>Por padrão, o kernel do FreeBSD é inicializado com um nível de segurança <literal>-1 </literal>. Isso é chamado de <quote>modo inseguro</quote> porque as flags de arquivos imutáveis podem ser desativadas e todos os dispositivos podem ser lidos ou gravados. O nível de segurança permanecerá em <literal>-1</literal>, a menos que seja alterado através do <command>sysctl</command> ou por uma configuração nos scripts de inicialização. O nível de segurança pode ser aumentado durante a inicialização do sistema, definindo <varname>kern_securelevel_enable</varname> para <literal>YES</literal> no arquivo <filename>/etc/rc.conf</filename>, e o valor de <varname>kern_securelevel</varname> para o nível de segurança desejado. Veja <citerefentry><refentrytitle>security</refentrytitle><manvolnum>7</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>init</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores informações sobre essas configurações e os níveis de segurança disponíveis.</para>
<warning>
<para>Aumentar o valor da variável <varname>securelevel</varname> pode quebrar o <application>Xorg</application> e causar outros problemas. Esteja preparado para fazer alguma depuração.</para>
@@ -15185,7 +15148,7 @@ cat changed
<para>As configurações das variáveis <varname>net.inet.icmp.drop_redirect</varname> e <varname>net.inet.ip.redirect</varname> ajudam a evitar <firstterm>ataques de redirecionamento</firstterm>. Um ataque de redirecionamento é um tipo de <acronym>DoS</acronym> que envia um grande número de pacotes <acronym>ICMP</acronym> tipo 5. Como esses pacotes não são necessários, configure <varname>net.inet.icmp.drop_redirect</varname> para <literal>1</literal> e configure <varname>net.inet.ip.redirect</varname> para <literal>0</literal>.</para>
- <para>O roteamento de origem é um método para detectar e acessar endereços não roteáveis ​​na rede interna. Isso deve ser desativado, pois endereços não roteáveis ​​normalmente não são roteáveis ​​de propósito. Para desativar este recurso, defina <varname>net.inet.ip.sourceroute</varname> e <varname>net.inet.ip.accept_sourceroute</varname> como <literal>0</literal>.</para>
+ <para>O roteamento de origem é um método para detectar e acessar endereços não roteáveis na rede interna. Isso deve ser desativado, pois endereços não roteáveis normalmente não são roteáveis de propósito. Para desativar este recurso, defina <varname>net.inet.ip.sourceroute</varname> e <varname>net.inet.ip.accept_sourceroute</varname> como <literal>0</literal>.</para>
<para>Quando uma máquina na rede precisa enviar mensagens para todos os hosts em uma sub-rede, uma mensagem de solicitação echo do <acronym>ICMP</acronym> é enviada para o endereço de broadcast. No entanto, não há motivo para um host externo executar essa ação. Para rejeitar todas as solicitações externas de transmissão, defina <varname>net.inet.icmp.bmcastecho</varname> como <literal>0</literal>.</para>
@@ -15436,7 +15399,7 @@ sendmail : PARANOID : deny</programlisting>
<para>A única função do <application>Kerberos</application> é fornecer a autenticação segura de usuários e servidores na rede. Ele não fornece funções de autorização ou auditoria. Recomenda-se que o <application>Kerberos</application> seja usado com outros métodos de segurança que forneçam serviços de autorização e auditoria.</para>
- <para>A versão atual do protocolo é a versão 5, descrita na <acronym>RFC</acronym> 4120. Várias implementações gratuitas deste protocolo estão disponíveis, abrangendo uma ampla gama de sistemas operacionais. O <acronym>MIT</acronym> continua desenvolvendo o pacote <application>Kerberos</application>. É comumente usado no <acronym>US</acronym> como um produto de criptografia e, historicamente, está sujeito aos regulamentos de exportação dos <acronym>US</acronym>. No FreeBSD, o <acronym>MIT</acronym> <application>Kerberos</application> está disponível como o pacote ou port <package>security/krb5</package>. A implementação do <application>Kerberos</application> do Heimdal foi explicitamente desenvolvida fora do <acronym>US</acronym> para evitar regulamentações de exportação. A distribuição <application>Kerberos</application> do Heimdal está incluída na instalação base do FreeBSD, e outra distribuição com opções mais configuráveis ​​está disponível como <package>security/heimdal</package> na Coleção de Ports.</para>
+ <para>A versão atual do protocolo é a versão 5, descrita na <acronym>RFC</acronym> 4120. Várias implementações gratuitas deste protocolo estão disponíveis, abrangendo uma ampla gama de sistemas operacionais. O <acronym>MIT</acronym> continua desenvolvendo o pacote <application>Kerberos</application>. É comumente usado no <acronym>US</acronym> como um produto de criptografia e, historicamente, está sujeito aos regulamentos de exportação dos <acronym>US</acronym>. No FreeBSD, o <acronym>MIT</acronym> <application>Kerberos</application> está disponível como o pacote ou port <package>security/krb5</package>. A implementação do <application>Kerberos</application> do Heimdal foi explicitamente desenvolvida fora do <acronym>US</acronym> para evitar regulamentações de exportação. A distribuição <application>Kerberos</application> do Heimdal está incluída na instalação base do FreeBSD, e outra distribuição com opções mais configuráveis está disponível como <package>security/heimdal</package> na Coleção de Ports.</para>
<para>No <application>Kerberos</application>, os usuários e serviços são identificados como <quote>principals</quote>, que estão contidos em um agrupamento administrativo chamado de <quote>realm</quote>. Um usuário principal típico teria o formato <literal><replaceable>user</replaceable>@<replaceable>REALM</replaceable></literal> (os realms são tradicionalmente em caracteres maiúsculos).</para>
@@ -15459,11 +15422,11 @@ sendmail : PARANOID : deny</programlisting>
</note>
<sect2>
- <title>Configurando um <acronym>KDC</acronym> do Heimdal.</title>
+ <title>Configurando um <acronym>KDC</acronym> do Heimdal</title>
<indexterm><primary>Kerberos5</primary> <secondary>Key Distribution Center</secondary></indexterm>
- <para>O Centro de Distribuição de Chaves (<acronym>KDC</acronym>) é o serviço de autenticação centralizada que o <application>Kerberos</application> fornece, a <quote>a parte de terceiros confiáveis</quote> do sistema. É o computador que emite os tíquetes <application>Kerberos</application>, que são usados ​​para autenticação dos clientes nos servidores. Como o <acronym>KDC</acronym> é considerado confiável por todos os outros computadores no realm do <application>Kerberos</application>, isso aumenta as preocupações com a segurança. O acesso direto ao KDC deve ser limitado.</para>
+ <para>O Centro de Distribuição de Chaves (<acronym>KDC</acronym>) é o serviço de autenticação centralizada que o <application>Kerberos</application> fornece, a <quote>a parte de terceiros confiáveis</quote> do sistema. É o computador que emite os tíquetes <application>Kerberos</application>, que são usados para autenticação dos clientes nos servidores. Como o <acronym>KDC</acronym> é considerado confiável por todos os outros computadores no realm do <application>Kerberos</application>, isso aumenta as preocupações com a segurança. O acesso direto ao KDC deve ser limitado.</para>
<para>Embora a execução de um <acronym>KDC</acronym> exija poucos recursos de computação, uma máquina dedicada que atua apenas como um <acronym>KDC</acronym> é recomendada por motivos de segurança.</para>
@@ -15602,7 +15565,7 @@ kadmin&gt;<userinput> exit</userinput></screen>
<para>Os usuários em um realm geralmente têm seu principal <application>Kerberos</application> mapeado para uma conta de usuário local. Ocasionalmente, é necessário conceder acesso a uma conta de usuário local a alguém que não tenha um principal <application>Kerberos</application> correspondente. Por exemplo, <systemitem class="username">tillman@EXAMPLE.ORG</systemitem> pode precisar de acesso à conta de usuário local <systemitem class="username">webdevelopers</systemitem>. Outros diretores também podem precisar de acesso a essa conta local.</para>
- <para>Os arquivos <filename>.k5login</filename> e <filename>.k5users</filename>, colocados no diretório home de um usuário, podem ser usados ​​para resolver este problema. Por exemplo, se o seguinte <filename>.k5login</filename> for colocado no diretório inicial de <systemitem class="username">webdevelopers</systemitem>, os dois principals listados terão acesso a essa conta sem exigir uma senha compartilhada:</para>
+ <para>Os arquivos <filename>.k5login</filename> e <filename>.k5users</filename>, colocados no diretório home de um usuário, podem ser usados para resolver este problema. Por exemplo, se o seguinte <filename>.k5login</filename> for colocado no diretório inicial de <systemitem class="username">webdevelopers</systemitem>, os dois principals listados terão acesso a essa conta sem exigir uma senha compartilhada:</para>
<programlisting>tillman@example.org
jdoe@example.org</programlisting>
@@ -15735,7 +15698,7 @@ kadmind5_server_enable="YES"</programlisting>
<programlisting>DEFAULT_VERSIONS+= ssl=openssl</programlisting>
- <para>Outro uso comum do <application>OpenSSL</application> é fornecer certificados para uso com aplicaçõe de software. Os certificados podem ser usados ​​para verificar as credenciais de uma empresa ou indivíduo. Se um certificado não tiver sido assinado por uma <firstterm>Autoridade de Certificação</firstterm> externa (<acronym> CA </acronym>), como <link xlink:href="http://www.verisign.com">http://www.verisign.com</link>, o aplicativo que usa o certificado produzirá um aviso. Há um custo associado à obtenção de um certificado assinado e o uso de um certificado assinado não é obrigatório, pois os certificados podem ser auto-assinados. No entanto, o uso de uma autoridade externa evitará avisos e poderá deixar os usuários mais à vontade.</para>
+ <para>Outro uso comum do <application>OpenSSL</application> é fornecer certificados para uso com aplicaçõe de software. Os certificados podem ser usados para verificar as credenciais de uma empresa ou indivíduo. Se um certificado não tiver sido assinado por uma <firstterm>Autoridade de Certificação</firstterm> externa (<acronym> CA </acronym>), como <link xlink:href="http://www.verisign.com">http://www.verisign.com</link>, o aplicativo que usa o certificado produzirá um aviso. Há um custo associado à obtenção de um certificado assinado e o uso de um certificado assinado não é obrigatório, pois os certificados podem ser auto-assinados. No entanto, o uso de uma autoridade externa evitará avisos e poderá deixar os usuários mais à vontade.</para>
<para>Esta seção demonstra como criar e usar certificados em um sistema FreeBSD. Consulte <xref linkend="ldap-config"/> para um exemplo de como criar uma <acronym>CA</acronym> para assinar seus próprios certificados.</para>
@@ -15894,7 +15857,7 @@ Connection closed by foreign host.</screen>
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>Esses protocolos podem ser usados ​​juntos ou separadamente, dependendo do ambiente.</para>
+ <para>Esses protocolos podem ser usados juntos ou separadamente, dependendo do ambiente.</para>
<indexterm><primary><acronym>VPN</acronym></primary></indexterm>
@@ -15945,7 +15908,7 @@ device crypto</screen>
<para>Para começar, o <package>security/ipsec-tools</package> deve ser instalado a partir da Coleção de Ports. Este software fornece várias aplicações que suportam a configuração.</para>
- <para>O próximo requisito é criar dois pseudo-dispositivos <citerefentry><refentrytitle>gif</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> que serão usados ​​para encapsular pacotes e permitir que ambas as redes se comuniquem adequadamente. Como <systemitem class="username">root</systemitem>, execute os seguintes comandos, substituindo <replaceable>internal</replaceable> e <replaceable>external</replaceable> pelos endereços IP reais das interfaces internas e externas dos dois gateways:</para>
+ <para>O próximo requisito é criar dois pseudo-dispositivos <citerefentry><refentrytitle>gif</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> que serão usados para encapsular pacotes e permitir que ambas as redes se comuniquem adequadamente. Como <systemitem class="username">root</systemitem>, execute os seguintes comandos, substituindo <replaceable>internal</replaceable> e <replaceable>external</replaceable> pelos endereços IP reais das interfaces internas e externas dos dois gateways:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig gif0 create</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig gif0 <replaceable>internal1 internal2</replaceable></userinput>
@@ -15965,7 +15928,7 @@ tunnel inet 192.168.1.12 --&gt; 172.16.5.4
inet 10.0.0.5 --&gt; 10.246.38.1 netmask 0xffffff00
inet6 fe80::250:bfff:fe3a:c1f%gif0 prefixlen 64 scopeid 0x4</programlisting>
- <para>Depois de concluídos, os dois endereços de <acronym>IP</acronym> internos devem ser acessados ​​usando <citerefentry><refentrytitle>ping</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>:</para>
+ <para>Depois de concluídos, os dois endereços de <acronym>IP</acronym> internos devem ser acessados usando <citerefentry><refentrytitle>ping</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>:</para>
<programlisting>priv-net# ping 10.0.0.5
PING 10.0.0.5 (10.0.0.5): 56 data bytes
@@ -16206,7 +16169,7 @@ COPYRIGHT 100% |*****************************| 4735
<para>Como a impressão digital já foi verificada para esse host, a chave do servidor é verificada automaticamente antes de solicitar a senha do usuário.</para>
- <para>Os argumentos passados ​​para o <command>scp</command> são semelhantes ao comando <command>cp</command>. O arquivo ou arquivos para copiar é o primeiro argumento e o destino para copiar é o segundo. Como o arquivo é buscado pela rede, um ou mais dos argumentos do arquivo assumem o formato <option>user@host:&lt;path_to_remote_file&gt;</option>. Esteja ciente ao copiar recursivamente diretórios que o <command>scp</command> usa a opção <option>-r</option>, enquanto <command>cp</command> usa a <option>-R</option>.</para>
+ <para>Os argumentos passados para o <command>scp</command> são semelhantes ao comando <command>cp</command>. O arquivo ou arquivos para copiar é o primeiro argumento e o destino para copiar é o segundo. Como o arquivo é buscado pela rede, um ou mais dos argumentos do arquivo assumem o formato <option>user@host:&lt;path_to_remote_file&gt;</option>. Esteja ciente ao copiar recursivamente diretórios que o <command>scp</command> usa a opção <option>-r</option>, enquanto <command>cp</command> usa a <option>-R</option>.</para>
<para>Para abrir uma sessão interativa para copiar arquivos, use o <command>sftp</command>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>sftp</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para obter uma lista de comandos disponíveis enquanto estiver em uma sessão <command>sftp</command>.</para>
@@ -16822,10 +16785,10 @@ UWWemqWuz3lAZuORQ9KX
<para>Antes de usar a auditoria de processos, ela deve ser ativada usando os seguintes comandos:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>touch /var/account/acct</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>chmod 600 /var/account/acct</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>accton /var/account/acct</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>sysrc accounting_enable=yes</userinput></screen>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysrc accounting_enable=yes</userinput>
+<prompt>#</prompt> <userinput>service accounting start</userinput></screen>
+
+ <para>As informações de auditoria são armazenadas em arquivos localizados em <filename>/var/account</filename>, que são criados automaticamente, se necessário, na primeira vez em que o serviço de auditoria é iniciado. Esses arquivos contêm informações confidenciais, incluindo todos os comandos executados por todos os usuários. O acesso de escrita aos arquivos é limitado ao <systemitem class="username">root</systemitem> e o acesso de leitura é limitado ao <systemitem class="username">root</systemitem> e aos membros do grupo <systemitem class="groupname">wheel</systemitem>. Para também impedir que membros do grupo <systemitem class="groupname">wheel</systemitem> leiam os arquivos, altere a permissão do diretório <filename>/var/account</filename> para permitir acesso apenas de <systemitem class="username">root</systemitem>.</para>
<para>Uma vez ativada, a auditoria começará a rastrear informações, como estatísticas de <acronym>CPU</acronym> e comandos executados. Todos os logs auditados estão em um formato não legível que pode ser visualizado usando <command>sa</command>. Se executado sem nenhuma opção, o <command>sa</command> imprime informações relacionadas ao número de chamadas por usuário, o tempo total decorrido em minutos, o total de <acronym>CPU</acronym> e o tempo do usuário em minutos, e o número médio de operações de <acronym>I/O</acronym>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>sa</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para obter a lista de opções disponíveis que controlam a saída.</para>
@@ -16933,7 +16896,7 @@ UWWemqWuz3lAZuORQ9KX
<row>
<entry>openfiles</entry>
- <entry>O número máximo de arquivos que um processo pode ter aberto. No FreeBSD, os arquivos são usados ​​para representar sockets e canais <acronym>IPC</acronym>, então tome cuidado para não definir isso muito baixo. O limite de todo o sistema para isso é definido por pela variável <varname>kern.maxfiles</varname>.</entry>
+ <entry>O número máximo de arquivos que um processo pode ter aberto. No FreeBSD, os arquivos são usados para representar sockets e canais <acronym>IPC</acronym>, então tome cuidado para não definir isso muito baixo. O limite de todo o sistema para isso é definido por pela variável <varname>kern.maxfiles</varname>.</entry>
</row>
<row>
@@ -16957,7 +16920,7 @@ UWWemqWuz3lAZuORQ9KX
</listitem>
<listitem>
- <para>Embora o arquivo <filename>/etc/login.conf</filename> padrão seja uma boa fonte de valores razoáveis ​​para a maioria dos limites, eles podem não ser apropriados para todos os sistemas. Definir um limite muito alto pode abrir o sistema para uso abusivo, enquanto que defini-lo como muito baixo pode prejudicar a produtividade.</para>
+ <para>Embora o arquivo <filename>/etc/login.conf</filename> padrão seja uma boa fonte de valores razoáveis para a maioria dos limites, eles podem não ser apropriados para todos os sistemas. Definir um limite muito alto pode abrir o sistema para uso abusivo, enquanto que defini-lo como muito baixo pode prejudicar a produtividade.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -17011,7 +16974,7 @@ jail:httpd:memoryuse:deny=2G/jail</programlisting>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>rctl -r user:trhodes</userinput></screen>
- <para>Existem muitos outros recursos que podem ser usados ​​para exercer controle adicional sobre vários <literal>subjects</literal>. Veja <citerefentry><refentrytitle>rctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para aprender sobre eles.</para>
+ <para>Existem muitos outros recursos que podem ser usados para exercer controle adicional sobre vários <literal>subjects</literal>. Veja <citerefentry><refentrytitle>rctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para aprender sobre eles.</para>
</sect2>
</sect1>
@@ -17167,14 +17130,14 @@ jail:httpd:memoryuse:deny=2G/jail</programlisting>
<important>
<para>As jails são uma ferramenta poderosa, mas não são uma panaceia de segurança. Embora não seja possível que um processo rodando em jail burle a segurança por conta própria, existem várias maneiras pelas quais um usuário não privilegiado fora da jail pode cooperar com um usuário privilegiado dentro da jail para obter privilégios elevados no ambiente host.</para>
- <para>A maioria desses ataques podem ser mitigados apenas garantindo que o root da jail não seja acessível a usuários não privilegiados no ambiente host. Como regra geral, usuários não confiáveis ​​com acesso privilegiado a uma jail não devem ter acesso ao ambiente do host.</para>
+ <para>A maioria desses ataques podem ser mitigados apenas garantindo que o root da jail não seja acessível a usuários não privilegiados no ambiente host. Como regra geral, usuários não confiáveis com acesso privilegiado a uma jail não devem ter acesso ao ambiente do host.</para>
</important>
</sect1>
<sect1 xml:id="jails-terms">
<title>Termos Relacionados à Jails</title>
- <para>Para facilitar a compreensão de partes do sistema FreeBSD relacionadas a jails, seus componentes internos e a maneira como eles interagem com o resto do FreeBSD, os seguintes termos são usados ​​mais adiante neste capítulo:</para>
+ <para>Para facilitar a compreensão de partes do sistema FreeBSD relacionadas a jails, seus componentes internos e a maneira como eles interagem com o resto do FreeBSD, os seguintes termos são usados mais adiante neste capítulo:</para>
<variablelist>
<varlistentry>
@@ -17277,7 +17240,7 @@ jail:httpd:memoryuse:deny=2G/jail</programlisting>
</callout>
<callout arearefs="jaildevfs">
- <para>A montagem do sistema de arquivos <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> dentro de uma jail não é necessária. Por outro lado, qualquer, ou quase qualquer aplicativo requer acesso a pelo menos um dispositivo, dependendo da finalidade do aplicativo fornecido. É muito importante controlar o acesso a dispositivos de dentro de uma jail, pois configurações inadequadas podem permitir que um invasor faça coisas desagradáveis ​​na jail. O controle sobre <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é gerenciado por meio de conjuntos de regras que são descritos nas páginas de manual <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>devfs.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>A montagem do sistema de arquivos <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> dentro de uma jail não é necessária. Por outro lado, qualquer, ou quase qualquer aplicativo requer acesso a pelo menos um dispositivo, dependendo da finalidade do aplicativo fornecido. É muito importante controlar o acesso a dispositivos de dentro de uma jail, pois configurações inadequadas podem permitir que um invasor faça coisas desagradáveis na jail. O controle sobre <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é gerenciado por meio de conjuntos de regras que são descritos nas páginas de manual <citerefentry><refentrytitle>devfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>devfs.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
</callout>
</calloutlist>
@@ -17336,14 +17299,14 @@ jail:httpd:memoryuse:deny=2G/jail</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Alguns das aplicações de alto nível para gerenciamento de jail, que estão disponíveis através da Coleção de Ports do FreeBSD, e que podem ser usados ​​para implementar soluções globais baseadas em jails.</para>
+ <para>Alguns das aplicações de alto nível para gerenciamento de jail, que estão disponíveis através da Coleção de Ports do FreeBSD, e que podem ser usados para implementar soluções globais baseadas em jails.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
<sect2 xml:id="jails-tuning-utilities">
<title>Ferramentas de Sistema para Tuning de Jail no FreeBSD</title>
- <para>O tuning da configuração de uma jail é feito principalmente configurando variáveis ​​<citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Uma sub-árvore especial do sysctl existe como base para organizar todas as opções relevantes: a hierarquia <varname>security.jail.*</varname> das opções do kernel do FreeBSD. Aqui está uma lista dos principais sysctls relacionados à jail, completas com seu valor padrão. Os nomes devem ser autoexplicativos, mas para obter mais informações sobre eles, consulte as páginas de manual <citerefentry><refentrytitle>jail</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>O tuning da configuração de uma jail é feito principalmente configurando variáveis <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Uma sub-árvore especial do sysctl existe como base para organizar todas as opções relevantes: a hierarquia <varname>security.jail.*</varname> das opções do kernel do FreeBSD. Aqui está uma lista dos principais sysctls relacionados à jail, completas com seu valor padrão. Os nomes devem ser autoexplicativos, mas para obter mais informações sobre eles, consulte as páginas de manual <citerefentry><refentrytitle>jail</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -17500,7 +17463,7 @@ jail:httpd:memoryuse:deny=2G/jail</programlisting>
<para>Esta seção descreve as etapas necessárias para criar o template master.</para>
- <para>É recomendado primeiramente atualizar o sistema host FreeBSD para a branch -RELEASE mais recente usando as instruções em <xref linkend="makeworld"/>. Adicionalmente, este template usa o pacote ou port <package>sysutils/cpdup</package> e o <application>portsnap</application> será utilizado ​​para baixar a Coleção de Ports do FreeBSD.</para>
+ <para>É recomendado primeiramente atualizar o sistema host FreeBSD para a branch -RELEASE mais recente usando as instruções em <xref linkend="makeworld"/>. Adicionalmente, este template usa o pacote ou port <package>sysutils/cpdup</package> e o <application>portsnap</application> será utilizado para baixar a Coleção de Ports do FreeBSD.</para>
<procedure>
<step>
@@ -17837,7 +17800,7 @@ Created clone interfaces: lo1.</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>ezjail-admin create <replaceable>dnsjail</replaceable> '<replaceable>lo1|127.0.1.1</replaceable>,<replaceable>em0</replaceable>|<replaceable>192.168.1.50</replaceable>'</userinput></screen>
<tip xml:id="jails-ezjail-raw-network-sockets">
- <para>A maioria dos serviços de rede são executados em jails sem problemas. Alguns serviços de rede, como <citerefentry><refentrytitle>ping</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, usam <emphasis>raw network sockets</emphasis>. Nas jails, raw network sockets ​​são desativados por padrão para segurança. Serviços que exigem eles não irão funcionar.</para>
+ <para>A maioria dos serviços de rede são executados em jails sem problemas. Alguns serviços de rede, como <citerefentry><refentrytitle>ping</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, usam <emphasis>raw network sockets</emphasis>. Nas jails, raw network sockets são desativados por padrão para segurança. Serviços que exigem eles não irão funcionar.</para>
<para>Ocasionalmente, uma jail pode realmente precisar de raw sockets. Por exemplo, os aplicativos de monitoramento de rede geralmente usam <citerefentry><refentrytitle>ping</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para verificar a disponibilidade de outros computadores. Quando raw network sockets são realmente necessários em uma jail, eles podem ser ativados editando o arquivo de configuração do <application>ezjail</application> para uma jail individual, <filename>/usr/local/etc/ezjail/<replaceable>jailname</replaceable></filename>. Modifique a entrada <literal>parameters</literal>:</para>
@@ -17974,6 +17937,18 @@ Retype New Password:</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>mergemaster -U -D /usr/jails/<replaceable>jailname</replaceable></userinput></screen>
</example>
+
+ <tip>
+ <para xml:lang="en">After a major version update it is recommended by
+ <package>sysutils/ezjail</package> to make sure your
+ <command>pkg</command> is of the correct version.
+ Therefore enter:</para>
+
+ <screen xml:lang="en"><prompt>#</prompt> <userinput>pkg-static upgrade -f pkg</userinput></screen>
+
+ <para xml:lang="en">to upgrade or downgrade to the appropriate
+ version.</para>
+ </tip>
</sect3>
<sect3 xml:id="jails-ezjail-update-ports">
@@ -18182,7 +18157,7 @@ Starting named.
<para>O FreeBSD suporta extensões de segurança baseadas no projeto <trademark class="registered">POSIX</trademark>.1e. Esses mecanismos de segurança incluem as Listas de Controle de Acesso do sistema de arquivos (<xref linkend="fs-acl"/>) e o Controle de Acesso Obrigatório, (Mandatory Access Control - <acronym>MAC</acronym>). O <acronym>MAC</acronym> permite que os módulos de controle de acesso sejam carregados para implementar políticas de segurança. Alguns módulos fornecem proteções para um subconjunto restrito do sistema, fortalecendo um serviço específico. Outros fornecem segurança rotulada abrangente em todos os assuntos e objetos. A parte obrigatória da definição indica que a imposição de controles é executada pelos administradores e pelo sistema operacional. Isso está em contraste com o mecanismo de segurança padrão do Controle de Acesso Discricionário (Discretionary Access Control - <acronym>DAC</acronym>), onde a imposição é deixada a critério dos usuários.</para>
- <para>Este capítulo enfoca o framework <acronym>MAC</acronym> e o conjunto de módulos de política de segurança plugáveis ​​que o FreeBSD fornece para habilitar vários mecanismos de segurança.</para>
+ <para>Este capítulo enfoca o framework <acronym>MAC</acronym> e o conjunto de módulos de política de segurança plugáveis que o FreeBSD fornece para habilitar vários mecanismos de segurança.</para>
<para>Depois de ler este capítulo, você saberá:</para>
@@ -18235,7 +18210,7 @@ Starting named.
<sect1 xml:id="mac-inline-glossary">
<title>Termos chave</title>
- <para>Os seguintes termos chave são usados ​​ao se referir ao framework <acronym>MAC</acronym>:</para>
+ <para>Os seguintes termos chave são usados ao se referir ao framework <acronym>MAC</acronym>:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -18293,7 +18268,7 @@ Starting named.
<para>Um rótulo <acronym>MAC</acronym> é um atributo de segurança que pode ser aplicado a sujeitos e objetos em todo o sistema. Ao definir um rótulo, o administrador deve entender suas implicações para evitar o comportamento inesperado ou indesejado do sistema. Os atributos disponíveis em um objeto dependem do módulo de política carregado, pois os módulos de política interpretam seus atributos de maneiras diferentes.</para>
- <para>O rótulo de segurança em um objeto é usado como parte de uma decisão de controle de acesso de segurança por uma política. Com algumas políticas, o rótulo contém todas as informações necessárias para tomar uma decisão. Em outras políticas, os rótulos podem ser processados ​​como parte de um conjunto de regras maior.</para>
+ <para>O rótulo de segurança em um objeto é usado como parte de uma decisão de controle de acesso de segurança por uma política. Com algumas políticas, o rótulo contém todas as informações necessárias para tomar uma decisão. Em outras políticas, os rótulos podem ser processados como parte de um conjunto de regras maior.</para>
<para>Existem dois tipos de políticas de rótulos: rótulo único e rótulo múltiplo. Por padrão, o sistema usará rótulo único. O administrador deve estar ciente dos prós e contras de cada um para implementar políticas que atendam aos requisitos do modelo de segurança do sistema.</para>
@@ -18370,9 +18345,9 @@ test: biba/high</screen>
<para>Neste exemplo, o primeiro grau seria considerado o grau efetivo com compartimentos efetivos, o segundo grau é o grau baixo e o último é o grau alto. Na maioria das configurações, essas definições refinadas não são necessárias, pois são consideradas configurações avançadas.</para>
- <para>Objetos do sistema possuem apenas um grau e compartimento atuais. Os sujeitos do sistema refletem o intervalo de direitos disponíveis no sistema e as interfaces de rede, onde são usados ​​para controle de acesso.</para>
+ <para>Objetos do sistema possuem apenas um grau e compartimento atuais. Os sujeitos do sistema refletem o intervalo de direitos disponíveis no sistema e as interfaces de rede, onde são usados para controle de acesso.</para>
- <para>O grau e os compartimentos em um par de sujeito e objeto são usados ​​para construir um relacionamento conhecido como <firstterm>dominance</firstterm>, em que um sujeito domina um objeto, o objeto domina o sujeito, nenhum domina o outro, ou ambos dominam cada um. O caso em que <quote>ambos dominam</quote> ocorre quando dois rótulos são iguais. Devido à natureza do fluxo de informações do Biba, um usuário tem direitos sobre um conjunto de compartimentos que podem corresponder aos projetos, mas os objetos também têm um conjunto de compartimentos. Os usuários podem ter que subconjuntar seus direitos usando <command>su</command> ou <command>setpmac</command> para acessar objetos em um compartimento a partir do qual eles não estão restritos.</para>
+ <para>O grau e os compartimentos em um par de sujeito e objeto são usados para construir um relacionamento conhecido como <firstterm>dominance</firstterm>, em que um sujeito domina um objeto, o objeto domina o sujeito, nenhum domina o outro, ou ambos dominam cada um. O caso em que <quote>ambos dominam</quote> ocorre quando dois rótulos são iguais. Devido à natureza do fluxo de informações do Biba, um usuário tem direitos sobre um conjunto de compartimentos que podem corresponder aos projetos, mas os objetos também têm um conjunto de compartimentos. Os usuários podem ter que subconjuntar seus direitos usando <command>su</command> ou <command>setpmac</command> para acessar objetos em um compartimento a partir do qual eles não estão restritos.</para>
</sect2>
<sect2>
@@ -18449,7 +18424,7 @@ test: biba/high</screen>
<para>Um teste de sistema confiável e sua configuração deve ocorrer <emphasis>antes</emphasis> de uma implementação <acronym>MAC</acronym> ser usada em sistemas de produção. Como diferentes ambientes têm diferentes necessidades e requisitos, estabelecer um perfil de segurança completo diminuirá a necessidade de alterações quando o sistema entrar em operação.</para>
- <para>Considere como o framework <acronym>MAC</acronym> aumenta a segurança do sistema como um todo. Os vários módulos de política de segurança fornecidos pelo framework <acronym>MAC</acronym> podem ser usados ​​para proteger a rede e os sistemas de arquivos ou para impedir que usuários acessem determinadas portas e soquetes. Talvez o melhor uso dos módulos de política seja carregar vários módulos de política de segurança por vez para fornecer um ambiente <acronym>MLS</acronym>. Essa abordagem difere de uma política rígida, que tipicamente endurece elementos de um sistema que são usados ​​apenas para propósitos específicos. A desvantagem de <acronym>MLS</acronym> é o aumento da sobrecarga administrativa.</para>
+ <para>Considere como o framework <acronym>MAC</acronym> aumenta a segurança do sistema como um todo. Os vários módulos de política de segurança fornecidos pelo framework <acronym>MAC</acronym> podem ser usados para proteger a rede e os sistemas de arquivos ou para impedir que usuários acessem determinadas portas e soquetes. Talvez o melhor uso dos módulos de política seja carregar vários módulos de política de segurança por vez para fornecer um ambiente <acronym>MLS</acronym>. Essa abordagem difere de uma política rígida, que tipicamente endurece elementos de um sistema que são usados apenas para propósitos específicos. A desvantagem de <acronym>MLS</acronym> é o aumento da sobrecarga administrativa.</para>
<para>A sobrecarga é mínima quando comparada ao efeito duradouro de uma estrutura que fornece a capacidade de escolher quais políticas são necessárias para uma configuração específica e que reduzem a sobrecarga de desempenho. A redução do suporte a políticas desnecessárias pode aumentar o desempenho geral do sistema, além de oferecer flexibilidade de escolha. Uma boa implementação consideraria os requisitos gerais de segurança e implementaria efetivamente os vários módulos de política de segurança oferecidos pelo framework.</para>
@@ -18487,7 +18462,7 @@ test: biba/high</screen>
<para>O módulo <citerefentry><refentrytitle>mac_seeotheruids</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> amplia os ajustes <varname>security.bsd.see_other_uids</varname> e <varname>security.bsd.see_other_gids</varname> do <command>sysctl</command>. Esta opção não requer que nenhum rótulo seja definido antes da configuração e pode operar de forma transparente com outros módulos.</para>
- <para>Depois de carregar o módulo, os seguintes ajustes <command>sysctl</command> podem ser usados ​​para controlar seus recursos:</para>
+ <para>Depois de carregar o módulo, os seguintes ajustes <command>sysctl</command> podem ser usados para controlar seus recursos:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -18598,11 +18573,11 @@ test: biba/high</screen>
</listitem>
<listitem>
- <para>A <varname>security.mac.portacl.rules</varname> especifica a política como uma cadeia de texto no formato <literal>rule [, rule, ...]</literal>, com tantas regras quantas forem necessárias, e onde cada regra esta na forma <literal>idtype:id:protocol:port</literal>. O <parameter>idtype</parameter> é <literal>uid</literal> ou <literal>gid</literal>. O parâmetro <parameter>protocol</parameter> pode ser <literal>tcp</literal> ou <literal>udp</literal>. O parâmetro <parameter>port</parameter> é o número da porta para permitir que o usuário ou grupo especificado se vincule. Somente valores numéricos podem ser usados ​​para os parâmetros ID do usuário, ID do grupo e porta.</para>
+ <para>A <varname>security.mac.portacl.rules</varname> especifica a política como uma cadeia de texto no formato <literal>rule [, rule, ...]</literal>, com tantas regras quantas forem necessárias, e onde cada regra esta na forma <literal>idtype:id:protocol:port</literal>. O <parameter>idtype</parameter> é <literal>uid</literal> ou <literal>gid</literal>. O parâmetro <parameter>protocol</parameter> pode ser <literal>tcp</literal> ou <literal>udp</literal>. O parâmetro <parameter>port</parameter> é o número da porta para permitir que o usuário ou grupo especificado se vincule. Somente valores numéricos podem ser usados para os parâmetros ID do usuário, ID do grupo e porta.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>Por padrão, as portas abaixo de 1024 só podem ser usadas por processos privilegiados que são executados como <systemitem class="username">root</systemitem>. Para que o <citerefentry><refentrytitle>mac_portacl</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> permita que processos não privilegiados se vinculem a portas abaixo de 1024, defina os seguintes ajustes ​​da seguinte forma:</para>
+ <para>Por padrão, as portas abaixo de 1024 só podem ser usadas por processos privilegiados que são executados como <systemitem class="username">root</systemitem>. Para que o <citerefentry><refentrytitle>mac_portacl</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> permita que processos não privilegiados se vinculem a portas abaixo de 1024, defina os seguintes ajustes da seguinte forma:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysctl security.mac.portacl.port_high=1023</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>sysctl net.inet.ip.portrange.reservedlow=0</userinput>
@@ -18793,7 +18768,7 @@ test: biba/high</screen>
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>Os seguintes ajustes podem ser usados ​​para manipular a política Biba:</para>
+ <para>Os seguintes ajustes podem ser usados para manipular a política Biba:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -19136,7 +19111,7 @@ requirements. -->
<indexterm><primary>AUDIT</primary></indexterm>
<indexterm><primary>Security Event Auditing</primary> <see>MAC</see></indexterm>
- <para>O sistema operacional FreeBSD inclui suporte para auditoria de eventos de segurança. A auditoria de eventos oferece suporte a registros confiáveis, detalhados e configuráveis ​​de diversos eventos do sistema relevantes para a segurança, incluindo logins, alterações de configuração e acesso a arquivos e rede. Esses registros de log podem ser inestimáveis ​​para monitoramento de sistema em tempo real, detecção de intrusão e análise "post mortem". O FreeBSD implementa a Application Programming Interface (<acronym>API</acronym>) Basic Security Module (<acronym>BSM</acronym>) publicada pela <trademark>Sun</trademark> e o formato de arquivo, e é interoperável com as implementações de auditoria do <trademark>Solaris</trademark> e do <trademark class="registered">Mac OS</trademark> X.</para>
+ <para>O sistema operacional FreeBSD inclui suporte para auditoria de eventos de segurança. A auditoria de eventos oferece suporte a registros confiáveis, detalhados e configuráveis de diversos eventos do sistema relevantes para a segurança, incluindo logins, alterações de configuração e acesso a arquivos e rede. Esses registros de log podem ser inestimáveis para monitoramento de sistema em tempo real, detecção de intrusão e análise "post mortem". O FreeBSD implementa a Application Programming Interface (<acronym>API</acronym>) Basic Security Module (<acronym>BSM</acronym>) publicada pela <trademark>Sun</trademark> e o formato de arquivo, e é interoperável com as implementações de auditoria do <trademark>Solaris</trademark> e do <trademark class="registered">Mac OS</trademark> X.</para>
<para>Este capítulo se concentra na instalação e configuração da auditoria de eventos. Ele explica as políticas de auditoria e fornece um exemplo de configuração de auditoria.</para>
@@ -19190,7 +19165,7 @@ requirements. -->
</listitem>
<listitem>
- <para><emphasis>class</emphasis>: um conjunto nomeado de eventos relacionados que são usados ​​em expressões de seleção. As classes de eventos comumente usadas incluem <quote>file creation</quote> (fc), <quote>exec</quote> (ex), e <quote>login_logout</quote> (lo).</para>
+ <para><emphasis>class</emphasis>: um conjunto nomeado de eventos relacionados que são usados em expressões de seleção. As classes de eventos comumente usadas incluem <quote>file creation</quote> (fc), <quote>exec</quote> (ex), e <quote>login_logout</quote> (lo).</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -19202,7 +19177,7 @@ requirements. -->
</listitem>
<listitem>
- <para><emphasis>selection expression</emphasis>: uma string contendo uma lista de prefixos e nomes de classes de eventos de auditoria usados ​​para combinar eventos.</para>
+ <para><emphasis>selection expression</emphasis>: uma string contendo uma lista de prefixos e nomes de classes de eventos de auditoria usados para combinar eventos.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -19283,7 +19258,7 @@ requirements. -->
<row>
<entry>ex</entry>
<entry>exec</entry>
- <entry>Execução do programa de auditoria. Auditoria de argumentos de linha de comando e variáveis ​​de ambiente são controladas via <citerefentry><refentrytitle>audit_control</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> usando os parâmetros <literal>argv</literal> e <literal>envv</literal> para a configuração da <literal>política</literal>.</entry>
+ <entry>Execução do programa de auditoria. Auditoria de argumentos de linha de comando e variáveis de ambiente são controladas via <citerefentry><refentrytitle>audit_control</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> usando os parâmetros <literal>argv</literal> e <literal>envv</literal> para a configuração da <literal>política</literal>.</entry>
</row>
<row>
@@ -19621,7 +19596,7 @@ fi</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Como configurar discos de memória</para>
+ <para>Como configurar discos de memória.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -19874,7 +19849,7 @@ ugen0.3: &lt;Simple Drive STECH&gt; at usbus0, cfg=0 md=HOST spd=HIGH (480Mbps)
<para>Se o dispositivo não tiver sido formatado, consulte <xref linkend="disks-adding"/> para obter instruções sobre como formatar e criar partições na unidade <acronym>USB</acronym>. Se a unidade vier com um sistema de arquivos, ela pode ser montada pelo <systemitem class="username">root</systemitem> usando as instruções em <xref linkend="mount-unmount"/>.</para>
<warning>
- <para>Permitir que usuários não confiáveis ​​montem mídia arbitrária, ativando <varname>vfs.usermount</varname> como descrito abaixo, não deve ser considerado seguro do ponto de vista da segurança. A maioria dos sistemas de arquivos não foi criada para proteger contra dispositivos maliciosos.</para>
+ <para>Permitir que usuários não confiáveis montem mídia arbitrária, ativando <varname>vfs.usermount</varname> como descrito abaixo, não deve ser considerado seguro do ponto de vista da segurança. A maioria dos sistemas de arquivos não foi criada para proteger contra dispositivos maliciosos.</para>
</warning>
<para>Para tornar o dispositivo montável como um usuário normal, uma solução é tornar todos os usuários do dispositivo membros do grupo <systemitem class="groupname">operator</systemitem> usando <citerefentry><refentrytitle>pw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Em seguida, certifique-se de que <systemitem class="groupname">operator</systemitem> possa ler e gravar o dispositivo adicionando estas linhas ao <filename>/etc/devfs.rules</filename>:</para>
@@ -20108,7 +20083,7 @@ scsibus1:
<para>Várias opções estão disponíveis para superar as restrições impostas pelo padrão. Em particular, <option>-R</option> permite que as extensões Rock Ridge comuns aos sistemas <trademark class="registered">UNIX</trademark> e <option>-J</option> ativem as extensões Joliet usadas por sistemas <trademark class="registered">Microsoft</trademark>.</para>
- <para>Para <acronym>CD</acronym>s que serão usados ​​apenas em sistemas FreeBSD, <option>-U</option> pode ser usado para desabilitar todas as restrições de nome de arquivo. Quando usado com <option>-R</option>, ele produz uma imagem do sistema de arquivos que é idêntica à árvore FreeBSD especificada, mesmo se violar o padrão <acronym>ISO</acronym> 9660.</para>
+ <para>Para <acronym>CD</acronym>s que serão usados apenas em sistemas FreeBSD, <option>-U</option> pode ser usado para desabilitar todas as restrições de nome de arquivo. Quando usado com <option>-R</option>, ele produz uma imagem do sistema de arquivos que é idêntica à árvore FreeBSD especificada, mesmo se violar o padrão <acronym>ISO</acronym> 9660.</para>
<indexterm><primary><acronym>CD-ROM</acronym>s</primary> <secondary>creating bootable</secondary></indexterm>
@@ -20217,7 +20192,7 @@ scsibus1:
<para>Comparado ao <acronym>CD</acronym>, o <acronym>DVD</acronym> é a próxima geração de tecnologia de armazenamento de mídia ótica. O <acronym>DVD</acronym> pode conter mais dados do que qualquer <acronym>CD</acronym> e é o padrão para publicação de vídeos.</para>
- <para>Cinco formatos graváveis ​​físicos podem ser definidos para um <acronym>DVD</acronym> gravável:</para>
+ <para>Cinco formatos graváveis físicos podem ser definidos para um <acronym>DVD</acronym> gravável:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -20538,7 +20513,7 @@ o <citerefentry vendor="ports"><refentrytitle>growisofs</refentrytitle><manvolnu
<para>Normalmente, uma mistura de técnicas de backup é usada. Por exemplo, pode-se criar um agendamento semanal para automatizar um backup completo do sistema e armazená-lo off-site e para suplementá-lo, snapshots do ZFS tirados a cada hora. Além disso, é possível fazer um backup manual de diretórios ou arquivos individuais antes de fazer edições ou exclusões de arquivos.</para>
- <para>Esta seção descreve alguns dos utilitários que podem ser usados ​​para criar e gerenciar backups em um sistema FreeBSD.</para>
+ <para>Esta seção descreve alguns dos utilitários que podem ser usados para criar e gerenciar backups em um sistema FreeBSD.</para>
<sect2>
<title>Backups do Sistema de Arquivos</title>
@@ -20672,7 +20647,7 @@ o <citerefentry vendor="ports"><refentrytitle>growisofs</refentrytitle><manvolnu
<indexterm><primary>backup software</primary></indexterm>
- <para>A Coleção de Ports do FreeBSD fornece muitos utilitários de terceiros que podem ser usados ​​para agendar a criação de backups, simplificar o backup em fita e tornar os backups mais fáceis e convenientes. Muitos desses aplicativos são baseados em cliente/servidor e podem ser usados ​​para automatizar os backups de um único sistema ou de todos os computadores em uma rede.</para>
+ <para>A Coleção de Ports do FreeBSD fornece muitos utilitários de terceiros que podem ser usados para agendar a criação de backups, simplificar o backup em fita e tornar os backups mais fáceis e convenientes. Muitos desses aplicativos são baseados em cliente/servidor e podem ser usados para automatizar os backups de um único sistema ou de todos os computadores em uma rede.</para>
<para>Os utilitários populares incluem <application>Amanda</application>, <application>Bacula</application>, <application>rsync</application> e <application>duplicity</application>.</para>
</sect2>
@@ -20705,7 +20680,7 @@ o <citerefentry vendor="ports"><refentrytitle>growisofs</refentrytitle><manvolnu
<para>Armazene esta saída e uma cópia da mídia de instalação em um local seguro. Se uma restauração de emergência for necessária, inicialize na mídia de instalação e selecione <literal>Live CD</literal> para acessar um shell de recuperação. Esse modo de recuperação pode ser usado para exibir o estado atual do sistema e, se necessário, reformatar discos e restaurar dados de backups.</para>
<note>
- <para>A mídia de instalação do FreeBSD/i386 10.4-RELEASE não inclui um shell de recuperação. Para esta versão, baixe e grave uma imagem do Livefs <acronym>CD</acronym> de <uri xlink:href="ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/releases/i386/ISO-IMAGES/10.4/FreeBSD-10.4-RELEASE-i386-livefs.iso">ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/releases/i386/ISO-IMAGES/10.4/FreeBSD-10.4-RELEASE-i386-livefs.iso</uri>.</para>
+ <para>A mídia de instalação do FreeBSD/i386 11.2-RELEASE não inclui um shell de recuperação. Para esta versão, baixe e grave uma imagem do Livefs <acronym>CD</acronym> de <uri xlink:href="ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/releases/i386/ISO-IMAGES/11.2/FreeBSD-11.2-RELEASE-i386-livefs.iso">ftp://ftp.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/releases/i386/ISO-IMAGES/11.2/FreeBSD-11.2-RELEASE-i386-livefs.iso</uri>.</para>
</note>
<para>Em seguida, teste o shell de recuperação e os backups. Faça anotações do procedimento. Armazene estas notas com a mídia, as impressões e os backups. Estas notas podem impedir a destruição inadvertida dos backups, enquanto sob o estresse de realizar uma recuperação de emergência.</para>
@@ -21003,7 +20978,7 @@ Quotas for user test:
<para>O FreeBSD oferece excelentes proteções on-line contra acesso não autorizado a dados. As permissões de arquivo e o <link linkend="mac">Mandatory Access Control</link> (MAC) ajudam a impedir que usuários não autorizados acessem dados enquanto o sistema operacional está ativo e o computador está ligado. No entanto, as permissões impostas pelo sistema operacional são irrelevantes se um invasor tiver acesso físico a um computador e puder mover o disco rígido do computador para outro sistema para copiar e analisar os dados.</para>
- <para>Independentemente de como um invasor pode ter acesso a um disco rígido ou um computador desligado, os subsistemas criptográficos baseados em <acronym>GEOM</acronym> incorporados ao FreeBSD são capazes de proteger os dados nos sistemas de arquivos do computador contra atacantes super motivados com recursos significativos. Ao contrário dos métodos de criptografia que criptografam arquivos individuais, os utilitários incorporados <command>gbde</command> e <command>geli</command> podem ser usados ​​para criptografar de forma transparente sistemas de arquivos inteiros. Nenhum dado aberto sequer toca na bandeja do disco rígido.</para>
+ <para>Independentemente de como um invasor pode ter acesso a um disco rígido ou um computador desligado, os subsistemas criptográficos baseados em <acronym>GEOM</acronym> incorporados ao FreeBSD são capazes de proteger os dados nos sistemas de arquivos do computador contra atacantes super motivados com recursos significativos. Ao contrário dos métodos de criptografia que criptografam arquivos individuais, os utilitários incorporados <command>gbde</command> e <command>geli</command> podem ser usados para criptografar de forma transparente sistemas de arquivos inteiros. Nenhum dado aberto sequer toca na bandeja do disco rígido.</para>
<para>Este capítulo demonstra como criar um sistema de arquivos criptografado no FreeBSD. Primeiro ele demonstra o processo usando o <command>gbde</command> e depois demonstra o mesmo exemplo usando <command>geli</command>.</para>
@@ -21178,7 +21153,7 @@ What about bsdinstall?
<para>Mais recursos e exemplos de uso podem ser encontrados em <citerefentry> <refentrytitle>geli</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
- <para>O exemplo a seguir descreve como gerar um arquivo de chave que será usado como parte da chave mestra para o provedor criptografado montado em <filename>/private</filename>. O arquivo chave fornecerá alguns dados aleatórios usados ​​para criptografar a chave mestra. A chave mestra também será protegida por uma frase secreta. O tamanho do setor do provedor será de 4kB. O exemplo descreve como se conectar ao provedor <command>geli</command>, criar um sistema de arquivos, montá-lo, trabalhar com ele e, finalmente, como desanexá-lo.</para>
+ <para>O exemplo a seguir descreve como gerar um arquivo de chave que será usado como parte da chave mestra para o provedor criptografado montado em <filename>/private</filename>. O arquivo chave fornecerá alguns dados aleatórios usados para criptografar a chave mestra. A chave mestra também será protegida por uma frase secreta. O tamanho do setor do provedor será de 4kB. O exemplo descreve como se conectar ao provedor <command>geli</command>, criar um sistema de arquivos, montá-lo, trabalhar com ele e, finalmente, como desanexá-lo.</para>
<procedure>
<title>Criptografando uma Partição com <command>geli</command></title>
@@ -21812,7 +21787,7 @@ esac</programlisting>
<indexterm><primary><acronym>GEOM</acronym></primary></indexterm>
<indexterm><primary>Striping</primary></indexterm>
- <para>O striping combina várias unidades de disco em um único volume. O striping pode ser realizado através do uso de hardwares controladores de <acronym>RAID</acronym>. O subsistema de disco <acronym>GEOM</acronym> fornece suporte de software para striping de disco, também conhecido como <acronym>RAID0</acronym>, sem a necessidade de um controlador <acronym>RAID</acronym> de disco. </para>
+ <para>O striping combina várias unidades de disco em um único volume. O striping pode ser realizado através do uso de hardwares controladores de <acronym>RAID</acronym>. O subsistema de disco <acronym>GEOM</acronym> fornece suporte de software para striping de disco, também conhecido como <acronym>RAID0</acronym>, sem a necessidade de um controlador <acronym>RAID</acronym> de disco.</para>
<para>No <acronym>RAID0</acronym>, os dados são divididos em blocos que são gravados em todas as unidades do array. Como pode ser visto na ilustração a seguir, em vez de esperar no sistema para gravar 256k em um disco, o <acronym>RAID0</acronym> pode gravar 64k simultaneamente em cada um dos quatro discos do array, oferecendo um desempenho de <acronym>I/O</acronym> superior. Esse desempenho pode ser aprimorado ainda mais usando vários controladores de disco.</para>
@@ -21891,7 +21866,7 @@ Done.</screen>
<indexterm><primary>Disk Mirroring</primary></indexterm>
<indexterm><primary>RAID1</primary></indexterm>
- <para>O <acronym>RAID1</acronym>, ou <emphasis>espelhamento</emphasis>, é a técnica de gravar os mesmos dados em mais de uma unidade de disco. Os espelhos são geralmente usados ​​para proteger contra perda de dados devido a falhas na unidade. Cada unidade espelhada contém uma cópia idêntica dos dados. Quando uma unidade individual falha, o espelhamento continua a funcionar, fornecendo dados a partir das unidades que ainda estão funcionando. O computador continua funcionando e o administrador tem tempo para substituir a unidade com falha sem impactar o usuário.</para>
+ <para>O <acronym>RAID1</acronym>, ou <emphasis>espelhamento</emphasis>, é a técnica de gravar os mesmos dados em mais de uma unidade de disco. Os espelhos são geralmente usados para proteger contra perda de dados devido a falhas na unidade. Cada unidade espelhada contém uma cópia idêntica dos dados. Quando uma unidade individual falha, o espelhamento continua a funcionar, fornecendo dados a partir das unidades que ainda estão funcionando. O computador continua funcionando e o administrador tem tempo para substituir a unidade com falha sem impactar o usuário.</para>
<para>Duas situações comuns são ilustradas nesses exemplos. O primeiro cria um espelhamento de dois novos discos e usa-o como um substituto para um único disco existente. O segundo exemplo cria um espelho em um único disco novo, copia os dados do disco antigo para ele e insere o disco antigo no espelho. Embora esse procedimento seja um pouco mais complicado, ele requer apenas um novo disco.</para>
@@ -22545,7 +22520,7 @@ raid/r0 OPTIMAL ada0 (ACTIVE (ACTIVE))
</sect1>
<sect1 xml:id="geom-ggate">
- <title><acronym>GEOM</acronym> Network Gate </title>
+ <title><acronym>GEOM</acronym> Network Gate</title>
<para>O <acronym>GEOM</acronym> fornece um mecanismo simples para fornecer acesso remoto a dispositivos como discos, <acronym>CD</acronym>s e sistemas de arquivos através do uso do daemon <acronym>GEOM</acronym> Network Gate, <application>ggated</application>. O sistema com o dispositivo executa o daemon do servidor que manipula solicitações feitas por clientes usando o <application>ggatec</application>. Os dispositivos não devem conter dados confidenciais, pois a conexão entre o cliente e o servidor não é criptografada.</para>
@@ -22885,7 +22860,7 @@ example/data 17547008 0 17547008 0% /example/data</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>zpool create storage raidz da0 da1 da2</userinput></screen>
<note>
- <para>A <trademark>Sun</trademark> recomenda que o número de dispositivos usados ​​em uma configuração <acronym>RAID</acronym>-Z seja entre três e nove. Para ambientes que exigem um único conjunto de 10 discos ou mais, considere dividi-lo em grupos menores de <acronym>RAID-Z</acronym>. Se apenas dois discos estiverem disponíveis e a redundância for um requisito, considere usar o <acronym>ZFS</acronym> mirror. Consulte <citerefentry><refentrytitle>zpool</refentrytitle><manvolnum>8 </manvolnum> </citerefentry> para obter maiores detalhes.</para>
+ <para>A <trademark>Sun</trademark> recomenda que o número de dispositivos usados em uma configuração <acronym>RAID</acronym>-Z seja entre três e nove. Para ambientes que exigem um único conjunto de 10 discos ou mais, considere dividi-lo em grupos menores de <acronym>RAID-Z</acronym>. Se apenas dois discos estiverem disponíveis e a redundância for um requisito, considere usar o <acronym>ZFS</acronym> mirror. Consulte <citerefentry><refentrytitle>zpool</refentrytitle><manvolnum>8 </manvolnum> </citerefentry> para obter maiores detalhes.</para>
</note>
<para>O exemplo anterior criou o zpool <literal>storage</literal>. Este exemplo cria um novo sistema de arquivos chamado <literal>home</literal> neste pool:</para>
@@ -23122,7 +23097,7 @@ errors: No known data errors</screen>
<para>Existem dois casos para adicionar discos a um zpool: anexar um disco a um vdev existente com <command> zpool attach </command> ou incluir vdevs ao pool com <command> zpool add </command>. Apenas alguns <link linkend="zfs-term-vdev">vdev types</link> permitem que discos sejam adicionados ao vdev após a criação.</para>
- <para>Um pool criado com um único disco não tem redundância. Dados corrompidos podem ser detectados, mas não reparados, porque não há outra cópia dos dados. A propriedade <link linkend="zfs-term-copies">copies</link> pode ser capaz de se recuperar de uma pequena falha, como um setor defeituoso, mas não fornece o mesmo nível de proteção que o mirror ou o <acronym>RAID-Z</acronym>. Começando com um pool de um único disco vdev, o <command>zpool attach</command> pode ser usado para adicionar um disco adicional ao vdev, criando um mirror. O <command> zpool attach </command> também pode ser usado para adicionar discos adicionais a um mirror group, aumentando a redundância e o desempenho de leitura. Se os discos usados ​​para o pool forem particionados, replicar o layout do primeiro disco para o segundo, <command> gpart backup </command> e <command> gpart restore </command> pode ser usado para facilitar esse processo .</para>
+ <para>Um pool criado com um único disco não tem redundância. Dados corrompidos podem ser detectados, mas não reparados, porque não há outra cópia dos dados. A propriedade <link linkend="zfs-term-copies">copies</link> pode ser capaz de se recuperar de uma pequena falha, como um setor defeituoso, mas não fornece o mesmo nível de proteção que o mirror ou o <acronym>RAID-Z</acronym>. Começando com um pool de um único disco vdev, o <command>zpool attach</command> pode ser usado para adicionar um disco adicional ao vdev, criando um mirror. O <command> zpool attach </command> também pode ser usado para adicionar discos adicionais a um mirror group, aumentando a redundância e o desempenho de leitura. Se os discos usados para o pool forem particionados, replicar o layout do primeiro disco para o segundo, <command> gpart backup </command> e <command> gpart restore </command> pode ser usado para facilitar esse processo .</para>
<para>Atualize o disco único (stripe) vdev <replaceable>ada0p3</replaceable> para um mirror anexando <replaceable>ada1p3</replaceable>:</para>
@@ -23450,7 +23425,7 @@ errors: No known data errors</screen>
<sect2 xml:id="zfs-zpool-selfheal">
<title>Auto Cura (Self-Healing)</title>
- <para>Os checksums armazenados com os blocos de dados habilitam o sistema de arquivos a se <emphasis>autocorrigirem</emphasis>. Esse recurso reparará automaticamente os dados cujo checksum não corresponde à registrada em outro dispositivo que faz parte do pool de armazenamento. Por exemplo, um espelho com dois discos em que uma unidade está começando a funcionar incorretamente e não pode armazenar os dados adequadamente. Isso é ainda pior quando os dados não são acessados ​​há muito tempo, como no armazenamento de arquivos de longo prazo. Os sistemas de arquivos tradicionais precisam executar algoritmos que verificam e reparam os dados como o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Esses comandos levam tempo e, em casos graves, um administrador precisa decidir manualmente qual operação de reparo deve ser executada. Quando o <acronym>ZFS</acronym> detecta um bloco de dados com um checksum que não corresponde, ele tenta ler os dados do disco de espelhamento. Se esse disco puder fornecer os dados corretos, ele não apenas fornecerá esses dados ao aplicativo que os está solicitando, mas também corrigirá os dados errados no disco que continha o checksum incorreto. Isso acontece sem qualquer interação de um administrador do sistema durante a operação normal do pool.</para>
+ <para>Os checksums armazenados com os blocos de dados habilitam o sistema de arquivos a se <emphasis>autocorrigirem</emphasis>. Esse recurso reparará automaticamente os dados cujo checksum não corresponde à registrada em outro dispositivo que faz parte do pool de armazenamento. Por exemplo, um espelho com dois discos em que uma unidade está começando a funcionar incorretamente e não pode armazenar os dados adequadamente. Isso é ainda pior quando os dados não são acessados há muito tempo, como no armazenamento de arquivos de longo prazo. Os sistemas de arquivos tradicionais precisam executar algoritmos que verificam e reparam os dados como o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Esses comandos levam tempo e, em casos graves, um administrador precisa decidir manualmente qual operação de reparo deve ser executada. Quando o <acronym>ZFS</acronym> detecta um bloco de dados com um checksum que não corresponde, ele tenta ler os dados do disco de espelhamento. Se esse disco puder fornecer os dados corretos, ele não apenas fornecerá esses dados ao aplicativo que os está solicitando, mas também corrigirá os dados errados no disco que continha o checksum incorreto. Isso acontece sem qualquer interação de um administrador do sistema durante a operação normal do pool.</para>
<para>O próximo exemplo demonstra esse comportamento de autocura. Um conjunto espelhado de discos <filename>/dev/ada0</filename> e <filename>/dev/ada1</filename> é criado.</para>
@@ -23982,7 +23957,7 @@ mypool/var/newname@new_snapshot_name 0 - 87.5K -</screen>
<para>Cada conjunto de dados do <acronym>ZFS</acronym> possui várias propriedades que controlam seu comportamento. A maioria das propriedades é herdada automaticamente do conjunto de dados pai, mas pode ser substituída localmente. Defina uma propriedade em um conjunto de dados com <command>zfs set <replaceable>property</replaceable>=<replaceable>value</replaceable> <replaceable>dataset</replaceable></command>. A maioria das propriedades tem um conjunto limitado de valores válidos, o <command>zfs get</command> exibirá cada propriedade e valor válido possível. A maioria das propriedades pode ser revertida para seus valores herdados usando <command>zfs inherit</command>.</para>
- <para>Propriedades definidas pelo usuário também podem ser definidas. Eles se tornam parte da configuração do conjunto de dados e podem ser usados ​​para fornecer informações adicionais sobre o conjunto de dados ou seu conteúdo. Para distinguir essas propriedades personalizadas daquelas fornecidas como parte do <acronym>ZFS</acronym>, dois pontos (<literal>:</literal>) são usados ​​para criar um namespace personalizado para a propriedade.</para>
+ <para>Propriedades definidas pelo usuário também podem ser definidas. Eles se tornam parte da configuração do conjunto de dados e podem ser usados para fornecer informações adicionais sobre o conjunto de dados ou seu conteúdo. Para distinguir essas propriedades personalizadas daquelas fornecidas como parte do <acronym>ZFS</acronym>, dois pontos (<literal>:</literal>) são usados para criar um namespace personalizado para a propriedade.</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>zfs set <replaceable>custom</replaceable>:<replaceable>costcenter</replaceable>=<replaceable>1234</replaceable> <replaceable>tank</replaceable></userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>zfs get <replaceable>custom</replaceable>:<replaceable>costcenter</replaceable> <replaceable>tank</replaceable></userinput>
@@ -24025,7 +24000,7 @@ mypool/usr/home sharesmb off local</screen>
<para>Os <link linkend="zfs-term-snapshot">snapshots</link> são um dos recursos mais poderosos do <acronym>ZFS</acronym>. Um snapshot fornece uma cópia point-in-time somente leitura do conjunto de dados. Com Copy-On-Write (<acronym>COW</acronym>), os snapshots podem ser criados rapidamente, preservando a versão mais antiga dos dados no disco. Se não houver snapshots, o espaço será recuperado para uso futuro quando os dados forem reconfigurados ou excluídos. Os snapshots preservam o espaço em disco gravando apenas as diferenças entre o conjunto de dados atual e uma versão anterior. Os snapshots são permitidos apenas em conjuntos de dados completos, não em arquivos ou diretórios individuais. Quando um snapshot é criado a partir de um conjunto de dados, tudo contido nele é duplicado. Isso inclui as propriedades do sistema de arquivos, arquivos, diretórios, permissões e assim por diante. Os snapshots não usam espaço adicional quando são criados pela primeira vez, consumindo espaço apenas quando os blocos de referência são alterados. Snapshots recursivos obtidos com <option>-r</option> criam um instantâneo com o mesmo nome no conjunto de dados e em todos os seus filhos, fornecendo um snapshot moment-in-time de todos os sistemas de arquivos no momento. Isso pode ser importante quando um aplicativo possui arquivos em vários conjuntos de dados relacionados ou dependentes um do outro. Sem snapshots, um backup teria cópias dos arquivos de diferentes pontos no tempo.</para>
- <para>Os snapshots no <acronym>ZFS</acronym> fornecem uma variedade de recursos que até mesmo outros sistemas de arquivos com a funcionalidade de snapshots não têm. Um exemplo típico de uso de snapshots é ter uma maneira rápida de fazer backup do estado atual do sistema de arquivos quando uma ação arriscada, como uma instalação de software ou uma atualização do sistema, é executada. Se a ação falhar, o snapshot poderá ser revertido e o sistema terá o mesmo estado de quando o snapshot foi criado. Se a atualização foi bem sucedida, o instantâneo pode ser excluído para liberar espaço. Sem snapshots, uma atualização com falha geralmente requer uma restauração de backup, o que é tedioso, consome tempo e pode exigir tempo de inatividade durante o qual o sistema não pode ser usado. Os snapshots podem ser revertidos rapidamente, mesmo enquanto o sistema está sendo executado em operação normal, com pouco ou nenhum tempo de inatividade. A economia de tempo é enorme com sistemas de armazenamento de vários terabytes e o tempo necessário para copiar os dados a partir do backup. Os snapshots não substituem um backup completo de um pool, mas podem ser usados ​​de maneira rápida e fácil para armazenar uma cópia do conjunto de dados em um momento específico.</para>
+ <para>Os snapshots no <acronym>ZFS</acronym> fornecem uma variedade de recursos que até mesmo outros sistemas de arquivos com a funcionalidade de snapshots não têm. Um exemplo típico de uso de snapshots é ter uma maneira rápida de fazer backup do estado atual do sistema de arquivos quando uma ação arriscada, como uma instalação de software ou uma atualização do sistema, é executada. Se a ação falhar, o snapshot poderá ser revertido e o sistema terá o mesmo estado de quando o snapshot foi criado. Se a atualização foi bem sucedida, o instantâneo pode ser excluído para liberar espaço. Sem snapshots, uma atualização com falha geralmente requer uma restauração de backup, o que é tedioso, consome tempo e pode exigir tempo de inatividade durante o qual o sistema não pode ser usado. Os snapshots podem ser revertidos rapidamente, mesmo enquanto o sistema está sendo executado em operação normal, com pouco ou nenhum tempo de inatividade. A economia de tempo é enorme com sistemas de armazenamento de vários terabytes e o tempo necessário para copiar os dados a partir do backup. Os snapshots não substituem um backup completo de um pool, mas podem ser usados de maneira rápida e fácil para armazenar uma cópia do conjunto de dados em um momento específico.</para>
<sect3 xml:id="zfs-zfs-snapshot-creation">
<title>Criando Snapshots</title>
@@ -24072,7 +24047,7 @@ mypool/var/tmp@my_recursive_snapshot 0 - 152K -</screen>
<para>Os snapshots não são mostrados por uma operação normal do <command>zfs list</command>. Para listar snapshots , a opção <option>-t snapshot</option> é anexado ao <command>zfs list</command>. A opção <option>-t all</option> exibe os sistemas de arquivos e snapshots.</para>
- <para>Os snapshots não são montados diretamente, portanto, o caminho é mostrado na coluna <literal>MOUNTPOINT</literal>. Não há menção ao espaço disponível em disco na coluna <literal>AVAIL</literal>, já que os snapshots não podem ser gravados após serem criados. Compare o snapshot com o conjunto de dados original a partir do qual foi criado:</para>
+ <para>Os snapshots não são montados diretamente, portanto, nenhum caminho é mostrado na coluna <literal>MOUNTPOINT</literal>. Não há menção ao espaço disponível em disco na coluna <literal>AVAIL</literal>, já que os snapshots não podem ser gravados após serem criados. Compare o snapshot com o conjunto de dados original a partir do qual foi criado:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>zfs list -rt all <replaceable>mypool/usr/home</replaceable></userinput>
NAME USED AVAIL REFER MOUNTPOINT
@@ -24289,13 +24264,13 @@ backup.txz loader.conf plans.txt
Filesystem Size Used Avail Capacity Mounted on
usr/home/joe 1.3G 128k 1.3G 0% /usr/home/joe</screen>
- <para>O snapshot clonado agora é tratado como um conjunto de dados comum. Ele contém todos os dados do snapshot original mais os arquivos que foram adicionados a ele como o <filename>loader.conf</filename>. Os clones podem ser usados ​​em diferentes cenários para fornecer recursos úteis aos usuários do ZFS. Por exemplo, os jails podem ser disponibilizados como snapshots contendo diferentes conjuntos de aplicativos instalados. Os usuários podem clonar esses snapshots e adicionar seus próprios aplicativos como acharem melhor. Uma vez satisfeitos com as alterações, os clones podem ser promovidos a conjuntos de dados completos e fornecidos aos usuários finais para que trabalhem como se estivessem com um conjunto de dados real. Fornecer estes jails economiza tempo e sobrecarga administrativa.</para>
+ <para>O snapshot clonado agora é tratado como um conjunto de dados comum. Ele contém todos os dados do snapshot original mais os arquivos que foram adicionados a ele como o <filename>loader.conf</filename>. Os clones podem ser usados em diferentes cenários para fornecer recursos úteis aos usuários do ZFS. Por exemplo, os jails podem ser disponibilizados como snapshots contendo diferentes conjuntos de aplicativos instalados. Os usuários podem clonar esses snapshots e adicionar seus próprios aplicativos como acharem melhor. Uma vez satisfeitos com as alterações, os clones podem ser promovidos a conjuntos de dados completos e fornecidos aos usuários finais para que trabalhem como se estivessem com um conjunto de dados real. Fornecer estes jails economiza tempo e sobrecarga administrativa.</para>
</sect2>
<sect2 xml:id="zfs-zfs-send">
<title>Replicação</title>
- <para>Manter os dados em um único pool e em um único local o expõe a riscos como roubo e desastres naturais ou humanos. Fazer backups regulares de todo o pool é vital. O <acronym>ZFS</acronym> fornece um recurso de serialização integrado que pode enviar uma representação de fluxo dos dados para a saída padrão. Usando essa técnica, é possível não apenas armazenar os dados em outro pool conectado ao sistema local, mas também enviá-los por uma rede para outro sistema. Os snapshots são a base para essa replicação (consulte a seção sobre <link linkend="zfs-zfs-snapshot"> snapshots <acronym>ZFS</acronym></link>). Os comandos usados ​​para replicar dados são <command>zfs send</command> e <command>zfs receive</command>.</para>
+ <para>Manter os dados em um único pool e em um único local o expõe a riscos como roubo e desastres naturais ou humanos. Fazer backups regulares de todo o pool é vital. O <acronym>ZFS</acronym> fornece um recurso de serialização integrado que pode enviar uma representação de fluxo dos dados para a saída padrão. Usando essa técnica, é possível não apenas armazenar os dados em outro pool conectado ao sistema local, mas também enviá-los por uma rede para outro sistema. Os snapshots são a base para essa replicação (consulte a seção sobre <link linkend="zfs-zfs-snapshot"> snapshots <acronym>ZFS</acronym></link>). Os comandos usados para replicar dados são <command>zfs send</command> e <command>zfs receive</command>.</para>
<para>Estes exemplos demonstram a replicação do <acronym>ZFS</acronym> com estes dois pools:</para>
@@ -24327,7 +24302,7 @@ mypool 984M 43.7M 940M - - 0% 4% 1.00x ONLINE -</
<para>O <command>zfs send</command> transferiu todos os dados do snapshot chamado <replaceable>backup1</replaceable> para o pool chamado <replaceable>backup</replaceable>. Criar e enviar esses snapshots pode ser feito automaticamente com uma tarefa agendada do <citerefentry><refentrytitle>cron</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
- <para>Em vez de armazenar os backups como arquivos compactados, o <acronym>ZFS</acronym> pode recebê-los como um sistema de arquivos ativo, permitindo que os dados de backup sejam acessados ​​diretamente. Para obter os dados reais contidos nesses fluxos, o <command>zfs receive</command> é usado para transformar os fluxos novamente em arquivos e diretórios. O exemplo a seguir combina o <command>zfs send</command> e o <command>zfs receive</command> usando um canal para copiar os dados de um pool para outro. Os dados podem ser usados ​​diretamente no pool de recebimento após a conclusão da transferência. Um conjunto de dados só pode ser replicado para um conjunto de dados vazio.</para>
+ <para>Em vez de armazenar os backups como arquivos compactados, o <acronym>ZFS</acronym> pode recebê-los como um sistema de arquivos ativo, permitindo que os dados de backup sejam acessados diretamente. Para obter os dados reais contidos nesses fluxos, o <command>zfs receive</command> é usado para transformar os fluxos novamente em arquivos e diretórios. O exemplo a seguir combina o <command>zfs send</command> e o <command>zfs receive</command> usando um canal para copiar os dados de um pool para outro. Os dados podem ser usados diretamente no pool de recebimento após a conclusão da transferência. Um conjunto de dados só pode ser replicado para um conjunto de dados vazio.</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>zfs snapshot <replaceable>mypool</replaceable>@<replaceable>replica1</replaceable></userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>zfs send -v <replaceable>mypool</replaceable>@<replaceable>replica1</replaceable> | zfs receive <replaceable>backup/mypool</replaceable></userinput>
@@ -24476,7 +24451,7 @@ vfs.usermount: 0 -&gt; 1
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>zfs set userquota@joe=none</userinput></screen>
<note>
- <para> As propriedades da cota do usuário não são exibidas pelo <command>zfs get all</command>. Os usuários que não são o <systemitem class="username">root</systemitem> só podem ver suas próprias cotas, a menos que tenham recebido o privilégio <literal>userquota</literal>. Os usuários com esse privilégio podem visualizar e definir a cota de todos.</para>
+ <para>As propriedades da cota do usuário não são exibidas pelo <command>zfs get all</command>. Os usuários que não são o <systemitem class="username">root</systemitem> só podem ver suas próprias cotas, a menos que tenham recebido o privilégio <literal>userquota</literal>. Os usuários com esse privilégio podem visualizar e definir a cota de todos.</para>
</note>
<para>O formato geral para definir uma cota de grupo é: <literal>groupquota@<replaceable>group</replaceable>=<replaceable>size</replaceable></literal>.</para>
@@ -24682,7 +24657,7 @@ dedup = 1.05, compress = 1.11, copies = 1.00, dedup * compress / copies = 1.16</
</listitem>
<listitem>
- <para xml:id="zfs-advanced-tuning-scrub_delay"><emphasis><varname>vfs.zfs.scrub_delay</varname></emphasis> - Número de ticks a serem atrasados ​​entre cada operação de I/O durante um <link linkend="zfs-term-scrub"><command>scrub</command></link>. Para garantir que um <command>scrub</command> não interfira com a operação normal do pool, se qualquer outra <acronym>I/O</acronym> estiver acontecendo, o <command>scrub</command> será atrasado entre cada comando. Esse valor controla o limite no total de <acronym>IOPS</acronym> (I/Os por segundo) gerados pelo <command>scrub</command>. A granularidade da configuração é determinada pelo valor de <varname>kern.hz</varname>, cujo padrão é de 1.000 ticks por segundo. Essa configuração pode ser alterada, resultando em um limite efetivo de <acronym>IOPS</acronym> diferente. O valor padrão é <literal>4</literal>, resultando em um limite de: 1000 ticks/seg/4 = 250 <acronym>IOPS</acronym>. Usar um valor de <replaceable>20</replaceable> daria um limite de: 1000 ticks/seg/20 = 50 <acronym>IOPS</acronym>. A velocidade de <command>scrub</command> é limitada apenas quando houver atividade recente no pool, conforme determinado por <link linkend="zfs-advanced-tuning-scan_idle"><varname>vfs.zfs.scan_idle</varname></link>. Esse valor pode ser ajustado a qualquer momento com <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para xml:id="zfs-advanced-tuning-scrub_delay"><emphasis><varname>vfs.zfs.scrub_delay</varname></emphasis> - Número de ticks a serem atrasados entre cada operação de I/O durante um <link linkend="zfs-term-scrub"><command>scrub</command></link>. Para garantir que um <command>scrub</command> não interfira com a operação normal do pool, se qualquer outra <acronym>I/O</acronym> estiver acontecendo, o <command>scrub</command> será atrasado entre cada comando. Esse valor controla o limite no total de <acronym>IOPS</acronym> (I/Os por segundo) gerados pelo <command>scrub</command>. A granularidade da configuração é determinada pelo valor de <varname>kern.hz</varname>, cujo padrão é de 1.000 ticks por segundo. Essa configuração pode ser alterada, resultando em um limite efetivo de <acronym>IOPS</acronym> diferente. O valor padrão é <literal>4</literal>, resultando em um limite de: 1000 ticks/seg/4 = 250 <acronym>IOPS</acronym>. Usar um valor de <replaceable>20</replaceable> daria um limite de: 1000 ticks/seg/20 = 50 <acronym>IOPS</acronym>. A velocidade de <command>scrub</command> é limitada apenas quando houver atividade recente no pool, conforme determinado por <link linkend="zfs-advanced-tuning-scan_idle"><varname>vfs.zfs.scan_idle</varname></link>. Esse valor pode ser ajustado a qualquer momento com <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -24701,7 +24676,7 @@ dedup = 1.05, compress = 1.11, copies = 1.00, dedup * compress / copies = 1.16</
<!-- These sections will be added in the future
<sect2 xml:id="zfs-advanced-booting">
- <title>Booting Root on <acronym>ZFS</acronym> </title>
+ <title>Booting Root on <acronym>ZFS</acronym></title>
<para></para>
</sect2>
@@ -24760,7 +24735,7 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<itemizedlist>
<listitem>
- <para><link xlink:href="https://wiki.freebsd.org/ZFS">FreeBSD Wiki - <acronym>ZFS</acronym></link></para>
+ <para xml:lang="en"><link xlink:href="http://open-zfs.org">OpenZFS</link></para>
</listitem>
<listitem>
@@ -24768,10 +24743,6 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="http://wiki.illumos.org/display/illumos/ZFS">Illumos Wiki - <acronym>ZFS</acronym></link></para>
- </listitem>
-
- <listitem>
<para><link xlink:href="http://docs.oracle.com/cd/E19253-01/819-5461/index.html">Oracle Solaris <acronym>ZFS</acronym> Administration Guide</link></para>
</listitem>
@@ -24801,6 +24772,10 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<entry>Um pool é composto de um ou mais vdevs, que podem ser um único disco ou um grupo de discos, no caso de uma transformação <acronym>RAID</acronym>. Quando vários vdevs são usados, o <acronym>ZFS</acronym> propaga dados entre os vdevs para aumentar o desempenho e maximizar o espaço utilizável. <itemizedlist>
<listitem>
<para xml:id="zfs-term-vdev-disk"><emphasis>Disk</emphasis> - O tipo mais básico de vdev é um dispositivo de bloco padrão. Isso pode ser um disco inteiro (como <filename><replaceable>/dev/ada0</replaceable></filename> ou <filename><replaceable>/dev/da0</replaceable></filename>) ou uma partição (<filename><replaceable>/dev/ada0p3</replaceable></filename>). No FreeBSD, não há penalidade de desempenho por usar uma partição em vez de todo o disco. Isso difere das recomendações feitas pela documentação do Solaris.</para>
+
+ <caution>
+ <para>Usar um disco inteiro como parte de um pool inicializável é altamente desencorajado, pois isso pode tornar o pool não inicializável. Da mesma forma, você não deve usar um disco inteiro como parte de um mirror ou um <acronym>RAID-Z</acronym> vdev. Isso ocorre porque é impossível determinar com segurança o tamanho de um disco não particionado no momento da inicialização e porque não há lugar para inserir código de inicialização.</para>
+ </caution>
</listitem>
<listitem>
@@ -24860,19 +24835,19 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<row>
<entry xml:id="zfs-term-arc">Adaptive Replacement Cache (<acronym>ARC</acronym>)</entry>
- <entry>O <acronym>ZFS</acronym> usa um Cache Adaptativo de Substituição (<acronym>ARC</acronym>), em vez de um mais tradicional como o Least Recently Used (<acronym>LRU</acronym>). Um cache <acronym>LRU</acronym> é uma lista simples de itens no cache, classificados por quando cada objeto foi usado mais recentemente. Novos itens são adicionados ao topo da lista. Quando o cache está cheio, os itens da parte inferior da lista são despejados para liberar espaço para mais objetos ativos. Um <acronym>ARC</acronym> consiste em quatro listas; os objetos Mais Recentes Utilizados (<acronym>MRU</acronym>) e Mais Frequentemente Usados ​​(<acronym>MFU</acronym>), além de uma lista fantasma para cada um. Essas listas fantasmas rastreiam objetos recentemente despejados para evitar que sejam adicionados de volta ao cache. Isso aumenta a taxa de acertos do cache evitando objetos que têm um histórico de serem usados ​​apenas ocasionalmente. Outra vantagem de usar um <acronym>MRU</acronym> e um <acronym>MFU</acronym> é que a verificação de um sistema de arquivos inteiro normalmente despejaria todos os dados de um <acronym>MRU</acronym> ou <acronym>LRU</acronym> do cache em favor deste conteúdo recém-acessado. Com o <acronym>ZFS</acronym>, há também um <acronym>MFU</acronym> que rastreia apenas os objetos usados ​​com mais freqüência, e o cache dos blocos acessados ​​com mais frequência permanece.</entry>
+ <entry>O <acronym>ZFS</acronym> usa um Cache Adaptativo de Substituição (<acronym>ARC</acronym>), em vez de um mais tradicional como o Least Recently Used (<acronym>LRU</acronym>). Um cache <acronym>LRU</acronym> é uma lista simples de itens no cache, classificados por quando cada objeto foi usado mais recentemente. Novos itens são adicionados ao topo da lista. Quando o cache está cheio, os itens da parte inferior da lista são despejados para liberar espaço para mais objetos ativos. Um <acronym>ARC</acronym> consiste em quatro listas; os objetos Mais Recentes Utilizados (<acronym>MRU</acronym>) e Mais Frequentemente Usados (<acronym>MFU</acronym>), além de uma lista fantasma para cada um. Essas listas fantasmas rastreiam objetos recentemente despejados para evitar que sejam adicionados de volta ao cache. Isso aumenta a taxa de acertos do cache evitando objetos que têm um histórico de serem usados apenas ocasionalmente. Outra vantagem de usar um <acronym>MRU</acronym> e um <acronym>MFU</acronym> é que a verificação de um sistema de arquivos inteiro normalmente despejaria todos os dados de um <acronym>MRU</acronym> ou <acronym>LRU</acronym> do cache em favor deste conteúdo recém-acessado. Com o <acronym>ZFS</acronym>, há também um <acronym>MFU</acronym> que rastreia apenas os objetos usados com mais freqüência, e o cache dos blocos acessados com mais frequência permanece.</entry>
</row>
<row>
<entry xml:id="zfs-term-l2arc"><acronym>L2ARC</acronym></entry>
- <entry>O <acronym>L2ARC</acronym> é o segundo nível do sistema de armazenamento em cache do <acronym>ZFS</acronym>. O <acronym>ARC</acronym> principal é armazenado em <acronym>RAM</acronym>. Como a quantidade de <acronym>RAM</acronym> disponível é limitada, o <acronym>ZFS</acronym> também pode usar <link linkend="zfs-term-vdev-cache">cache vdevs</link>. Discos de estado sólido (<acronym>SSD</acronym>s) geralmente são usados ​​como esses dispositivos de cache devido à sua maior velocidade e menor latência em comparação aos discos mecânicos tradicionais. O <acronym>L2ARC</acronym> é totalmente opcional, mas um deles aumentará significativamente a velocidade de leitura dos arquivos armazenados em cache no <acronym>SSD</acronym> em vez de precisar ser lido nos discos normais. O <acronym>L2ARC</acronym> também pode acelerar a <link linkend="zfs-term-deduplication">desduplicação</link> porque um <acronym>DDT</acronym> que não cabe na <acronym>RAM</acronym> mas cabe no <acronym>L2ARC</acronym> será muito mais rápido que um <acronym>DDT</acronym> que deve ser lido do disco. A taxa na qual os dados são adicionados aos dispositivos de cache é limitada para evitar o desgaste prematuro dos <acronym>SSD</acronym>s com muitas gravações. Até que o cache esteja cheio (o primeiro bloco foi removido para liberar espaço), a gravação no <acronym>L2ARC</acronym> é limitada à soma do limite de gravação e do limite de aumento e depois limitada ao limite de gravação. Um par de valores <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> controla esses limites de taxa. A <link linkend="zfs-advanced-tuning-l2arc_write_max"><varname>vfs.zfs.l2arc_write_max</varname></link> controla quantos bytes são gravados no cache por segundo, enquanto <link linkend="zfs-advanced-tuning-l2arc_write_boost"><varname>vfs.zfs.l2arc_write_boost</varname></link> adiciona a este limite durante a <quote>Turbo Warmup Phase </quote> (aumento de gravação).</entry>
+ <entry>O <acronym>L2ARC</acronym> é o segundo nível do sistema de armazenamento em cache do <acronym>ZFS</acronym>. O <acronym>ARC</acronym> principal é armazenado em <acronym>RAM</acronym>. Como a quantidade de <acronym>RAM</acronym> disponível é limitada, o <acronym>ZFS</acronym> também pode usar <link linkend="zfs-term-vdev-cache">cache vdevs</link>. Discos de estado sólido (<acronym>SSD</acronym>s) geralmente são usados como esses dispositivos de cache devido à sua maior velocidade e menor latência em comparação aos discos mecânicos tradicionais. O <acronym>L2ARC</acronym> é totalmente opcional, mas um deles aumentará significativamente a velocidade de leitura dos arquivos armazenados em cache no <acronym>SSD</acronym> em vez de precisar ser lido nos discos normais. O <acronym>L2ARC</acronym> também pode acelerar a <link linkend="zfs-term-deduplication">desduplicação</link> porque um <acronym>DDT</acronym> que não cabe na <acronym>RAM</acronym> mas cabe no <acronym>L2ARC</acronym> será muito mais rápido que um <acronym>DDT</acronym> que deve ser lido do disco. A taxa na qual os dados são adicionados aos dispositivos de cache é limitada para evitar o desgaste prematuro dos <acronym>SSD</acronym>s com muitas gravações. Até que o cache esteja cheio (o primeiro bloco foi removido para liberar espaço), a gravação no <acronym>L2ARC</acronym> é limitada à soma do limite de gravação e do limite de aumento e depois limitada ao limite de gravação. Um par de valores <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> controla esses limites de taxa. A <link linkend="zfs-advanced-tuning-l2arc_write_max"><varname>vfs.zfs.l2arc_write_max</varname></link> controla quantos bytes são gravados no cache por segundo, enquanto <link linkend="zfs-advanced-tuning-l2arc_write_boost"><varname>vfs.zfs.l2arc_write_boost</varname></link> adiciona a este limite durante a <quote>Turbo Warmup Phase </quote> (aumento de gravação).</entry>
</row>
<row>
<entry xml:id="zfs-term-zil"><acronym>ZIL</acronym></entry>
- <entry>O <acronym>ZIL</acronym> acelera as transações síncronas usando dispositivos de armazenamento como <acronym>SSD</acronym>s mais rápidos do que os usados ​​no pool de armazenamento principal. Quando um aplicativo solicita uma gravação síncrona (uma garantia de que os dados foram armazenados com segurança no disco, em vez de simplesmente serem gravados posteriormente), os dados são gravados no armazenamento mais rápido de <acronym>ZIL</acronym> e, depois, liberados aos discos regulares. Isso reduz enormemente a latência e melhora o desempenho. Apenas cargas de trabalho síncronas, como bancos de dados, serão beneficiadas com um <acronym>ZIL</acronym>. Gravações assíncronas regulares, como copiar arquivos, não usarão o <acronym>ZIL</acronym>.</entry>
+ <entry>O <acronym>ZIL</acronym> acelera as transações síncronas usando dispositivos de armazenamento como <acronym>SSD</acronym>s mais rápidos do que os usados no pool de armazenamento principal. Quando um aplicativo solicita uma gravação síncrona (uma garantia de que os dados foram armazenados com segurança no disco, em vez de simplesmente serem gravados posteriormente), os dados são gravados no armazenamento mais rápido de <acronym>ZIL</acronym> e, depois, liberados aos discos regulares. Isso reduz enormemente a latência e melhora o desempenho. Apenas cargas de trabalho síncronas, como bancos de dados, serão beneficiadas com um <acronym>ZIL</acronym>. Gravações assíncronas regulares, como copiar arquivos, não usarão o <acronym>ZIL</acronym>.</entry>
</row>
<row>
@@ -24902,7 +24877,7 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<row>
<entry xml:id="zfs-term-snapshot">Snapshot</entry>
- <entry>O design <link linkend="zfs-term-cow">copy-on-write</link> (<acronym>COW</acronym>) do <acronym>ZFS</acronym> permite snapshots quase instantâneos e consistentes com nomes arbitrários. Depois de obter um snapshot de um dataset ou um snapshot recursivo de um dataset pai que incluirá todos os datasets filho, novos dados serão gravados em novos blocos, mas os blocos antigos não serão recuperados como espaço livre. O snapshot contém a versão original do sistema de arquivos e o sistema de arquivos em tempo real contém as alterações feitas desde que o snapshot foi feito. Nenhum espaço adicional é usado. Conforme novos dados são gravados no sistema de arquivos ao vivo, novos blocos são alocados para armazenar esses dados. O tamanho aparente do snapshot aumentará à medida que os blocos não forem mais usados ​​no sistema de arquivos ativo, mas apenas no snapshot. Estes snapshots podem ser montados somente como leitura para permitir a recuperação de versões anteriores de arquivos. Também é possível <link linkend="zfs-zfs-snapshot">reverter</link> um sistema de arquivos ativo para um snapshot específico, desfazendo quaisquer alterações que ocorreram depois que o snapshot foi tirado. Cada bloco no pool tem um contador de referência que registra quantos snapshots, clones, datasets ou volumes fazem uso desse bloco. À medida que arquivos e snapshots são excluídos, a contagem de referência é diminuída. Quando um bloco não é mais referenciado, ele é recuperado como espaço livre. Os snapshots também podem ser marcados com um <link linkend="zfs-zfs-snapshot">hold</link>. Quando um snapshot é mantido, qualquer tentativa de destruí-lo retornará um erro <literal>EBUSY</literal>. Cada snapshot pode ter várias retenções, cada uma com um nome exclusivo. O comando <link linkend="zfs-zfs-snapshot">release</link> remove a retenção para que o snapshot possa ser excluído. Snapshots podem ser obtidos de volumes, mas eles só podem ser clonados ou revertidos, não montados independentemente.</entry>
+ <entry>O design <link linkend="zfs-term-cow">copy-on-write</link> (<acronym>COW</acronym>) do <acronym>ZFS</acronym> permite snapshots quase instantâneos e consistentes com nomes arbitrários. Depois de obter um snapshot de um dataset ou um snapshot recursivo de um dataset pai que incluirá todos os datasets filho, novos dados serão gravados em novos blocos, mas os blocos antigos não serão recuperados como espaço livre. O snapshot contém a versão original do sistema de arquivos e o sistema de arquivos em tempo real contém as alterações feitas desde que o snapshot foi feito. Nenhum espaço adicional é usado. Conforme novos dados são gravados no sistema de arquivos ao vivo, novos blocos são alocados para armazenar esses dados. O tamanho aparente do snapshot aumentará à medida que os blocos não forem mais usados no sistema de arquivos ativo, mas apenas no snapshot. Estes snapshots podem ser montados somente como leitura para permitir a recuperação de versões anteriores de arquivos. Também é possível <link linkend="zfs-zfs-snapshot">reverter</link> um sistema de arquivos ativo para um snapshot específico, desfazendo quaisquer alterações que ocorreram depois que o snapshot foi tirado. Cada bloco no pool tem um contador de referência que registra quantos snapshots, clones, datasets ou volumes fazem uso desse bloco. À medida que arquivos e snapshots são excluídos, a contagem de referência é diminuída. Quando um bloco não é mais referenciado, ele é recuperado como espaço livre. Os snapshots também podem ser marcados com um <link linkend="zfs-zfs-snapshot">hold</link>. Quando um snapshot é mantido, qualquer tentativa de destruí-lo retornará um erro <literal>EBUSY</literal>. Cada snapshot pode ter várias retenções, cada uma com um nome exclusivo. O comando <link linkend="zfs-zfs-snapshot">release</link> remove a retenção para que o snapshot possa ser excluído. Snapshots podem ser obtidos de volumes, mas eles só podem ser clonados ou revertidos, não montados independentemente.</entry>
</row>
<row>
@@ -24934,7 +24909,7 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<entry>Cada dataset tem uma propriedade de compactação, cujo padrão é off. Essa propriedade pode ser definida como um dos vários algoritmos de compactação. Isso fará com que todos os novos dados gravados no dataset sejam compactados. Além de uma redução no espaço usado, a taxa de leitura e gravação geralmente aumenta porque menos blocos são lidos ou gravados. <itemizedlist>
<listitem xml:id="zfs-term-compression-lz4">
- <para><emphasis><acronym>LZ4</acronym></emphasis> - Adicionado na versão 5000 do pool do <acronym>ZFS</acronym> (feature flags), o <acronym>LZ4</acronym> é agora o algoritmo de compressão recomendado. O <acronym>LZ4</acronym> compacta aproximadamente 50% mais rápido do que o <acronym>LZJB</acronym> ao operar em dados compactáveis ​​e é três vezes mais rápido ao operar em dados não compactáveis. O <acronym>LZ4</acronym> também descompacta aproximadamente 80% mais rápido que o <acronym>LZJB</acronym>. Nas <acronym>CPU</acronym>s modernas, o <acronym>LZ4</acronym> pode frequentemente comprimir a mais de 500 MB/s e descompactar a mais de 1,5 GB/s (por núcleo de CPU).</para>
+ <para><emphasis><acronym>LZ4</acronym></emphasis> - Adicionado na versão 5000 do pool do <acronym>ZFS</acronym> (feature flags), o <acronym>LZ4</acronym> é agora o algoritmo de compressão recomendado. O <acronym>LZ4</acronym> compacta aproximadamente 50% mais rápido do que o <acronym>LZJB</acronym> ao operar em dados compactáveis e é três vezes mais rápido ao operar em dados não compactáveis. O <acronym>LZ4</acronym> também descompacta aproximadamente 80% mais rápido que o <acronym>LZJB</acronym>. Nas <acronym>CPU</acronym>s modernas, o <acronym>LZ4</acronym> pode frequentemente comprimir a mais de 500 MB/s e descompactar a mais de 1,5 GB/s (por núcleo de CPU).</para>
</listitem>
<listitem xml:id="zfs-term-compression-lzjb">
@@ -24966,7 +24941,7 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<row>
<entry xml:id="zfs-term-scrub">Scrub</entry>
- <entry>Em vez de uma verificação de consistência como o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, o <acronym>ZFS</acronym> tem o <command>scrub</command>. O <command>scrub</command> lê todos os blocos de dados armazenados no pool e verifica seus checksums em relação checksums bons conhecidos armazenados nos metadados. Uma verificação periódica de todos os dados armazenados no pool garante a recuperação de quaisquer blocos corrompidos antes que eles sejam necessários. Um scrub não é necessário após um desligamento inadequado do sistema, mas é recomendado pelo menos uma vez a cada três meses. O checksum de cada bloco é verificado à medida que os blocos são lidos durante o uso normal, mas um scrub garante que mesmo os blocos usados ​​com pouca freqüência sejam verificados quanto a sua corrupção silenciosa. A segurança dos dados é aprimorada, especialmente em situações de armazenamento de arquivos. A prioridade relativa do <command>scrub</command> pode ser ajustada por meio da variável <link linkend="zfs-advanced-tuning-scrub_delay"><varname>vfs.zfs.scrub_delay</varname></link> para evitar que o scrub degrade o desempenho de outras cargas de trabalho no pool.</entry>
+ <entry>Em vez de uma verificação de consistência como o <citerefentry><refentrytitle>fsck</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, o <acronym>ZFS</acronym> tem o <command>scrub</command>. O <command>scrub</command> lê todos os blocos de dados armazenados no pool e verifica seus checksums em relação checksums bons conhecidos armazenados nos metadados. Uma verificação periódica de todos os dados armazenados no pool garante a recuperação de quaisquer blocos corrompidos antes que eles sejam necessários. Um scrub não é necessário após um desligamento inadequado do sistema, mas é recomendado pelo menos uma vez a cada três meses. O checksum de cada bloco é verificado à medida que os blocos são lidos durante o uso normal, mas um scrub garante que mesmo os blocos usados com pouca freqüência sejam verificados quanto a sua corrupção silenciosa. A segurança dos dados é aprimorada, especialmente em situações de armazenamento de arquivos. A prioridade relativa do <command>scrub</command> pode ser ajustada por meio da variável <link linkend="zfs-advanced-tuning-scrub_delay"><varname>vfs.zfs.scrub_delay</varname></link> para evitar que o scrub degrade o desempenho de outras cargas de trabalho no pool.</entry>
</row>
<row>
@@ -25070,7 +25045,7 @@ vfs.zfs.vdev.cache.size="5M"</programlisting>
<para>Os sistemas de arquivos são parte integrante de qualquer sistema operacional. Eles permitem que os usuários carreguem e armazenem arquivos, forneçem acesso a dados e tornam os discos rígidos úteis. Diferentes sistemas operacionais diferem em seu sistema de arquivos nativo. Tradicionalmente, o sistema de arquivo nativo do FreeBSD tem sido o Sistema de Arquivos Unix (Unix File System) <acronym>UFS</acronym> o qual foi modernizado como <acronym>UFS2</acronym>. Desde o FreeBSD 7.0, o Sistema de Arquivos Z (<acronym>ZFS</acronym>) também está disponível como um sistema de arquivos nativo. Veja <xref linkend="zfs"/> para maiores informações.</para>
- <para>Além dos seus sistemas de arquivos nativos, o FreeBSD suporta uma infinidade de outros sistemas de arquivos para que dados de outros sistemas operacionais possam ser acessados ​​localmente, tais como dados armazenados em dispositivos de armazenamento <acronym> USB </acronym> conectados localmente, drives flash e discos rígidos. Isto inclui suporte para o sistema de arquivos estendidos do <trademark class="registered">Linux</trademark> (<acronym>EXT</acronym>).</para>
+ <para>Além dos seus sistemas de arquivos nativos, o FreeBSD suporta uma infinidade de outros sistemas de arquivos para que dados de outros sistemas operacionais possam ser acessados localmente, tais como dados armazenados em dispositivos de armazenamento <acronym> USB </acronym> conectados localmente, drives flash e discos rígidos. Isto inclui suporte para o sistema de arquivos estendidos do <trademark class="registered">Linux</trademark> (<acronym>EXT</acronym>).</para>
<para>Existem diferentes níveis de suporte do FreeBSD para os vários sistemas de arquivos. Alguns exigem que um módulo do kernel seja carregado e outros podem requerer que um conjunto de ferramentas seja instalado. O suporte a alguns dos sistemas de arquivos não nativos é completo, suportando leitura/gravação, enquanto o suporte a outros é somente de leitura.</para>
@@ -25364,7 +25339,7 @@ https://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/books/handbook/usb-disks.html
<procedure>
<step>
- <title>Definir variáveis ​​do Boot Loader</title>
+ <title>Definir variáveis do Boot Loader</title>
<para>O passo mais importante é reduzir o <option>kern.hz</option> ajustável para reduzir a utilização de CPU no FreeBSD sob ambiente <application>Parallels</application>. Isso é feito adicionando a seguinte linha ao <filename>/boot/loader.conf</filename>:</para>
@@ -25500,7 +25475,7 @@ https://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/books/handbook/usb-disks.html
<procedure>
<step>
- <title>Definir variáveis ​​do Boot Loader</title>
+ <title>Definir variáveis do Boot Loader</title>
<para>O passo mais importante é reduzir o valor do parâmetro <option>kern.hz</option> para reduzir a utilização da CPU do FreeBSD sob o ambiente do <application>Virtual PC</application>. Isso é feito adicionando a seguinte linha ao <filename>/boot/loader.conf</filename>:</para>
@@ -25642,7 +25617,7 @@ https://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/books/handbook/usb-disks.html
<procedure>
<step>
- <title>Definir variáveis ​​do Boot Loader</title>
+ <title>Definir variáveis do Boot Loader</title>
<para>O passo mais importante é reduzir o valor do parâmetro <option>kern.hz</option> para reduzir a utilização da CPU do FreeBSD sob o ambiente do <application>VMware Fusion</application>. Isso é feito adicionando a seguinte linha ao <filename>/boot/loader.conf</filename>:</para>
@@ -25691,7 +25666,7 @@ https://www.freebsd.org/doc/en_US.ISO8859-1/books/handbook/usb-disks.html
</listitem>
<listitem>
- <para>Modo Seamless</para>
+ <para>Modo Seamless.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
@@ -25763,7 +25738,7 @@ EndSection</programlisting>
&lt;/device&gt;
&lt;/deviceinfo&gt;</programlisting>
- <para>Pastas compartilhadas para transferências de arquivos entre o host e a VM são acessíveis montando-as usando <literal>mount_vboxfs</literal>. Uma pasta compartilhada pode ser criada no host usando a GUI do VirtualBox ou via <command>vboxmanage</command>. Por exemplo, para criar uma pasta compartilhada chamada <replaceable>myshare</replaceable> em <filename><replaceable>/mnt/bsdboxshare </replaceable></filename> para a VM denominada <replaceable>BSDBox</replaceable>, execute :</para>
+ <para>Pastas compartilhadas para transferências de arquivos entre o host e a VM são acessíveis montando-as usando <literal>mount_vboxvfs</literal>. Uma pasta compartilhada pode ser criada no host usando a GUI do VirtualBox ou via <command>vboxmanage</command>. Por exemplo, para criar uma pasta compartilhada chamada <replaceable>myshare</replaceable> em <filename><replaceable>/mnt/bsdboxshare </replaceable></filename> para a VM denominada <replaceable>BSDBox</replaceable>, execute :</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>vboxmanage sharedfolder add '<replaceable>BSDBox</replaceable>' --name <replaceable>myshare</replaceable> --hostpath <replaceable>/mnt/bsdboxshare</replaceable></userinput></screen>
@@ -25773,7 +25748,7 @@ EndSection</programlisting>
</sect1>
<sect1 xml:id="virtualization-host-virtualbox">
- <title>FreeBSD como um Host <application>VirtualBox</application></title>
+ <title>FreeBSD como Host com <trademark>VirtualBox</trademark></title>
<para>O <application><trademark>VirtualBox</trademark></application> é um pacote de virtualização completo e ativamente desenvolvido, disponível para a maioria dos sistemas operacionais, incluindo <trademark class="registered">Windows</trademark>, <trademark class="registered">Mac OS</trademark>, <trademark class="registered">Linux</trademark> e FreeBSD. Ele é igualmente capaz de executar sistemas operacionais convidados como o <trademark class="registered">Windows</trademark> ou <trademark class="registered">UNIX</trademark>-like. Ele é distribuído como um software de código aberto, mas com componentes de código fechado disponíveis em um pacote de extensão separado. Esses componentes incluem suporte para dispositivos USB 2.0. Maiores informações podem ser encontradas na página wiki sobre <link xlink:href="http://www.virtualbox.org/wiki/Downloads"><quote>Downloads</quote> do <application><trademark>VirtualBox</trademark></application></link>. Atualmente, essas extensões não estão disponíveis para o FreeBSD.</para>
@@ -25869,9 +25844,9 @@ perm pass* 0660</programlisting>
<sect1 xml:id="virtualization-host-bhyve">
<title>FreeBSD como um Host <application>bhyve</application></title>
- <para>O hypervisor <application>bhyve</application> <acronym>BSD</acronym>-licensed tornou-se parte do sistema base com o FreeBSD 10.0-RELEASE. Este hypervisor suporta uma grande variedade de sistemas operacionais convidados, incluindo FreeBSD, OpenBSD e muitas distribuições <trademark class="registered">Linux</trademark>. Por padrão, o <application>bhyve</application> fornece acesso ao console serial e não emula um console gráfico. Os recursos de offload de virtualização das <acronym>CPU</acronym>s mais recentes são usados ​​para evitar os métodos legados de tradução de instruções e de gerenciamento manual de mapeamentos de memória.</para>
+ <para>O hypervisor <application>bhyve</application> <acronym>BSD</acronym>-licensed tornou-se parte do sistema base com o FreeBSD 10.0-RELEASE. Este hypervisor suporta uma grande variedade de sistemas operacionais convidados, incluindo FreeBSD, OpenBSD e muitas distribuições <trademark class="registered">Linux</trademark>. Por padrão, o <application>bhyve</application> fornece acesso ao console serial e não emula um console gráfico. Os recursos de offload de virtualização das <acronym>CPU</acronym>s mais recentes são usados para evitar os métodos legados de tradução de instruções e de gerenciamento manual de mapeamentos de memória.</para>
- <para>O design do <application>bhyve</application> requer um processador que suporte tabelas de páginas estendidas da <trademark class="registered">Intel</trademark> (<acronym>EPT</acronym>) ou a Indexação Rápida de Virtualização da <trademark class="registered">AMD</trademark> (<acronym>RVI</acronym>) ou Tabelas de Páginas Aninhadas (<acronym>NPT</acronym>). Hospedar sistemas operacionais convidados <trademark class="registered">Linux</trademark> ou convidados FreeBSD com mais de uma <acronym>vCPU</acronym> requer suporte a modo irrestrito de <acronym>VMX</acronym> (<acronym>UG</acronym>). A maioria dos processadores mais recentes, especificamente o <trademark class="registered">Intel</trademark> <trademark>Core</trademark> i3/i5/i7 e o <trademark class="registered">Intel</trademark> <trademark>Xeon</trademark> E3/E5/E7, suportam esses recursos. O suporte <acronym>UG</acronym> foi introduzido com a microarquitetura Westmere da Intel. Para obter uma lista completa dos processadores <trademark class="registered">Intel</trademark> que suportam <acronym>EPT</acronym>, consulte <link xlink:href="http://ark.intel.com/search/advanced?s=t&amp;ExtendedPageTables=true"/>. O <acronym>RVI</acronym> é encontrado na terceira geração e depois nos processadores <trademark>AMD Opteron</trademark> (Barcelona). A maneira mais fácil de saber se um processador suporta o <application>bhyve</application> é executar o <command>dmesg</command> ou procurar no <filename>/var/run/dmesg.boot</filename> pelo o Sinalizador de recurso do processador <literal>POPCNT</literal> na linha <literal>Features2</literal> para processadores <trademark class="registered">AMD</trademark> ou <literal>EPT</literal> e <literal>UG</literal> na linha <literal>VT-x </literal> para os processadores <trademark class="registered">Intel</trademark>.</para>
+ <para>O design do <application>bhyve</application> requer um processador que suporte tabelas de páginas estendidas da <trademark class="registered">Intel</trademark> (<acronym>EPT</acronym>) ou a Indexação Rápida de Virtualização da <trademark class="registered">AMD</trademark> (<acronym>RVI</acronym>) ou Tabelas de Páginas Aninhadas (<acronym>NPT</acronym>). Hospedar sistemas operacionais convidados <trademark class="registered">Linux</trademark> ou convidados FreeBSD com mais de uma <acronym>vCPU</acronym> requer suporte a modo irrestrito de <acronym>VMX</acronym> (<acronym>UG</acronym>). A maioria dos processadores mais recentes, especificamente o <trademark class="registered">Intel</trademark> <trademark>Core</trademark> i3/i5/i7 e o <trademark class="registered">Intel</trademark> <trademark>Xeon</trademark> E3/E5/E7, suportam esses recursos. O suporte <acronym>UG</acronym> foi introduzido com a microarquitetura Westmere da Intel. Para obter uma lista completa dos processadores <trademark class="registered">Intel</trademark> que suportam <acronym>EPT</acronym>, consulte <link xlink:href="https://ark.intel.com/content/www/us/en/ark/search/featurefilter.html?productType=873&amp;0_ExtendedPageTables=True"/>. O <acronym>RVI</acronym> é encontrado na terceira geração e depois nos processadores <trademark>AMD Opteron</trademark> (Barcelona). A maneira mais fácil de saber se um processador suporta o <application>bhyve</application> é executar o <command>dmesg</command> ou procurar no <filename>/var/run/dmesg.boot</filename> pelo o Sinalizador de recurso do processador <literal>POPCNT</literal> na linha <literal>Features2</literal> para processadores <trademark class="registered">AMD</trademark> ou <literal>EPT</literal> e <literal>UG</literal> na linha <literal>VT-x </literal> para os processadores <trademark class="registered">Intel</trademark>.</para>
<sect2 xml:id="virtualization-bhyve-prep">
<title>Preparando o host</title>
@@ -26000,7 +25975,7 @@ grub&gt; <userinput>boot</userinput></screen>
</sect2>
<sect2 xml:id="virtualization-bhyve-framebuffer">
- <title> Framebuffer <acronym>UEFI</acronym> Gráfico para <application>bhyve</application></title>
+ <title>Framebuffer <acronym>UEFI</acronym> Gráfico para <application>bhyve</application></title>
<para>O suporte ao firmware <acronym>UEFI</acronym> é particularmente útil em sistemas operacionais convidados predominantemente gráficos, como o Microsoft <trademark class="registered">Windows</trademark>.</para>
@@ -26164,8 +26139,8 @@ kld_list="nmdm vmm"</programlisting>
<para>Essas configurações são suficientes para iniciar um sistema habilitado para Dom0. No entanto, falta a funcionalidade de rede para as máquinas DomU. Para corrigir isso, defina uma interface em bridge com a NIC principal do sistema que as VMs DomU poderão usar para se conectar à rede. Substitua <replaceable>em0</replaceable> pelo nome da interface de rede do host.</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysrc cloned_interfaces="bridge0"</userinput>
- <prompt>#</prompt> <userinput>sysrc ifconfig_bridge0="addm <replaceable>em0</replaceable> SYNCDHCP"</userinput>
- <prompt>#</prompt> <userinput>sysrc ifconfig_<replaceable>em0</replaceable>="up"</userinput></screen>
+<prompt>#</prompt> <userinput>sysrc ifconfig_bridge0="addm <replaceable>em0</replaceable> SYNCDHCP"</userinput>
+<prompt>#</prompt> <userinput>sysrc ifconfig_<replaceable>em0</replaceable>="up"</userinput></screen>
<para>Reinicie o host para carregar o kernel <trademark>Xen</trademark> e inicie o Dom0.</para>
@@ -26459,7 +26434,7 @@ libxl: debug: libxl_dom.c:988:libxl__load_hvm_firmware_module: Loading BIOS: /us
<para>As configurações de localidade são configuradas no <filename>~/.login_conf</filename> do usuário ou no arquivo de inicialização do shell do usuário: <filename>~/.profile</filename>, <filename>~/.bashrc</filename>, or <filename>~/.cshrc</filename>.</para>
- <para>Duas variáveis ​​de ambiente devem ser definidas:</para>
+ <para>Duas variáveis de ambiente devem ser definidas:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -26474,19 +26449,19 @@ libxl: debug: libxl_dom.c:988:libxl__load_hvm_firmware_module: Loading BIOS: /us
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>Além da configuração do shell do usuário, essas variáveis ​​também devem ser definidas para configurações específicas de aplicativos e configurações do <application>Xorg</application>.</para>
+ <para>Além da configuração do shell do usuário, essas variáveis também devem ser definidas para configurações específicas de aplicativos e configurações do <application>Xorg</application>.</para>
<indexterm><primary>locale</primary></indexterm>
<indexterm><primary>login class</primary></indexterm>
- <para>Dois métodos estão disponíveis para fazer as atribuições de variáveis ​​necessárias: o método <link linkend="login-class">classes de login</link>, que é o método recomendado, e o método <link linkend="startup-file">arquivo de inicialização</link>. As próximas duas seções demonstram como usar os dois métodos.</para>
+ <para>Dois métodos estão disponíveis para fazer as atribuições de variáveis necessárias: o método <link linkend="login-class">classes de login</link>, que é o método recomendado, e o método <link linkend="startup-file">arquivo de inicialização</link>. As próximas duas seções demonstram como usar os dois métodos.</para>
<sect3 xml:id="login-class">
<title>Método de Classes de Login</title>
- <para>Este primeiro método é o método recomendado, pois atribui as variáveis ​​de ambiente necessárias para o nome da localidade e os conjuntos de caracteres <acronym>MIME</acronym> para todos os shell possíveis. Essa configuração pode ser executada para cada usuário ou pode ser configurada para todos os usuários pelo superusuário.</para>
+ <para>Este primeiro método é o método recomendado, pois atribui as variáveis de ambiente necessárias para o nome da localidade e os conjuntos de caracteres <acronym>MIME</acronym> para todos os shell possíveis. Essa configuração pode ser executada para cada usuário ou pode ser configurada para todos os usuários pelo superusuário.</para>
- <para>Esse exemplo mínimo define as duas variáveis ​​para a codificação Latin-1 no <filename>.login_conf</filename> do diretório inicial de um usuário individual:</para>
+ <para>Esse exemplo mínimo define as duas variáveis para a codificação Latin-1 no <filename>.login_conf</filename> do diretório inicial de um usuário individual:</para>
<programlisting>me:\
:charset=ISO-8859-1:\
@@ -26494,7 +26469,7 @@ libxl: debug: libxl_dom.c:988:libxl__load_hvm_firmware_module: Loading BIOS: /us
<indexterm><primary>Traditional Chinese</primary> <secondary>BIG-5 encoding</secondary></indexterm>
- <para>Aqui está um exemplo de <filename>~/.login_conf</filename> de um usuário que define as variáveis ​​para o Chinês Tradicional na codificação BIG-5. Mais variáveis ​​são necessárias porque alguns aplicativos não respeitam corretamente variáveis ​​de idioma para o Chinês, Japonês e Coreano:</para>
+ <para>Aqui está um exemplo de <filename>~/.login_conf</filename> de um usuário que define as variáveis para o Chinês Tradicional na codificação BIG-5. Mais variáveis são necessárias porque alguns aplicativos não respeitam corretamente variáveis de idioma para o Chinês, Japonês e Coreano:</para>
<programlisting>#Users who do not wish to use monetary units or time formats
#of Taiwan can manually change each variable
@@ -26518,7 +26493,7 @@ me:\
:lang=de_DE.ISO8859-1:\
:tc=default:</programlisting>
- <para>Veja o <citerefentry><refentrytitle>login.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para mais detalhes sobre estas variáveis.</para>
+ <para>Veja o <citerefentry><refentrytitle>login.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para mais detalhes sobre estas variáveis. Observe que ele já contém a classe <replaceable>russian</replaceable> predefinida.</para>
<para>Sempre que <filename>/etc/login.conf</filename> for editado, lembre-se de executar o seguinte comando para atualizar o banco de dados de recursos:</para>
@@ -26555,6 +26530,10 @@ me:\
<para>Se o <command>pw</command> for usado para adicionar novos usuários, especifique a localidade da seguinte forma:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>pw useradd <replaceable>user_name</replaceable> -L <replaceable>language</replaceable></userinput></screen>
+
+ <para>Para alterar a classe de login de um usuário existente, <command>chpass</command> pode ser usado. Execute-o como superusuário e forneça o nome do usuário para edição como argumento.</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>chpass <replaceable>user_name</replaceable></userinput></screen>
</sect4>
</sect3>
@@ -27195,7 +27174,7 @@ MergeChanges /etc/ /var/named/etc/ /boot/device.hints</programlisting>
<para>Lista de diretórios com arquivos de configuração que o <command>freebsd-update</command> deve tentar mesclar. O processo de mesclagem de arquivos é uma série de patches <citerefentry><refentrytitle>diff</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> semelhantes a <citerefentry><refentrytitle>mergemaster</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, mas com menos opções. As mesclagens são aceitas, abrem um editor ou fazem com que o <command>freebsd-update</command> aborte. Em caso de dúvida, faça backup do <filename>/etc</filename> e apenas aceite as mesclagens. Veja <citerefentry><refentrytitle>mergemaster</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para maiores informações sobre o <command>mergemaster</command>.</para>
<programlisting># Diretório no qual armazenar atualizações baixadas e arquivos
-# temporários usados ​​pelo FreeBSD Update.
+# temporários usados pelo FreeBSD Update.
# WorkDir /var/db/freebsd-update</programlisting>
<para>Este diretório é onde todos os patches e arquivos temporários são colocados. Nos casos em que o usuário estiver fazendo uma atualização de versão, esse local deverá ter pelo menos um gigabyte de espaço em disco disponível.</para>
@@ -27220,11 +27199,19 @@ MergeChanges /etc/ /var/named/etc/ /boot/device.hints</programlisting>
<para>Se a atualização aplicar alguma correção de kernel, o sistema precisará de uma reinicialização para inicializar no kernel corrigido. Se o patch for aplicado a qualquer binário em execução, os aplicativos afetados devem ser reiniciados para que a versão corrigida do binário seja usada.</para>
+ <note>
+ <para xml:lang="en">Usually, the user needs to be prepared to reboot the
+ system. To know if a reboot is required by a kernel update,
+ execute the commands <command>freebsd-version -k</command>
+ and <command>uname -r</command> and if it differs a reboot
+ is required.</para>
+ </note>
+
<para>O sistema pode ser configurado para verificar automaticamente as atualizações uma vez por dia, adicionando esta entrada ao <filename>/etc/crontab</filename>:</para>
<programlisting>@daily root freebsd-update cron</programlisting>
- <para>Se houver patches, eles serão automaticamente baixados, mas não serão aplicados. O usuário <systemitem class="username">root</systemitem> receberá um email para que os patches possam ser revisados ​​e instalados manualmente com o <command>freebsd-update install</command>.</para>
+ <para>Se houver patches, eles serão automaticamente baixados, mas não serão aplicados. O usuário <systemitem class="username">root</systemitem> receberá um email para que os patches possam ser revisados e instalados manualmente com o <command>freebsd-update install</command>.</para>
<para>Se algo der errado, o <command>freebsd-update</command> terá a capacidade de reverter o último conjunto de alterações com o seguinte comando:</para>
@@ -27351,7 +27338,7 @@ before running "/usr/sbin/freebsd-update install"</screen>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>portmaster -af</userinput></screen>
- <para>Este comando exibirá as telas de configuração de cada aplicativo que possui opções configuráveis ​​e aguardará que o usuário interaja com estas telas. Para evitar esse comportamento e usar apenas as opções padrões, inclua <option>-G</option> no comando acima.</para>
+ <para>Este comando exibirá as telas de configuração de cada aplicativo que possui opções configuráveis e aguardará que o usuário interaja com estas telas. Para evitar esse comportamento e usar apenas as opções padrões, inclua <option>-G</option> no comando acima.</para>
<para>Quando as atualizações de software estiverem concluídas, conclua o processo de atualização com uma chamada final para o <command>freebsd-update</command> para amarrar todas as pontas soltas no processo de atualização:</para>
@@ -27469,7 +27456,7 @@ before running "/usr/sbin/freebsd-update install"</screen>
</varlistentry>
</variablelist>
- <para>Para mais variáveis do ​​<command>make</command> suportadas como opções system-wide no FreeBSD, consulte <citerefentry><refentrytitle>make.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Para mais variáveis do <command>make</command> suportadas como opções system-wide no FreeBSD, consulte <citerefentry><refentrytitle>make.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
</sect2>
<sect2 xml:id="doc-ports-install-package">
@@ -27558,7 +27545,7 @@ before running "/usr/sbin/freebsd-update install"</screen>
</varlistentry>
</variablelist>
- <para>Este exemplo usa variáveis ​​para instalar a documentação húngara como um arquivo <acronym>PDF</acronym> no diretório especificado:</para>
+ <para>Este exemplo usa variáveis para instalar a documentação húngara como um arquivo <acronym>PDF</acronym> no diretório especificado:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>cd /usr/ports/misc/freebsd-doc-hu</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>make -DWITH_PDF DOCBASE=share/doc/freebsd/hu install clean</userinput></screen>
@@ -27641,7 +27628,7 @@ before running "/usr/sbin/freebsd-update install"</screen>
<para>O FreeBSD-STABLE é o ramo de desenvolvimento a partir do qual as releases principais são feitas. Mudanças entram neste ramo em um ritmo mais lento e com a suposição geral de que elas foram testadas primeiro no FreeBSD-CURRENT. Ele <emphasis>ainda</emphasis> é um ramo de desenvolvimento e, a qualquer momento, as fontes para o FreeBSD-STABLE podem ou não ser adequadas para uso geral. É simplesmente outra trilha de desenvolvimento de engenharia, não um recurso para usuários finais. Usuários que não possuem recursos para realizar testes devem, ao invés disso, executar a release mais recente do FreeBSD.</para>
- <para>Os interessados ​​em acompanhar ou contribuir para o processo de desenvolvimento do FreeBSD, especialmente no que se refere à próxima versão do FreeBSD, devem considerar seguir o FreeBSD-STABLE.</para>
+ <para>Os interessados em acompanhar ou contribuir para o processo de desenvolvimento do FreeBSD, especialmente no que se refere à próxima versão do FreeBSD, devem considerar seguir o FreeBSD-STABLE.</para>
<para>Embora seja esperado que o ramo FreeBSD-STABLE compile e execute o tempo todo, isso não pode ser garantido. Uma vez que mais pessoas executam o FreeBSD-STABLE do que o FreeBSD-CURRENT, é inevitável que bugs e problemas mais raros às vezes sejam encontrados no FreeBSD-STABLE os quais não foram detectados no FreeBSD-CURRENT. Por esta razão, não se deve seguir cegamente o FreeBSD-STABLE. É particularmente importante <emphasis>não</emphasis> atualizar quaisquer servidores de produção para o FreeBSD-STABLE sem testar completamente o código em um ambiente de desenvolvimento ou de teste.</para>
@@ -27856,7 +27843,7 @@ Working Copy Root Path: /usr/src
<sect3 xml:id="updating-src-building-jobs">
<title>Definindo o Número de Jobs</title>
- <para>Aumentar o número de jobs de compilação em processadores com vários núcleos pode melhorar a velocidade de construção. Determine o número de núcleos com <command>sysctl hw.ncpu</command>. Os processadores variam, assim como os sistemas de compilação usados ​​com diferentes versões do FreeBSD, portanto, o teste é o único método seguro para determinar como um número diferente de tarefas afeta a velocidade de compilação. Como ponto de partida, considere valores entre metade e o dobro do número de núcleos. O número de jobs é especificado com a opção <option>-j</option>.</para>
+ <para>Aumentar o número de jobs de compilação em processadores com vários núcleos pode melhorar a velocidade de construção. Determine o número de núcleos com <command>sysctl hw.ncpu</command>. Os processadores variam, assim como os sistemas de compilação usados com diferentes versões do FreeBSD, portanto, o teste é o único método seguro para determinar como um número diferente de tarefas afeta a velocidade de compilação. Como ponto de partida, considere valores entre metade e o dobro do número de núcleos. O número de jobs é especificado com a opção <option>-j</option>.</para>
<example xml:id="updating-src-building-jobs-example">
<title>Aumentando o número de jobs de compilação</title>
@@ -28124,7 +28111,7 @@ makeoptions WITH_CTF=1</programlisting>
<sect1 xml:id="dtrace-using">
<title>Usando o DTrace</title>
- <para>Os scripts do DTrace consistem em uma lista de um ou mais testes <firstterm>probes</firstterm>, ou pontos de instrumentação, em que cada teste é associado a uma ação. Sempre que a condição de uma sonda é atendida, a ação associada é executada. Por exemplo, uma ação pode ocorrer quando um arquivo é aberto, um processo é iniciado ou uma linha de código é executada. A ação pode ser registrar algumas informações ou modificar variáveis ​​de contexto. A leitura e a escrita de variáveis ​​de contexto permitem que os probes compartilhem informações e analisem cooperativa-mente a correlação de diferentes eventos.</para>
+ <para>Os scripts do DTrace consistem em uma lista de um ou mais testes <firstterm>probes</firstterm>, ou pontos de instrumentação, em que cada teste é associado a uma ação. Sempre que a condição de uma sonda é atendida, a ação associada é executada. Por exemplo, uma ação pode ocorrer quando um arquivo é aberto, um processo é iniciado ou uma linha de código é executada. A ação pode ser registrar algumas informações ou modificar variáveis de contexto. A leitura e a escrita de variáveis de contexto permitem que os probes compartilhem informações e analisem cooperativa-mente a correlação de diferentes eventos.</para>
<para>Para ver todos os probes, o administrador pode executar o seguinte comando:</para>
@@ -28256,7 +28243,7 @@ Elapsed Times for processes csh,
<para>Existem duas maneiras básicas pelas quais o hardware pode fornecer a funcionalidade do modo de dispositivo: com uma "porta de cliente" separada, que suporta apenas o modo de dispositivo, e com uma porta USB OTG, que pode fornecer o modo de dispositivo e o modo de host. Para portas <acronym>USB OTG</acronym>, a stack <acronym>USB</acronym> alterna automaticamente entre o lado do host e o lado do dispositivo, dependendo do que estiver conectado à porta. Conectar um dispositivo <acronym>USB</acronym> como um cartão de memória à porta faz com que o FreeBSD mude para o modo de host. Conectar um host <acronym>USB</acronym> como um computador faz com que o FreeBSD mude para o modo de dispositivo. As "portas do cliente" de finalidade única sempre funcionam no modo de dispositivo.</para>
- <para>O que o FreeBSD apresenta para o host <acronym>USB</acronym> depende do sysctl <varname>hw.usb.template</varname>. Alguns modelos fornecem um único dispositivo, como um terminal serial; outros fornecem vários, que podem ser todos usados ​​ao mesmo tempo. Um exemplo é o template 10, que fornece um dispositivo de armazenamento em massa, um console serial e uma interface de rede. Veja o <citerefentry><refentrytitle>usb_template</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para obter a lista de valores disponíveis.</para>
+ <para>O que o FreeBSD apresenta para o host <acronym>USB</acronym> depende do sysctl <varname>hw.usb.template</varname>. Alguns modelos fornecem um único dispositivo, como um terminal serial; outros fornecem vários, que podem ser todos usados ao mesmo tempo. Um exemplo é o template 10, que fornece um dispositivo de armazenamento em massa, um console serial e uma interface de rede. Veja o <citerefentry><refentrytitle>usb_template</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para obter a lista de valores disponíveis.</para>
<para>Observe que, em alguns casos, dependendo do hardware e do sistema operacional do host, para o host notar a alteração da configuração, ele deve ser fisicamente desconectado e reconectado ou forçado a verificar novamente o barramento <acronym>USB</acronym> de uma maneira específica do sistema. Quando o FreeBSD é executado no host, o <citerefentry vendor="current"><refentrytitle>usbconfig</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> <command>reset</command> pode ser usado. Isto também deve ser feito após carregar o <filename>usb_template.ko</filename> se o host <acronym>USB</acronym> já estiver conectado ao soquete <acronym>USB</acronym> <acronym> OTG </acronym> .</para>
@@ -28531,7 +28518,7 @@ hw.usb.template=1</screen>
<sect1 xml:id="serial">
<title>Terminologia serial e hardware</title>
- <para>Os termos a seguir são frequentemente usados ​​em comunicações seriais:</para>
+ <para>Os termos a seguir são frequentemente usados em comunicações seriais:</para>
<variablelist>
<varlistentry>
<term><acronym>bps</acronym></term>
@@ -28924,7 +28911,7 @@ hw.usb.template=1</screen>
</listitem>
</itemizedlist>
- <para>O FreeBSD também fornece dispositivos de inicialização (<filename>/dev/ttyu<replaceable>N</replaceable>.init</filename> e <filename>/dev/cuau<replaceable>N</replaceable>.init</filename> ou <filename>/dev/cuad<replaceable>N</replaceable>.init</filename>) e dispositivos de bloqueio (<filename>/dev/ttyu<replaceable>N</replaceable>.lock</filename> e <filename>/dev/cuau<replaceable>N</replaceable>.lock</filename> ou <filename>/dev/cuad<replaceable>N</replaceable>.lock</filename>). Os dispositivos de inicialização são utilizados para inicializar os parâmetros da porta de comunicações de cada vez que uma porta é aberta, tal como o <literal>crtscts</literal> para modems que usam <literal>RTS/CTS</literal> sinalização para controle de fluxo. Os dispositivos de bloqueio são usados ​​para bloquear sinalizadores nas portas para impedir que usuários ou programas alterem determinados parâmetros. Consulte <citerefentry><refentrytitle>termios</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>sio</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, e <citerefentry><refentrytitle>stty</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para obter informações sobre configurações de terminal, bloqueio e inicialização de dispositivos e configuração de opções de terminal, respectivamente.</para>
+ <para>O FreeBSD também fornece dispositivos de inicialização (<filename>/dev/ttyu<replaceable>N</replaceable>.init</filename> e <filename>/dev/cuau<replaceable>N</replaceable>.init</filename> ou <filename>/dev/cuad<replaceable>N</replaceable>.init</filename>) e dispositivos de bloqueio (<filename>/dev/ttyu<replaceable>N</replaceable>.lock</filename> e <filename>/dev/cuau<replaceable>N</replaceable>.lock</filename> ou <filename>/dev/cuad<replaceable>N</replaceable>.lock</filename>). Os dispositivos de inicialização são utilizados para inicializar os parâmetros da porta de comunicações de cada vez que uma porta é aberta, tal como o <literal>crtscts</literal> para modems que usam <literal>RTS/CTS</literal> sinalização para controle de fluxo. Os dispositivos de bloqueio são usados para bloquear sinalizadores nas portas para impedir que usuários ou programas alterem determinados parâmetros. Consulte <citerefentry><refentrytitle>termios</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>sio</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, e <citerefentry><refentrytitle>stty</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> para obter informações sobre configurações de terminal, bloqueio e inicialização de dispositivos e configuração de opções de terminal, respectivamente.</para>
</sect2>
<sect2 xml:id="serial-hw-config">
@@ -28999,7 +28986,7 @@ hw.usb.template=1</screen>
<para>Esta configuração pode ser útil. Por exemplo, se um usuário está ocupado trabalhando no console do sistema FreeBSD, outro usuário pode fazer algum trabalho somente de texto ao mesmo tempo de um computador pessoal menos potente ligado como um terminal ao sistema FreeBSD.</para>
- <para>Existem pelo menos dois utilitários no sistema base do FreeBSD que podem ser usados ​​para trabalhar através de uma conexão serial: <citerefentry><refentrytitle>cu</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>tip</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Existem pelo menos dois utilitários no sistema base do FreeBSD que podem ser usados para trabalhar através de uma conexão serial: <citerefentry><refentrytitle>cu</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>tip</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>.</para>
<para>Por exemplo, para conectar-se de um sistema cliente que executa o FreeBSD para a conexão serial de outro sistema:</para>
@@ -29120,7 +29107,7 @@ ttyu5 "/usr/libexec/getty std.19200" vt100 on insecure</programlisting>
<indexterm><primary>dial-in service</primary></indexterm>
- <para>Configurar um sistema FreeBSD para serviço de discagem é semelhante a configurar terminais, exceto que os modens são usados ​​em vez de dispositivos terminais. O FreeBSD suporta modens externos e internos.</para>
+ <para>Configurar um sistema FreeBSD para serviço de discagem é semelhante a configurar terminais, exceto que os modens são usados em vez de dispositivos terminais. O FreeBSD suporta modens externos e internos.</para>
<para>Os modems externos são mais convenientes, pois geralmente podem ser configurados por meio de parâmetros armazenados em <acronym>RAM</acronym> não voláteis e geralmente fornecem indicadores luminosos que exibem o estado dos sinais <acronym>RS-232</acronym> importantes, indicando se o modem está funcionando corretamente.</para>
@@ -29760,7 +29747,7 @@ boot:</screen>
</step>
</procedure>
- <para>Durante o terceiro estágio do processo de inicialização, ainda é possível alternar entre o console interno e o console serial definindo as variáveis ​​de ambiente apropriadas no carregador de inicialização. Veja <citerefentry> <refentrytitle>loader</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para obter maiores informações.</para>
+ <para>Durante o terceiro estágio do processo de inicialização, ainda é possível alternar entre o console interno e o console serial definindo as variáveis de ambiente apropriadas no carregador de inicialização. Veja <citerefentry> <refentrytitle>loader</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para obter maiores informações.</para>
<note>
<para>Esta linha no <filename>/boot/loader.conf</filename> ou <filename>/boot/loader.conf.local</filename> configura o carregador de inicialização e o kernel para enviar suas mensagens de inicialização para o console serial, independentemente das opções no <filename>/boot.config</filename>:</para>
@@ -30110,7 +30097,7 @@ options DDB</programlisting>
<varlistentry>
<term>Linha 16:</term>
<listitem>
- <para>Define os endereços da interface. Os valores usados ​​dependem de se um endereço <acronym>IP</acronym> estático foi obtido do <acronym>ISP</acronym> ou se ele negocia um endereço <acronym>IP</acronym> dinâmico durante a conexão.</para>
+ <para>Define os endereços da interface. Os valores usados dependem de se um endereço <acronym>IP</acronym> estático foi obtido do <acronym>ISP</acronym> ou se ele negocia um endereço <acronym>IP</acronym> dinâmico durante a conexão.</para>
<para>Se o <acronym>ISP</acronym> tiver alocado um endereço <acronym>IP</acronym> estático e um gateway padrão, substitua <replaceable>xxxx</replaceable> pelo endereço <acronym>IP</acronym> estático e substitua <replaceable>yyyy</replaceable> com o endereço <acronym>IP</acronym> do gateway padrão. Se o <acronym>ISP</acronym> tiver fornecido apenas um endereço <acronym>IP</acronym> estático sem um endereço de gateway, substitua <replaceable> yyyy </replaceable> por <systemitem class="netmask">10.0.0.2/0</systemitem>.</para>
@@ -30465,7 +30452,7 @@ ifconfig_tun0=</programlisting>
<programlisting>ppp -auto mysystem</programlisting>
- <para>Este script é executado no momento da configuração da rede, iniciando o daemon do ppp no ​​modo automático. Se esta máquina funcionar como um gateway, considere incluir a opção <option>-alias</option>. Consulte a página de manual para maiores detalhes.</para>
+ <para>Este script é executado no momento da configuração da rede, iniciando o daemon do ppp no modo automático. Se esta máquina funcionar como um gateway, considere incluir a opção <option>-alias</option>. Consulte a página de manual para maiores detalhes.</para>
</note>
<para>Certifique-se de que o programa roteador está configurado para <literal>NO</literal> com a seguinte linha em <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
@@ -31431,7 +31418,7 @@ purgestat /usr/bin/true</programlisting>
( sleep 60 ; /usr/sbin/sendmail -q ) &amp;
/usr/sbin/ppp -direct pppmyisp</programlisting>
- <para>Ao criar um script de login separado para usuários, use <command>sendmail -qRexample.com</command> no script acima. Isso forçará todos os emails na fila para que <systemitem class="fqdomainname">example.com</systemitem> sejam processados ​​imediatamente.</para>
+ <para>Ao criar um script de login separado para usuários, use <command>sendmail -qRexample.com</command> no script acima. Isso forçará todos os emails na fila para que <systemitem class="fqdomainname">example.com</systemitem> sejam processados imediatamente.</para>
<para>Um refinamento adicional da situação pode ser visto neste exemplo na lista de discussão <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-isp">Lista de discussão de provedor de serviços de Internet do FreeBSD</link>:</para>
@@ -31955,7 +31942,7 @@ EOT</screen>
<indexterm><primary>fetchmail</primary></indexterm>
- <para>O <application>fetchmail</application> é um cliente <acronym>IMAP</acronym> e <acronym>POP</acronym> completo. Ele permite que os usuários baixem automaticamente emails de servidores <acronym>IMAP</acronym> e <acronym>POP</acronym> remotos e os salvem em caixas de correio locais, onde podem ser acessados ​​mais facilmente. O <application>fetchmail</application> pode ser instalado usando o port <package>mail/fetchmail</package> e oferece vários recursos, incluindo:</para>
+ <para>O <application>fetchmail</application> é um cliente <acronym>IMAP</acronym> e <acronym>POP</acronym> completo. Ele permite que os usuários baixem automaticamente emails de servidores <acronym>IMAP</acronym> e <acronym>POP</acronym> remotos e os salvem em caixas de correio locais, onde podem ser acessados mais facilmente. O <application>fetchmail</application> pode ser instalado usando o port <package>mail/fetchmail</package> e oferece vários recursos, incluindo:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -32078,7 +32065,7 @@ alternate</programlisting>
<sect1 xml:id="network-servers-synopsis">
<title>Sinopse</title>
- <para>Este capítulo aborda alguns dos serviços de rede usados ​​com mais frequência em sistemas <trademark class="registered">UNIX</trademark>. Isso inclui instalar, configurar, testar e manter muitos tipos diferentes de serviços de rede. Exemplos de arquivos de configuração estão incluídos neste capítulo para referência.</para>
+ <para>Este capítulo aborda alguns dos serviços de rede usados com mais frequência em sistemas <trademark class="registered">UNIX</trademark>. Isso inclui instalar, configurar, testar e manter muitos tipos diferentes de serviços de rede. Exemplos de arquivos de configuração estão incluídos neste capítulo para referência.</para>
<para>No final deste capítulo, os leitores saberão:</para>
@@ -32166,7 +32153,7 @@ alternate</programlisting>
</sect1info>
-->
- <para>O daemon <citerefentry><refentrytitle>inetd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é algumas vezes chamado de Super-Servidor porque gerencia conexões para muitos serviços. Em vez de iniciar vários aplicativos, apenas o serviço <application>inetd</application> precisa ser iniciado. Quando uma conexão é recebida para um serviço gerenciado pelo <application>inetd</application>, ele determina para qual programa a conexão está destinada, gera um processo para esse programa e delega ao programa um socket. O uso de <application>inetd</application> para serviços que não são muito usados ​​pode reduzir a carga do sistema, quando comparado à execução de cada daemon individualmente no modo independente.</para>
+ <para>O daemon <citerefentry><refentrytitle>inetd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é algumas vezes chamado de Super-Servidor porque gerencia conexões para muitos serviços. Em vez de iniciar vários aplicativos, apenas o serviço <application>inetd</application> precisa ser iniciado. Quando uma conexão é recebida para um serviço gerenciado pelo <application>inetd</application>, ele determina para qual programa a conexão está destinada, gera um processo para esse programa e delega ao programa um socket. O uso de <application>inetd</application> para serviços que não são muito usados pode reduzir a carga do sistema, quando comparado à execução de cada daemon individualmente no modo independente.</para>
<para>Primeiramente, <application>inetd</application> é usado para gerar outros daemons, mas vários protocolos triviais são tratados internamente, como <application>chargen</application>, <application>auth</application>, <application>time</application>, <application>echo</application>, <application>discard</application> e <application>daytime</application>.</para>
@@ -32398,7 +32385,7 @@ server-program-arguments</programlisting>
<itemizedlist>
<listitem>
- <para>Os dados que seriam duplicados em cada cliente podem ser mantidos em um único local e acessados ​​por clientes na rede.</para>
+ <para>Os dados que seriam duplicados em cada cliente podem ser mantidos em um único local e acessados por clientes na rede.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -32414,7 +32401,7 @@ server-program-arguments</programlisting>
</listitem>
<listitem>
- <para>Dispositivos removíveis de armazenamento de mídia podem ser usados ​​por outras máquinas na rede. Isso reduz o número de dispositivos em toda a rede e fornece um local centralizado para gerenciar sua segurança. Geralmente, é mais conveniente instalar software em várias máquinas a partir de uma mídia de instalação centralizada.</para>
+ <para>Dispositivos removíveis de armazenamento de mídia podem ser usados por outras máquinas na rede. Isso reduz o número de dispositivos em toda a rede e fornece um local centralizado para gerenciar sua segurança. Geralmente, é mais conveniente instalar software em várias máquinas a partir de uma mídia de instalação centralizada.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
@@ -32563,57 +32550,6 @@ rpc_statd_enable="YES"</programlisting>
<para>Se o bloqueio não for necessário no servidor, o cliente <acronym>NFS</acronym> pode ser configurado para bloquear localmente incluindo <option>-L</option> ao executar o <application>mount</application>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>mount_nfs</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para mais detalhes.</para>
</sect2>
- <sect2 xml:id="network-amd">
- <info>
- <title>Automatizando Montagens com <citerefentry><refentrytitle>amd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry></title>
-
- <authorgroup>
- <author><personname> <firstname>Wylie</firstname> <surname>Stilwell</surname> </personname> <contrib>Contribuído por </contrib></author>
- </authorgroup>
-
- <authorgroup>
- <author><personname> <firstname>Chern</firstname> <surname>Lee</surname> </personname> <contrib>Reescrito por </contrib></author>
- </authorgroup>
- </info>
-
- <indexterm><primary>amd</primary></indexterm>
- <indexterm><primary>automatic mounter daemon</primary></indexterm>
-
- <para>O daemon de montagem automático, <application>amd</application>, monta automaticamente um sistema de arquivos remoto sempre que um arquivo ou diretório dentro desse sistema de arquivos é acessado. Sistemas de arquivos que estão inativos por um período de tempo serão desmontados automaticamente por <application>amd</application>.</para>
-
- <para>Esse daemon provê uma alternativa para modificar o arquivo <filename>/etc/fstab</filename> para listar todo cliente. Ele opera se auto atachando como um servidor <acronym>NFS</acronym> para os diretórios <filename>/host</filename> e <filename>/net</filename>. Quando um arquivo é acessado com um desses diretórios, <application>amd</application> olha para a montagem remota correspondente e automaticamente a monta localmente. <filename>/net</filename> é usado para montar um sistema de arquivos exportados por um endereço <acronym>IP</acronym> enquanto <filename>/host</filename> é usado para montar uma exportação de um hostname remoto. Por hora, uma tentativa de acessar um arquivo em <filename>/host/foobar/usr</filename> deveria dizer ao <application>amd</application> para montar o <filename>/usr</filename> exportado no host <systemitem>foobar</systemitem>.</para>
-
- <example>
- <title>Montando uma Exportação com <application>amd</application></title>
-
- <para>Neste exemplo, <command>showmount -e</command> mostra os sistemas de arquivos exportados que podem ser montados a partir do servidor <acronym>NFS</acronym>, <systemitem>foobar</systemitem>:</para>
-
- <screen><prompt>%</prompt> <userinput>showmount -e foobar</userinput>
-Exports list on foobar:
-/usr 10.10.10.0
-/a 10.10.10.0
-<prompt>%</prompt> <userinput>cd /host/foobar/usr</userinput></screen>
- </example>
-
- <para>A saída de <command>showmount</command> mostra <filename>/usr</filename> como uma exportação. Ao alterar os diretórios para <filename>/host/foobar/usr</filename>, o <application>amd</application> intercepta o pedido e tenta resolver o hostname <systemitem>foobar</systemitem>. Se tiver êxito, o <application>amd</application> montará automaticamente a exportação desejada.</para>
-
- <para>Para ativar o <application>amd</application> no momento da inicialização, adicione esta linha ao arquivo <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
-
- <programlisting>amd_enable="YES"</programlisting>
-
- <para>Para iniciar o <application>amd</application> agora:</para>
-
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>service amd start</userinput></screen>
-
- <para>As flags personalizadas podem ser passadas ​​para o <application>amd</application> a partir da variável de ambiente <varname>amd_flags</varname>. Por padrão, <varname>amd_flags</varname> é definido como:</para>
-
- <programlisting>amd_flags="-a /.amd_mnt -l syslog /host /etc/amd.map /net /etc/amd.map"</programlisting>
-
- <para>As opções padrão com as quais as exportações são montadas são definidas no arquivo <filename>/etc/amd.map</filename>. Alguns dos recursos mais avançados do <application>amd</application> são definidos no arquivo <filename>/etc/amd.conf</filename>.</para>
-
- <para>Consulte <citerefentry><refentrytitle>amd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>amd.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> Para maiores informações.</para>
- </sect2>
-
<sect2 xml:id="network-autofs">
<title>Automatizando Montagens com <citerefentry><refentrytitle>autofs</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry></title>
@@ -32710,7 +32646,7 @@ Exports list on foobar:
<sect2>
<title>Termos do <acronym>NIS</acronym> e Processos</title>
- <para>A Tabela 28.1 resume os termos e processos importantes usados ​​pelo <acronym>NIS</acronym>:</para>
+ <para>A Tabela 28.1 resume os termos e processos importantes usados pelo <acronym>NIS</acronym>:</para>
<indexterm><primary><application>rpcbind</application></primary></indexterm>
<indexterm><primary><application>portmap</application></primary></indexterm>
@@ -32776,7 +32712,7 @@ Exports list on foobar:
<listitem>
<para>Servidor <acronym>NIS</acronym> master</para>
- <para>Esse servidor atua como um repositório central para as informações de configuração do host e mantém a cópia autoritativa dos arquivos usados ​​por todos os clientes do <acronym>NIS</acronym>. O <filename>passwd</filename>, o <filename>group</filename> e outros arquivos usados ​​pelos clientes do <acronym>NIS</acronym> são armazenados no servidor master. Embora seja possível que uma máquina seja um servidor <acronym>NIS</acronym> master para mais de um domínio <acronym>NIS</acronym>, esse tipo de configuração não será abordado neste capítulo, pois pressupõe ambiente <acronym>NIS</acronym> de pequena escala.</para>
+ <para>Esse servidor atua como um repositório central para as informações de configuração do host e mantém a cópia autoritativa dos arquivos usados por todos os clientes do <acronym>NIS</acronym>. O <filename>passwd</filename>, o <filename>group</filename> e outros arquivos usados pelos clientes do <acronym>NIS</acronym> são armazenados no servidor master. Embora seja possível que uma máquina seja um servidor <acronym>NIS</acronym> master para mais de um domínio <acronym>NIS</acronym>, esse tipo de configuração não será abordado neste capítulo, pois pressupõe ambiente <acronym>NIS</acronym> de pequena escala.</para>
</listitem>
<listitem>
@@ -32869,7 +32805,7 @@ Exports list on foobar:
<sect2>
<title>Configurando o Servidor <acronym>NIS</acronym> Master</title>
- <para>As cópias canônicas de todos os arquivos <acronym>NIS</acronym> são armazenadas no servidor master. Os bancos de dados usados ​​para armazenar as informações são chamados de mapas de <acronym>NIS</acronym>. No FreeBSD, estes mapas são armazenados em <filename>/var/yp/[nome_do_domínio]</filename> onde <filename>[nome_do_dominio]</filename> é o nome do domínio <acronym>NIS</acronym>. Como vários domínios são suportados, é possível ter vários diretórios, um para cada domínio. Cada domínio terá seu próprio conjunto independente de mapas.</para>
+ <para>As cópias canônicas de todos os arquivos <acronym>NIS</acronym> são armazenadas no servidor master. Os bancos de dados usados para armazenar as informações são chamados de mapas de <acronym>NIS</acronym>. No FreeBSD, estes mapas são armazenados em <filename>/var/yp/[nome_do_domínio]</filename> onde <filename>[nome_do_dominio]</filename> é o nome do domínio <acronym>NIS</acronym>. Como vários domínios são suportados, é possível ter vários diretórios, um para cada domínio. Cada domínio terá seu próprio conjunto independente de mapas.</para>
<para>Os servidores master e slave do <acronym>NIS</acronym> lidam com todas as requisições <acronym>NIS</acronym> através do <citerefentry><refentrytitle>ypserv</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Esse daemon é responsável por receber solicitações de entrada de clientes <acronym>NIS</acronym>, traduzindo o domínio e o nome do mapa solicitados para um caminho para o arquivo de banco de dados correspondente e transmitindo dados do banco de dados de volta ao cliente.</para>
@@ -33095,7 +33031,7 @@ nis_client_enable="YES"</programlisting>
<para>Se <citerefentry><refentrytitle>ypserv</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> receber uma solicitação de um endereço que corresponda a uma dessas regras, ela processará a solicitação normalmente. Se o endereço não corresponder a uma regra, a solicitação será ignorada e uma mensagem de aviso será registrada. Se o <filename>securenets</filename> não existir, o <command>ypserv</command> permitirá conexões de qualquer host.</para>
- <para><xref linkend="tcpwrappers"/> é um mecanismo alternativo para fornecer controle de acesso em vez de <filename>securenets</filename>. Embora o mecanismo de controle de acesso acrescente alguma segurança, ambos são vulneráveis ​​a ataques como <quote><acronym>IP</acronym> spoofing</quote>. Todo o tráfego relacionado a <acronym>NIS</acronym> deve ser bloqueado no firewall.</para>
+ <para><xref linkend="tcpwrappers"/> é um mecanismo alternativo para fornecer controle de acesso em vez de <filename>securenets</filename>. Embora o mecanismo de controle de acesso acrescente alguma segurança, ambos são vulneráveis a ataques como <quote><acronym>IP</acronym> spoofing</quote>. Todo o tráfego relacionado a <acronym>NIS</acronym> deve ser bloqueado no firewall.</para>
<para>Servidores que usam <filename>securenets</filename> podem não servir clientes legítimos de <acronym>NIS</acronym> com implementações arcaicas de TCP/IP. Algumas dessas implementações definem todos os bits do host como zero ao fazer transmissões ou não observam a máscara de sub-rede ao calcular o endereço de transmissão. Embora alguns desses problemas possam ser corrigidos alterando a configuração do cliente, outros problemas podem forçar a desativação desses sistemas clientes ou o abandono do <filename>securenets</filename>.</para>
@@ -33112,19 +33048,19 @@ nis_client_enable="YES"</programlisting>
<screen>basie<prompt>#</prompt> <userinput>cat /etc/master.passwd</userinput>
root:[password]:0:0::0:0:The super-user:/root:/bin/csh
toor:[password]:0:0::0:0:The other super-user:/root:/bin/sh
-daemon:*:1:1::0:0:Owner of many system processes:/root:/sbin/nologin
-operator:*:2:5::0:0:System &amp;:/:/sbin/nologin
-bin:*:3:7::0:0:Binaries Commands and Source,,,:/:/sbin/nologin
-tty:*:4:65533::0:0:Tty Sandbox:/:/sbin/nologin
-kmem:*:5:65533::0:0:KMem Sandbox:/:/sbin/nologin
-games:*:7:13::0:0:Games pseudo-user:/usr/games:/sbin/nologin
-news:*:8:8::0:0:News Subsystem:/:/sbin/nologin
-man:*:9:9::0:0:Mister Man Pages:/usr/share/man:/sbin/nologin
-bind:*:53:53::0:0:Bind Sandbox:/:/sbin/nologin
+daemon:*:1:1::0:0:Owner of many system processes:/root:/usr/sbin/nologin
+operator:*:2:5::0:0:System &amp;:/:/usr/sbin/nologin
+bin:*:3:7::0:0:Binaries Commands and Source,,,:/:/usr/sbin/nologin
+tty:*:4:65533::0:0:Tty Sandbox:/:/usr/sbin/nologin
+kmem:*:5:65533::0:0:KMem Sandbox:/:/usr/sbin/nologin
+games:*:7:13::0:0:Games pseudo-user:/usr/games:/usr/sbin/nologin
+news:*:8:8::0:0:News Subsystem:/:/usr/sbin/nologin
+man:*:9:9::0:0:Mister Man Pages:/usr/share/man:/usr/sbin/nologin
+bind:*:53:53::0:0:Bind Sandbox:/:/usr/sbin/nologin
uucp:*:66:66::0:0:UUCP pseudo-user:/var/spool/uucppublic:/usr/libexec/uucp/uucico
-xten:*:67:67::0:0:X-10 daemon:/usr/local/xten:/sbin/nologin
-pop:*:68:6::0:0:Post Office Owner:/nonexistent:/sbin/nologin
-nobody:*:65534:65534::0:0:Unprivileged user:/nonexistent:/sbin/nologin
+xten:*:67:67::0:0:X-10 daemon:/usr/local/xten:/usr/sbin/nologin
+pop:*:68:6::0:0:Post Office Owner:/nonexistent:/usr/sbin/nologin
+nobody:*:65534:65534::0:0:Unprivileged user:/nonexistent:/usr/sbin/nologin
-bill:::::::::
+:::::::::
@@ -33295,24 +33231,24 @@ ellington<prompt>%</prompt> <userinput>ypcat -k netgroup.byuser</userinput></scr
<para>Essa configuração também se aplica à função <literal>~</literal> do shell e a todas as rotinas que convertem entre nomes de usuário e IDs de usuário numérico. Em outras palavras, <command>cd ~<replaceable>user</replaceable></command> não funcionará, <command>ls -l</command> mostrará o ID numérico em vez do nome de usuário e <command>find . -user joe -print</command> falhará com a mensagem <errorname>No such user</errorname>. Para corrigir isso, importe todas as entradas do usuário sem permitir que elas efetuem login nos servidores. Isto pode ser conseguido adicionando uma linha extra:</para>
- <programlisting>+:::::::::/sbin/nologin</programlisting>
+ <programlisting>+:::::::::/usr/sbin/nologin</programlisting>
- <para>Esta linha configura o cliente para importar todas as entradas, mas para substituir o shell nessas entradas com <filename>/sbin/nologin</filename>.</para>
+ <para>Esta linha configura o cliente para importar todas as entradas, mas para substituir o shell nessas entradas com <filename>/usr/sbin/nologin</filename>.</para>
<!-- Been there, done that, got the scars to prove it - ue -->
- <para>Certifique-se que a linha extra é colocada <emphasis>após</emphasis> <literal>+@IT_EMP:::::::::</literal>. Caso contrário, todas as contas de usuário importadas do <acronym>NIS</acronym> terão <filename>/sbin/nologin</filename> como seu shell de login e ninguém poderá efetuar o login no sistema.</para>
+ <para>Certifique-se que a linha extra é colocada <emphasis>após</emphasis> <literal>+@IT_EMP:::::::::</literal>. Caso contrário, todas as contas de usuário importadas do <acronym>NIS</acronym> terão <filename>/usr/sbin/nologin</filename> como seu shell de login e ninguém poderá efetuar o login no sistema.</para>
<para>Para configurar os servidores menos importantes, substitua o antigo <literal>+:::::::::</literal> nos servidores com estas linhas:</para>
<programlisting>+@IT_EMP:::::::::
+@IT_APP:::::::::
-+:::::::::/sbin/nologin</programlisting>
++:::::::::/usr/sbin/nologin</programlisting>
<para>As linhas correspondentes para as estações de trabalho seriam:</para>
<programlisting>+@IT_EMP:::::::::
+@USERS:::::::::
-+:::::::::/sbin/nologin</programlisting>
++:::::::::/usr/sbin/nologin</programlisting>
<para>O NIS suporta a criação de grupos de rede de outros grupos de rede, o que pode ser útil se a política relacionada ao acesso do usuário for alterada. Uma possibilidade é a criação de netgroups baseados em funções. Por exemplo, pode-se criar um netgroup chamado <literal>BIGSRV</literal> para definir as restrições de login para os servidores importantes, outro grupo de rede chamado <literal>SMALLSRV</literal> para os servidores menos importantes e um terceiro netgroup chamado <literal>USERBOX</literal> para as estações de trabalho. Cada um desses netgroups contém os netgroups com permissão para efetuar login nessas máquinas. As novas entradas para o mapa do <acronym>NIS</acronym> <literal>netgroup</literal> seriam assim:</para>
@@ -33322,10 +33258,10 @@ USERBOX IT_EMP ITINTERN USERS</programlisting>
<para>Esse método de definir restrições de login funciona razoavelmente bem quando é possível definir grupos de máquinas com restrições idênticas. Infelizmente, esta é a exceção e não a regra. Na maioria das vezes, é necessária a capacidade de definir restrições de login por máquina.</para>
- <para>As definições de netgroup específicas da máquina são outra possibilidade para lidar com as mudanças na política. Neste cenário, o <filename>/etc/master.passwd</filename> de cada sistema contém duas linhas que começam com <quote>+</quote>. A primeira linha adiciona um netgroup com as contas permitidas para entrar nesta máquina e a segunda linha adiciona todas as outras contas com <filename>/sbin/nologin</filename> como shell. Recomenda-se usar a versão <quote>ALL-CAPS</quote> do nome do host como o nome do netgroup:</para>
+ <para>As definições de netgroup específicas da máquina são outra possibilidade para lidar com as mudanças na política. Neste cenário, o <filename>/etc/master.passwd</filename> de cada sistema contém duas linhas que começam com <quote>+</quote>. A primeira linha adiciona um netgroup com as contas permitidas para entrar nesta máquina e a segunda linha adiciona todas as outras contas com <filename>/usr/sbin/nologin</filename> como shell. Recomenda-se usar a versão <quote>ALL-CAPS</quote> do nome do host como o nome do netgroup:</para>
<programlisting>+@<replaceable>BOXNAME</replaceable>:::::::::
-+:::::::::/sbin/nologin</programlisting>
++:::::::::/usr/sbin/nologin</programlisting>
<para>Quando esta tarefa estiver completa em todas as máquinas, não haverá mais a necessidade de modificar as versões locais de <filename>/etc/master.passwd</filename> novamente. Todas as alterações posteriores podem ser manipuladas, modificando o mapa do <acronym>NIS</acronym>. Aqui está um exemplo de um possível mapa <literal>netgroup</literal> para este cenário:</para>
@@ -33365,7 +33301,7 @@ ONE SECURITY
TWO (,hotel,test-domain)
# [...more groups to follow]</programlisting>
- <para>Pode não ser sempre aconselhável usar netgroups baseados em máquina. Ao implantar algumas dúzias ou centenas de sistemas, grupos de rede baseados em funções em vez de grupos de rede baseados em máquina podem ser usados ​​para manter o tamanho do mapa do <acronym>NIS</acronym> dentro de limites razoáveis.</para>
+ <para>Pode não ser sempre aconselhável usar netgroups baseados em máquina. Ao implantar algumas dúzias ou centenas de sistemas, grupos de rede baseados em funções em vez de grupos de rede baseados em máquina podem ser usados para manter o tamanho do mapa do <acronym>NIS</acronym> dentro de limites razoáveis.</para>
</sect2>
<sect2>
@@ -33401,8 +33337,8 @@ TWO (,hotel,test-domain)
<author><personname> <firstname>Tom</firstname> <surname>Rhodes</surname> </personname> <contrib> Originalmente contribuido por </contrib></author>
</authorgroup>
<authorgroup>
- <author><personname> <firstname>Rocky</firstname> <surname>Hotas</surname> </personname> <contrib> Atualizado por </contrib></author>
- </authorgroup>
+ <author><personname> <firstname>Rocky</firstname> <surname>Hotas</surname> </personname> <contrib> Atualizado por </contrib></author>
+ </authorgroup>
</info>
<indexterm><primary>LDAP</primary></indexterm>
@@ -34170,7 +34106,7 @@ freebsd.org. (A)
<term><literal>DocumentRoot "/usr/local/www/apache2<replaceable>x</replaceable>/data"</literal></term>
<listitem>
- <para>O diretório no qual os documentos serão exibidos. Por padrão, todas as solicitações são obtidas desse diretório, mas os links e aliases simbólicos podem ser usados ​​para apontar para outros locais.</para>
+ <para>O diretório no qual os documentos serão exibidos. Por padrão, todas as solicitações são obtidas desse diretório, mas os links e aliases simbólicos podem ser usados para apontar para outros locais.</para>
</listitem>
</varlistentry>
</variablelist>
@@ -34399,7 +34335,7 @@ AddModule mod_php5.c
<indexterm><primary><acronym>FTP</acronym></primary> <secondary>anonymous</secondary></indexterm>
<note>
- <para>Esteja ciente dos possíveis problemas envolvidos na execução de um servidor <acronym>FTP</acronym> anônimo. Em particular, pense duas vezes antes de permitir que usuários anônimos façam upload de arquivos. Pode acontecer que o site <acronym>FTP</acronym> se torne um fórum para o comércio de software comercial não licenciado ou pior. Se uploads anônimos de <acronym>FTP</acronym> forem necessários, verifique as permissões para que esses arquivos não possam ser lidos por outros usuários anônimos até que sejam revisados ​​por um administrador.</para>
+ <para>Esteja ciente dos possíveis problemas envolvidos na execução de um servidor <acronym>FTP</acronym> anônimo. Em particular, pense duas vezes antes de permitir que usuários anônimos façam upload de arquivos. Pode acontecer que o site <acronym>FTP</acronym> se torne um fórum para o comércio de software comercial não licenciado ou pior. Se uploads anônimos de <acronym>FTP</acronym> forem necessários, verifique as permissões para que esses arquivos não possam ser lidos por outros usuários anônimos até que sejam revisados por um administrador.</para>
</note>
</sect2>
</sect1>
@@ -34427,7 +34363,7 @@ AddModule mod_php5.c
<para>No FreeBSD, as bibliotecas cliente do <application>Samba</application> podem ser instaladas usando o ports ou pacote <package>net/samba-smbclient</package>. O cliente fornece a capacidade de um sistema FreeBSD acessar compartilhamentos de <acronym>SMB/CIFS</acronym> em uma rede <trademark class="registered">Microsoft</trademark> <trademark class="registered">Windows</trademark>.</para>
- <para>Um sistema FreeBSD também pode ser configurado para atuar como um servidor <application>Samba</application> instalando o Port ou pacote <package>net/samba46</package>. Isso permite que o administrador crie compartilhamentos de <acronym>SMB</acronym>/<acronym>CIFS</acronym> no sistema FreeBSD que podem ser acessados ​​por clientes executando <trademark class="registered">Microsoft</trademark> <trademark class="registered">Windows</trademark> ou as bibliotecas do cliente <application>Samba</application>.</para>
+ <para>Um sistema FreeBSD também pode ser configurado para atuar como um servidor <application>Samba</application> instalando o Port ou pacote <package>net/samba46</package>. Isso permite que o administrador crie compartilhamentos de <acronym>SMB</acronym>/<acronym>CIFS</acronym> no sistema FreeBSD que podem ser acessados por clientes executando <trademark class="registered">Microsoft</trademark> <trademark class="registered">Windows</trademark> ou as bibliotecas do cliente <application>Samba</application>.</para>
<sect2>
<title>Configuração do Servidor</title>
@@ -34582,54 +34518,108 @@ Starting smbd.</screen>
<para>Com o tempo, o relógio de um computador está propenso a se desviar. Isso é problemático, pois muitos serviços de rede exigem que os computadores em uma rede compartilhem o mesmo tempo exato. Tempo preciso também é necessário para garantir que os registros de data e hora dos arquivos permaneçam consistentes. O protocolo de horário da rede (<acronym>NTP</acronym>) é uma maneira de fornecer precisão de relógio em uma rede.</para>
- <para>O FreeBSD inclui <citerefentry><refentrytitle>ntpd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> que pode ser configurado para consultar outros servidores <acronym>NTP</acronym> para sincronizar o relógio naquela máquina ou para fornecer tempo de serviços a outros computadores na rede. Os servidores que são consultados podem ser locais para a rede ou fornecidos por um <acronym>ISP</acronym>. Além disso, uma <link xlink:href="http://support.ntp.org/bin/view/Servers/WebHome">online list of publicly accessible <acronym>NTP</acronym> servers</link> está disponível . Ao escolher um servidor público <acronym>NTP</acronym>, selecione um que esteja geograficamente próximo e revise sua política de uso.</para>
-
- <para>A escolha de vários servidores <acronym>NTP</acronym> é recomendada caso um dos servidores fique inacessível ou seu relógio não seja confiável. Como o <application>ntpd</application> recebe respostas, ele favorece servidores confiáveis ​​em detrimento dos menos confiáveis.</para>
+ <para>O FreeBSD inclui o <citerefentry><refentrytitle>ntpd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> o qual pode ser configurado para consultar outros servidores <acronym>NTP</acronym> para sincronizar o relógio nessa máquina ou para fornecer serviços de horário para outros computadores na rede.</para>
<para>Esta seção descreve como configurar o <application>ntpd</application> no FreeBSD. Mais documentação pode ser encontrada em <filename>/usr/share/doc/ntp/</filename> no formato HTML.</para>
<sect2>
<title>Configuração de <acronym>NTP</acronym></title>
- <indexterm><primary>NTP</primary> <secondary>ntp.conf</secondary></indexterm>
+ <indexterm><primary>NTP</primary></indexterm>
- <para>No FreeBSD, o <application>ntpd</application> embutido pode ser usado para sincronizar o relógio de um sistema. Para ativar o <application>ntpd</application> no momento da inicialização, adicione <literal>ntpd_enable="YES"</literal> ao <filename>/etc/rc.conf</filename>. Variáveis ​​adicionais podem ser especificadas em <filename>/etc/rc.conf</filename>. Consulte <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>ntpd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para detalhes.</para>
+ <para>No FreeBSD, o <application>ntpd</application> nativo pode ser usado para sincronizar o relógio do sistema. O <application> Ntpd </application> é configurado usando variáveis no <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> e no <filename>/etc/ntp.conf</filename>, conforme detalhado nas seções a seguir.</para>
- <para>Esta aplicação lê o <filename>/etc/ntp.conf</filename> para determinar quais servidores <acronym>NTP</acronym> devem ser consultados. Aqui está um exemplo simples de um <filename>/etc/ntp.conf</filename>:</para>
+ <para>O <application>Ntpd</application> se comunica com seus network peers usando pacotes UDP. Quaisquer firewalls entre sua máquina e seus NTP peers devem ser configurados para permitir a entrada e saída de pacotes UDP na porta 123.</para>
- <example>
- <title>Exemplo de <filename>/etc/ntp.conf</filename></title>
+ <sect3>
+ <title>O arquivo <filename>/etc/ntp.conf</filename></title>
- <programlisting>server ntplocal.example.com prefer
-server timeserver.example.org
-server ntp2a.example.net
+ <indexterm><primary>NTP</primary> <secondary>ntp.conf</secondary></indexterm>
-driftfile /var/db/ntp.drift</programlisting>
- </example>
+ <para>O <application>Ntpd</application> faz a leitura do <filename>/etc/ntp.conf</filename> para determinar quais servidores <acronym>NTP</acronym> que ele deve consultar. É recomendável escolher vários servidores <acronym>NTP</acronym>, caso um dos servidores se torne inacessível ou seu relógio torne-se não confiável. Como o <application>ntpd</application> recebe respostas, ele favorece servidores confiáveis em vez dos menos confiáveis. Os servidores consultados podem ser locais na rede, fornecidos por um <acronym>ISP</acronym> ou selecionados a partir de uma <link xlink:href="http://support.ntp.org/bin/view/Servers/WebHome"> lista online de servidores <acronym>NTP</acronym> publicamente acessíveis</link>. Ao escolher um servidor <acronym>NTP</acronym> público, selecione um servidor geograficamente próximo e revise sua política de uso. A palavra-chave <literal>pool</literal> de configuração seleciona um ou mais servidores de um pool de servidores. Está disponível uma <link xlink:href="http://support.ntp.org/bin/view/Servers/NTPPoolServers"> lista online de pools <acronym>NTP</acronym> publicamente acessíveis</link>, organizada por área geográfica. Além disso, o FreeBSD fornece um pool patrocinado pelo projeto, <literal>0.freebsd.pool.ntp.org</literal>.</para>
- <para>O formato deste arquivo é descrito em <citerefentry><refentrytitle>ntp.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. A opção <literal>server</literal> especifica quais servidores consultar, com um servidor listado em cada linha. Se uma entrada do servidor incluir <literal>prefer</literal>, esse servidor é preferido em relação a outros servidores. Uma resposta de um servidor preferencial será descartada se difere significativamente das respostas de outros servidores; caso contrário, será usado. O argumento <literal>prefer</literal> deve ser usado apenas para servidores <acronym>NTP</acronym> que são conhecidos como altamente precisos, como aqueles com hardware de monitoramento de tempo especial.</para>
+ <example>
+ <title>Exemplo de <filename>/etc/ntp.conf</filename></title>
+ <para>Este é um exemplo simples de um arquivo <filename>ntp.conf</filename>. Ele pode ser usado com segurança como está; ele contém as opções <literal>restrict</literal> recomendadas para operação em uma conexão de rede pública.</para>
+ <programlisting>
+# Disallow ntpq control/query access. Allow peers to be added only
+# based on pool and server statements in this file.
+restrict default limited kod nomodify notrap noquery nopeer
+restrict source limited kod nomodify notrap noquery
- <para>A entrada <literal>driftfile</literal> especifica qual arquivo é usado para armazenar o deslocamento de frequência do relógio do sistema. O <application>ntpd</application> usa isso para compensar automaticamente o desvio natural do relógio, permitindo que ele mantenha uma configuração razoavelmente correta, mesmo que seja cortado de todas as origens de tempo externas por um período de tempo. Este arquivo também armazena informações sobre respostas anteriores de servidores <acronym>NTP</acronym>. Como este arquivo contém informações internas para <acronym>NTP</acronym>, ele não deve ser modificado.</para>
+# Allow unrestricted access from localhost for queries and control.
+restrict 127.0.0.1
+restrict ::1
- <para>Por padrão, um servidor <acronym>NTP</acronym> é acessível a qualquer host da rede. A opção <literal>restrict</literal> em <filename>/etc/ntp.conf</filename> pode ser usada para controlar quais sistemas podem acessar o servidor. Por exemplo, para impedir que todas as máquinas acessem o servidor <acronym>NTP</acronym>, adicione a seguinte linha ao <filename>/etc/ntp.conf</filename>:</para>
+# Add a specific server.
+server ntplocal.example.com iburst
- <programlisting>restrict default ignore</programlisting>
+# Add FreeBSD pool servers until 3-6 good servers are available.
+tos minclock 3 maxclock 6
+pool 0.freebsd.pool.ntp.org iburst
- <note>
- <para>Isso também impedirá o acesso de outros servidores <acronym>NTP</acronym>. Se houver necessidade de sincronizar com um servidor <acronym>NTP</acronym> externo, permita apenas esse servidor específico. Consulte <citerefentry><refentrytitle>ntp.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para obter mais informações.</para>
- </note>
+# Use a local leap-seconds file.
+leapfile "/var/db/ntpd.leap-seconds.list"</programlisting></example>
- <para>Para permitir que máquinas dentro da rede sincronizem seus relógios com o servidor, mas assegure-se de que elas não tenham permissão para configurar o servidor ou sejam usados ​​como peers para sincronizar, em vez disso, use:</para>
+ <para>O formato deste arquivo é descrito em <citerefentry><refentrytitle>ntp.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. As descrições abaixo fornecem uma visão geral rápida apenas das palavras-chave usadas no arquivo de exemplo acima.</para>
- <programlisting>restrict 192.168.1.0 mask 255.255.255.0 nomodify notrap</programlisting>
+ <para>Por padrão, um servidor <acronym>NTP</acronym> pode ser acessado de qualquer host da rede. A palavra-chave <literal>restrict</literal> controla quais sistemas podem acessar o servidor. Múltiplas entradas <literal>restrict</literal> são suportadas, cada uma refinando as restrições fornecidas nas instruções anteriores. Os valores mostrados no exemplo concedem ao sistema local o acesso completo à consulta e controle, enquanto permitem aos sistemas remotos apenas a capacidade de consultar o horário. Para obter mais detalhes, consulte a subseção <literal>Access Control Support</literal> de <citerefentry><refentrytitle>ntp.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
- <para>onde <systemitem class="ipaddress">192.168.1.0</systemitem> é o endereço de rede local e <systemitem class="netmask">255.255.255.0</systemitem> é a máscara de sub-rede da rede.</para>
+ <para>A palavra-chave <literal>server</literal> especifica um único servidor para consulta. O arquivo pode conter várias palavras-chave server, com um servidor listado em cada linha. A palavra-chave <literal>pool</literal> especifica um pool de servidores. O <application>Ntpd</application> adicionará um ou mais servidores desse pool, conforme necessário, para atingir o número de peers especificado usando o valor <literal>tos minclock</literal>. A palavra-chave <literal>iburst</literal> direciona o <application>ntpd</application> para executar um burst de oito trocas rápidas de pacotes com um servidor quando o contato é estabelecido pela primeira vez, para ajudar a sincronizar rapidamente a hora do sistema.</para>
- <para>Múltiplas entradas <literal>restrict</literal> são suportadas. Para mais detalhes, consulte a subseção <literal>Access Control Support</literal> do <citerefentry><refentrytitle>ntp.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>A palavra-chave <literal>leapfile</literal> especifica o local de um arquivo que contém informações sobre segundos bissextos. O arquivo é atualizado automaticamente pelo <citerefentry><refentrytitle>periodic</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. O local do arquivo especificado por esta palavra-chave deve corresponder ao local definido na variável <literal>ntp_db_leapfile</literal> em <filename>/etc/rc.conf</filename>.</para>
+ </sect3>
- <para>Uma vez que <literal>ntpd_enable="YES"</literal> tenha sido adicionado ao <filename>/etc/rc.conf</filename>, o <application>ntpd</application> pode ser iniciado sem reiniciar o sistema, digitando:</para>
+ <sect3>
+ <title>Entradas NTP no <filename>/etc/rc.conf</filename></title>
+
+ <indexterm><primary>NTP</primary> <secondary>rc.conf</secondary></indexterm>
+
+ <para>Defina <literal>ntpd_enable=YES</literal> para iniciar o <application>ntpd</application> no momento do boot do sistema. Depois que o <literal>ntpd_enable=YES</literal> for adicionado ao <filename>/etc/rc.conf</filename>, o <application>ntpd</application> poderá ser iniciado imediatamente sem reiniciar o sistema, digitando:</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>service ntpd start</userinput></screen>
+
+ <para>Somente <literal>ntpd_enable</literal> deve ser configurado para usar o ntpd. As variáveis <filename>rc.conf</filename> listadas abaixo também podem ser definidas conforme necessário.</para>
+
+ <para>Defina <literal>ntpd_sync_on_start=YES</literal> para permitir que o <application>ntpd</application> adiante o relógio, uma vez na inicialização. Normalmente, o <application>ntpd</application> registra uma mensagem de erro e se finaliza se o relógio estiver dessincronizado por mais de 1000 segundos. Essa opção é especialmente útil em sistemas sem um relógio em tempo real com bateria.</para>
+
+ <para>Defina <literal>ntpd_oomprotect=YES</literal> para proteger o serviço <application>ntpd</application> de ser finalizado pelo sistema quando ele tentar se recuperar de uma condição de Falta de Nemória (<acronym>OOM</acronym>).</para>
+
+ <para>Defina <literal>ntpd_config=</literal> para o local de um arquivo <filename>ntp.conf</filename> alternativo.</para>
+
+ <para>Defina <literal>ntpd_flags=</literal> para conter outras flags <application>ntpd</application> conforme necessário, mas evite usar as flags gerenciadas internamente pelo <filename>/etc/rc.d/ntpd</filename>: <itemizedlist spacing="compact">
+ <listitem><para><literal> -p </literal> (local do arquivo pid)</para></listitem>
+ <listitem><para><literal>-c</literal> (configure <literal>ntpd_config=</literal> como alternativa)</para></listitem>
+ </itemizedlist></para>
+ </sect3>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>service ntpd start</userinput></screen>
+ <sect3>
+ <title>O <application>Ntpd</application> e o usuário não privilegiado <literal>ntpd</literal></title>
+
+ <para>O <application>Ntpd</application> no FreeBSD pode ser iniciado e executado como um usuário não privilegiado. Para isso, é necessário o módulo de política <citerefentry><refentrytitle>mac_ntpd</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>. O script de inicialização <filename>/etc/rc.d/ntpd</filename> examina primeiro a configuração do NTP. Se possível, ele carrega o módulo <literal>mac_ntpd</literal> e inicia o <application>ntpd</application> como um usuário não vinculado <literal>ntpd</literal> (user id 123). Para evitar problemas com o acesso a arquivos e diretórios, o script de inicialização não iniciará automaticamente o <application>ntpd</application> como <literal>ntpd</literal> quando a configuração contiver quaisquer opções relacionadas a arquivos.</para>
+
+ <para>A presença de qualquer um dos itens a seguir em <literal>ntpd_flags</literal> requer configuração manual, conforme descrito abaixo, para ser executada como o usuário <literal>ntpd</literal> user: <itemizedlist spacing="compact">
+ <listitem><para>-f or --driftfile</para></listitem>
+ <listitem><para>-i or --jaildir</para></listitem>
+ <listitem><para>-k or --keyfile</para></listitem>
+ <listitem><para>-l or --logfile</para></listitem>
+ <listitem><para>-s or --statsdir</para></listitem>
+ </itemizedlist></para>
+
+ <para>A presença de qualquer uma das seguintes palavras-chave no <filename>ntp.conf</filename> requer configuração manual, conforme descrito abaixo, para ser executado como usuário <literal>ntpd</literal>: <itemizedlist spacing="compact">
+ <listitem><para>crypto</para></listitem>
+ <listitem><para>driftfile</para></listitem>
+ <listitem><para>key</para></listitem>
+ <listitem><para>logdir</para></listitem>
+ <listitem><para>statsdir</para></listitem>
+ </itemizedlist></para>
+
+ <para>Para configurar manualmente o <application>ntpd</application> para ser executado como usuário <literal>ntpd</literal>, você deve: <itemizedlist mark="none" spacing="compact">
+ <listitem><para>Certifique-se de que o usuário <literal>ntpd</literal> tenha acesso a todos os arquivos e diretórios especificados na configuração.</para></listitem>
+ <listitem><para>Se certifique para que o módulo <literal>mac_ntpd</literal> seja carregado ou compilado no kernel. Consulte <citerefentry><refentrytitle>mac_ntpd</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para obter detalhes.</para></listitem>
+ <listitem><para>Defina <literal>ntpd_user="ntpd"</literal> no <filename>/etc/rc.conf</filename></para></listitem>
+ </itemizedlist></para>
+ </sect3>
</sect2>
<sect2>
@@ -34638,13 +34628,13 @@ driftfile /var/db/ntp.drift</programlisting>
<para>O <application>ntpd</application> não precisa de uma conexão permanente com a Internet para funcionar corretamente. No entanto, se uma conexão <acronym>PPP</acronym> estiver configurada para discar sob demanda, o tráfego de <acronym>NTP</acronym> deverá ser impedido de disparar uma discagem ou manter a conexão ativa. Isso pode ser configurado com as diretivas <literal>filter</literal> em <filename>/etc/ppp/ppp.conf</filename>. Por exemplo:</para>
<programlisting>set filter dial 0 deny udp src eq 123
- # Prevent NTP traffic from initiating dial out
- set filter dial 1 permit 0 0
- set filter alive 0 deny udp src eq 123
- # Prevent incoming NTP traffic from keeping the connection open
- set filter alive 1 deny udp dst eq 123
- # Prevent outgoing NTP traffic from keeping the connection open
- set filter alive 2 permit 0/0 0/0</programlisting>
+# Prevent NTP traffic from initiating dial out
+set filter dial 1 permit 0 0
+set filter alive 0 deny udp src eq 123
+# Prevent incoming NTP traffic from keeping the connection open
+set filter alive 1 deny udp dst eq 123
+# Prevent outgoing NTP traffic from keeping the connection open
+set filter alive 2 permit 0/0 0/0</programlisting>
<para>Para mais detalhes, consulte a seção <literal>PACKET FILTERING</literal> em <citerefentry><refentrytitle>ppp</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e os exemplos em <filename>/usr/share/examples/ppp/</filename>.</para>
@@ -34833,7 +34823,7 @@ iqn.2012-06.com.example:target0 10.10.10.10 Authentication f
chapSecret = secretsecret
}</programlisting>
- <para>O <literal>t0</literal> especifica um nickname para a seção do arquivo de configuração. Ele será usado pelo iniciador para especificar qual configuração usar. As outras linhas especificam os parâmetros a serem usados ​​durante a conexão. O <literal>TargetAddress</literal> e <literal>TargetName</literal> são obrigatórios, enquanto as outras opções são opcionais. Neste exemplo, o nome de usuário e a senha do <acronym>CHAP</acronym> são mostrados.</para>
+ <para>O <literal>t0</literal> especifica um nickname para a seção do arquivo de configuração. Ele será usado pelo iniciador para especificar qual configuração usar. As outras linhas especificam os parâmetros a serem usados durante a conexão. O <literal>TargetAddress</literal> e <literal>TargetName</literal> são obrigatórios, enquanto as outras opções são opcionais. Neste exemplo, o nome de usuário e a senha do <acronym>CHAP</acronym> são mostrados.</para>
<para>Para se conectar ao alvo definido, especifique o apelido:</para>
@@ -34883,7 +34873,7 @@ iscsictl_flags="-Aa"</programlisting>
<para>Os firewalls permitem filtrar o tráfego de entrada e saída que flui através de um sistema. Um firewall pode usar um ou mais conjuntos de <quote>regras</quote> para inspecionar os pacotes de rede à medida que eles entram ou saem das conexões de rede e assim permitir ou bloquear o tráfego. As regras de um firewall podem inspecionar uma ou mais características dos pacotes, como o tipo de protocolo, o endereço do host de origem ou de destino e a porta de origem ou de destino.</para>
- <para>Os firewalls podem melhorar a segurança de um host ou de uma rede. Eles podem ser usados ​​para fazer um ou mais dos seguintes procedimentos:</para>
+ <para>Os firewalls podem melhorar a segurança de um host ou de uma rede. Eles podem ser usados para fazer um ou mais dos seguintes procedimentos:</para>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -34946,7 +34936,7 @@ iscsictl_flags="-Aa"</programlisting>
<indexterm><primary>firewall</primary> <secondary>rulesets</secondary></indexterm>
- <para>Um conjunto de regras contém um grupo de regras que liberam ou bloqueiam pacotes com base nos valores contidos no pacote. A troca bidirecional de pacotes entre hosts compreende uma conversa de sessão. O conjunto de regras do firewall processa os pacotes que chegam da Internet pública, bem como os pacotes produzidos pelo sistema como uma resposta aos que chegaram. Cada serviço <acronym>TCP/IP</acronym> é pré-definido pelo seu protocolo e porta de escuta. Os pacotes destinados a um serviço específico são originados do endereço de origem usando uma porta não privilegiada e têm como destino a porta do serviço específica no endereço de destino. Todos os parâmetros acima podem ser usados ​​como critérios de seleção para criar regras que irão liberar ou bloquear serviços.</para>
+ <para>Um conjunto de regras contém um grupo de regras que liberam ou bloqueiam pacotes com base nos valores contidos no pacote. A troca bidirecional de pacotes entre hosts compreende uma conversa de sessão. O conjunto de regras do firewall processa os pacotes que chegam da Internet pública, bem como os pacotes produzidos pelo sistema como uma resposta aos que chegaram. Cada serviço <acronym>TCP/IP</acronym> é pré-definido pelo seu protocolo e porta de escuta. Os pacotes destinados a um serviço específico são originados do endereço de origem usando uma porta não privilegiada e têm como destino a porta do serviço específica no endereço de destino. Todos os parâmetros acima podem ser usados como critérios de seleção para criar regras que irão liberar ou bloquear serviços.</para>
<para>Para procurar números de porta desconhecidos, consulte o arquivo <filename>/etc/services</filename>. Alternativamente, visite <uri xlink:href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_TCP_and_UDP_port_numbers">http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_TCP_and_UDP_port_numbers</uri> e faça uma pesquisa de número de porta para encontrar a finalidade de um determinado número de porta.</para>
@@ -35256,7 +35246,7 @@ nat on $ext_if from $localnet to any -&gt; ($ext_if)
block all
pass from { lo0, $localnet } to any keep state</programlisting>
- <para>Este conjunto de regras introduz a regra <literal>nat</literal> que é usada para tratar a tradução de endereços de rede dos endereços não roteáveis ​​dentro da rede interna para o endereço <acronym>IP</acronym> atribuído à interface externa. Os parênteses em torno da última parte da regra nat <literal>($ext_if)</literal> são incluídos quando o endereço <acronym>IP</acronym> da interface externa é atribuído dinamicamente. Ele garante que o tráfego de rede seja executado sem interrupções graves, mesmo se o endereço <acronym>IP</acronym> externo for alterado.</para>
+ <para>Este conjunto de regras introduz a regra <literal>nat</literal> que é usada para tratar a tradução de endereços de rede dos endereços não roteáveis dentro da rede interna para o endereço <acronym>IP</acronym> atribuído à interface externa. Os parênteses em torno da última parte da regra nat <literal>($ext_if)</literal> são incluídos quando o endereço <acronym>IP</acronym> da interface externa é atribuído dinamicamente. Ele garante que o tráfego de rede seja executado sem interrupções graves, mesmo se o endereço <acronym>IP</acronym> externo for alterado.</para>
<para>Observe que esse conjunto de regras provavelmente permite que mais tráfego seja transmitido para fora da rede do que o necessário. Uma configuração razoável poderia criar essa macro:</para>
@@ -35342,7 +35332,7 @@ rdr-anchor "ftp-proxy/*"</programlisting>
<para>O protocolo <acronym>ICMP</acronym> envia e recebe <emphasis>mensagens de controle</emphasis> entre hosts e gateways, principalmente para fornecer feedback a um remetente sobre quaisquer condições incomuns ou difíceis na rota para o host de destino. Os roteadores usam <acronym>ICMP</acronym> para negociar tamanhos de pacote e outros parâmetros de transmissão em um processo geralmente chamado de descoberta de <emphasis>path <acronym>MTU</acronym></emphasis>.</para>
- <para>Do ponto de vista do firewall, algumas mensagens de controle <acronym>ICMP</acronym> são vulneráveis ​​a vetores de ataque conhecidos. Além disso, deixar todo o tráfego de diagnóstico passar incondicionalmente torna a depuração mais fácil, mas também torna mais fácil para os outros extraírem informações sobre a rede. Por esses motivos, a regra a seguir pode não ser a ideal:</para>
+ <para>Do ponto de vista do firewall, algumas mensagens de controle <acronym>ICMP</acronym> são vulneráveis a vetores de ataque conhecidos. Além disso, deixar todo o tráfego de diagnóstico passar incondicionalmente torna a depuração mais fácil, mas também torna mais fácil para os outros extraírem informações sobre a rede. Por esses motivos, a regra a seguir pode não ser a ideal:</para>
<programlisting>pass inet proto icmp from any to any</programlisting>
@@ -35489,7 +35479,7 @@ pass inet proto tcp from any to $localnet port $tcp_services \
<para>Não deve ser confundido com o daemon <application>spamd</application> que vem junto com <application>spamassassin</application>, <package>mail/spamd</package> pode ser configurado com o <application>PF</application> para fornecer uma defesa externa contra <acronym>SPAM</acronym>. Esse <application>spamd</application> conecta-se à configuração do <application>PF</application> usando um conjunto de redirecionamentos.</para>
- <para>Os spammers tendem a enviar um grande número de mensagens, e o <acronym>SPAM</acronym> é enviado principalmente de algumas redes amigáveis ​​de spammers e um grande número de máquinas sequestradas, sendo que ambas são reportadas a <firstterm>blacklists</firstterm> bem rápido.</para>
+ <para>Os spammers tendem a enviar um grande número de mensagens, e o <acronym>SPAM</acronym> é enviado principalmente de algumas redes amigáveis de spammers e um grande número de máquinas sequestradas, sendo que ambas são reportadas a <firstterm>blacklists</firstterm> bem rápido.</para>
<para>Quando uma conexão <acronym>SMTP</acronym> de um endereço que está em uma blacklist é recebido, o <application>spamd</application> apresenta seu banner e imediatamente muda para um modo em que ele responde o trágefo <acronym>SMTP</acronym> um byte de cada vez. Esta técnica, que pretende desperdiçar tanto tempo quanto possível do spammer, é chamada de <firstterm>tarpitting</firstterm>. A implementação específica que usa respostas de um byte <acronym>SMTP</acronym> é muitas vezes referenciada como <firstterm>stuttering</firstterm>.</para>
@@ -35553,7 +35543,7 @@ rdr pass on $ext_if inet proto tcp from !&lt;spamd-white&gt; to \
<tip>
<title>Escolha Fontes de Dados com Cuidado</title>
- <para>Usar todas as blacklists do arquivo de exemplo <filename>spamd.conf</filename> irá colocar na blacklist grandes blocos da Internet. Os administradores precisam editar o arquivo para criar uma configuração ideal que use fontes de dados aplicáveis ​​e, quando necessário, use listas personalizadas.</para>
+ <para>Usar todas as blacklists do arquivo de exemplo <filename>spamd.conf</filename> irá colocar na blacklist grandes blocos da Internet. Os administradores precisam editar o arquivo para criar uma configuração ideal que use fontes de dados aplicáveis e, quando necessário, use listas personalizadas.</para>
</tip>
<para>Em seguida, adicione esta entrada ao arquivo <filename>/etc/rc.conf</filename>. Flags adicionais são descritas na página de manual especificada pelo comentário:</para>
@@ -35630,9 +35620,9 @@ antispoof for $int_if</programlisting>
<sect3 xml:id="pftut-unrouteables">
<title>Manipulando Endereços Não-Roteados</title>
- <para>Mesmo com um gateway configurado adequadamente para lidar com a tradução de endereços de rede, pode ser necessário compensar as configurações incorretas de outras pessoas. Uma configuração incorreta comum é permitir o tráfego com endereços não roteáveis ​​para a Internet. Como o tráfego de endereços não roteados pode desempenhar um papel em várias técnicas de ataque de <acronym>DoS</acronym>, considere bloquear explicitamente o tráfego de endereços não roteáveis de entrar na rede por meio da interface externa.</para>
+ <para>Mesmo com um gateway configurado adequadamente para lidar com a tradução de endereços de rede, pode ser necessário compensar as configurações incorretas de outras pessoas. Uma configuração incorreta comum é permitir o tráfego com endereços não roteáveis para a Internet. Como o tráfego de endereços não roteados pode desempenhar um papel em várias técnicas de ataque de <acronym>DoS</acronym>, considere bloquear explicitamente o tráfego de endereços não roteáveis de entrar na rede por meio da interface externa.</para>
- <para>Neste exemplo, uma macro contendo endereços não roteáveis ​​é definida e usada em regras de bloqueio. O tráfego de origem e destino para esses endereços é silenciosamente descartado na interface externa do gateway.</para>
+ <para>Neste exemplo, uma macro contendo endereços não roteáveis é definida e usada em regras de bloqueio. O tráfego de origem e destino para esses endereços é silenciosamente descartado na interface externa do gateway.</para>
<programlisting>martians = "{ 127.0.0.0/8, 192.168.0.0/16, 172.16.0.0/12, \
10.0.0.0/8, 169.254.0.0/16, 192.0.2.0/24, \
@@ -35760,7 +35750,7 @@ options ALTQ_PRIQ # Priority Queuing (PRIQ)</programlisting>
<para>Observe que o tipo <literal>filename</literal> é usado para carregar um conjunto de regras customizado.</para>
- <para>Uma maneira alternativa de carregar um conjunto de regras personalizado é definir a variável <literal>firewall_script</literal> para o caminho absoluto de um <emphasis>script executável</emphasis> que inclui comandos <application>IPFW</application>. Os exemplos usados ​​nesta seção assumem que o <literal>firewall_script</literal> está definido como <filename>/etc/ipfw.rules</filename>:</para>
+ <para>Uma maneira alternativa de carregar um conjunto de regras personalizado é definir a variável <literal>firewall_script</literal> para o caminho absoluto de um <emphasis>script executável</emphasis> que inclui comandos <application>IPFW</application>. Os exemplos usados nesta seção assumem que o <literal>firewall_script</literal> está definido como <filename>/etc/ipfw.rules</filename>:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysrc firewall_script="/etc/ipfw.rules"</userinput></screen>
@@ -35769,7 +35759,7 @@ options ALTQ_PRIQ # Priority Queuing (PRIQ)</programlisting>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysrc firewall_logging="YES"</userinput></screen>
<warning>
- <para>Somente regras de firewall com opção de <option>log</option> vão ser logadas. As regras padrão não contém essa opção e deve ser adicionada manualmente. Por isso é avisado que o conjunto de regras padrão é editado para logar. Em adição a isso, rotacionamento de log é desejado se os logs estiverem em um arquivo separado.</para>
+ <para>Somente regras de firewall com opção de <option>log</option> vão ser registradas. As regras padrão não contém essa opção e deve ser adicionada manualmente. Por isso é avisado que o conjunto de regras padrão é editado para logar. Em adição a isso, rotacionamento de log é desejado se os logs estiverem em um arquivo separado.</para>
</warning>
<para>Não existe uma variável em <filename>/etc/rc.conf</filename> para definir os limites de log. Para limitar o número de vezes que uma regra é registrada por tentativa de conexão, especifique o número usando esta linha no <filename>/etc/sysctl.conf</filename>:</para>
@@ -35883,7 +35873,7 @@ options ALTQ_PRIQ # Priority Queuing (PRIQ)</programlisting>
<varlistentry>
<term>DST</term>
<listitem>
- <para>A palavra-chave <literal>to</literal> deve ser seguida pelo endereço de destino ou por uma palavra-chave que represente o endereço de destino. As mesmas palavras-chave e endereços descritos na seção SRC podem ser usados ​​para descrever o destino.</para>
+ <para>A palavra-chave <literal>to</literal> deve ser seguida pelo endereço de destino ou por uma palavra-chave que represente o endereço de destino. As mesmas palavras-chave e endereços descritos na seção SRC podem ser usados para descrever o destino.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -36028,63 +36018,71 @@ $cmd 00499 deny log all from any to any in via $pif</programlisting>
$cmd 00999 deny log all from any to any</programlisting>
</sect2>
- <sect2 xml:id="network-natd">
+ <sect2 xml:id="in-kernel-nat">
<info>
- <title>Configurando o <acronym>NAT</acronym></title>
+ <title><acronym>NAT</acronym> no Kernel</title>
<authorgroup>
<author><personname> <firstname>Chern</firstname> <surname>Lee</surname> </personname> <contrib>Contribuído por</contrib></author>
</authorgroup>
+
+ <authorgroup>
+ <author><personname> <firstname>Dries</firstname> <surname>Michiels</surname> </personname> <contrib>Revisado e atualizado por </contrib></author>
+ </authorgroup>
</info>
- <indexterm><primary>NAT</primary> <secondary>and <application>IPFW</application></secondary></indexterm>
- <para>O daemon embutido de <acronym>NAT</acronym> do FreeBSD, <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, funciona em conjunto com o <application>IPFW</application> para fornecer tradução de endereços de rede. Isso pode ser usado para fornecer uma solução de Compartilhamento de Conexão à Internet para que vários computadores internos possam se conectar à Internet usando um único endereço <acronym>IP</acronym>.</para>
+ <indexterm><primary>NAT</primary> <secondary>and <application>IPFW</application></secondary></indexterm>
- <para>Para isso, a maquina FreeBSD conectada na internet deve atuar como um gateway. Esse sistema deve ter duas <acronym>NIC</acronym>s, onde uma é conectada a internet e a outra conectada a <acronym>LAN</acronym> interna. Cada maquina conectada com a <acronym>LAN</acronym> deve estar associada a um endereço <acronym>IP</acronym> no espaço de rede privado, como definido pela <link xlink:href="https://www.ietf.org/rfc/rfc1918.txt">RFC 1918</link>, e ter o gateway padrão definido para um sistema <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> de endereço de <acronym>IP</acronym> interno.</para>
+ <para>O firewall <application>IPFW</application> do FreeBSD possui duas implementações de <acronym>NAT</acronym>: uma sendo o daemon do sistema base <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e o recurso mais recente de <acronym>NAT</acronym> interno do <application>IPFW</application>, também conhecido como in-kernel <acronym>NAT</acronym>. Ambos trabalham em conjunto com o <application>IPFW</application> para fornecer tradução de endereço de rede. Isso pode ser usado para fornecer uma solução de compartilhamento de conexão com a Internet, para que vários computadores internos possam se conectar à Internet usando um único endereço <acronym>IP</acronym> público.</para>
- <para>Algumas configurações adicionais são necessárias para ativar a função <acronym>NAT</acronym> do <application>IPFW</application>. Se o sistema tiver um kernel personalizado, o arquivo de configuração do kernel precisa incluir a opção <literal>IPDIVERT</literal> juntamente com as outras opções <literal>IPFIREWALL</literal> descritas em <xref linkend="firewalls-ipfw-enable"/>.</para>
+ <para>Para isso, a maquina FreeBSD conectada na internet deve atuar como um gateway. Esse sistema deve ter duas <acronym>NIC</acronym>s, onde uma é conectada a internet e a outra conectada a <acronym>LAN</acronym> interna. Cada maquina conectada com a <acronym>LAN</acronym> deve estar associada a um endereço <acronym>IP</acronym> no espaço de rede privado, como definido pela <link xlink:href="https://www.ietf.org/rfc/rfc1918.txt">RFC 1918</link>.</para>
- <para>Para ativar o suporte a <acronym>NAT</acronym> no momento da inicialização, isso deve estar no arquivo <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
+ <para>Algumas configuração adicionais são necessárias para ativar a função in-kernel <acronym>NAT</acronym> do <application>IPFW</application>. Para ativar o suporte ao in-kernel <acronym>NAT</acronym> no momento da inicialização do sistema, o seguinte deve ser definido em <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
- <programlisting>gateway_enable="YES" # enables the gateway
-natd_enable="YES" # enables <acronym>NAT</acronym>
-natd_interface="rl0" # specify interface name of NIC attached to Internet
-natd_flags="-dynamic -m" # -m = preserve port numbers; additional options are listed in <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry></programlisting>
+ <programlisting>gateway_enable="YES"
+firewall_enable="YES"
+firewall_nat_enable="YES"</programlisting>
<note>
- <para>Também é possível especificar um arquivo de configuração que contenha as opções para passar para o <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>:</para>
+ <para>Quando <literal>firewall_enable</literal> não estiver definido, mas <literal>firewall_nat_enable</literal> estiver, ele não terá efeito e não fará nada, porque a implementação do in-kernel <acronym>NAT</acronym> é compatível apenas com <application>IPFW</application>.</para></note>
- <programlisting>natd_flags="-f /etc/natd.conf"</programlisting>
+ <para>Quando o conjunto de regras contém regras stateful, o posicionamento da regra <acronym>NAT</acronym> é crítico e a ação <literal>skipto</literal> é usada. A ação <literal>skipto</literal> requer um número de regra para que ele saiba para qual regra saltar. Além disso, devido à arquitetura do <citerefentry><refentrytitle>libalias</refentrytitle><manvolnum>3</manvolnum></citerefentry>, uma biblioteca implementada como um módulo do kernel usado como facilitador do in-kernel <acronym>NAT</acronym> do <application>IPFW</application>, é necessário desativar o descarregamento da segmentação TCP ou, em suma, <acronym>TSO</acronym>. <acronym>TSO</acronym> pode ser desativado por interface de rede usando <citerefentry><refentrytitle>ifconfig</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> ou em todo o sistema usando <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Para desativar o <acronym>TSO</acronym> em todo o sistema, o seguinte deve ser definido em <filename>/etc/sysctl.conf</filename>:</para>
- <para>O arquivo especificado deve conter uma lista de opções de configuração, uma por linha. Por exemplo:</para>
+ <programlisting>net.inet.tcp.tso="0"</programlisting>
- <programlisting>redirect_port tcp 192.168.0.2:6667 6667
-redirect_port tcp 192.168.0.3:80 80</programlisting>
-
- <para>Para obter mais informações sobre esse arquivo de configuração, consulte <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
- </note>
-
- <para>Em seguida, adicione as regras de <acronym>NAT</acronym> ao conjunto de regras do firewall. Quando o conjunto de regras conter regras stateful, o posicionamento das regras de <acronym>NAT</acronym> é crítico e a ação <literal>skipto</literal> é utilizada. A ação <literal>skipto</literal> requer um número de regra para que ele saiba a qual regra saltar.</para>
-
- <para>O exemplo a seguir se baseia no conjunto de regras do firewall mostrado na seção anterior. Ele adiciona algumas entradas adicionais e modifica algumas regras existentes para configurar o firewall com <acronym>NAT</acronym>. Ele começa adicionando algumas variáveis ​​adicionais que representam o número da regra para pular para, a opção <literal>keep-state</literal> e uma lista de portas <acronym>TCP</acronym> que serão usadas para reduzir o número de regras:</para>
+ <para>O exemplo abaixo se baseia no conjunto de regras do firewall mostrado na seção anterior. Ele adiciona algumas entradas adicionais e modifica algumas regras existentes para configurar o firewall com in-kernel <acronym>NAT</acronym>. Ele começa adicionando algumas variáveis adicionais que representam o número da regra para pular para, a opção <literal>keep-state</literal> e uma lista de portas <acronym>TCP</acronym> que serão usadas para reduzir o número de regras.</para>
<programlisting>#!/bin/sh
ipfw -q -f flush
cmd="ipfw -q add"
-skip="skipto 500"
+skip="skipto 1000"
pif=dc0
ks="keep-state"
good_tcpo="22,25,37,53,80,443,110"</programlisting>
- <para>A regra <acronym>NAT</acronym> de entrada é inserida <emphasis>após</emphasis> as duas regras que permitem todo o tráfego na interface interna e na interface de loopback e <emphasis>antes</emphasis> da regra <literal>check-state</literal>. É importante que o número de regra selecionado para esta regra <acronym>NAT</acronym>, neste exemplo <literal>100</literal>, seja maior que as duas primeiras regras e menor que a regra <literal>check-state</literal>:</para>
+ <para>Uma instância <acronym>NAT</acronym> também será configurada. Com o in-kernel <acronym>NAT</acronym> é possível ter várias instâncias de <acronym>NAT</acronym>, cada uma com sua própria configuração. Embora, para este exemplo, apenas uma instância <acronym>NAT</acronym> seja necessária; Instância <acronym>NAT</acronym> número 1. A configuração recebe alguns argumentos e flags, como: <option>if</option>, que indica a interface pública, <option>same_ports</option>, que cuida para que as portas mapeadas e o números das portas locais sejam mapeados da mesma maneira, <option>unreg_only</option> resultará em apenas espaços de endereço não registrados (privados) a serem processados pela instância <acronym>NAT</acronym> e <option>reset</option>, que ajudará a manter uma instância <acronym>NAT</acronym> em funcionamento, mesmo quando o endereço de <acronym>IP</acronym> público da máquina <application>IPFW</application> for alterado. Para todas as opções possíveis que podem ser passadas para uma única configuração de instância <acronym>NAT</acronym>, consulte <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Além disso, devido à natureza de um firewall <acronym>NAT</acronym> stateful, é necessário permitir que pacotes traduzidos sejam reinjetados no firewall para processamento subsequente, isso pode ser feito desativando o comportamento <option>one_pass</option> no início do script do firewall.</para>
+
+ <programlisting>ipfw disable one_pass
+ipfw -q nat 1 config if $pif same_ports unreg_only reset</programlisting>
+
+ <para>A regra <acronym>NAT</acronym> de entrada é inserida <emphasis>após</emphasis> as duas regras que permitem todo o tráfego nas interfaces interna e de loopback e após a regra de remontagem, mas <emphasis>antes</emphasis> da regra <literal>check-state</literal> . É importante que o número da regra selecionada para esta regra <acronym>NAT</acronym>, neste exemplo <literal>100</literal>, seja maior que as três primeiras regras e menor que a regra <literal>check-state</literal>. Além disso, devido ao comportamento do in-kernel <acronym>NAT</acronym>, é recomendável colocar uma regra de remontagem pouco antes da primeira regra <acronym>NAT</acronym> e depois das regras que permitem tráfego nas interfaces. Normalmente, a fragmentação <acronym>IP</acronym> não deve ocorrer, mas ao lidar com o tráfego de tunelamento com <acronym>IPSEC/ESP/GRE</acronym>, isso pode ocorrer e a recomposição de fragmentos é necessária antes de entregar o pacote completo para o mecanismo de in-kernel <acronym>NAT</acronym>.</para>
+
+ <note>
+ <para>A regra de remontagem não era necessária com o <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> do sistema base porque o recurso interno de <literal>divert</literal> no <application>IPFW</application> já cuida disso automaticamente, como também informado em <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+
+ <para>O número atual da instância <acronym>NAT</acronym> e o número da regra <acronym>NAT</acronym> não coincidem com o número da instância e o número da regra padrão <acronym>NAT</acronym> e o número da regra criados pelo <filename>rc.firewall</filename>, que é um script para configurar os conjuntos de regras padrão de firewall presentes no FreeBSD.</para></note>
<programlisting>$cmd 005 allow all from any to any via xl0 # exclude LAN traffic
$cmd 010 allow all from any to any via lo0 # exclude loopback traffic
-$cmd 100 divert natd ip from any to any in via $pif # NAT any inbound packets
+$cmd 099 reass all from any to any in # reassamble inbound packets
+$cmd 100 nat 1 ip from any to any in via $pif # NAT any inbound packets
# Allow the packet through if it has an existing entry in the dynamic rules table
$cmd 101 check-state</programlisting>
- <para>As regras de saída são modificadas para substituir a ação <literal>allow</literal> com a variável <literal>$skip</literal>, indicando que o processamento da regra continuará na regra <literal>500</literal>. As sete regras <literal>tcp</literal> foram substituídas pela regra <literal>125</literal> porque a variável <literal>$good_tcpo</literal> contém as sete portas de saída permitidas.</para>
+ <para>As regras de saída são modificadas para substituir a ação <literal>allow</literal> com a variável <literal>$skip</literal>, indicando que o processamento da regra continuará na regra <literal>1000</literal>. As sete regras <literal>tcp</literal> foram substituídas pela regra <literal>125</literal> porque a variável <literal>$good_tcpo</literal> contém as sete portas de saída permitidas.</para>
+
+ <note>
+ <para>Lembre-se de que o desempenho do firewall <application>IPFW</application> é amplamente determinado pelo número de regras presentes no conjunto de regras.</para></note>
<programlisting># Authorized outbound packets
$cmd 120 $skip udp from any to x.x.x.x 53 out via $pif $ks
@@ -36092,81 +36090,92 @@ $cmd 121 $skip udp from any to x.x.x.x 67 out via $pif $ks
$cmd 125 $skip tcp from any to any $good_tcpo out via $pif setup $ks
$cmd 130 $skip icmp from any to any out via $pif $ks</programlisting>
- <para>As regras de entrada permanecem as mesmas, exceto a ultima regra que remove <literal>via $pif</literal> com intenção de casar com ambas regras de entrada e saida. A regra de <acronym>NAT</acronym> deve seguir essa ultima regra de saida, deve ter um numero maior que a ultima regra, e o numero da regra deve referenciar a ação <literal>skipto</literal>. Nesse conjunto de regras, o numero de regra <literal>500</literal> desvia todo pacote que casar com regra de saida do <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para o processamento <acronym>NAT</acronym>. A proxima regra permite que todo pacote que esteja abaixo do processamento de <acronym>NAT</acronym> passe.</para>
+ <para>As regras de entrada permanecem as mesmas, exceto a ultima regra que remove <literal>via $pif</literal> com intenção de casar com ambas regras de entrada e saida. A regra de <acronym>NAT</acronym> deve seguir essa ultima regra de saida, deve ter um numero maior que a ultima regra, e o numero da regra deve referenciar a ação <literal>skipto</literal>. Nesse conjunto de regras, o numero de regra <literal>1000</literal> lida com a passagem de todos os pacotes para nossa instância configurada para processamento <acronym>NAT</acronym>. A próxima regra permite que qualquer pacote submetido ao processamento <acronym>NAT</acronym> seja liberado.</para>
+
+ <programlisting>$cmd 999 deny log all from any to any
+$cmd 1000 nat 1 ip from any to any out via $pif # skipto location for outbound stateful rules
+$cmd 1001 allow ip from any to any</programlisting>
- <programlisting>$cmd 499 deny log all from any to any
-$cmd 500 divert natd ip from any to any out via $pif # skipto location for outbound stateful rules
-$cmd 510 allow ip from any to any</programlisting>
+ <para>Neste exemplo, as regras <literal>100</literal>, <literal>101</literal>, <literal>125</literal>, <literal>1000</literal> e <literal>1001</literal> controlam a tradução de endereços dos pacotes de saída e de entrada para que as entradas na tabela de estado dinâmico sempre registrem o endereço de <acronym>IP</acronym> privado da <acronym>LAN </acronym>.</para>
- <para>Neste exemplo, as regras <literal>100</literal>, <literal>101</literal>, <literal>125</literal>, <literal>500</literal> e <literal>510</literal> controlam a tradução de endereços dos pacotes de saída e de entrada para que as entradas na tabela de estado dinâmico sempre registrem o endereço de <acronym>IP</acronym> privado da <acronym>LAN </acronym>.</para>
+ <para>Considere um navegador Web interno que inicialize uma nova sessão <acronym>HTTP</acronym> pela porta 80. Quando o primeiro pacote de saída entra no firewall, ele não corresponde à regra <literal>100</literal> porque ele está saindo e não entrando. Ele pula a regra <literal>101</literal> porque este é o primeiro pacote e ainda não foi inserido na tabela de estados dinâmicos. O pacote finalmente corresponde à regra <literal>125</literal> pois é uma conexão de saída em uma porta permitida e tem um endereço <acronym>IP</acronym> de origem da <acronym>LAN</acronym> interna. Ao combinar essa regra, duas ações ocorrem. Primeiro, a ação <literal>keep-state</literal> adiciona uma entrada à tabela de estados dinâmicos e a ação especificada, <literal>skipto rule 1000</literal>, é executada. Em seguida, o pacote passa pelo <acronym>NAT</acronym> e é enviado para a Internet. Este pacote faz o seu caminho para o servidor web de destino, onde um pacote de resposta é gerado e enviado de volta. Este novo pacote entra no topo do conjunto de regras. Ele corresponde à regra <literal>100</literal> e tem seu endereço de destino <acronym>IP</acronym> mapeado de volta para o endereço interno original. Em seguida, ele é processado pela regra <literal>check-state</literal>, é encontrado na tabela como uma sessão existente e é liberado para a <acronym>LAN</acronym>.</para>
- <para>Considere um navegador Web interno que inicialize uma nova sessão <acronym>HTTP</acronym> pela porta 80. Quando o primeiro pacote de saída entra no firewall, ele não corresponde à regra <literal>100</literal> porque ele está saindo e não entrando. Ele pula a regra <literal>101</literal> porque este é o primeiro pacote e ainda não foi inserido na tabela de estados dinâmicos. O pacote finalmente corresponde à regra <literal>125</literal> pois é uma conexão de saída em uma porta permitida e tem um endereço <acronym>IP</acronym> de origem da <acronym>LAN</acronym> interna. Ao combinar essa regra, duas ações ocorrem. Primeiro, a ação <literal>keep-state</literal> adiciona uma entrada à tabela de estados dinâmicos e a ação especificada, <literal>skipto rule 500</literal>, é executada. Em seguida, o pacote passa pelo <acronym>NAT</acronym> e é enviado para a Internet. Este pacote faz o seu caminho para o servidor web de destino, onde um pacote de resposta é gerado e enviado de volta. Este novo pacote entra no topo do conjunto de regras. Ele corresponde à regra <literal>100</literal> e tem seu endereço de destino <acronym>IP</acronym> mapeado de volta para o endereço interno original. Em seguida, ele é processado pela regra <literal>check-state</literal>, é encontrado na tabela como uma sessão existente e é liberado para a <acronym>LAN</acronym>.</para>
+ <para>No lado da entrada, o conjunto de regras deve negar pacotes inválidos e permitir apenas serviços autorizados. Um pacote que corresponde a uma regra de entrada é postado na tabela de estados dinâmicos e o pacote é liberado para a <acronym>LAN</acronym>. O pacote gerado como resposta é reconhecido pela regra <literal>check-state</literal> como pertencente a uma sessão existente. Em seguida, ele é enviado para a regra <literal>1000</literal> para passar pelo <acronym>NAT</acronym> antes de ser liberado para a interface de saída.</para>
- <para>No lado da entrada, o conjunto de regras deve negar pacotes inválidos e permitir apenas serviços autorizados. Um pacote que corresponde a uma regra de entrada é postado na tabela de estados dinâmicos e o pacote é liberado para a <acronym>LAN</acronym>. O pacote gerado como resposta é reconhecido pela regra <literal>check-state</literal> como pertencente a uma sessão existente. Em seguida, ele é enviado para a regra <literal>500</literal> para passar pelo <acronym>NAT</acronym> antes de ser liberado para a interface de saída.</para>
+ <note>
+ <para>A transição do <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> do sistema base para o in-kernel <acronym>NAT</acronym> pode parecer fácil no início, mas há algumas particularidades. Ao usar o kernel GENERIC, o <application>IPFW</application> carregará o módulo <filename>libalias.ko</filename> do kernel, quando o <literal>firewall_nat_enable</literal> estiver ativado no <filename>rc.conf</filename>. Embora o módulo carregado forneça apenas a funcionalidade básica de <acronym>NAT</acronym>, enquanto a implementação do <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> do sistema base tem todas as funcionalidades disponíveis sem qualquer configuração extra do usuário. Toda funcionalidade refere-se aos seguintes módulos do kernel que podem ser carregados adicionalmente quando necessário, além do módulo do kernel padrão <filename>libalias.ko</filename>: <filename>alias_cuseeme.ko</filename>, <filename>alias_ftp.ko</filename>, <filename>alias_bbt.ko</filename>, <filename>skinny.ko</filename>, <filename>irc.ko</filename>, <filename>alias_pptp.ko</filename> and <filename>alias_smedia.ko</filename> usando a diretiva <literal>kld_list</literal> em <filename>rc.conf</filename> para imitar toda a funcionalidade da implementação do sistema base. Se um kernel personalizado for usado, a funcionalidade completa do sistema base poderá ser compilada no kernel, usando a opção <option>option LIBALIAS</option>.</para></note>
<sect3>
<title>Redirecionamento de Portas</title>
- <para>A desvantagem com <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é que os clientes da <acronym>LAN</acronym> não estão acessíveis na Internet. Os clientes na <acronym>LAN</acronym> podem fazer conexões de saída para o mundo, mas não podem receber conexões diretas. Isso é um problema ao tentar executar serviços de Internet em uma das máquinas clientes da <acronym>LAN</acronym>. Uma forma simples de contornar isso é redirecionar as portas selecionadas da Internet na máquina <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para um cliente da <acronym>LAN</acronym>.</para>
+ <para>A desvantagem com <acronym>NAT</acronym> em geral é que os clientes da <acronym>LAN</acronym> não estão acessíveis na Internet. Os clientes na <acronym>LAN</acronym> podem fazer conexões de saída para o mundo, mas não podem receber conexões diretas. Isso é um problema ao tentar executar serviços de Internet em uma das máquinas clientes da <acronym>LAN</acronym>. Uma forma simples de contornar isso é redirecionar as portas selecionadas da Internet na máquina <acronym>NAT</acronym> para um cliente da <acronym>LAN</acronym>.</para>
<para>Por exemplo, um servidor <acronym>IRC</acronym> é executado no cliente <systemitem>A</systemitem> e um servidor Web é executado no cliente <systemitem>B</systemitem>. Para que isso funcione corretamente, as conexões recebidas nas portas 6667 (<acronym>IRC</acronym>) e 80 (<acronym>HTTP</acronym>) devem ser redirecionadas para as respectivas máquinas.</para>
- <para>A sintaxe para o <option>-redirect_port</option> é a seguinte:</para>
+ <para>Com o in-kernel <acronym>NAT</acronym>, toda a configuração é feita na configuração da instância <acronym>NAT</acronym>. Para obter uma lista completa de opções que uma instância in-kernel <acronym>NAT</acronym> pode usar, consulte <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. A sintaxe <application>IPFW</application> segue a sintaxe do <application>natd</application>. A sintaxe para <option>redirect_port</option> é a seguinte:</para>
- <programlisting> -redirect_port proto targetIP:targetPORT[-targetPORT]
- [aliasIP:]aliasPORT[-aliasPORT]
- [remoteIP[:remotePORT[-remotePORT]]]</programlisting>
+ <programlisting>redirect_port proto targetIP:targetPORT[-targetPORT]
+ [aliasIP:]aliasPORT[-aliasPORT]
+ [remoteIP[:remotePORT[-remotePORT]]]</programlisting>
- <para>No exemplo acima, o argumento deve ser:</para>
+ <para>Para configurar o exemplo de instalação acima, os argumentos devem ser:</para>
- <programlisting> -redirect_port tcp 192.168.0.2:6667 6667
- -redirect_port tcp 192.168.0.3:80 80</programlisting>
-
- <para>Isto redireciona as portas <acronym>TCP</acronym> para as máquinas clientes da <acronym>LAN</acronym>.</para>
+ <programlisting>redirect_port tcp 192.168.0.2:6667 6667
+redirect_port tcp 192.168.0.3:80 80</programlisting>
- <para>Intervalos de portas podem ser indicados com <option>-redirect_port</option>. Por exemplo, <replaceable>tcp 192.168.0.2:2000-3000 2000-3000</replaceable> redirecionaria todas as conexões recebidas entre as portas 2000 e 3000 para as portas 2000 a 3000 no cliente <systemitem>A</systemitem>.</para>
+ <para>Depois de adicionar esses argumentos à configuração da instância 1 de <acronym>NAT</acronym> no conjunto de regras acima, as portas <acronym>TCP</acronym> serão encaminhadas para as máquinas clientes da <acronym>LAN</acronym> que rodam os serviços <acronym>IRC</acronym> e <acronym>HTTP</acronym>.</para>
- <para>Estas opções podem ser usadas ao executar diretamente o <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, colocado na opção <literal>natd_flags=""</literal> no <filename>/etc/rc.conf</filename>, ou informado através de um arquivo de configuração.</para>
+ <programlisting>ipfw -q nat 1 config if $pif same_ports unreg_only reset \
+ redirect_port tcp 192.168.0.2:6667 6667 \
+ redirect_port tcp 192.1683.0.3:80 80</programlisting>
- <para>Para mais opções de configuração, consulte <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>Intervalos de portas podem ser indicados com <option>redirect_port</option>. Por exemplo, <replaceable>tcp 192.168.0.2:2000-3000 2000-3000</replaceable> redirecionaria todas as conexões recebidas entre as portas 2000 e 3000 para as portas 2000 a 3000 no cliente <systemitem>A</systemitem>.</para>
</sect3>
<sect3>
<title>Redirecionamento de Endereços</title>
- <indexterm><primary>address redirection</primary></indexterm>
+ <para>Redirecionamento de endereços é útil se mais de um endereço <acronym>IP</acronym> estiver disponível. Cada cliente da <acronym>LAN</acronym> pode receber seu próprio endereço <acronym>IP</acronym> externo pelo <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, que reescreverá os pacotes de saída dos clientes da <acronym>LAN</acronym> com o endereço <acronym>IP</acronym> externo apropriado e redirecionará todo o tráfego recebido naquele endereço <acronym>IP</acronym> específico de volta para o cliente da <acronym>LAN</acronym> específico. Isso também é conhecido como <acronym>NAT</acronym> estático. Por exemplo, se o endereço <acronym>IP</acronym> <systemitem class="ipaddress">128.1.1.1</systemitem>, <systemitem class="ipaddress">128.1.1.2</systemitem>, e <systemitem class="ipaddress">128.1.1.3</systemitem> estiverem disponíveis, <systemitem class="ipaddress">128.1.1.1</systemitem> pode ser usado pelo <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> como o endereço <acronym>IP</acronym> de saída externa, enquanto <systemitem class="ipaddress">128.1.1.2</systemitem> e <systemitem class="ipaddress">128.1.1.3</systemitem> são encaminhados de volta para os clientes da <acronym>LAN</acronym> <systemitem>A</systemitem> e <systemitem>B</systemitem>.</para>
- <para>Redirecionamento de endereços é útil se mais de um endereço <acronym>IP</acronym> estiver disponível. Cada cliente da <acronym>LAN</acronym> pode receber seu próprio endereço <acronym>IP</acronym> externo pelo <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, que reescreverá os pacotes de saída dos clientes da <acronym>LAN</acronym> com o endereço <acronym>IP</acronym> externo apropriado e redirecionará todo o tráfego recebido naquele endereço <acronym>IP</acronym> específico de volta para o cliente da <acronym>LAN</acronym> específico. Isso também é conhecido como <acronym>NAT</acronym> estático. Por exemplo, se o endereço <acronym>IP</acronym> <systemitem class="ipaddress">128.1.1.1</systemitem>, <systemitem class="ipaddress">128.1.1.2</systemitem>, e <systemitem class="ipaddress">128.1.1.3</systemitem> estiverem disponíveis, <systemitem class="ipaddress">128.1.1.1</systemitem> pode ser usado pelo <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> como o endereço <acronym>IP</acronym> de saída externa, enquanto <systemitem class="ipaddress">128.1.1.2</systemitem> e <systemitem class="ipaddress">128.1.1.3</systemitem> são encaminhados de volta para os clientes da <acronym>LAN</acronym> <systemitem>A</systemitem> e <systemitem>B</systemitem>.</para>
+ <para>A sintaxe <option>redirect_address</option> é a seguinte, onde <literal>localIP</literal> é o endereço <acronym>IP</acronym> interno do cliente da <acronym>LAN</acronym> e <literal>publicIP</literal> é o endereço <acronym>IP</acronym> externo que corresponde ao cliente da <acronym> LAN </acronym>.</para>
- <para>A sintaxe <option>-redirect_address</option> é a seguinte:</para>
+ <programlisting>redirect_address localIP publicIP</programlisting>
- <programlisting>-redirect_address localIP publicIP</programlisting>
+ <para>No exemplo, os argumentos seriam:</para>
+ <programlisting>redirect_address 192.168.0.2 128.1.1.2
+redirect_address 192.168.0.3 128.1.1.3</programlisting>
- <informaltable frame="none" pgwide="1">
- <tgroup cols="2">
- <tbody>
- <row>
- <entry>localIP</entry>
- <entry>O endereço <acronym>IP</acronym> interno do cliente da <acronym>LAN</acronym>.</entry>
- </row>
+ <para>Como o <option>redirect_port</option>, esses argumentos são inseridos na configuração da instância <acronym>NAT</acronym>. Com o redirecionamento de endereço, não há necessidade de redirecionamento de porta, pois todos os dados recebidos em um determinado endereço <acronym>IP</acronym> são redirecionados.</para>
- <row>
- <entry>publicIP</entry>
- <entry>O endereço <acronym>IP</acronym> externo correspondente ao cliente da <acronym>LAN</acronym>.</entry>
- </row>
- </tbody>
- </tgroup>
- </informaltable>
+ <para>Os endereços <acronym>IP</acronym> externos na máquina <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> devem estar ativos e com alias na interface externa. Consulte <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para mais informações.</para>
+ </sect3>
+
+ <sect3>
+ <title><acronym>NAT</acronym> do espaço do usuário</title>
+
+ <para>Vamos começar com uma declaração: a implementação de <acronym>NAT</acronym> do sistema base: <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, tem mais sobrecarga do que no in-kernel <acronym>NAT</acronym>. Para que o <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> traduza pacotes, os pacotes precisam ser copiados do kernel para o espaço do usuário e vice-versa, o que gera uma sobrecarga extra que não está presente com o in-kernel <acronym>NAT</acronym>.</para>
- <para>No exemplo, esse argumento seria:</para>
+ <para>Para ativar o daemon de <acronym>NAT</acronym> do sistema base , <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>, no momento da inicialização do sistema, é necessário a seguinte configuração mínima em <filename>/etc/rc.conf</filename>. Onde <option>natd_interface</option> é definido com o nome da interface <acronym>NIC</acronym> conectada à Internet. O script <citerefentry><refentrytitle>rc</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> do <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> verifica automaticamente se um endereço <acronym>IP</acronym> dinâmico é usado e configura-se para lidar com isso.</para>
- <programlisting>-redirect_address 192.168.0.2 128.1.1.2
--redirect_address 192.168.0.3 128.1.1.3</programlisting>
+ <programlisting>gateway_enable="YES"
+natd_enable="YES"
+natd_interface="rl0"</programlisting>
- <para>Como o <option>-redirect_port</option>, esses argumentos são inseridos na opção <literal>natd_flags=""</literal> no <filename>/etc/rc.conf</filename>, ou passados ​​através de um arquivo de configuração. Com o redirecionamento de endereço, não há necessidade de redirecionamento de porta, pois todos os dados recebidos em um determinado endereço <acronym>IP</acronym> são redirecionados.</para>
+ <para>Em geral, o conjunto de regras acima, conforme explicado para o in-kernel <acronym>NAT</acronym>, também pode ser usado junto com <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. As únicas exceções são que a configuração da instância in-kernel <acronym>NAT</acronym> <literal>(ipfw -q nat 1 config ...)</literal> não é mais aplicável, as regras número 100 e 1000 terão que ser modificadas como abaixo, e a regra de remontagem 99 não é mais necessária, pois a ação <option>divert</option> é usada para cobrir a fragmentação.</para>
- <para>Os endereços <acronym>IP</acronym> externos na máquina <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> devem estar ativos e com alias na interface externa. Consulte <citerefentry><refentrytitle>rc.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para mais informações.</para>
+ <programlisting>$cmd 100 divert natd ip from any to any in via $pif
+$cmd 1000 divert natd ip from any to any out via $pif</programlisting>
+
+ <para>Para configurar o redirecionamento de porta ou endereço, é usada uma sintaxe semelhante à do in-kernel <acronym>NAT</acronym>. Embora agora, em vez de especificar a configuração em nosso script de conjunto de regras, como no in-kernel <acronym>NAT</acronym>, a configuração do <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é melhor realizada em um arquivo de configuração. Para fazer isso, uma flag extra deve ser passado através do <filename>/etc/rc.conf</filename>, que especifica o caminho do arquivo de configuração.</para>
+
+ <programlisting>natd_flags="-f /etc/natd.conf"</programlisting>
+
+ <note>
+ <para>O arquivo especificado deve conter uma lista de opções de configuração, uma por linha. Para obter mais informações sobre esse arquivo de configuração e possíveis variáveis, consulte <citerefentry><refentrytitle>natd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Abaixo estão dois exemplos de valores, um por linha:</para>
+
+ <programlisting>redirect_port tcp 192.168.0.2:6667 6667
+redirect_address 192.168.0.3 128.1.1.3</programlisting></note>
</sect3>
</sect2>
@@ -36226,7 +36235,7 @@ $cmd 510 allow ip from any to any</programlisting>
<sect3 xml:id="firewalls-ipfw-rules-script">
<title>Criando um Script de Regras</title>
- <para>Os usuários mais experientes do <application>IPFW</application> criam um arquivo contendo as regras e as codificam de maneira compatível com sua execução como um script. A principal vantagem de fazer isso é que as regras de firewall podem ser atualizadas em massa sem a necessidade de reinicializar o sistema para ativá-las. Este método é conveniente para testar novas regras, pois o procedimento pode ser executado quantas vezes forem necessárias. Sendo um script, a substituição simbólica pode ser usada para valores usados ​​frequentemente para serem substituídos em várias regras.</para>
+ <para>Os usuários mais experientes do <application>IPFW</application> criam um arquivo contendo as regras e as codificam de maneira compatível com sua execução como um script. A principal vantagem de fazer isso é que as regras de firewall podem ser atualizadas em massa sem a necessidade de reinicializar o sistema para ativá-las. Este método é conveniente para testar novas regras, pois o procedimento pode ser executado quantas vezes forem necessárias. Sendo um script, a substituição simbólica pode ser usada para valores usados frequentemente para serem substituídos em várias regras.</para>
<para>Este script de exemplo tem a sintaxe compatível com shells <citerefentry><refentrytitle>sh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, <citerefentry><refentrytitle>csh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>, e <citerefentry><refentrytitle>tcsh</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry>. Campos de substituição simbólicos são prefixados com um sinal de dólar ($). Campos simbólicos não possuem o prefixo $. O valor para preencher o campo simbólico deve ser colocado entre aspas duplas ("").</para>
@@ -36429,7 +36438,7 @@ ipnat_rules="/etc/ipnat.rules" # rules definition file for ipnat</programlist
<para><literal>on</literal>: deve ser seguido pelo nome da interface conforme exibido pelo <citerefentry><refentrytitle>ifconfig</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. A regra corresponderá somente se o pacote estiver passando pela interface especificada na direção especificada.</para>
- <para>Ao usar a palavra-chave <literal>log</literal>, os seguintes qualificadores podem ser usados ​​nesta ordem:</para>
+ <para>Ao usar a palavra-chave <literal>log</literal>, os seguintes qualificadores podem ser usados nesta ordem:</para>
<para><literal>body</literal>: indica que os primeiros 128 bytes do conteúdo do pacote serão registrados após os cabeçalhos.</para>
@@ -36484,7 +36493,7 @@ ipnat_rules="/etc/ipnat.rules" # rules definition file for ipnat</programlist
<varlistentry>
<term>TCP_FLAG|ICMP_TYPE</term>
<listitem>
- <para>Se <literal>tcp</literal> for especificado como o PROTO_TYPE, flags poderão ser especificadas como letras, onde cada letra representa uma das possíveis flags <acronym>TCP</acronym> utilizadas ​​para determinar o estado de uma conexão. Os valores possíveis são: <literal>S</literal> (SYN), <literal>A</literal> (ACK), <literal>P</literal> (PSH), <literal>F</literal> (FIN), <literal>U</literal> (URG), <literal>R</literal> (RST), <literal>C</literal> (CWN), e <literal>E</literal> (ECN).</para>
+ <para>Se <literal>tcp</literal> for especificado como o PROTO_TYPE, flags poderão ser especificadas como letras, onde cada letra representa uma das possíveis flags <acronym>TCP</acronym> utilizadas para determinar o estado de uma conexão. Os valores possíveis são: <literal>S</literal> (SYN), <literal>A</literal> (ACK), <literal>P</literal> (PSH), <literal>F</literal> (FIN), <literal>U</literal> (URG), <literal>R</literal> (RST), <literal>C</literal> (CWN), e <literal>E</literal> (ECN).</para>
<para>Se o <literal>icmp</literal> for especificado como o PROTO_TYPE, o tipo <acronym>ICMP</acronym> para correspondência pode ser especificado. Consulte o <citerefentry><refentrytitle>ipf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> para os tipos permitidos.</para>
</listitem>
@@ -36508,7 +36517,7 @@ ipnat_rules="/etc/ipnat.rules" # rules definition file for ipnat</programlist
<para>Esta seção demonstra como criar um conjunto de regras de exemplo que permite apenas serviços que correspondam às regras <literal>pass</literal> e bloqueie todo o resto.</para>
- <para>O FreeBSD usa a interface de loopback (<filename>lo0</filename>) e o endereço <acronym>IP</acronym> <systemitem class="ipaddress">127.0.0.1</systemitem> para comunicação interna. O conjunto de regras do firewall deve conter regras para permitir o livre movimento desses pacotes usados ​​internamente:</para>
+ <para>O FreeBSD usa a interface de loopback (<filename>lo0</filename>) e o endereço <acronym>IP</acronym> <systemitem class="ipaddress">127.0.0.1</systemitem> para comunicação interna. O conjunto de regras do firewall deve conter regras para permitir o livre movimento desses pacotes usados internamente:</para>
<programlisting># no restrictions on loopback interface
pass in quick on lo0 all
@@ -36566,7 +36575,7 @@ pass out quick on dc0 proto icmp from any to any icmp-type 8 keep state
# Block and log everything else
block out log first quick on dc0 all</programlisting>
- <para>Neste exemplo de regras na seção de entrada da interface pública todos os pacotes indesejáveis são bloqueados ​​primeiro. Isso reduz o número de pacotes registrados pela última regra.</para>
+ <para>Neste exemplo de regras na seção de entrada da interface pública todos os pacotes indesejáveis são bloqueados primeiro. Isso reduz o número de pacotes registrados pela última regra.</para>
<programlisting># interface facing Internet (inbound)
# Block all inbound traffic from non-routable or reserved address spaces
@@ -36642,7 +36651,7 @@ ipnat_rules="/etc/ipnat.rules"</programlisting>
<programlisting>map <replaceable>IF</replaceable> <replaceable>LAN_IP_RANGE</replaceable> -&gt; <replaceable>PUBLIC_ADDRESS</replaceable></programlisting>
- <para>O <replaceable>LAN_IP_RANGE</replaceable> é o intervalo de endereços <acronym>IP</acronym> usados ​​pelos clientes internos. Geralmente, é um intervalo de endereços privados, como <systemitem class="ipaddress">192.168.1.0/24</systemitem>. O <replaceable>PUBLIC_ADDRESS</replaceable> pode ser o endereço <acronym>IP</acronym> externo estático ou a palavra-chave <literal>0/32</literal> que representa o endereço <acronym>IP</acronym> atribuído para <replaceable>IF</replaceable>.</para>
+ <para>O <replaceable>LAN_IP_RANGE</replaceable> é o intervalo de endereços <acronym>IP</acronym> usados pelos clientes internos. Geralmente, é um intervalo de endereços privados, como <systemitem class="ipaddress">192.168.1.0/24</systemitem>. O <replaceable>PUBLIC_ADDRESS</replaceable> pode ser o endereço <acronym>IP</acronym> externo estático ou a palavra-chave <literal>0/32</literal> que representa o endereço <acronym>IP</acronym> atribuído para <replaceable>IF</replaceable>.</para>
<para>No <application>IPF</application>, quando um pacote chega ao firewall a partir da <acronym>LAN</acronym> com um destino público, ele primeiro passa pelas regras de saída do conjunto de regras do firewall. Em seguida, o pacote é passado para o conjunto de regras <acronym>NAT</acronym>, o qual é lido de cima para baixo, onde a primeira regra correspondente ganha. O <application>IPF</application> testa cada regra de <acronym>NAT</acronym> em relação ao nome da interface e ao endereço <acronym>IP</acronym> de origem do pacote. Quando o nome da interface de um pacote corresponde a uma regra <acronym>NAT</acronym>, o endereço <acronym>IP</acronym> de origem do pacote na <acronym>LAN</acronym> privada é verificado para ver se ele está dentro do intervalo de endereços <acronym>IP</acronym> especificado em <replaceable>LAN_IP_RANGE</replaceable>. Se corresponder, o pacote tem seu endereço <acronym>IP</acronym> de origem reescrito com o endereço <acronym>IP</acronym> público especificado por <replaceable>PUBLIC_ADDRESS</replaceable>. O <application>IPF</application> adiciona uma entrada em sua tabela <acronym>NAT</acronym> interna para que, quando o pacote retornar da Internet, possa ser mapeado de volta para seu endereço <acronym>IP</acronym> privado original antes de ser passado para as regras de firewall para processamento adicional.</para>
@@ -36656,7 +36665,7 @@ ipnat_rules="/etc/ipnat.rules"</programlisting>
<programlisting>map dc0 192.168.1.0/24 -&gt; 0/32 portmap tcp/udp auto</programlisting>
- <para>O segundo método é usar um pool de endereços públicos. Isso é útil quando existem muitos clientes na <acronym>LAN</acronym> para para usar um único endereço público e um bloco de endereços públicos de <acronym>IP</acronym> está disponível. Esses endereços públicos podem ser usados ​​como um pool do qual o <acronym>NAT</acronym> seleciona um endereço <acronym>IP</acronym> à medida que o endereço de um pacote é mapeado ao sair.</para>
+ <para>O segundo método é usar um pool de endereços públicos. Isso é útil quando existem muitos clientes na <acronym>LAN</acronym> para para usar um único endereço público e um bloco de endereços públicos de <acronym>IP</acronym> está disponível. Esses endereços públicos podem ser usados como um pool do qual o <acronym>NAT</acronym> seleciona um endereço <acronym>IP</acronym> à medida que o endereço de um pacote é mapeado ao sair.</para>
<para>O intervalo de endereços <acronym>IP</acronym> públicos pode ser especificado usando uma notação de netmask ou <acronym>CIDR</acronym>. Essas duas regras são equivalentes:</para>
@@ -36886,7 +36895,7 @@ sh /etc/ipf.rules.script</programlisting>
<para>Uma vez que o recurso de criação de log esteja ativado no arquivo <filename>rc.conf</filename> e iniciado com o serviço <command>ipmon start</command>, o <application>IPF</application> irá registrar apenas as regras que contêm a palavra-chave <literal>log</literal>. O administrador do firewall decide quais regras no conjunto de regras devem ser logadas e normalmente apenas as regras de negação são registradas. É costume incluir a palavra-chave <literal>log</literal> na última regra do conjunto de regras. Isso possibilita ver todos os pacotes que não correspondem a nenhuma das regras do conjunto de regras.</para>
- <para>Por padrão, o modo <command>ipmon -Ds</command> usa <literal>local0</literal> como o recurso de log. Os níveis de registro a seguir podem ser usados ​​para separar ainda mais os dados logados:</para>
+ <para>Por padrão, o modo <command>ipmon -Ds</command> usa <literal>local0</literal> como o recurso de log. Os níveis de registro a seguir podem ser usados para separar ainda mais os dados logados:</para>
<screen>LOG_INFO - pacotes logados usando a palavra-chave "log" ao invés da ação pass ou block.
LOG_NOTICE - pacotes logados que também são liberados
@@ -36946,6 +36955,153 @@ LOG_ERR - pacotes que foram logados e que podem ser considerados insuficientes d
<para>Se o pacote for um pacote <acronym>ICMP</acronym>, haverá dois campos no final: o primeiro sempre sendo <quote>icmp</quote> e o próximo sendo a mensagem <acronym>ICMP</acronym> e sub-tipo de mensagem, separados por uma barra. Por exemplo: <literal>icmp 3/3</literal> para uma mensagem port unreachable.</para>
</sect2>
</sect1>
+
+ <sect1 xml:id="firewalls-blacklistd">
+ <title>Blacklistd</title>
+
+ <para>O Blacklistd é um daemon que escuta sockets para receber notificações de outros daemons sobre tentativas de conexão que falharam ou foram bem-sucedidas. É mais amplamente utilizado no bloqueio de muitas tentativas de conexão em portas abertas. Um exemplo excelente é o <application>SSH</application>, executado na Internet, recebendo muitas solicitações de conexão de bots ou scripts tentando adivinhar senhas e obter acesso. Utilizando <application>blacklistd</application>, o daemon pode notificar o firewall para criar uma regra de filtro para bloquear tentativas excessivas de conexão de uma única origem após várias tentativas. O Blacklistd foi desenvolvido pela primeira vez no NetBSD e apareceu na versão 7. O FreeBSD 11 importou o blacklistd do NetBSD.</para>
+
+ <para>Este capítulo descreve como instalar o blacklistd, configurá-lo e fornece exemplos de como usá-la. Os leitores devem estar familiarizados com os conceitos básicos de firewall, como regras. Para detalhes, consulte o capítulo sobre firewall. O PF é usado nos exemplos, mas outros firewalls disponíveis no FreeBSD também devem funcionar com o blacklistd.</para>
+
+ <sect2>
+ <title>Habilitando a Blacklistd</title>
+
+ <para>A configuração principal do blacklistd é armazenada em <citerefentry><refentrytitle>blacklistd.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. Várias opções de linha de comando também estão disponíveis para alterar o comportamento em tempo de execução do blacklistd. Para persistir as configurações em uma reinicialização do sistema, deve se armazenar as opções em <filename>/etc/blacklistd.conf</filename>. Para ativar o daemon durante a inicialização do sistema, adicione a linha <literal>blacklistd_enable</literal> no <filename>/etc/rc.conf</filename> assim:</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>sysrc blacklistd_enable=yes</userinput></screen>
+
+ <para>Para iniciar o serviço manualmente, execute este comando:</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>service blacklistd start</userinput></screen>
+ </sect2>
+
+ <sect2>
+ <title>Criando um conjunto de regras no Blacklistd</title>
+
+ <para>As regras do blacklistd são configuradas em <citerefentry><refentrytitle>blacklistd.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry> com uma opção por linha. Cada regra contém uma tupla separada por espaços ou tabulações. As regras pertencem a um <literal>local</literal> ou a um <literal>remote</literal>, que se aplica à máquina em que o blacklistd está sendo executado ou a uma origem externa, respectivamente.</para>
+
+ <sect3>
+ <title>Regras Locais</title>
+
+ <para>Um exemplo de entrada blacklistd.conf para uma regra local se parece com isso:</para>
+
+ <programlisting>[local]
+ssh stream * * * 3 24h</programlisting>
+
+ <para>Todas as regras que seguem a seção <literal>[local]</literal> são tratadas como regras locais (que é o padrão), aplicadas à máquina local. Quando uma seção <literal>[remote]</literal> é encontrada, todas as regras a seguir são tratadas como regras de máquina remota.</para>
+
+ <para>Sete campos definem uma regra separada por tabulações ou espaços. Os quatro primeiros campos identificam o tráfego que deve estar na lista negra. Os três campos a seguir definem o comportamento do backlistd. Os curingas são indicados como asteriscos (<literal>*</literal>), correspondendo a qualquer coisa nesse campo. O primeiro campo define a localização. Nas regras locais, essas são as portas de rede. A sintaxe para o campo local é a seguinte:</para>
+
+ <programlisting>[<replaceable>address</replaceable>|<replaceable>interface</replaceable>][/<replaceable>mask</replaceable>][:<replaceable>port</replaceable>]</programlisting>
+
+ <para>Os endereços podem ser especificados como IPv4 no formato numérico ou IPv6 entre colchetes. Um nome de interface como <literal><replaceable>em0</replaceable></literal> também pode ser usado.</para>
+
+ <para>O tipo de socket é definido pelo segundo campo. Os socket TCP são do tipo <literal>stream</literal>, enquanto UDP é indicado como <literal>dgram</literal>. O exemplo acima usa TCP, pois o SSH está usando esse protocolo.</para>
+
+ <para>Um protocolo pode ser usado no terceiro campo de uma regra de lista negra. Os seguintes protocolos podem ser usados: <literal>tcp</literal>, <literal>udp</literal>, <literal>tcp6</literal>, <literal>udp6</literal> ou numérico. Um curinga, como no exemplo, geralmente é usado para corresponder a todos os protocolos, a menos que haja um motivo para distinguir o tráfego por um determinado protocolo.</para>
+
+ <para>No quarto campo, o usuário ou proprietário efetivo do processo daemon que está reportando o evento é definido. O nome de usuário ou o <acronym>UID</acronym> pode ser usado aqui, bem como um curinga (veja a regra de exemplo acima).</para>
+
+ <para>O nome da regra do packet filter é declarado pelo quinto campo, que inicia a parte de comportamento da regra. Por padrão, blacklistd coloca todos os blocos sob uma âncora pf chamada <literal>blacklistd</literal> em <filename>pf.conf</filename> assim:</para>
+
+ <programlisting>anchor "blacklistd/*" in on $ext_if
+block in
+pass out</programlisting>
+
+ <para>Para blacklists separadas, um nome de âncora pode ser usado neste campo. Em outros casos, o curinga será suficiente. Quando um nome começa com um hífen (<literal>-</literal>), significa que uma âncora com o nome de regra padrão precedido deve ser usada. Uma modificação do exemplo acima usando o hífen ficaria assim:</para>
+
+ <programlisting>ssh stream * * -ssh 3 24h</programlisting>
+
+ <para>Com essa regra, quaisquer novas regras de blacklist são adicionadas a uma âncora chamada <literal>blacklistd-ssh</literal>.</para>
+
+ <para>Para bloquear sub-redes inteiras para uma única violação de regra, um <literal>/</literal> no nome da regra pode ser usado. Isso faz com que a parte restante do nome seja interpretada como a máscara a ser aplicada ao endereço especificado na regra. Por exemplo, esta regra bloquearia todos os endereços adjacentes a <literal>/24</literal>.</para>
+
+ <programlisting>22 stream tcp * */24 3 24h</programlisting>
+
+ <note>
+ <para>É importante especificar o protocolo apropriado aqui. O IPv4 e o IPv6 tratam o /24 de maneira diferente, é por isso que <literal>*</literal> não pode ser usado no terceiro campo para esta regra.</para>
+ </note>
+
+ <para>Esta regra define que, se qualquer host dessa rede estiver se comportando mal, todo o resto da rede também será bloqueado.</para>
+
+ <para>O sexto campo, chamado <literal>nfail</literal>, define o número de falhas de login necessárias para colocar na blacklist o IP remoto em questão. Quando um curinga é usado nessa posição, isso significa que o bloqueio nunca irá acontecer. Na regra de exemplo acima, um limite de três é definido, o que significa que, após três tentativas de logon no <application>SSH</application> em uma conexão, o IP é bloqueado.</para>
+
+ <para>O último campo em uma definição de regra do blacklistd especifica por quanto tempo um host ficará na lista negra. A unidade padrão é segundos, mas sufixos como <literal>m</literal>, <literal>h</literal> e <literal>d</literal> também podem ser especificados por minutos, horas e dias, respectivamente.</para>
+
+ <para>A regra de exemplo na íntegra significa que, após três vezes a autenticação no <application>SSH</application>, resultará em uma nova regra de bloqueio de PF para esse host. As correspondências de regras são realizadas verificando primeiro as regras locais, uma após a outra, da mais específica à menos específica. Quando ocorre uma correspondência, as regras <literal>remote</literal> são aplicadas e o nome <literal>nfail</literal> e os campos de desativação são alterados pela regra <literal>remote</literal> correspondente.</para>
+ </sect3>
+
+ <sect3>
+ <title>Regras Remotas</title>
+
+ <para>As regras remotas são usadas para especificar como o blacklistd muda seu comportamento, dependendo do host remoto que está sendo avaliado no momento. Cada campo em uma regra remota é o mesmo que em uma regra local. A única diferença está na maneira como o blacklistd os usa. Para explicar, esta regra de exemplo é usada:</para>
+
+ <programlisting>[remote]
+203.0.113.128/25 * * * =/25 = 48h</programlisting>
+
+ <para>O campo de endereço pode ser um endereço IP (v4 ou v6), uma porta ou ambas. Isso permite definir regras especiais para um intervalo de endereços remotos específico, como neste exemplo. Os campos para tipo, protocolo e proprietário são identicamente interpretados como na regra local.</para>
+
+ <para>Porém, os campos de nome são diferentes: o sinal de igual (<literal>=</literal>) em uma regra remota diz ao blacklistd para usar o valor da regra local correspondente. Isso significa que a entrada da regra de firewall é obtida e o prefixo <systemitem class="netmask">/25</systemitem> (uma máscara de rede <systemitem class="netmask">255.255.255.128</systemitem>) é adicionada. Quando uma conexão desse intervalo de endereços é colocada na lista negra, toda a sub-rede é afetada. Um nome de âncora PF também pode ser usado aqui; nesse caso, o blacklisted adicionará regras para esse bloco de endereços à âncora desse nome. A tabela padrão é usada quando um curinga é especificado.</para>
+
+ <para>Um número personalizado de falhas na coluna <literal>nfail</literal> pode ser definido para um endereço. Isso é útil para exceções a uma regra específica, talvez para permitir a alguém uma aplicação menos rigorosa de regras ou um pouco mais de clemência nas tentativas de login. O bloqueio é desativado quando um asterisco é usado neste sexto campo.</para>
+
+ <para>As regras remotas permitem uma aplicação mais rigorosa dos limites das tentativas de logon, em comparação com as tentativas provenientes de uma rede local como um escritório.</para>
+ </sect3>
+ </sect2>
+
+ <sect2>
+ <title>Configuração do cliente no Blacklistd</title>
+
+ <para>Existem alguns pacotes de software no FreeBSD que podem utilizar a funcionalidade do blacklistd. Os dois mais proeminentes são <citerefentry><refentrytitle>ftpd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> e <citerefentry><refentrytitle>sshd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para bloquear tentativas excessivas de conexão. Para ativar o blacklistd no daemon SSH, adicione a seguinte linha ao <filename>/etc/ssh/sshd_config</filename>:</para>
+
+ <programlisting>UseBlacklist yes</programlisting>
+
+ <para>Reinicie o sshd posteriormente para que essas alterações entrem em vigor.</para>
+
+ <para>A lista negra do <citerefentry><refentrytitle>ftpd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> é ativada usando <literal>-B</literal>, em <filename>/etc/inetd.conf</filename> ou como uma flag no <filename>/etc/rc.conf</filename> assim:</para>
+
+ <programlisting>ftpd_flags="-B"</programlisting>
+
+ <para>Isso é tudo o que é necessário para que esses programas conversem com o blacklistd.</para>
+ </sect2>
+
+ <sect2>
+ <title>Gerenciamento do Blacklistd</title>
+
+ <para>O Blacklistd fornece ao usuário um utilitário de gerenciamento chamado <citerefentry><refentrytitle>blacklistctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Ele exibe endereços e redes bloqueados que estão na lista negra pelas regras definidas em <citerefentry><refentrytitle>blacklistd.conf</refentrytitle><manvolnum>5</manvolnum></citerefentry>. Para ver a lista de hosts atualmente bloqueados, use <command>dump</command> combinado com <option>-b</option> assim.</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>blacklistctl dump -b</userinput>
+ address/ma:port id nfail last access
+213.0.123.128/25:22 OK 6/3 2019/06/08 14:30:19</screen>
+
+ <para>Este exemplo mostra que houve 6 de três tentativas permitidas na porta 22 provenientes do intervalo de endereços <systemitem class="netmask">213.0.123.128/25</systemitem>. Há mais tentativas listadas do que são permitidas porque o SSH permite que um cliente tente vários logins em uma única conexão TCP. Uma conexão que está em andamento no momento não é interrompida pelo blacklistd. A última tentativa de conexão está listada na coluna <literal>last access</literal> da saída.</para>
+
+ <para>Para ver o tempo restante em que esse host estará na lista negra, adicione <option>-r</option> ao comando anterior.</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>blacklistctl dump -br</userinput>
+ address/ma:port id nfail remaining time
+213.0.123.128/25:22 OK 6/3 36s</screen>
+
+ <para>Neste exemplo, restam 36 segundos para que este host não seja mais bloqueado.</para>
+ </sect2>
+
+ <sect2>
+ <title>Removendo hosts da lista de bloqueios</title>
+
+ <para>Às vezes, é necessário remover um host da lista de bloqueios antes que o tempo restante expire. Infelizmente, não há funcionalidade no blacklistd para fazer isso. No entanto, é possível remover o endereço da tabela PF usando pfctl. Para cada porta bloqueada, existe uma âncora filha dentro da âncora do blacklistd definida em <filename>/etc/pf.conf</filename>. Por exemplo, se houver uma âncora filha para bloquear a porta 22, ela será chamada <literal>blacklistd/22</literal>. Há uma tabela dentro dessa âncora filha que contém os endereços bloqueados. Essa tabela é chamada de port seguida pelo número da porta. Neste exemplo, ele seria chamada de <literal>port22</literal>. Com essas informações em mãos, agora é possível usar o <citerefentry><refentrytitle>pfctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> para exibir todos os endereços listados desta maneira:</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>pfctl -a <replaceable>blacklistd/22</replaceable> -t <replaceable>port22</replaceable> -T show</userinput>
+...
+213.0.123.128/25
+...</screen>
+
+ <para>Depois de identificar o endereço a ser desbloqueado da lista, o seguinte comando o remove da lista:</para>
+
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>pfctl -a <replaceable>blacklistd/22</replaceable> -t <replaceable>port22</replaceable> -T delete <replaceable>213.0.123.128/25</replaceable></userinput></screen>
+
+ <para>O endereço agora foi removido do PF, mas ainda será exibido no blacklistctl, pois ele não conhece nenhuma alteração feita no PF. A entrada no banco de dados do blacklistd expirará e será removida de sua saída eventualmente. A entrada será adicionada novamente se o host estiver correspondendo a uma das regras de bloqueio no blacklistd novamente.</para>
+ </sect2>
+ </sect1>
</chapter>
@@ -37400,7 +37556,7 @@ ifconfig_wlan0="WPA SYNCDHCP"</programlisting>
<para>Para usar a rede sem fio, uma placa de rede sem fio é necessária e o kernel precisa ser configurado com o suporte de rede sem fio apropriado. O kernel é separado em vários módulos para que apenas o suporte necessário precise ser configurado.</para>
- <para>Os dispositivos sem fio mais comumente usados ​​são aqueles que usam peças fabricadas pela Atheros. Estes dispositivos são suportados pelo <citerefentry><refentrytitle>ath</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> e requerem que a seguinte linha seja adicionada ao <filename>/boot/loader.conf</filename> :</para>
+ <para>Os dispositivos sem fio mais comumente usados são aqueles que usam peças fabricadas pela Atheros. Estes dispositivos são suportados pelo <citerefentry><refentrytitle>ath</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> e requerem que a seguinte linha seja adicionada ao <filename>/boot/loader.conf</filename> :</para>
<programlisting>if_ath_load="YES"</programlisting>
@@ -38061,7 +38217,7 @@ Associated with 00:13:46:49:41:76</screen>
drivercaps=6f85edc1&lt;STA,FF,TURBOP,IBSS,HOSTAP,AHDEMO,TXPMGT,SHSLOT,SHPREAMBLE,MONITOR,MBSS,WPA1,WPA2,BURST,WME,WDS,BGSCAN,TXFRAG&gt;
cryptocaps=1f&lt;WEP,TKIP,AES,AES_CCM,TKIPMIC&gt;</screen>
- <para>Esta saída exibe os recursos da placa. A palavra <literal>HOSTAP</literal> confirma que esta placa sem fio pode atuar como um <acronym>AP</acronym>. Diversas cifras suportadas também são listadas: <acronym>WEP</acronym>, <acronym>TKIP</acronym> e <acronym>AES</acronym>. Esta informação indica quais protocolos de segurança podem ser usados ​​no <acronym>AP</acronym>.</para>
+ <para>Esta saída exibe os recursos da placa. A palavra <literal>HOSTAP</literal> confirma que esta placa sem fio pode atuar como um <acronym>AP</acronym>. Diversas cifras suportadas também são listadas: <acronym>WEP</acronym>, <acronym>TKIP</acronym> e <acronym>AES</acronym>. Esta informação indica quais protocolos de segurança podem ser usados no <acronym>AP</acronym>.</para>
<para>O dispositivo sem fio só pode ser colocado no modo hostap durante a criação do pseudo-dispositivo de rede, portanto, um dispositivo criado anteriormente deve ser destruído primeiro:</para>
@@ -38762,7 +38918,7 @@ ifconfig_fxp1="up"</programlisting>
<note>
<para>Quando a filtragem de pacotes está habilitada, os pacotes passarão pela entrada do filtro na interface de origem na interface da bridge e na saída nas interfaces apropriadas. Qualquer estágio pode ser desativado. Quando a direção do fluxo de pacotes é importante, é melhor usar o firewall nas interfaces de membros, em vez da própria bridge.</para>
- <para>A bridge tem várias opções configuráveis ​​para o trafego de pacotes <acronym>IP</acronym> e não-<acronym>IP</acronym>, e a filtragem de pacotes layer2 com o <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Veja <citerefentry><refentrytitle>if_bridge</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para maiores informações.</para>
+ <para>A bridge tem várias opções configuráveis para o trafego de pacotes <acronym>IP</acronym> e não-<acronym>IP</acronym>, e a filtragem de pacotes layer2 com o <citerefentry><refentrytitle>ipfw</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>. Veja <citerefentry><refentrytitle>if_bridge</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para maiores informações.</para>
</note>
</sect2>
@@ -38856,14 +39012,14 @@ bridge0: flags=8843&lt;UP,BROADCAST,RUNNING,SIMPLEX,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 1
</varlistentry>
</variablelist>
- <para>As interfaces de bridge também suportam o modo monitor, onde os pacotes são descartados após processamento do <citerefentry><refentrytitle>bpf</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> e não são processados ​​ou encaminhados. Isso pode ser usado para multiplexar a entrada de duas ou mais interfaces em um único fluxo <citerefentry><refentrytitle>bpf</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>. Isso é útil para reconstruir o tráfego de taps de rede que transmitem os sinais RX/TX através de duas interfaces separadas. Por exemplo, para ler a entrada de quatro interfaces de rede como um fluxo:</para>
+ <para>As interfaces de bridge também suportam o modo monitor, onde os pacotes são descartados após processamento do <citerefentry><refentrytitle>bpf</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> e não são processados ou encaminhados. Isso pode ser usado para multiplexar a entrada de duas ou mais interfaces em um único fluxo <citerefentry><refentrytitle>bpf</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>. Isso é útil para reconstruir o tráfego de taps de rede que transmitem os sinais RX/TX através de duas interfaces separadas. Por exemplo, para ler a entrada de quatro interfaces de rede como um fluxo:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig bridge0 addm fxp0 addm fxp1 addm fxp2 addm fxp3 monitor up</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>tcpdump -i bridge0</userinput></screen>
</sect2>
<sect2>
- <title>Monitoramento <acronym>SNMP</acronym> </title>
+ <title>Monitoramento <acronym>SNMP</acronym></title>
<para>A interface de bridge e os parâmetros de <acronym>STP</acronym> podem ser monitorados via o <citerefentry><refentrytitle>bsnmpd</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></citerefentry> o qual está incluído no sistema básico do FreeBSD. A <acronym>MIB</acronym> exportada da bridge está em conformidade com os padrões <acronym>IETF</acronym>, portanto, qualquer cliente ou pacote de monitoramento <acronym>SNMP</acronym> pode ser usado para recuperar os dados.</para>
@@ -38968,7 +39124,7 @@ BEGEMOT-BRIDGE-MIB::begemotBridgeDefaultBridgeIf.0 s bridge2</screen>
<varlistentry>
<term><acronym>lacp</acronym></term>
<listitem>
- <para>O protocolo de controle de agregação de links <trademark class="registered">IEEE</trademark> 802.3ad (<acronym>LACP</acronym>) negocia um conjunto de links agregáveis ​​com o peer em um ou mais grupos agregados de links (<acronym>LAG</acronym>s). Cada <acronym>LAG</acronym> é composto de portas da mesma velocidade, configuradas para operação full-duplex e o tráfego é balanceado entre as portas no <acronym>LAG</acronym> com a maior velocidade total. Normalmente, há apenas um <acronym>LAG</acronym> que contém todas as portas. No caso de alterações na conectividade física, o <acronym>LACP</acronym> convergirá rapidamente para uma nova configuração.</para>
+ <para>O protocolo de controle de agregação de links <trademark class="registered">IEEE</trademark> 802.3ad (<acronym>LACP</acronym>) negocia um conjunto de links agregáveis com o peer em um ou mais grupos agregados de links (<acronym>LAG</acronym>s). Cada <acronym>LAG</acronym> é composto de portas da mesma velocidade, configuradas para operação full-duplex e o tráfego é balanceado entre as portas no <acronym>LAG</acronym> com a maior velocidade total. Normalmente, há apenas um <acronym>LAG</acronym> que contém todas as portas. No caso de alterações na conectividade física, o <acronym>LACP</acronym> convergirá rapidamente para uma nova configuração.</para>
<para>O <acronym>LACP</acronym> equilibra o tráfego de saída nas portas ativas com base nas informações de hash do cabeçalho do protocolo e aceita tráfego de entrada de qualquer porta ativa. O hash inclui o endereço Ethernet de origem e destino e, se disponível, a tag <acronym>VLAN</acronym> e o endereço de origem e destino <acronym>IPv4</acronym> ou <acronym>IPv6</acronym>.</para>
</listitem>
@@ -39042,7 +39198,7 @@ Port Flags Priority Dev ID Age Key Number State
Fa0/1 SA 32768 0005.5d71.8db8 29s 0x146 0x3 0x3D
Fa0/2 SA 32768 0005.5d71.8db8 29s 0x146 0x4 0x3D</screen>
- <para>Para mais detalhes, digite <userinput>show lacp neighbor detail</userinput></para>
+ <para>Para mais detalhes, digite <userinput>show lacp neighbor detail</userinput>.</para>
<para>Para manter esta configuração através de reinicializações, adicione as seguintes entradas ao <filename>/etc/rc.conf</filename> no sistema FreeBSD:</para>
@@ -39090,44 +39246,53 @@ ifconfig_<literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal>="laggproto failover
<para>Para usuários de laptop, geralmente é desejável configurar o dispositivo sem fio como secundário, que é usado somente quando a conexão Ethernet não está disponível. Com <citerefentry><refentrytitle>lagg</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, é possível configurar um failover que preferia a conexão Ethernet por motivos de desempenho e de segurança, mantendo a capacidade de transferência dados através da conexão sem fio.</para>
- <para>Isso é obtido substituindo o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface física sem fio com o da interface Ethernet.</para>
+ <para>Isso é obtido substituindo o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface Ethernet com o da interface wireless.</para>
+
+ <note>
+ <para>Em teoria, o endereço MAC da Ethernet ou da wireless pode ser alterado para corresponder ao outro. No entanto, algumas interfaces wireless populares não têm suporte para substituir o endereço MAC. Portanto, recomendamos substituir o endereço MAC da Ethernet para esse fim.</para>
+ </note>
- <para>Neste exemplo, a interface Ethernet, <replaceable>bge0</replaceable>, é a interface principal e a interface sem fio, <replaceable>wlan0</replaceable>, é o failover. O dispositivo <replaceable>wlan0</replaceable> foi criado a partir da interface wireless <replaceable>iwn0</replaceable>, que será configurada com o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface Ethernet. Primeiro, determine o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface Ethernet:</para>
+ <para>Neste exemplo, a interface Ethernet, <replaceable>re0</replaceable>, é a interface principal e a interface sem fio, <replaceable>wlan0</replaceable>, é o failover. A interface <replaceable>wlan0</replaceable> foi criada a partir da interface wireless <replaceable>ath0</replaceable>, e a interface Ethernet será configurada com o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface wireless. Primeiro, determine o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface wireless:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>bge0</replaceable></userinput>
-bge0: flags=8843&lt;UP,BROADCAST,RUNNING,SIMPLEX,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 1500
- options=19b&lt;RXCSUM,TXCSUM,VLAN_MTU,VLAN_HWTAGGING,VLAN_HWCSUM,TSO4&gt;
- ether 00:21:70:da:ae:37
- inet6 fe80::221:70ff:feda:ae37%bge0 prefixlen 64 scopeid 0x2
- nd6 options=29&lt;PERFORMNUD,IFDISABLED,AUTO_LINKLOCAL&gt;
- media: Ethernet autoselect (1000baseT &lt;full-duplex&gt;)
- status: active</screen>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>wlan0</replaceable></userinput>
+wlan0: flags=8843&lt;UP,BROADCAST,RUNNING,SIMPLEX,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 1500
+ ether b8:ee:65:5b:32:59
+ groups: wlan
+ ssid Bbox-A3BD2403 channel 6 (2437 MHz 11g ht/20) bssid 00:37:b7:56:4b:60
+ regdomain ETSI country FR indoor ecm authmode WPA2/802.11i privacy ON
+ deftxkey UNDEF AES-CCM 2:128-bit txpower 30 bmiss 7 scanvalid 60
+ protmode CTS ampdulimit 64k ampdudensity 8 shortgi -stbctx stbcrx
+ -ldpc wme burst roaming MANUAL
+ media: IEEE 802.11 Wireless Ethernet MCS mode 11ng
+ status: associated
+ nd6 options=29&lt;PERFORMNUD,IFDISABLED,AUTO_LINKLOCAL&gt;</screen>
- <para>Substitua <replaceable>bge0</replaceable> para corresponder ao nome da interface Ethernet do sistema. A linha <literal>ether</literal> conterá o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface especificada. Agora, altere o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface sem fio subjacente:</para>
+ <para>Substitua <replaceable>wlan0</replaceable> para corresponder ao nome da interface wireless do sistema. A linha <literal>ether</literal> conterá o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface especificada. Agora, altere o endereço <acronym>MAC</acronym> da interface Ethernet subjacente:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>iwn0</replaceable> ether <replaceable>00:21:70:da:ae:37</replaceable></userinput></screen>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>re0</replaceable> ether <replaceable>b8:ee:65:5b:32:59</replaceable></userinput></screen>
- <para>Suba a interface sem fio, mas não defina um endereço <acronym>IP</acronym>:</para>
+ <para>Suba a interface sem fio (substituindo <replaceable>FR</replaceable> pelo seu próprio código de país com duas letras), mas não defina um endereço <acronym>IP</acronym>:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>wlan0</replaceable> create wlandev <replaceable>iwn0</replaceable> ssid <replaceable>my_router</replaceable> up</userinput></screen>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>wlan0</replaceable> create wlandev <replaceable>ath0</replaceable> country <replaceable>FR</replaceable> ssid <replaceable>my_router</replaceable> up</userinput></screen>
- <para>Certifique-se de que a interface <replaceable>bge0</replaceable> esteja ativa, então crie a interface <citerefentry><refentrytitle>lagg</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> com a <replaceable>bge0</replaceable> como master com failover para a<replaceable>wlan0</replaceable>:</para>
+ <para>Certifique-se de que a interface <replaceable>re0</replaceable> esteja ativa, então crie a interface <citerefentry><refentrytitle>lagg</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> com a <replaceable>re0</replaceable> como master com failover para a<replaceable>wlan0</replaceable>:</para>
- <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>bge0</replaceable> up</userinput>
+ <screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <replaceable>re0</replaceable> up</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal> create</userinput>
-<prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal> up laggproto failover laggport <replaceable>bge0</replaceable> laggport <replaceable>wlan0</replaceable></userinput></screen>
+<prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal> up laggproto failover laggport <replaceable>re0</replaceable> laggport <replaceable>wlan0</replaceable></userinput></screen>
<para>A interface virtual deve ser algo como isto:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>ifconfig <literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal></userinput>
lagg0: flags=8843&lt;UP,BROADCAST,RUNNING,SIMPLEX,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 1500
options=8&lt;VLAN_MTU&gt;
- ether 00:21:70:da:ae:37
- media: Ethernet autoselect
- status: active
- laggproto failover
+ ether b8:ee:65:5b:32:59
+ laggproto failover lagghash l2,l3,l4
+ laggport: re0 flags=5&lt;MASTER,ACTIVE&gt;
laggport: wlan0 flags=0&lt;&gt;
- laggport: bge0 flags=5&lt;MASTER,ACTIVE&gt;</screen>
+ groups: lagg
+ media: Ethernet autoselect
+ status: active</screen>
<para>Em seguida, inicie o cliente <acronym>DHCP</acronym> para obter um endereço <acronym>IP</acronym>:</para>
@@ -39135,12 +39300,12 @@ lagg0: flags=8843&lt;UP,BROADCAST,RUNNING,SIMPLEX,MULTICAST&gt; metric 0 mtu 150
<para>Para manter essa configuração através de reinicializações, adicione as seguintes entradas ao <filename>/etc/rc.conf</filename>:</para>
- <programlisting>ifconfig_bge0="up"
-wlans_<replaceable>iwn0</replaceable>="wlan0"
+ <programlisting>ifconfig_<replaceable>re0</replaceable>="ether <replaceable>b8:ee:65:5b:32:59</replaceable>"
+wlans_<replaceable>ath0</replaceable>="wlan0"
ifconfig_wlan0="WPA"
-create_args_wlan0="<replaceable>wlanaddr 00:21:70:da:ae:37</replaceable>"
+create_args_wlan0="country <replaceable>FR</replaceable>"
cloned_interfaces="<literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal>"
-ifconfig_<literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal>="up laggproto failover laggport bge0 laggport wlan0 DHCP"</programlisting>
+ifconfig_<literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal>="up laggproto failover laggport <replaceable>re0</replaceable> laggport wlan0 DHCP"</programlisting>
</example>
</sect2>
</sect1>
@@ -39195,7 +39360,7 @@ ifconfig_<literal>lagg<replaceable>0</replaceable></literal>="up laggproto failo
</authorgroup>
</info>
- <para>As etapas mostradas nesta seção configuram os servidores internos de <acronym>NFS</acronym> e <acronym>TFTP</acronym>. A próxima seção demonstra como instalar e configurar o servidor <acronym>DHCP</acronym>. Neste exemplo, o diretório que conterá os arquivos usados ​​pelos usuários do <acronym>PXE</acronym> é o <filename>/b/tftpboot/FreeBSD/install</filename>. É importante que este diretório exista e que o mesmo nome de diretório seja configurado no <filename>/etc/inetd.conf</filename> e no <filename>/usr/local/etc/dhcpd.conf</filename>.</para>
+ <para>As etapas mostradas nesta seção configuram os servidores internos de <acronym>NFS</acronym> e <acronym>TFTP</acronym>. A próxima seção demonstra como instalar e configurar o servidor <acronym>DHCP</acronym>. Neste exemplo, o diretório que conterá os arquivos usados pelos usuários do <acronym>PXE</acronym> é o <filename>/b/tftpboot/FreeBSD/install</filename>. É importante que este diretório exista e que o mesmo nome de diretório seja configurado no <filename>/etc/inetd.conf</filename> e no <filename>/usr/local/etc/dhcpd.conf</filename>.</para>
<procedure>
<step>
@@ -39282,7 +39447,7 @@ Received 264951 bytes in 0.1 seconds</screen>
</step>
</procedure>
- <para>Ao inicializar de um volume raiz <acronym>NFS</acronym>, o <filename>/etc/rc</filename> detecta a inicialização do <acronym>NFS</acronym> e executa o <filename>/etc/rc.initdiskless</filename>. Neste caso, o <filename>/etc</filename> e <filename>/var</filename> precisam ser sistemas de arquivos montados em memória para que estes diretórios sejam graváveis ​​mas o diretório raiz <acronym>NFS</acronym> seja apenas de leitura:</para>
+ <para>Ao inicializar de um volume raiz <acronym>NFS</acronym>, o <filename>/etc/rc</filename> detecta a inicialização do <acronym>NFS</acronym> e executa o <filename>/etc/rc.initdiskless</filename>. Neste caso, o <filename>/etc</filename> e <filename>/var</filename> precisam ser sistemas de arquivos montados em memória para que estes diretórios sejam graváveis mas o diretório raiz <acronym>NFS</acronym> seja apenas de leitura:</para>
<screen><prompt>#</prompt> <userinput>chroot ${NFSROOTDIR}</userinput>
<prompt>#</prompt> <userinput>mkdir -p conf/base</userinput>
@@ -39605,7 +39770,7 @@ Received 264951 bytes in 0.1 seconds</screen>
<varlistentry>
<term>Anycast</term>
<listitem>
- <para>Esses endereços são sintaticamente indistinguíveis dos endereços unicast, mas eles tratam de um grupo de interfaces. O pacote destinado a um endereço anycast chegará à interface do roteador mais próxima. Endereços anycast são usados ​​apenas por roteadores.</para>
+ <para>Esses endereços são sintaticamente indistinguíveis dos endereços unicast, mas eles tratam de um grupo de interfaces. O pacote destinado a um endereço anycast chegará à interface do roteador mais próxima. Endereços anycast são usados apenas por roteadores.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -40074,7 +40239,7 @@ ifconfig_<replaceable>em0</replaceable>_alias1="inet vhid <replaceable>2</replac
<para>Quando a configuração estiver concluída, reinicie a rede ou reinicie cada um dos sistemas. A alta disponibilidade está agora ativada.</para>
- <para>A funcionalidade <acronym>CARP</acronym> pode ser controlada através de diversas variáveis ​​<citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> documentadas nas páginas de manual do <citerefentry><refentrytitle>carp</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>. Outras ações podem ser acionadas a partir de eventos <acronym>CARP</acronym> usando <citerefentry><refentrytitle>devd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
+ <para>A funcionalidade <acronym>CARP</acronym> pode ser controlada através de diversas variáveis <citerefentry><refentrytitle>sysctl</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry> documentadas nas páginas de manual do <citerefentry><refentrytitle>carp</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>. Outras ações podem ser acionadas a partir de eventos <acronym>CARP</acronym> usando <citerefentry><refentrytitle>devd</refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>.</para>
</sect2>
<sect2 xml:id="carp-9x">
@@ -40160,7 +40325,7 @@ ifconfig_<replaceable>em0</replaceable>_<replaceable>5</replaceable>="inet 192.1
<para><acronym>VLANs</acronym> adicionais podem ser inseridas, simplesmente adicionando a tag ao campo <literal>vlans_<replaceable>em0</replaceable></literal> e incrementando uma linha de configuração da rede nessa interface da tag <acronym>VLAN</acronym>.</para>
- <para>É útil atribuir um nome simbólico a uma interface para que, quando o hardware associado for alterado, apenas algumas variáveis ​​de configuração precisem ser atualizadas. Por exemplo, câmeras de segurança precisam ser executadas pela VLAN 1 em <literal>em0</literal>. Posteriormente, se a placa <literal>em0</literal> for substituída por uma placa que use o driver <citerefentry><refentrytitle>ixgb</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, todas as referências a <literal>em0.1</literal> não precisarão ser alterado para <literal>ixgb0.1</literal>.</para>
+ <para>É útil atribuir um nome simbólico a uma interface para que, quando o hardware associado for alterado, apenas algumas variáveis de configuração precisem ser atualizadas. Por exemplo, câmeras de segurança precisam ser executadas pela VLAN 1 em <literal>em0</literal>. Posteriormente, se a placa <literal>em0</literal> for substituída por uma placa que use o driver <citerefentry><refentrytitle>ixgb</refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry>, todas as referências a <literal>em0.1</literal> não precisarão ser alterado para <literal>ixgb0.1</literal>.</para>
<para>Para configurar a <acronym>VLAN</acronym> <systemitem>5</systemitem>, na <acronym>NIC</acronym> <literal>em0</literal>, atribua o nome de interface <literal>cameras</literal>, e atribua à interface um endereço IP de <systemitem class="ipaddress"><replaceable>192.168.20.20</replaceable></systemitem> com um prefixo <systemitem class="netmask">24</systemitem>-bit, use este comando:</para>
@@ -40256,7 +40421,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<para>Adicionalmente, o FreeBSD está disponível via <acronym>FTP</acronym> anônimo a partir dos seguintes sites espelho. Ao obter o FreeBSD via <acronym>FTP</acronym> anônimo, por favor tente usar um site próximo. Os sites espelhos listados como <quote>Sites Espelhos Primários</quote> geralmente possuem o arquivo completo do FreeBSD (todas as versões atualmente disponíveis para cada uma das arquiteturas), mas velocidades de download mais rápidas provavelmente estão disponíveis em um site que esteja em seu país ou região. Os sites regionais carregam as versões mais recentes para a(s) arquitetura(s) mais populare(s), mas podem não carregar o arquivo completo do FreeBSD. Todos os sites fornecem acesso via <acronym>FTP</acronym> anônimo, mas alguns sites também fornecem acesso por meio de outros métodos. Os métodos de acesso disponíveis para cada site são fornecidos entre parênteses após o nome do host.</para>
-<para><link linkend="central-ftp">Servidores Centrais</link>, <link linkend="mirrors-primary-ftp">Sites Espelhos Primários</link>, <link linkend="mirrors-am-ftp">Armenia</link>, <link linkend="mirrors-au-ftp">Australia</link>, <link linkend="mirrors-at-ftp">Austria</link>, <link linkend="mirrors-br-ftp">Brazil</link>, <link linkend="mirrors-cn-ftp">China</link>, <link linkend="mirrors-cz-ftp">Czech Republic</link>, <link linkend="mirrors-dk-ftp">Denmark</link>, <link linkend="mirrors-ee-ftp">Estonia</link>, <link linkend="mirrors-fi-ftp">Finland</link>, <link linkend="mirrors-fr-ftp">France</link>, <link linkend="mirrors-de-ftp">Germany</link>, <link linkend="mirrors-gr-ftp">Greece</link>, <link linkend="mirrors-hk-ftp">Hong Kong</link>, <link linkend="mirrors-ie-ftp">Ireland</link>, <link linkend="mirrors-jp-ftp">Japan</link>, <link linkend="mirrors-kr-ftp">Korea</link>, <link linkend="mirrors-lv-ftp">Latvia</link>, <link linkend="mirrors-lt-ftp">Lithuania</link>, <link linkend="mirrors-nl-ftp">Netherlands</link>, <link linkend="mirrors-nz-ftp">New Zealand</link>, <link linkend="mirrors-no-ftp">Norway</link>, <link linkend="mirrors-pl-ftp">Poland</link>, <link linkend="mirrors-ru-ftp">Russia</link>, <link linkend="mirrors-sa-ftp">Saudi Arabia</link>, <link linkend="mirrors-si-ftp">Slovenia</link>, <link linkend="mirrors-za-ftp">South Africa</link>, <link linkend="mirrors-es-ftp">Spain</link>, <link linkend="mirrors-se-ftp">Sweden</link>, <link linkend="mirrors-ch-ftp">Switzerland</link>, <link linkend="mirrors-tw-ftp">Taiwan</link>, <link linkend="mirrors-ua-ftp">Ukraine</link>, <link linkend="mirrors-uk-ftp">United Kingdom</link>, <link linkend="mirrors-us-ftp">USA</link>.</para>
+<para><link linkend="central-ftp">Servidores Centrais</link>, <link linkend="mirrors-primary-ftp">Sites Espelhos Primários</link>, <link linkend="mirrors-am-ftp">Armenia</link>, <link linkend="mirrors-au-ftp">Australia</link>, <link linkend="mirrors-at-ftp">Austria</link>, <link linkend="mirrors-br-ftp">Brazil</link>, <link linkend="mirrors-cz-ftp">Czech Republic</link>, <link linkend="mirrors-dk-ftp">Denmark</link>, <link linkend="mirrors-ee-ftp">Estonia</link>, <link linkend="mirrors-fi-ftp">Finland</link>, <link linkend="mirrors-fr-ftp">France</link>, <link linkend="mirrors-de-ftp">Germany</link>, <link linkend="mirrors-gr-ftp">Greece</link>, <link linkend="mirrors-hk-ftp">Hong Kong</link>, <link linkend="mirrors-ie-ftp">Ireland</link>, <link linkend="mirrors-jp-ftp">Japan</link>, <link linkend="mirrors-kr-ftp">Korea</link>, <link linkend="mirrors-lv-ftp">Latvia</link>, <link linkend="mirrors-lt-ftp">Lithuania</link>, <link linkend="mirrors-nl-ftp">Netherlands</link>, <link linkend="mirrors-nz-ftp">New Zealand</link>, <link linkend="mirrors-no-ftp">Norway</link>, <link linkend="mirrors-pl-ftp">Poland</link>, <link linkend="mirrors-ru-ftp">Russia</link>, <link linkend="mirrors-sa-ftp">Saudi Arabia</link>, <link linkend="mirrors-si-ftp">Slovenia</link>, <link linkend="mirrors-za-ftp">South Africa</link>, <link linkend="mirrors-es-ftp">Spain</link>, <link linkend="mirrors-se-ftp">Sweden</link>, <link linkend="mirrors-ch-ftp">Switzerland</link>, <link linkend="mirrors-tw-ftp">Taiwan</link>, <link linkend="mirrors-ua-ftp">Ukraine</link>, <link linkend="mirrors-uk-ftp">United Kingdom</link>, <link linkend="mirrors-us-ftp">USA</link>.</para>
@@ -40373,17 +40538,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</listitem>
</varlistentry>
<varlistentry>
- <term><anchor xml:id="mirrors-cn-ftp"/> China</term>
- <listitem>
- <para>Em caso de problemas, entre em contato com o hostmaster <email> hostmaster@cn.FreeBSD.org </email> para este domínio.</para>
- <itemizedlist>
- <listitem>
- <para><link xlink:href="ftp://ftp.cn.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/">ftp://ftp.cn.FreeBSD.org/pub/FreeBSD/</link> (ftp)</para>
- </listitem>
- </itemizedlist>
- </listitem>
- </varlistentry>
- <varlistentry>
<term><anchor xml:id="mirrors-cz-ftp"/> República Checa</term>
<listitem>
<para>Em caso de problemas, entre em contato com o hostmaster <email> hostmaster@cz.FreeBSD.org </email> para este domínio.</para>
@@ -41546,10 +41700,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</listitem>
<listitem>
- <para><link xlink:href="https://planet.freebsd.org/">Planet FreeBSD</link> oferece um feed de agregação de dezenas de blogs escritos por desenvolvedores do FreeBSD. Muitos desenvolvedores usam isso para postar anotações rápidas sobre o que estão trabalhando, novos patches e outros trabalhos em andamento.</para>
- </listitem>
-
- <listitem>
<para>O <link xlink:href="http://www.youtube.com/bsdconferences">Canal do YouTube BSDConferences</link> oferece uma coleção de vídeos de alta qualidade de conferências sobre o BSD em todo o mundo. Esta é uma ótima maneira de assistir desenvolvedores-chave fazerem apresentações sobre novos trabalhos no FreeBSD.</para>
</listitem>
</itemizedlist>
@@ -41570,7 +41720,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<para>Antes de postar em qualquer lista, aprenda sobre a melhor forma de usar as listas de discussão, por exemplo, como ajudar a evitar discussões repetidas com frequência, lendo o documento de <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/doc/en_US.ISO8859-1/articles/mailing-list-faq">Perguntas Frequentes das Mailing Lists</link> (FAQ).</para>
- <para>Os arquivos são mantidos para todas as listas de discussão e podem ser pesquisados ​​usando o <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/search/index.html">servidor da World Wide Web do FreeBSD</link>. A busca por palavras-chaves no arquivo oferece uma excelente maneira de encontrar respostas para perguntas freqüentes e deve ser consultada antes de postar uma pergunta. Note que isso também significa que as mensagens enviadas para as listas de discussão do FreeBSD são arquivadas perpetuamente. Se a proteção da sua privacidade é uma preocupação, considere usar um endereço de e-mail secundário descartável e postar apenas informações públicas.</para>
+ <para>Os arquivos são mantidos para todas as listas de discussão e podem ser pesquisados usando o <link xlink:href="@@URL_RELPREFIX@@/search/index.html">servidor da World Wide Web do FreeBSD</link>. A busca por palavras-chaves no arquivo oferece uma excelente maneira de encontrar respostas para perguntas freqüentes e deve ser consultada antes de postar uma pergunta. Note que isso também significa que as mensagens enviadas para as listas de discussão do FreeBSD são arquivadas perpetuamente. Se a proteção da sua privacidade é uma preocupação, considere usar um endereço de e-mail secundário descartável e postar apenas informações públicas.</para>
<sect2 xml:id="eresources-summary">
<title>Sumário</title>
@@ -41683,11 +41833,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-afs">freebsd-afs</link></entry>
- <entry>Portando o AFS para o FreeBSD</entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-amd64">freebsd-amd64</link></entry>
<entry>Portando FreeBSD para sistemas AMD64 (moderado)</entry>
</row>
@@ -41853,16 +41998,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-ia32">freebsd-ia32</link></entry>
- <entry>FreeBSD na plataforma IA-32 (<trademark class="registered">Intel</trademark> x86)</entry>
- </row>
-
- <row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-ia64">freebsd-ia64</link></entry>
- <entry>Portando o FreeBSD para os próximos sistemas IA64 da <trademark class="registered"> Intel </trademark></entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-infiniband">freebsd-infiniband</link></entry>
<entry>Infiniband no FreeBSD</entry>
</row>
@@ -41888,6 +42023,11 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
+ <entry><link xlink:href="https://mail.kde.org/mailman/listinfo/kde-freebsd">freebsd-kde</link></entry>
+ <entry>Portando aplicativos <application>KDE</application> e o <application>KDE</application></entry>
+ </row>
+
+ <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-lfs">freebsd-lfs</link></entry>
<entry>Portando o LFS para o FreeBSD</entry>
</row>
@@ -41898,11 +42038,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-mobile">freebsd-mobile</link></entry>
- <entry>Discussões sobre computação móvel</entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-mono">freebsd-mono</link></entry>
<entry>Aplicativos Mono e C # no FreeBSD</entry>
</row>
@@ -42028,11 +42163,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-small">freebsd-small</link></entry>
- <entry>Usando o FreeBSD em aplicações embarcadas (obsoletos; use <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-embedded">freebsd-embedded</link>)</entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-snapshots">freebsd-snapshots</link></entry>
<entry>Anúncios de Snapshots dos ramos de Desenvolvimento do FreeBSD</entry>
</row>
@@ -42261,7 +42391,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/svn-src-stable">svn-src-stable</link></entry>
<entry><filename>/usr/src</filename></entry>
- <entry>Todas as mudanças para todos os ramos estáveis ​​do repositório src Subversion</entry>
+ <entry>Todas as mudanças para todos os ramos estáveis do repositório src Subversion</entry>
</row>
<row>
@@ -42307,12 +42437,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</row>
<row>
- <entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/svn-src-stable-12">svn-src-stable-12</link></entry>
- <entry><filename>/usr/src</filename></entry>
- <entry>Todas as mudanças na ramificação <filename>stable/12</filename> do repositório src do Subversion</entry>
- </row>
-
- <row>
<entry><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/svn-src-stable-other">svn-src-stable-other</link></entry>
<entry><filename>/usr/src</filename></entry>
<entry>Todas as mudanças para os ramos mais antigos <filename>stable</filename> do repositório src Subversion</entry>
@@ -42390,16 +42514,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</varlistentry>
<varlistentry>
- <term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-afs">freebsd-afs</link></term>
-
- <listitem>
- <para><emphasis> Andrew File System </emphasis></para>
-
- <para>Esta lista é para discussão sobre como portar e usar o AFS do CMU / Transarc</para>
- </listitem>
- </varlistentry>
-
- <varlistentry>
<term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-announce">freebsd-announce</link></term>
<listitem>
@@ -42625,7 +42739,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Suporte de pares para softwares relacionados ao FreeBSD que não são mais suportados pelo Projeto FreeBSD.</emphasis></para>
- <para>Esta lista é para aqueles interessados ​​em fornecer ou fazer uso de suporte de software relacionado ao FreeBSD para o qual o Projeto FreeBSD não fornece mais suporte oficial na forma de avisos e patches de segurança.</para>
+ <para>Esta lista é para aqueles interessados em fornecer ou fazer uso de suporte de software relacionado ao FreeBSD para o qual o Projeto FreeBSD não fornece mais suporte oficial na forma de avisos e patches de segurança.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42665,7 +42779,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Jogos no FreeBSD</emphasis></para>
- <para>Esta é uma lista técnica para discussões relacionadas a trazer jogos para o FreeBSD. É para indivíduos trabalhando ativamente em portar jogos para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Esta é uma lista técnica para discussões relacionadas a trazer jogos para o FreeBSD. É para indivíduos trabalhando ativamente em portar jogos para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42732,16 +42846,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</varlistentry>
<varlistentry>
- <term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-ia64">freebsd-ia64</link></term>
-
- <listitem>
- <para><emphasis>Portando o FreeBSD para o IA64</emphasis></para>
-
- <para>Esta é uma lista de discussão técnica para indivíduos trabalhando ativamente na portabilidade do FreeBSD para a plataforma IA-64 da <trademark class="registered">Intel</trademark>, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
- </listitem>
- </varlistentry>
-
- <varlistentry>
<term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-isdn">freebsd-isdn</link></term>
<listitem>
@@ -42771,7 +42875,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<para>Note que esta lista, como as demais listas de discussão do <systemitem class="fqdomainname">FreeBSD.org</systemitem>, é distribuída em todo o mundo. Seja claro sobre a localização geográfica e até que ponto o trabalho remoto ou a assistência à realocação estão disponíveis.</para>
- <para>O email deve usar somente formatos abertos - preferencialmente texto puro, mas o formato básico de documento portátil (<acronym>PDF</acronym>), HTML e alguns outros são aceitáveis ​​para muitos leitores. Formatos fechados como <trademark class="registered">Microsoft</trademark> Word (<filename>.doc</filename>) serão rejeitados pelo servidor da lista de discussão.</para>
+ <para>O email deve usar somente formatos abertos - preferencialmente texto puro, mas o formato básico de documento portátil (<acronym>PDF</acronym>), HTML e alguns outros são aceitáveis para muitos leitores. Formatos fechados como <trademark class="registered">Microsoft</trademark> Word (<filename>.doc</filename>) serão rejeitados pelo servidor da lista de discussão.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42791,7 +42895,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Discussões técnicas</emphasis></para>
- <para>Este é um fórum para discussões técnicas relacionadas ao FreeBSD. Esta é a principal lista de discussão técnica. É para indivíduos trabalhando ativamente no FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos. Esta é uma lista de discussão técnica para a qual é esperado conteúdo estritamente técnico.</para>
+ <para>Este é um fórum para discussões técnicas relacionadas ao FreeBSD. Esta é a principal lista de discussão técnica. É para indivíduos trabalhando ativamente no FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos. Esta é uma lista de discussão técnica para a qual é esperado conteúdo estritamente técnico.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42831,7 +42935,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Aplicações Mono e C# no FreeBSD</emphasis></para>
- <para>Esta é uma lista de discussões relacionadas ao framework de desenvolvimento Mono no FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos trabalhando ativamente na portabilidade de aplicativos Mono ou C# para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Esta é uma lista de discussões relacionadas ao framework de desenvolvimento Mono no FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos trabalhando ativamente na portabilidade de aplicativos Mono ou C# para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42873,7 +42977,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Discussões sobre o tunning ou aceleração do FreeBSD</emphasis></para>
- <para>Esta lista de discussão existe para fornecer um local para hackers, administradores e/ou partes interessadas discutirem tópicos relacionados ao desempenho do FreeBSD. Temas aceitáveis ​​incluem falar sobre instalações do FreeBSD que estão sob alta carga, que estão tendo problemas de desempenho ou que estão forçando os limites do FreeBSD. Partes interessadas que estejam dispostas a trabalhar para melhorar o desempenho do FreeBSD são altamente encorajadas a assinar esta lista. Esta é uma lista altamente técnica destinada para usuários experientes do FreeBSD, hackers ou administradores interessados ​​em manter o FreeBSD rápido, robusto e escalável. Essa lista não é uma lista de perguntas e respostas que substitui a leitura da documentação, mas é um local para fazer contribuições ou perguntar sobre tópicos não respondidos relacionados ao desempenho.</para>
+ <para>Esta lista de discussão existe para fornecer um local para hackers, administradores e/ou partes interessadas discutirem tópicos relacionados ao desempenho do FreeBSD. Temas aceitáveis incluem falar sobre instalações do FreeBSD que estão sob alta carga, que estão tendo problemas de desempenho ou que estão forçando os limites do FreeBSD. Partes interessadas que estejam dispostas a trabalhar para melhorar o desempenho do FreeBSD são altamente encorajadas a assinar esta lista. Esta é uma lista altamente técnica destinada para usuários experientes do FreeBSD, hackers ou administradores interessados em manter o FreeBSD rápido, robusto e escalável. Essa lista não é uma lista de perguntas e respostas que substitui a leitura da documentação, mas é um local para fazer contribuições ou perguntar sobre tópicos não respondidos relacionados ao desempenho.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42975,7 +43079,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis> Python no FreeBSD </emphasis></para>
- <para>Esta é uma lista de discussões relacionadas à melhoria do suporte ao Python no FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que estão trabalhando na portabilidade do Python, seus módulos de terceiros e coisas do <application>Zope</application> para o FreeBSD. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Esta é uma lista de discussões relacionadas à melhoria do suporte ao Python no FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que estão trabalhando na portabilidade do Python, seus módulos de terceiros e coisas do <application>Zope</application> para o FreeBSD. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -42997,7 +43101,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<para>Esta é uma lista para discussões relacionadas ao suporte Ruby no FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para pessoas que trabalham com ports Ruby, bibliotecas de terceiros e frameworks.</para>
- <para>Indivíduos interessados ​​na discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Indivíduos interessados na discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -43032,21 +43136,6 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</varlistentry>
<varlistentry>
- <term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-small">freebsd-small</link></term>
-
- <listitem>
- <para><emphasis>Usando o FreeBSD em aplicações embarcadas</emphasis></para>
-
- <para>Esta lista discute tópicos relacionados a instalações do FreeBSD incomumente pequenas e embarcadas. Esta é uma lista de discussão técnica para a qual é esperado conteúdo estritamente técnico.</para>
-
- <note>
- <para>Esta lista se tornou obsoleta devido a <link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-embedded">freebsd-embedded</link>.</para>
- </note>
-
- </listitem>
- </varlistentry>
-
- <varlistentry>
<term><link xlink:href="http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-snapshots">freebsd-snapshots</link></term>
<listitem>
@@ -43102,7 +43191,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis> Portando o <application>TeX</application> e seus aplicativos para o FreeBSD</emphasis></para>
- <para>Esta é uma lista de discussão técnica para discussões relacionadas ao TeX e suas aplicações no FreeBSD. É destinada aos indivíduos que estão trabalhando ativamente na portabilidade do TeX para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Esta é uma lista de discussão técnica para discussões relacionadas ao TeX e suas aplicações no FreeBSD. É destinada aos indivíduos que estão trabalhando ativamente na portabilidade do TeX para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -43132,7 +43221,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis> Traduzindo documentos e programas do FreeBSD </emphasis></para>
- <para>Uma lista de discussão em que tradutores de documentos do FreeBSD do inglês para outros idiomas podem falar sobre métodos e ferramentas de tradução. Novos membros são convidados a se apresentar e mencionar os idiomas em que estão interessados ​​em traduzir.</para>
+ <para>Uma lista de discussão em que tradutores de documentos do FreeBSD do inglês para outros idiomas podem falar sobre métodos e ferramentas de tradução. Novos membros são convidados a se apresentar e mencionar os idiomas em que estão interessados em traduzir.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -43206,7 +43295,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>XFCE</emphasis></para>
- <para>Este é um fórum para discussões relacionadas a trazer o ambiente <application>XFCE</application> para o FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que trabalham ativamente portando o <application>XFCE</application> para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Este é um fórum para discussões relacionadas a trazer o ambiente <application>XFCE</application> para o FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que trabalham ativamente portando o <application>XFCE</application> para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
@@ -43216,7 +43305,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
<listitem>
<para><emphasis>Zope</emphasis></para>
- <para>Este é um fórum para discussões relacionadas a trazer o ambiente <application>Zope</application> para o FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que trabalham ativamente portando o <application>Zope</application> para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados ​​em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
+ <para>Este é um fórum para discussões relacionadas a trazer o ambiente <application>Zope</application> para o FreeBSD. Esta é uma lista de discussão técnica. É para indivíduos que trabalham ativamente portando o <application>Zope</application> para o FreeBSD, para trazer problemas ou discutir soluções alternativas. Indivíduos interessados em acompanhar a discussão técnica também são bem vindos.</para>
</listitem>
</varlistentry>
</variablelist>
@@ -43315,7 +43404,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</sect2>
<sect2>
- <title>Outros Newsgroups de interesse sobre <trademark class="registered">UNIX</trademark> </title>
+ <title>Outros Newsgroups de interesse sobre <trademark class="registered">UNIX</trademark></title>
<itemizedlist>
<listitem>
@@ -43360,7 +43449,7 @@ ifconfig_<replaceable>camera</replaceable>="inet <replaceable>192.168.20.20/24</
</sect1>
<sect1 xml:id="eresources-web">
- <title>Espelhos oficiais</title>
+ <title>Espelhos Oficiais</title>
<para><link linkend="central-www">Servidores Centrais</link>, <link linkend="mirrors-am-www">Armenia</link>, <link linkend="mirrors-au-www">Australia</link>, <link linkend="mirrors-at-www">Austria</link>, <link linkend="mirrors-cz-www">Czech Republic</link>, <link linkend="mirrors-dk-www">Denmark</link>, <link linkend="mirrors-fi-www">Finland</link>, <link linkend="mirrors-fr-www">France</link>, <link linkend="mirrors-de-www">Germany</link>, <link linkend="mirrors-hk-www">Hong Kong</link>, <link linkend="mirrors-ie-www">Ireland</link>, <link linkend="mirrors-jp-www">Japan</link>, <link linkend="mirrors-lv-www">Latvia</link>, <link linkend="mirrors-lt-www">Lithuania</link>, <link linkend="mirrors-nl-www">Netherlands</link>, <link linkend="mirrors-no-www">Norway</link>, <link linkend="mirrors-ru-www">Russia</link>, <link linkend="mirrors-si-www">Slovenia</link>, <link linkend="mirrors-za-www">South Africa</link>, <link linkend="mirrors-es-www">Spain</link>, <link linkend="mirrors-se-www">Sweden</link>, <link linkend="mirrors-ch-www">Switzerland</link>, <link linkend="mirrors-tw-www">Taiwan</link>, <link linkend="mirrors-uk-www">United Kingdom</link>, <link linkend="mirrors-us-www">USA</link>.</para>
@@ -43994,6 +44083,55 @@ O8MgMjzGhlE=
</sect2>
+ <sect2 xml:id="pgpkey-doceng-secretary">
+ <title><email>doceng-secretary@FreeBSD.org</email></title>
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+
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</appendix>
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<glossary version="5.0" status="draft" xml:id="freebsd-glossary">
<title>Glossário do FreeBSD</title>
- <para>Este glossário contém termos e acrônimos usados ​​na comunidade e na documentação do FreeBSD.</para>
+ <para>Este glossário contém termos e acrônimos usados na comunidade e na documentação do FreeBSD.</para>
<glossdiv>
<title>UMA</title>
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<glossterm>Unidade central de processamento</glossterm>
<acronym>CPU</acronym>
<glossdef>
- <para>Também conhecido como processador. Este é o cérebro do computador onde todos os cálculos ocorrem. Existem várias arquiteturas diferentes com conjuntos de instruções diferentes. Entre os mais conhecidos estão o Intel-x86 e derivados, Sun SPARC, PowerPC e Alpha.</para>
+ <para>Também conhecido como processador. Este é o cérebro do computador onde todos os cálculos ocorrem. Existem várias arquiteturas diferentes com conjuntos de instruções diferentes. Entre os mais conhecidos estão o Intel-x86 e derivados, Arm e PowerPC.</para>
</glossdef>
</glossentry>
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<glossterm>Principle Of Least Astonishment</glossterm>
<acronym>POLA</acronym>
<glossdef>
- <para>À medida que o FreeBSD evolui, as mudanças visíveis para o usuário devem ser mantidas como não surpreendentes quanto possível. Por exemplo, rearranjar arbitrariamente variáveis ​​de inicialização do sistema em <filename>/etc/defaults/rc.conf</filename> viola a <acronym>POLA</acronym>. Os desenvolvedores consideram o <acronym>POLA</acronym> ao contemplar alterações no sistema visíveis ao usuário.</para>
+ <para>À medida que o FreeBSD evolui, as mudanças visíveis para o usuário devem ser mantidas como não surpreendentes quanto possível. Por exemplo, rearranjar arbitrariamente variáveis de inicialização do sistema em <filename>/etc/defaults/rc.conf</filename> viola a <acronym>POLA</acronym>. Os desenvolvedores consideram o <acronym>POLA</acronym> ao contemplar alterações no sistema visíveis ao usuário.</para>
</glossdef>
</glossentry>
@@ -45311,7 +45449,7 @@ O8MgMjzGhlE=
<glossentry xml:id="projectevil-glossary">
<glossterm>Project Evil</glossterm>
<glossdef subject="FreeBSD">
- <para>O título provisório para o <acronym> NDISulator </acronym>, escrito por Bill Paul, que o denominou referindo-se a quão horrível é (do ponto de vista filosófico) precisar ter algo assim em primeiro lugar. O <acronym> NDISulator </acronym> é um módulo de compatibilidade especial para permitir que os drivers de rede de miniport do Microsoft Windows ™ NDIS sejam usados ​​com o FreeBSD/i386. Esta é geralmente a única maneira de usar cartões onde o driver é de código fechado. Veja <filename>src/sys/compat/ndis/subr_ndis.c</filename>.</para>
+ <para>O título provisório para o <acronym> NDISulator </acronym>, escrito por Bill Paul, que o denominou referindo-se a quão horrível é (do ponto de vista filosófico) precisar ter algo assim em primeiro lugar. O <acronym> NDISulator </acronym> é um módulo de compatibilidade especial para permitir que os drivers de rede de miniport do Microsoft Windows ™ NDIS sejam usados com o FreeBSD/i386. Esta é geralmente a única maneira de usar cartões onde o driver é de código fechado. Veja <filename>src/sys/compat/ndis/subr_ndis.c</filename>.</para>
</glossdef>
</glossentry>
</glossdiv>
@@ -45763,7 +45901,7 @@ O8MgMjzGhlE=
<glossterm>Virtual Private Network</glossterm>
<acronym>VPN</acronym>
<glossdef>
- <para>Um método de usar um meio de telecomunicação pública, como a Internet, para fornecer acesso remoto a uma rede localizada, como uma <acronym>LAN corporativa</acronym>. </para>
+ <para>Um método de usar um meio de telecomunicação pública, como a Internet, para fornecer acesso remoto a uma rede localizada, como uma <acronym>LAN corporativa</acronym>.</para>
</glossdef>
</glossentry>
</glossdiv>
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+++ b/pt_BR.ISO8859-1/books/handbook/pt_BR.po
@@ -1,24 +1,27 @@
# $FreeBSD$
# Anderson N Aguiar <Anderson.n.aguiar@gmail.com>, 2019. #zanata
# André Franciosi <andre@franciosi.org>, 2019. #zanata
-# Danilo G. Baio <dbaio@FreeBSD.org>, 2019. #zanata
+# Danilo G. Baio <dbaio@FreeBSD.org>, 2019. #zanata, 2020.
# Edson Brandi <ebrandi@FreeBSD.org>, 2019. #zanata
# Nadilson Ferreira <nadilson@gmail.com>, 2019. #zanata
# kanazuchi <contato@kanazuchi.com>, 2019. #zanata
# macevidal <macevidal@gmail.com>, 2019. #zanata
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"André Franciosi, andre@franciosi.org, 2018.\n"
"Anderson Aguiar, anderson.n.aguiar@gmail.com, 2018.\n"
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"Edson Brandi, ebrandi@FreeBSD.org, 2019.\n"
"Eliane Ferrreira Vidal, macevidal@gmail.com, 2018.\n"
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"Renato Freerider, renatofreerider@hotmail.com, 2019."
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"Redistributions in compiled form (transformed to other DTDs, converted to "
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"THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE FREEBSD DOCUMENTATION PROJECT \"AS IS"
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"Adobe, Acrobat, Acrobat Reader, Flash and PostScript are either registered "
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"IEEE, POSIX, and 802 are registered trademarks of Institute of Electrical "
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"Intuit and Quicken are registered trademarks and/or registered service marks "
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"registered trademarks of LSI Logic Corp."
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"registered trademarks of LSI Logic Corp."
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"Microsoft, IntelliMouse, MS-DOS, Outlook, Windows, Windows Media and Windows "
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"Red Hat, RPM, are trademarks or registered trademarks of Red Hat, Inc. in "
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"Sun, Sun Microsystems, Java, Java Virtual Machine, JDK, JRE, JSP, JVM, "
"Netra, OpenJDK, Solaris, StarOffice, SunOS and VirtualBox are trademarks or "
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"Many of the designations used by manufacturers and sellers to distinguish "
"their products are claimed as trademarks. Where those designations appear in "
@@ -359,18 +364,18 @@ msgstr ""
"quote> symbol."
#. (itstool) path: abstract/para
-#: book.translate.xml:843
+#: book.translate.xml:854
msgid ""
"Welcome to FreeBSD! This handbook covers the installation and day to day use "
-"of <emphasis>FreeBSD 12.0-RELEASE</emphasis> and <emphasis>FreeBSD 11.2-"
-"RELEASE</emphasis>. This book is the result of ongoing work by many "
-"individuals. Some sections might be outdated. Those interested in helping to "
-"update and expand this document should send email to the <link xlink:href="
-"\"http://lists.FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-doc\">FreeBSD "
-"documentation project mailing list</link>."
+"of <emphasis>FreeBSD 12.1-RELEASE</emphasis>, <emphasis>FreeBSD 12.0-"
+"RELEASE</emphasis> and <emphasis>FreeBSD 11.3-RELEASE</emphasis>. This book "
+"is the result of ongoing work by many individuals. Some sections might be "
+"outdated. Those interested in helping to update and expand this document "
+"should send email to the <link xlink:href=\"http://lists.FreeBSD.org/mailman/"
+"listinfo/freebsd-doc\">FreeBSD documentation project mailing list</link>."
msgstr ""
"Bem vindo ao FreeBSD! Este manual cobre a instalação e o uso diário do "
-"<emphasis>FreeBSD 12.0-RELEASE</emphasis> e do <emphasis>FreeBSD 11.2-"
+"<emphasis>FreeBSD 12.1-RELEASE</emphasis> e do <emphasis>FreeBSD 11.3-"
"RELEASE</emphasis>. Este livro é o resultado do trabalho contínuo de muitas "
"pessoas. Algumas seções podem estar desatualizadas. Os interessados em "
"ajudar a atualizar e expandir este documento devem enviar e-mails para a "
@@ -378,7 +383,7 @@ msgstr ""
"\">lista de discussão do projeto de documentação do FreeBSD</link>."
#. (itstool) path: abstract/para
-#: book.translate.xml:852
+#: book.translate.xml:864
msgid ""
"The latest version of this book is available from the <link xlink:href="
"\"https://www.FreeBSD.org/\">FreeBSD web site</link>. Previous versions can "
@@ -405,18 +410,18 @@ msgstr ""
"\">página de busca</link>."
#. (itstool) path: preface/title
-#: book.translate.xml:873
+#: book.translate.xml:885
msgid "Preface"
msgstr "Prefácio"
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-audience
-#: book.translate.xml:875
+#: book.translate.xml:887
msgid "Intended Audience"
msgstr "Audiência Pretendida"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:878
+#: book.translate.xml:890
msgid ""
"The FreeBSD newcomer will find that the first section of this book guides "
"the user through the FreeBSD installation process and gently introduces the "
@@ -433,7 +438,7 @@ msgstr ""
"que eles são introduzidos."
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:885
+#: book.translate.xml:897
msgid ""
"Once you have traveled this far, the second, far larger, section of the "
"Handbook is a comprehensive reference to all manner of topics of interest to "
@@ -448,7 +453,7 @@ msgstr ""
"sinopse no início de cada capítulo."
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:892
+#: book.translate.xml:904
msgid ""
"For a list of additional sources of information, please see <xref linkend="
"\"bibliography\"/>."
@@ -458,12 +463,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-changes-from3
-#: book.translate.xml:895
+#: book.translate.xml:907
msgid "Changes from the Third Edition"
msgstr "Mudanças desde a Terceira Edição"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:898
+#: book.translate.xml:910
msgid ""
"The current online version of the Handbook represents the cumulative effort "
"of many hundreds of contributors over the past 10 years. The following are "
@@ -476,7 +481,7 @@ msgstr ""
"2004:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:905
+#: book.translate.xml:917
msgid ""
"<xref linkend=\"dtrace\"/> has been added with information about the "
"powerful DTrace performance analysis tool."
@@ -485,7 +490,7 @@ msgstr ""
"ferramenta de análise de desempenho DTrace."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:910
+#: book.translate.xml:922
msgid ""
"<xref linkend=\"filesystems\"/> has been added with information about non-"
"native file systems in FreeBSD, such as ZFS from <trademark>Sun</trademark>."
@@ -495,7 +500,7 @@ msgstr ""
"trademark>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:916
+#: book.translate.xml:928
msgid ""
"<xref linkend=\"audit\"/> has been added to cover the new auditing "
"capabilities in FreeBSD and explain its use."
@@ -504,7 +509,7 @@ msgstr ""
"auditoria no FreeBSD e explicar seu uso."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:921
+#: book.translate.xml:933
msgid ""
"<xref linkend=\"virtualization\"/> has been added with information about "
"installing FreeBSD on virtualization software."
@@ -513,7 +518,7 @@ msgstr ""
"instalação do FreeBSD em ambientes virtualizados."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:927
+#: book.translate.xml:939
msgid ""
"<xref linkend=\"bsdinstall\"/> has been added to cover installation of "
"FreeBSD using the new installation utility, <application>bsdinstall</"
@@ -525,12 +530,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-changes-from2
-#: book.translate.xml:933
+#: book.translate.xml:945
msgid "Changes from the Second Edition (2004)"
msgstr "Mudanças desde a Segunda Edição (2004)"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:936
+#: book.translate.xml:948
msgid ""
"The third edition was the culmination of over two years of work by the "
"dedicated members of the FreeBSD Documentation Project. The printed edition "
@@ -543,7 +548,7 @@ msgstr ""
"separados. A seguir estão as principais mudanças nesta nova edição:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:944
+#: book.translate.xml:956
msgid ""
"<xref linkend=\"config-tuning\"/> has been expanded with new information "
"about the ACPI power and resource management, the <command>cron</command> "
@@ -554,7 +559,7 @@ msgstr ""
"<command>cron</command> e mais opções para ajuste do kernel."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:951
+#: book.translate.xml:963
msgid ""
"<xref linkend=\"security\"/> has been expanded with new information about "
"virtual private networks (VPNs), file system access control lists (ACLs), "
@@ -565,7 +570,7 @@ msgstr ""
"arquivos e avisos de segurança."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:957
+#: book.translate.xml:969
msgid ""
"<xref linkend=\"mac\"/> is a new chapter with this edition. It explains what "
"MAC is and how this mechanism can be used to secure a FreeBSD system."
@@ -574,7 +579,7 @@ msgstr ""
"MAC e como esse mecanismo pode ser usado para proteger um sistema FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:963
+#: book.translate.xml:975
msgid ""
"<xref linkend=\"disks\"/> has been expanded with new information about USB "
"storage devices, file system snapshots, file system quotas, file and network "
@@ -586,7 +591,7 @@ msgstr ""
"e partições de disco criptografadas."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:970
+#: book.translate.xml:982
msgid ""
"A troubleshooting section has been added to <xref linkend=\"ppp-and-slip\"/>."
msgstr ""
@@ -594,7 +599,7 @@ msgstr ""
"slip\"/>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:974
+#: book.translate.xml:986
msgid ""
"<xref linkend=\"mail\"/> has been expanded with new information about using "
"alternative transport agents, SMTP authentication, UUCP, "
@@ -607,7 +612,7 @@ msgstr ""
"outros tópicos avançados."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:982
+#: book.translate.xml:994
msgid ""
"<xref linkend=\"network-servers\"/> is all new with this edition. This "
"chapter includes information about setting up the <application>Apache HTTP "
@@ -626,7 +631,7 @@ msgstr ""
"foram movidas para cá para melhorar a apresentação."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:992
+#: book.translate.xml:1004
msgid ""
"<xref linkend=\"advanced-networking\"/> has been expanded with new "
"information about using <trademark class=\"registered\">Bluetooth</"
@@ -639,16 +644,16 @@ msgstr ""
"(Asynchronous Transfer Mode)."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:999
+#: book.translate.xml:1011
msgid ""
"A glossary has been added to provide a central location for the definitions "
"of technical terms used throughout the book."
msgstr ""
"Um glossário foi adicionado para fornecer um local central para as "
-"definições de termos técnicos utilizados ​​ao longo do livro."
+"definições de termos técnicos utilizados ao longo do livro."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1005
+#: book.translate.xml:1017
msgid ""
"A number of aesthetic improvements have been made to the tables and figures "
"throughout the book."
@@ -658,12 +663,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-changes
-#: book.translate.xml:1010
+#: book.translate.xml:1022
msgid "Changes from the First Edition (2001)"
msgstr "Mudanças desde a Primeira Edição (2001)"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1013
+#: book.translate.xml:1025
msgid ""
"The second edition was the culmination of over two years of work by the "
"dedicated members of the FreeBSD Documentation Project. The following were "
@@ -674,17 +679,17 @@ msgstr ""
"principais mudanças nesta edição:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1021
+#: book.translate.xml:1033
msgid "A complete Index has been added."
msgstr "Um índice completo foi adicionado."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1025
+#: book.translate.xml:1037
msgid "All ASCII figures have been replaced by graphical diagrams."
msgstr "Todas as figuras ASCII foram substituídas por diagramas gráficos."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1030
+#: book.translate.xml:1042
msgid ""
"A standard synopsis has been added to each chapter to give a quick summary "
"of what information the chapter contains, and what the reader is expected to "
@@ -695,7 +700,7 @@ msgstr ""
"saiba."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1036
+#: book.translate.xml:1048
msgid ""
"The content has been logically reorganized into three parts: <quote>Getting "
"Started</quote>, <quote>System Administration</quote>, and "
@@ -705,7 +710,7 @@ msgstr ""
"quote>, <quote>Administração do Sistema</quote> e <quote>Apêndices</quote>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1043
+#: book.translate.xml:1055
msgid ""
"<xref linkend=\"basics\"/> has been expanded to contain additional "
"information about processes, daemons, and signals."
@@ -714,7 +719,7 @@ msgstr ""
"sobre processos, daemons e sinais."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1049
+#: book.translate.xml:1061
msgid ""
"<xref linkend=\"ports\"/> has been expanded to contain additional "
"information about binary package management."
@@ -723,7 +728,7 @@ msgstr ""
"sobre o gerenciamento de pacotes binários."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1055
+#: book.translate.xml:1067
msgid ""
"<xref linkend=\"x11\"/> has been completely rewritten with an emphasis on "
"using modern desktop technologies such as <application>KDE</application> and "
@@ -734,12 +739,12 @@ msgstr ""
"<application>GNOME</application> sobre o <trademark>XFree86</trademark> 4.X."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1062
+#: book.translate.xml:1074
msgid "<xref linkend=\"boot\"/> has been expanded."
msgstr "<xref linkend=\"boot\"/> foi expandido."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1066
+#: book.translate.xml:1078
msgid ""
"<xref linkend=\"disks\"/> has been written from what used to be two separate "
"chapters on <quote>Disks</quote> and <quote>Backups</quote>. We feel that "
@@ -753,7 +758,7 @@ msgstr ""
"foi adicionada."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1075
+#: book.translate.xml:1087
msgid ""
"<xref linkend=\"serialcomms\"/> has been completely reorganized and updated "
"for FreeBSD 4.X/5.X."
@@ -762,12 +767,12 @@ msgstr ""
"para o FreeBSD 4.X/5.X."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1080
+#: book.translate.xml:1092
msgid "<xref linkend=\"ppp-and-slip\"/> has been substantially updated."
msgstr "<xref linkend=\"ppp-and-slip\"/> foi substancialmente atualizado."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1085
+#: book.translate.xml:1097
msgid ""
"Many new sections have been added to <xref linkend=\"advanced-networking\"/>."
msgstr ""
@@ -775,7 +780,7 @@ msgstr ""
"\"/>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1089
+#: book.translate.xml:1101
msgid ""
"<xref linkend=\"mail\"/> has been expanded to include more information about "
"configuring <application>sendmail</application>."
@@ -784,7 +789,7 @@ msgstr ""
"configuração do <application>sendmail</application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1095
+#: book.translate.xml:1107
msgid ""
"<xref linkend=\"linuxemu\"/> has been expanded to include information about "
"installing <application><trademark class=\"registered\">Oracle</trademark></"
@@ -798,28 +803,28 @@ msgstr ""
"application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1102
+#: book.translate.xml:1114
msgid "The following new topics are covered in this second edition:"
msgstr "Os novos tópicos a seguir são abordados nesta segunda edição:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1107
+#: book.translate.xml:1119
msgid "<xref linkend=\"config-tuning\"/>."
msgstr "<xref linkend=\"config-tuning\"/>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1111
+#: book.translate.xml:1123
msgid "<xref linkend=\"multimedia\"/>."
msgstr "<xref linkend=\"multimedia\"/>."
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-overview
-#: book.translate.xml:1117
+#: book.translate.xml:1129
msgid "Organization of This Book"
msgstr "Organização deste Livro"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1119
+#: book.translate.xml:1131
msgid ""
"This book is split into five logically distinct sections. The first section, "
"<emphasis>Getting Started</emphasis>, covers the installation and basic "
@@ -840,7 +845,7 @@ msgstr ""
"FreeBSD. Espera-se que o leitor siga estes capítulos em sequência, "
"possivelmente ignorando capítulos que abordam tópicos familiares. A segunda "
"seção, <emphasis>Tarefas Comuns</emphasis>, cobre alguns dos recursos mais "
-"usados ​​do FreeBSD. Esta seção e todas as seções subsequentes podem ser lidas "
+"usados do FreeBSD. Esta seção e todas as seções subsequentes podem ser lidas "
"fora de ordem. Cada capítulo começa com uma sinopse sucinta que descreve o "
"que o capítulo cobre e o que se espera que o leitor já conheça. Isso permite "
"que o leitor casual pule para encontrar capítulos de interesse. A terceira "
@@ -850,7 +855,7 @@ msgstr ""
"informações de referência."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1144
+#: book.translate.xml:1156
msgid ""
"Introduces FreeBSD to a new user. It describes the history of the FreeBSD "
"Project, its goals and development model."
@@ -859,7 +864,7 @@ msgstr ""
"FreeBSD, seus objetivos e modelo de desenvolvimento."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1154
+#: book.translate.xml:1166
msgid ""
"Walks a user through the entire installation process of FreeBSD 9."
"<replaceable>x</replaceable> and later using <application>bsdinstall</"
@@ -869,7 +874,7 @@ msgstr ""
"<replaceable>x</replaceable> usando o <application>bsdinstall</application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1164
+#: book.translate.xml:1176
msgid ""
"Covers the basic commands and functionality of the FreeBSD operating system. "
"If you are familiar with <trademark class=\"registered\">Linux</trademark> "
@@ -882,7 +887,7 @@ msgstr ""
"trademark>, provavelmente você pode pular este capítulo."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1175
+#: book.translate.xml:1187
msgid ""
"Covers the installation of third-party software with both FreeBSD's "
"innovative <quote>Ports Collection</quote> and standard binary packages."
@@ -891,7 +896,7 @@ msgstr ""
"de Ports</quote> do FreeBSD, e com pacotes binários tradicionais."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1185
+#: book.translate.xml:1197
msgid ""
"Describes the X Window System in general and using X11 on FreeBSD in "
"particular. Also describes common desktop environments such as "
@@ -902,7 +907,7 @@ msgstr ""
"application> e <application>GNOME</application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1198
+#: book.translate.xml:1210
msgid ""
"Lists some common desktop applications, such as web browsers and "
"productivity suites, and describes how to install them on FreeBSD."
@@ -911,7 +916,7 @@ msgstr ""
"de produtividade, e descreve como instalá-los no FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1207
+#: book.translate.xml:1219
msgid ""
"Shows how to set up sound and video playback support for your system. Also "
"describes some sample audio and video applications."
@@ -920,7 +925,7 @@ msgstr ""
"sistema. Também descreve alguns exemplos de aplicativos de áudio e vídeo."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1217
+#: book.translate.xml:1229
msgid ""
"Explains why you might need to configure a new kernel and provides detailed "
"instructions for configuring, building, and installing a custom kernel."
@@ -930,7 +935,7 @@ msgstr ""
"personalizado."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1227
+#: book.translate.xml:1239
msgid ""
"Describes managing printers on FreeBSD, including information about banner "
"pages, printer accounting, and initial setup."
@@ -939,7 +944,7 @@ msgstr ""
"sobre páginas de banner, contabilidade de impressoras e configuração inicial."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1237
+#: book.translate.xml:1249
msgid ""
"Describes the <trademark class=\"registered\">Linux</trademark> "
"compatibility features of FreeBSD. Also provides detailed installation "
@@ -956,7 +961,7 @@ msgstr ""
"\"registered\">Mathematica</trademark></application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1251
+#: book.translate.xml:1263
msgid ""
"Describes the parameters available for system administrators to tune a "
"FreeBSD system for optimum performance. Also describes the various "
@@ -964,10 +969,10 @@ msgid ""
msgstr ""
"Descreve os parâmetros disponíveis para os administradores do sistema "
"ajustarem um sistema FreeBSD para um ótimo desempenho. Também descreve os "
-"vários arquivos de configuração usados ​​no FreeBSD e onde encontrá-los."
+"vários arquivos de configuração usados no FreeBSD e onde encontrá-los."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1262
+#: book.translate.xml:1274
msgid ""
"Describes the FreeBSD boot process and explains how to control this process "
"with configuration options."
@@ -976,7 +981,7 @@ msgstr ""
"este processo com opções de configuração."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1271
+#: book.translate.xml:1283
msgid ""
"Describes many different tools available to help keep your FreeBSD system "
"secure, including Kerberos, IPsec and OpenSSH."
@@ -985,7 +990,7 @@ msgstr ""
"sistema FreeBSD seguro, incluindo Kerberos, IPsec e OpenSSH."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1281
+#: book.translate.xml:1293
msgid ""
"Describes the jails framework, and the improvements of jails over the "
"traditional chroot support of FreeBSD."
@@ -994,7 +999,7 @@ msgstr ""
"do FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1290
+#: book.translate.xml:1302
msgid ""
"Explains what Mandatory Access Control (MAC) is and how this mechanism can "
"be used to secure a FreeBSD system."
@@ -1003,7 +1008,7 @@ msgstr ""
"ser usado para proteger um sistema FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1300
+#: book.translate.xml:1312
msgid ""
"Describes what FreeBSD Event Auditing is, how it can be installed, "
"configured, and how audit trails can be inspected or monitored."
@@ -1013,7 +1018,7 @@ msgstr ""
"inspecionadas ou monitoradas."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1310
+#: book.translate.xml:1322
msgid ""
"Describes how to manage storage media and filesystems with FreeBSD. This "
"includes physical disks, RAID arrays, optical and tape media, memory-backed "
@@ -1024,7 +1029,7 @@ msgstr ""
"discos com suporte de memória e sistemas de arquivos de rede."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1321
+#: book.translate.xml:1333
msgid ""
"Describes what the GEOM framework in FreeBSD is and how to configure various "
"supported RAID levels."
@@ -1033,7 +1038,7 @@ msgstr ""
"níveis suportados de RAID."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1330
+#: book.translate.xml:1342
msgid ""
"Examines support of non-native file systems in FreeBSD, like the Z File "
"System from <trademark>Sun</trademark>."
@@ -1042,16 +1047,16 @@ msgstr ""
"File System da <trademark>Sun</trademark>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1339
+#: book.translate.xml:1351
msgid ""
"Describes what virtualization systems offer, and how they can be used with "
"FreeBSD."
msgstr ""
"Descreve o que os sistemas de virtualização oferecem e como eles podem ser "
-"usados ​​com o FreeBSD."
+"usados com o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1348
+#: book.translate.xml:1360
msgid ""
"Describes how to use FreeBSD in languages other than English. Covers both "
"system and application level localization."
@@ -1060,7 +1065,7 @@ msgstr ""
"localização tanto em nível de sistema como em nível de aplicativo."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1358
+#: book.translate.xml:1370
msgid ""
"Explains the differences between FreeBSD-STABLE, FreeBSD-CURRENT, and "
"FreeBSD releases. Describes which users would benefit from tracking a "
@@ -1073,7 +1078,7 @@ msgstr ""
"podem usar para atualizar seu sistema para a última release de segurança."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1371
+#: book.translate.xml:1383
msgid ""
"Describes how to configure and use the DTrace tool from <trademark>Sun</"
"trademark> in FreeBSD. Dynamic tracing can help locate performance issues, "
@@ -1084,7 +1089,7 @@ msgstr ""
"problemas de desempenho, realizando a análise do sistema em tempo real."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1384
+#: book.translate.xml:1396
msgid ""
"Explains how to connect terminals and modems to your FreeBSD system for both "
"dial in and dial out connections."
@@ -1093,13 +1098,13 @@ msgstr ""
"conexões de discagem de entrada e de saída."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1394
+#: book.translate.xml:1406
msgid "Describes how to use PPP to connect to remote systems with FreeBSD."
msgstr ""
"Descreve como usar o PPP para se conectar a sistemas remotos com o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1403
+#: book.translate.xml:1415
msgid ""
"Explains the different components of an email server and dives into simple "
"configuration topics for the most popular mail server software: "
@@ -1110,7 +1115,7 @@ msgstr ""
"mails: o <application>sendmail</application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1414
+#: book.translate.xml:1426
msgid ""
"Provides detailed instructions and example configuration files to set up "
"your FreeBSD machine as a network filesystem server, domain name server, "
@@ -1122,7 +1127,7 @@ msgstr ""
"rede ou servidor de sincronização de horário."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1425
+#: book.translate.xml:1437
msgid ""
"Explains the philosophy behind software-based firewalls and provides "
"detailed information about the configuration of the different firewalls "
@@ -1133,7 +1138,7 @@ msgstr ""
"disponíveis para o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1435
+#: book.translate.xml:1447
msgid ""
"Describes many networking topics, including sharing an Internet connection "
"with other computers on your LAN, advanced routing topics, wireless "
@@ -1146,7 +1151,7 @@ msgstr ""
"trademark>, ATM, IPv6 e muito mais."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1448
+#: book.translate.xml:1460
msgid ""
"Lists different sources for obtaining FreeBSD media on CDROM or DVD as well "
"as different sites on the Internet that allow you to download and install "
@@ -1157,7 +1162,7 @@ msgstr ""
"baixe e instale o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1458
+#: book.translate.xml:1470
msgid ""
"This book touches on many different subjects that may leave you hungry for a "
"more detailed explanation. The bibliography lists many excellent books that "
@@ -1168,7 +1173,7 @@ msgstr ""
"livros excelentes que são referenciados no texto."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1469
+#: book.translate.xml:1481
msgid ""
"Describes the many forums available for FreeBSD users to post questions and "
"engage in technical conversations about FreeBSD."
@@ -1177,18 +1182,18 @@ msgstr ""
"perguntas e se engajarem em conversas técnicas sobre o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1479
+#: book.translate.xml:1491
msgid "Lists the PGP fingerprints of several FreeBSD Developers."
msgstr "Lista as fingerprints PGP de vários desenvolvedores do FreeBSD."
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-conv
-#: book.translate.xml:1485
+#: book.translate.xml:1497
msgid "Conventions used in this book"
msgstr "Convenções utilizadas neste livro"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1488
+#: book.translate.xml:1500
msgid ""
"To provide a consistent and easy to read text, several conventions are "
"followed throughout the book."
@@ -1198,17 +1203,17 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-conv-typographic
-#: book.translate.xml:1491
+#: book.translate.xml:1503
msgid "Typographic Conventions"
msgstr "Convenções Tipográficas"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:1495
+#: book.translate.xml:1507
msgid "<emphasis>Italic</emphasis>"
msgstr "<emphasis>Itálico</emphasis>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1498
+#: book.translate.xml:1510
msgid ""
"An <emphasis>italic</emphasis> font is used for filenames, URLs, emphasized "
"text, and the first usage of technical terms."
@@ -1217,29 +1222,29 @@ msgstr ""
"textos enfatizados e o primeiro uso de termos técnicos."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:1505
+#: book.translate.xml:1517
msgid "<literal>Monospace</literal>"
msgstr "<literal>Monospace</literal>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1508
+#: book.translate.xml:1520
msgid ""
"A <literal>monospaced</literal> font is used for error messages, commands, "
"environment variables, names of ports, hostnames, user names, group names, "
"device names, variables, and code fragments."
msgstr ""
"Uma fonte <literal>monoespaçada</literal> é usada para mensagens de erro, "
-"comandos, variáveis ​​de ambiente, nomes de ports, nomes de host, nomes de "
-"usuários, nomes de grupos, nomes de dispositivos, variáveis ​​e fragmentos de "
+"comandos, variáveis de ambiente, nomes de ports, nomes de host, nomes de "
+"usuários, nomes de grupos, nomes de dispositivos, variáveis e fragmentos de "
"código."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:1516
+#: book.translate.xml:1528
msgid "<application>Bold</application>"
msgstr "<application>Negrito</application>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1519
+#: book.translate.xml:1531
msgid ""
"A <keycap>bold</keycap> font is used for applications, commands, and keys."
msgstr ""
@@ -1248,12 +1253,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-conv-commands
-#: book.translate.xml:1526
+#: book.translate.xml:1538
msgid "User Input"
msgstr "Entrada do Usuário"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1529
+#: book.translate.xml:1541
msgid ""
"Keys are shown in <keycap>bold</keycap> to stand out from other text. Key "
"combinations that are meant to be typed simultaneously are shown with "
@@ -1265,7 +1270,7 @@ msgstr ""
"como:"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1534
+#: book.translate.xml:1546
msgid ""
"<keycombo action=\"simul\"> <keycap>Ctrl</keycap> <keycap>Alt</keycap> "
"<keycap>Del</keycap></keycombo>"
@@ -1274,7 +1279,7 @@ msgstr ""
"<keycap>Del</keycap></keycombo>"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1540
+#: book.translate.xml:1552
msgid ""
"Meaning the user should type the <keycap>Ctrl</keycap>, <keycap>Alt</"
"keycap>, and <keycap>Del</keycap> keys at the same time."
@@ -1283,7 +1288,7 @@ msgstr ""
"<keycap>Alt</keycap> e <keycap>Del</keycap> ao mesmo tempo."
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1544
+#: book.translate.xml:1556
msgid ""
"Keys that are meant to be typed in sequence will be separated with commas, "
"for example:"
@@ -1292,7 +1297,7 @@ msgstr ""
"por exemplo:"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1547
+#: book.translate.xml:1559
msgid ""
"<keycombo action=\"simul\"> <keycap>Ctrl</keycap> <keycap>X</keycap> </"
"keycombo>, <keycombo action=\"simul\"> <keycap>Ctrl</keycap> <keycap>S</"
@@ -1303,7 +1308,7 @@ msgstr ""
"keycap></keycombo>"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1556
+#: book.translate.xml:1568
msgid ""
"Would mean that the user is expected to type the <keycap>Ctrl</keycap> and "
"<keycap>X</keycap> keys simultaneously and then to type the <keycap>Ctrl</"
@@ -1315,12 +1320,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-conv-examples
-#: book.translate.xml:1562
+#: book.translate.xml:1574
msgid "Examples"
msgstr "Exemplos"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1564
+#: book.translate.xml:1576
msgid ""
"Examples starting with <filename>C:\\&gt;</filename> indicate a <trademark "
"class=\"registered\">MS-DOS</trademark> command. Unless otherwise noted, "
@@ -1335,13 +1340,13 @@ msgstr ""
"\">Microsoft</trademark> <trademark class=\"registered\">Windows</trademark>."
#. (itstool) path: preface/screen
-#: book.translate.xml:1570
+#: book.translate.xml:1582
#, no-wrap
msgid "<prompt>E:\\&gt;</prompt> <userinput>tools\\fdimage floppies\\kern.flp A:</userinput>"
msgstr "<prompt>E:\\&gt;</prompt> <userinput>tools\\fdimage floppies\\kern.flp A:</userinput>"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1572
+#: book.translate.xml:1584
msgid ""
"Examples starting with <prompt>#</prompt> indicate a command that must be "
"invoked as the superuser in FreeBSD. You can login as <systemitem class="
@@ -1357,13 +1362,13 @@ msgstr ""
"privilégios de superusuário."
#. (itstool) path: preface/screen
-#: book.translate.xml:1578
+#: book.translate.xml:1590
#, no-wrap
msgid "<prompt>#</prompt> <userinput>dd if=kern.flp of=/dev/fd0</userinput>"
msgstr "<prompt>#</prompt> <userinput>dd if=kern.flp of=/dev/fd0</userinput>"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1580
+#: book.translate.xml:1592
msgid ""
"Examples starting with <prompt>%</prompt> indicate a command that should be "
"invoked from a normal user account. Unless otherwise noted, C-shell syntax "
@@ -1371,23 +1376,23 @@ msgid ""
msgstr ""
"Exemplos começando com <prompt>%</prompt> indicam um comando que deve ser "
"chamado a partir de uma conta de usuário normal. Salvo indicação em "
-"contrário, a sintaxe C-shell é usada para definir variáveis ​​de ambiente e "
+"contrário, a sintaxe C-shell é usada para definir variáveis de ambiente e "
"outros comandos do shell."
#. (itstool) path: preface/screen
-#: book.translate.xml:1585
+#: book.translate.xml:1597
#, no-wrap
msgid "<prompt>%</prompt> <userinput>top</userinput>"
msgstr "<prompt>%</prompt> <userinput>top</userinput>"
#. (itstool) path: preface/bridgehead
#. (itstool) id: book.translate.xml#preface-acknowledgements
-#: book.translate.xml:1587
+#: book.translate.xml:1599
msgid "Acknowledgments"
msgstr "Agradecimentos"
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1589
+#: book.translate.xml:1601
msgid ""
"The book you are holding represents the efforts of many hundreds of people "
"around the world. Whether they sent in fixes for typos, or submitted "
@@ -1399,7 +1404,7 @@ msgstr ""
"úteis."
#. (itstool) path: preface/para
-#: book.translate.xml:1594
+#: book.translate.xml:1606
msgid ""
"Several companies have supported the development of this document by paying "
"authors to work on it full-time, paying for publication, etc. In particular, "
@@ -1430,12 +1435,12 @@ msgstr ""
"preparação para a terceira edição impressa."
#. (itstool) path: part/title
-#: book.translate.xml:1613
+#: book.translate.xml:1625
msgid "Getting Started"
-msgstr "Primeiros Passos "
+msgstr "Primeiros Passos"
#. (itstool) path: partintro/para
-#: book.translate.xml:1616
+#: book.translate.xml:1628
msgid ""
"This part of the handbook is for users and administrators who are new to "
"FreeBSD. These chapters:"
@@ -1444,17 +1449,17 @@ msgstr ""
"novos no FreeBSD. Estes capítulos:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1621
+#: book.translate.xml:1633
msgid "Introduce FreeBSD."
msgstr "Apresentam o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1625
+#: book.translate.xml:1637
msgid "Guide readers through the installation process."
msgstr "Guiam os leitores através do processo de instalação."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1629
+#: book.translate.xml:1641
msgid ""
"Teach <trademark class=\"registered\">UNIX</trademark> basics and "
"fundamentals."
@@ -1463,7 +1468,7 @@ msgstr ""
"\">UNIX</trademark>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1633
+#: book.translate.xml:1645
msgid ""
"Show how to install the wealth of third party applications available for "
"FreeBSD."
@@ -1472,7 +1477,7 @@ msgstr ""
"disponíveis para o FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1638
+#: book.translate.xml:1650
msgid ""
"Introduce X, the <trademark class=\"registered\">UNIX</trademark> windowing "
"system, and detail how to configure a desktop environment that makes users "
@@ -1483,7 +1488,7 @@ msgstr ""
"usuários mais produtivos."
#. (itstool) path: partintro/para
-#: book.translate.xml:1644
+#: book.translate.xml:1656
msgid ""
"The number of forward references in the text have been kept to a minimum so "
"that this section can be read from front to back with minimal page flipping."
@@ -1495,12 +1500,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: info/title
#. (itstool) path: sect1/title
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:1658 book.translate.xml:23725 book.translate.xml:65535
+#: book.translate.xml:1670 book.translate.xml:23628 book.translate.xml:65535
msgid "Introduction"
msgstr "Introdução"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:1661 book.translate.xml:2767
+#: book.translate.xml:1673 book.translate.xml:2793
msgid ""
"<personname> <firstname>Jim</firstname> <surname>Mock</surname> </"
"personname> <contrib>Restructured, reorganized, and parts rewritten by </"
@@ -1511,21 +1516,21 @@ msgstr ""
"</contrib>"
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:1673 book.translate.xml:2822 book.translate.xml:5447
-#: book.translate.xml:8835 book.translate.xml:10614 book.translate.xml:12844
-#: book.translate.xml:13834 book.translate.xml:15502 book.translate.xml:17984
-#: book.translate.xml:19249 book.translate.xml:22727 book.translate.xml:23637
-#: book.translate.xml:27722 book.translate.xml:29336 book.translate.xml:31104
-#: book.translate.xml:31838 book.translate.xml:35502 book.translate.xml:41460
-#: book.translate.xml:41665 book.translate.xml:43475 book.translate.xml:44515
-#: book.translate.xml:46160 book.translate.xml:46504 book.translate.xml:46919
-#: book.translate.xml:49113 book.translate.xml:50781 book.translate.xml:52694
-#: book.translate.xml:57381 book.translate.xml:61112
+#: book.translate.xml:1685 book.translate.xml:2848 book.translate.xml:5461
+#: book.translate.xml:8849 book.translate.xml:10628 book.translate.xml:12858
+#: book.translate.xml:13788 book.translate.xml:15456 book.translate.xml:17938
+#: book.translate.xml:19202 book.translate.xml:22642 book.translate.xml:23540
+#: book.translate.xml:27635 book.translate.xml:29261 book.translate.xml:31029
+#: book.translate.xml:31763 book.translate.xml:35427 book.translate.xml:41390
+#: book.translate.xml:41595 book.translate.xml:43404 book.translate.xml:44452
+#: book.translate.xml:46105 book.translate.xml:46449 book.translate.xml:46864
+#: book.translate.xml:49058 book.translate.xml:50726 book.translate.xml:52639
+#: book.translate.xml:57321 book.translate.xml:61511
msgid "Synopsis"
msgstr "Sinopse"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:1675
+#: book.translate.xml:1687
msgid ""
"Thank you for your interest in FreeBSD! The following chapter covers various "
"aspects of the FreeBSD Project, such as its history, goals, development "
@@ -1536,56 +1541,56 @@ msgstr ""
"desenvolvimento e assim por diante."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:1679 book.translate.xml:2891 book.translate.xml:5454
-#: book.translate.xml:8847 book.translate.xml:10635 book.translate.xml:15515
-#: book.translate.xml:18010 book.translate.xml:19263 book.translate.xml:23650
-#: book.translate.xml:27794 book.translate.xml:29363 book.translate.xml:31128
-#: book.translate.xml:31846 book.translate.xml:35528 book.translate.xml:41491
-#: book.translate.xml:41673 book.translate.xml:44527 book.translate.xml:46198
-#: book.translate.xml:46573 book.translate.xml:46930 book.translate.xml:49124
-#: book.translate.xml:50792 book.translate.xml:57436 book.translate.xml:61117
+#: book.translate.xml:1691 book.translate.xml:2917 book.translate.xml:5468
+#: book.translate.xml:8861 book.translate.xml:10649 book.translate.xml:15469
+#: book.translate.xml:17964 book.translate.xml:19216 book.translate.xml:23553
+#: book.translate.xml:27707 book.translate.xml:29288 book.translate.xml:31053
+#: book.translate.xml:31771 book.translate.xml:35453 book.translate.xml:41421
+#: book.translate.xml:41603 book.translate.xml:44464 book.translate.xml:46143
+#: book.translate.xml:46518 book.translate.xml:46875 book.translate.xml:49069
+#: book.translate.xml:50737 book.translate.xml:57376 book.translate.xml:61516
msgid "After reading this chapter, you will know:"
msgstr "Depois de ler este capítulo, você saberá:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1683
+#: book.translate.xml:1695
msgid "How FreeBSD relates to other computer operating systems."
msgstr ""
"Como o FreeBSD se relaciona com outros sistemas operacionais de computadores."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1688
+#: book.translate.xml:1700
msgid "The history of the FreeBSD Project."
msgstr "A história do projeto FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1692
+#: book.translate.xml:1704
msgid "The goals of the FreeBSD Project."
msgstr "Os objetivos do projeto FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1696
+#: book.translate.xml:1708
msgid "The basics of the FreeBSD open-source development model."
msgstr "O básico do modelo de desenvolvimento de código aberto do FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1701
+#: book.translate.xml:1713
msgid "And of course: where the name <quote>FreeBSD</quote> comes from."
msgstr "E claro: de onde o nome <quote>FreeBSD</quote> vem."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:1708
+#: book.translate.xml:1720
msgid "Welcome to FreeBSD!"
msgstr "Bem vindo ao FreeBSD!"
#. (itstool) path: sect1/indexterm
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1710 book.translate.xml:1801
+#: book.translate.xml:1722 book.translate.xml:1813
msgid "<primary>4.4BSD-Lite</primary>"
msgstr "<primary>4.4BSD-Lite</primary>"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:1712
+#: book.translate.xml:1724
msgid ""
"FreeBSD is an Open Source, standards-compliant Unix-like operating system "
"for x86 (both 32 and 64 bit), <trademark class=\"registered\">ARM</"
@@ -1613,7 +1618,7 @@ msgstr ""
"Sistema X Window, KDE ou GNOME. Seus pontos fortes são:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1725
+#: book.translate.xml:1737
msgid ""
"<emphasis>Liberal Open Source license</emphasis>, which grants you rights to "
"freely modify and extend its source code and incorporate it in both Open "
@@ -1628,12 +1633,12 @@ msgstr ""
"de licença."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1736
+#: book.translate.xml:1748
msgid "<primary>TCP/IP networking</primary>"
msgstr "<primary>TCP/IP networking</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1735
+#: book.translate.xml:1747
msgid ""
"<emphasis>Strong TCP/IP networking</emphasis> <_:indexterm-1/> - FreeBSD "
"implements industry standard protocols with ever increasing performance and "
@@ -1648,7 +1653,7 @@ msgstr ""
"fornecedores o utilizam precisamente para essa finalidade."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1746
+#: book.translate.xml:1758
msgid ""
"<emphasis>Fully integrated OpenZFS support</emphasis>, including root-on-"
"ZFS, ZFS Boot Environments, fault management, administrative delegation, "
@@ -1661,7 +1666,7 @@ msgstr ""
"suporte ao instalador do sistema."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1754
+#: book.translate.xml:1766
msgid ""
"<emphasis>Extensive security features</emphasis>, from the Mandatory Access "
"Control framework to Capsicum capability and sandbox mechanisms."
@@ -1670,7 +1675,7 @@ msgstr ""
"Control ao Capsicum e mecanismos de sandbox."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1760
+#: book.translate.xml:1772
msgid ""
"<emphasis>Over 30 thousand prebuilt packages</emphasis> for all supported "
"architectures, and the Ports Collection which makes it easy to build your "
@@ -1681,7 +1686,7 @@ msgstr ""
"seus próprios pacotes personalizados."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1767
+#: book.translate.xml:1779
msgid ""
"<emphasis>Documentation</emphasis> - in addition to Handbook and books from "
"different authors that cover topics ranging from system administration to "
@@ -1698,7 +1703,7 @@ msgstr ""
"para APIs do driver do kernel (seção 9) e drivers individuais (seção 4)."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1777
+#: book.translate.xml:1789
msgid ""
"<emphasis>Simple and consistent repository structure and build system</"
"emphasis> - FreeBSD uses a single repository for all of its components, both "
@@ -1714,7 +1719,7 @@ msgstr ""
"com a infraestrutura de compilação do seu próprio produto."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1787
+#: book.translate.xml:1799
msgid ""
"<emphasis>Staying true to Unix philosophy</emphasis>, preferring "
"composability instead of monolithic <quote>all in one</quote> daemons with "
@@ -1726,12 +1731,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect1/indexterm
-#: book.translate.xml:1793 book.translate.xml:17989
+#: book.translate.xml:1805 book.translate.xml:17943
msgid "<primary>binary compatibility</primary> <secondary>Linux</secondary>"
msgstr "<primary>binary compatibility</primary> <secondary>Linux</secondary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1793
+#: book.translate.xml:1805
msgid ""
"<_:indexterm-1/> <emphasis>Binary compatibility</emphasis> with Linux, which "
"makes it possible to run many Linux binaries without the need for "
@@ -1742,12 +1747,12 @@ msgstr ""
"virtualização."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1804
+#: book.translate.xml:1816
msgid "<primary>Computer Systems Research Group (CSRG)</primary>"
msgstr "<primary>Computer Systems Research Group (CSRG)</primary>"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:1801
+#: book.translate.xml:1813
msgid ""
"FreeBSD is based on the 4.4BSD-Lite<_:indexterm-1/> release from Computer "
"Systems Research Group (CSRG)<_:indexterm-2/> at the University of "
@@ -1770,12 +1775,12 @@ msgstr ""
"em nenhum outro lugar."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:1818
+#: book.translate.xml:1830
msgid "What Can FreeBSD Do?"
msgstr "O que o FreeBSD Pode Fazer?"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:1820
+#: book.translate.xml:1832
msgid ""
"The applications to which FreeBSD can be put are truly limited only by your "
"own imagination. From software development to factory automation, inventory "
@@ -1797,7 +1802,7 @@ msgstr ""
"muitas vezes disponíveis com pouco ou nenhum custo."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:1830
+#: book.translate.xml:1842
msgid ""
"Because the source code for FreeBSD itself is generally available, the "
"system can also be customized to an almost unheard of degree for special "
@@ -1813,7 +1818,7 @@ msgstr ""
"atualmente usando o FreeBSD:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1840
+#: book.translate.xml:1852
msgid ""
"<emphasis>Internet Services:</emphasis> The robust TCP/IP networking built "
"into FreeBSD makes it an ideal platform for a variety of Internet services "
@@ -1824,29 +1829,29 @@ msgstr ""
"Internet, tais como:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1847
+#: book.translate.xml:1859
msgid "Web servers"
msgstr "Servidores WEB"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1851
+#: book.translate.xml:1863
msgid "IPv4 and IPv6 routing"
msgstr "Roteamento IPv4 e IPv6"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: chapter/indexterm
-#: book.translate.xml:1855 book.translate.xml:57372
+#: book.translate.xml:1867 book.translate.xml:57312
msgid "<primary>firewall</primary>"
msgstr "<primary>firewall</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:1858 book.translate.xml:60582
+#: book.translate.xml:1870 book.translate.xml:60660
msgid "<primary>NAT</primary>"
msgstr "<primary>NAT</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1855
+#: book.translate.xml:1867
msgid ""
"Firewalls<_:indexterm-1/> and NAT<_:indexterm-2/> (<quote>IP masquerading</"
"quote>) gateways"
@@ -1855,38 +1860,38 @@ msgstr ""
"masquerading</quote>)"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1865
+#: book.translate.xml:1877
msgid "<primary>FTP servers</primary>"
msgstr "<primary>FTP servers</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1865
+#: book.translate.xml:1877
msgid "FTP servers<_:indexterm-1/>"
msgstr "Servidores FTP<_:indexterm-1/>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1872
+#: book.translate.xml:1884
msgid "<primary>electronic mail</primary> <see>email</see>"
msgstr "<primary>electronic mail</primary> <see>email</see>"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect1/indexterm
-#: book.translate.xml:1876 book.translate.xml:50783
+#: book.translate.xml:1888 book.translate.xml:50728
msgid "<primary>email</primary>"
msgstr "<primary>email</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1871
+#: book.translate.xml:1883
msgid "<_:indexterm-1/> <_:indexterm-2/> Email servers"
msgstr "<_:indexterm-1/> <_:indexterm-2/>Servidores de Email"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1883
+#: book.translate.xml:1895
msgid "And more..."
msgstr "E mais..."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1889
+#: book.translate.xml:1901
msgid ""
"<emphasis>Education:</emphasis> Are you a student of computer science or a "
"related engineering field? There is no better way of learning about "
@@ -1905,7 +1910,7 @@ msgstr ""
"fazer com que <emphasis>outro</emphasis> trabalho seja feito!"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1901
+#: book.translate.xml:1913
msgid ""
"<emphasis>Research:</emphasis> With source code for the entire system "
"available, FreeBSD is an excellent platform for research in operating "
@@ -1924,17 +1929,17 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:1913 book.translate.xml:61469
+#: book.translate.xml:1925 book.translate.xml:61868
msgid "<primary>router</primary>"
msgstr "<primary>router</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1915
+#: book.translate.xml:1927
msgid "<primary>DNS Server</primary>"
msgstr "<primary>DNS Server</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1912
+#: book.translate.xml:1924
msgid ""
"<emphasis>Networking:</emphasis> Need a new router?<_:indexterm-1/> A name "
"server (DNS)?<_:indexterm-2/> A firewall to keep people out of your internal "
@@ -1948,12 +1953,12 @@ msgstr ""
"recursos sofisticados de filtragem de pacotes."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1926
+#: book.translate.xml:1938
msgid "<primary>embedded</primary>"
msgstr "<primary>embedded</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1924
+#: book.translate.xml:1936
msgid ""
"<emphasis>Embedded:</emphasis> FreeBSD makes an excellent platform to build "
"embedded systems upon. <_:indexterm-1/> With support for the <trademark "
@@ -1976,24 +1981,24 @@ msgstr ""
"firewalls e outros dispositivos."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1939
+#: book.translate.xml:1951
msgid "<primary>X Window System</primary>"
msgstr "<primary>X Window System</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:1942 book.translate.xml:12036
+#: book.translate.xml:1954 book.translate.xml:12050
msgid "<primary>GNOME</primary>"
msgstr "<primary>GNOME</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:1945 book.translate.xml:12121
+#: book.translate.xml:1957 book.translate.xml:12135
msgid "<primary>KDE</primary>"
msgstr "<primary>KDE</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1938
+#: book.translate.xml:1950
msgid ""
"<_:indexterm-1/> <_:indexterm-2/> <_:indexterm-3/> <emphasis>Desktop:</"
"emphasis> FreeBSD makes a fine choice for an inexpensive desktop solution "
@@ -2013,12 +2018,12 @@ msgstr ""
"estações de trabalho individuais ainda mais baratas e fáceis de administrar."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:1964
+#: book.translate.xml:1976
msgid "<primary>Compiler</primary>"
msgstr "<primary>Compiler</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:1961
+#: book.translate.xml:1973
msgid ""
"<emphasis>Software Development:</emphasis> The basic FreeBSD system comes "
"with a full complement of development tools including a full C/C++<_:"
@@ -2032,7 +2037,7 @@ msgstr ""
"coleção de ports e dos pacotes."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:1973
+#: book.translate.xml:1985
msgid ""
"FreeBSD is available to download free of charge, or can be obtained on "
"either CD-ROM or DVD. Please see <xref linkend=\"mirrors\"/> for more "
@@ -2043,12 +2048,12 @@ msgstr ""
"informações sobre como obter o FreeBSD."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:1980
+#: book.translate.xml:1992
msgid "Who Uses FreeBSD?"
msgstr "Quem Usa o FreeBSD?"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:1982
+#: book.translate.xml:1994
msgid ""
"<primary>users</primary> <secondary>large sites running FreeBSD</secondary>"
msgstr ""
@@ -2056,7 +2061,7 @@ msgstr ""
"secondary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:1987
+#: book.translate.xml:1999
msgid ""
"FreeBSD has been known for its web serving capabilities - sites that run on "
"FreeBSD include <link xlink:href=\"https://news.ycombinator.com/\">Hacker "
@@ -2079,7 +2084,7 @@ msgstr ""
"e <link xlink:href=\"http://www.yandex.ru/\">Yandex</link>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2000
+#: book.translate.xml:2012
msgid ""
"FreeBSD's advanced features, proven security, predictable release cycle, and "
"permissive license have led to its use as a platform for building many "
@@ -2094,12 +2099,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect1/indexterm
-#: book.translate.xml:2010 book.translate.xml:56053
+#: book.translate.xml:2022 book.translate.xml:55894
msgid "<primary>Apache</primary>"
msgstr "<primary>Apache</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2009
+#: book.translate.xml:2021
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.apache.org/\">Apache</link> <_:indexterm-1/> - "
"The Apache Software Foundation runs most of its public facing "
@@ -2112,12 +2117,12 @@ msgstr ""
"SVN do mundo, com mais de 1.4 milhões de commits, no FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2020
+#: book.translate.xml:2032
msgid "<primary>Apple</primary>"
msgstr "<primary>Apple</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2019
+#: book.translate.xml:2031
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.apple.com/\">Apple</link> <_:indexterm-1/> - "
"OS X borrows heavily from FreeBSD for the network stack, virtual file "
@@ -2130,12 +2135,12 @@ msgstr ""
"contém elementos emprestados do FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2030
+#: book.translate.xml:2042
msgid "<primary>Cisco</primary>"
msgstr "<primary>Cisco</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2029
+#: book.translate.xml:2041
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.cisco.com/\">Cisco</link> <_:indexterm-1/> - "
"IronPort network security and anti-spam appliances run a modified FreeBSD "
@@ -2146,12 +2151,12 @@ msgstr ""
"modificado do FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2038
+#: book.translate.xml:2050
msgid "<primary>Citrix</primary>"
msgstr "<primary>Citrix</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2037
+#: book.translate.xml:2049
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.citrix.com/\">Citrix</link> <_:indexterm-1/> - "
"The NetScaler line of security appliances provide layer 4-7 load balancing, "
@@ -2165,12 +2170,12 @@ msgstr ""
"FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2048
+#: book.translate.xml:2060
msgid "<primary>Isilon</primary>"
msgstr "<primary>Isilon</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2047
+#: book.translate.xml:2059
msgid ""
"<link xlink:href=\"https://www.emc.com/isilon\">Dell EMC Isilon</link> <_:"
"indexterm-1/> - Isilon's enterprise storage appliances are based on FreeBSD. "
@@ -2185,30 +2190,30 @@ msgstr ""
"em construir seu produto ao invés de um sistema operacional."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2060
-msgid "<primary>Dell KACE</primary>"
-msgstr "<primary>Dell KACE</primary>"
+#: book.translate.xml:2072
+msgid "<primary>Quest KACE</primary>"
+msgstr "<primary>Quest KACE</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2058
+#: book.translate.xml:2070
msgid ""
-"<link xlink:href=\"http://www.dell.com/KACE\">Dell KACE</link> <_:"
+"<link xlink:href=\"http://www.quest.com/KACE\">Quest KACE</link> <_:"
"indexterm-1/> - The KACE system management appliances run FreeBSD because of "
"its reliability, scalability, and the community that supports its continued "
"development."
msgstr ""
-"<link xlink:href=\"http://www.dell.com/KACE\">Dell KACE</link> <_:"
+"<link xlink:href=\"http://www.quest.com/KACE\">Quest KACE</link> <_:"
"indexterm-1/> - Os appliances de gerenciamento de sistemas KACE executam o "
"FreeBSD devido à sua confiabilidade, escalabilidade e a comunidade que apoia "
"seu desenvolvimento contínuo."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2069
+#: book.translate.xml:2081
msgid "<primary>iXsystems</primary>"
msgstr "<primary>iXsystems</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2068
+#: book.translate.xml:2080
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.ixsystems.com/\">iXsystems</link> <_:"
"indexterm-1/> - The TrueNAS line of unified storage appliances is based on "
@@ -2221,12 +2226,12 @@ msgstr ""
"gerencia o desenvolvimento dos projetos de código aberto TrueOS e FreeNAS."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2079
+#: book.translate.xml:2091
msgid "<primary>Juniper</primary>"
msgstr "<primary>Juniper</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2078
+#: book.translate.xml:2090
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.juniper.net/\">Juniper</link> <_:indexterm-1/> "
"- The JunOS operating system that powers all Juniper networking gear "
@@ -2246,12 +2251,12 @@ msgstr ""
"complexidade de integrar novos recursos do FreeBSD ao JunOS no futuro."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2094
+#: book.translate.xml:2106
msgid "<primary>McAfee</primary>"
msgstr "<primary>McAfee</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2093
+#: book.translate.xml:2105
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.mcafee.com/\">McAfee</link> <_:indexterm-1/> - "
"SecurOS, the basis of McAfee enterprise firewall products including "
@@ -2262,12 +2267,12 @@ msgstr ""
"o Sidewinder, é baseado no FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2103
+#: book.translate.xml:2115
msgid "<primary>NetApp</primary>"
msgstr "<primary>NetApp</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2102
+#: book.translate.xml:2114
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.netapp.com/\">NetApp</link> <_:indexterm-1/> - "
"The Data ONTAP GX line of storage appliances are based on FreeBSD. In "
@@ -2280,12 +2285,12 @@ msgstr ""
"hipervisor licenciado pelo BSD, bhyve."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2113
+#: book.translate.xml:2125
msgid "<primary>Netflix</primary>"
msgstr "<primary>Netflix</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2112
+#: book.translate.xml:2124
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.netflix.com/\">Netflix</link> <_:indexterm-1/> "
"- The OpenConnect appliance that Netflix uses to stream movies to its "
@@ -2298,16 +2303,16 @@ msgstr ""
"- O appliance OpenConnect que a Netflix usa para transmitir filmes para seus "
"clientes é baseado no FreeBSD. A Netflix fez extensas contribuições para a "
"base de código e trabalha para manter um delta zero a partir do FreeBSD "
-"mainline. Os appliances Netflix OpenConnect são responsáveis ​​por entregar "
+"mainline. Os appliances Netflix OpenConnect são responsáveis por entregar "
"mais de 32% de todo o tráfego de Internet na América do Norte."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2126
+#: book.translate.xml:2138
msgid "<primary>Sandvine</primary>"
msgstr "<primary>Sandvine</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2125
+#: book.translate.xml:2137
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.sandvine.com/\">Sandvine</link> <_:indexterm-1/"
"> - Sandvine uses FreeBSD as the basis of their high performance real-time "
@@ -2320,12 +2325,12 @@ msgstr ""
"inteligentes de controle de política de rede."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2136
+#: book.translate.xml:2148
msgid "<primary>Sony</primary>"
msgstr "<primary>Sony</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2135
+#: book.translate.xml:2147
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.sony.com/\">Sony</link> <_:indexterm-1/> - The "
"PlayStation 4 gaming console runs a modified version of FreeBSD."
@@ -2334,12 +2339,12 @@ msgstr ""
"console de videogame PlayStation 4 executa uma versão modificada do FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2144
+#: book.translate.xml:2156
msgid "<primary>Sophos</primary>"
msgstr "<primary>Sophos</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2143
+#: book.translate.xml:2155
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.sophos.com/\">Sophos</link> <_:indexterm-1/> - "
"The Sophos Email Appliance product is based on a hardened FreeBSD and scans "
@@ -2353,12 +2358,12 @@ msgstr ""
"malware, bem como a perda acidental de informações confidenciais."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2156
+#: book.translate.xml:2168
msgid "<primary>Spectra Logic</primary>"
msgstr "<primary>Spectra Logic</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2154
+#: book.translate.xml:2166
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.spectralogic.com/\">Spectra Logic</link> <_:"
"indexterm-1/> - The nTier line of archive grade storage appliances run "
@@ -2369,12 +2374,12 @@ msgstr ""
"arquivamento executa o FreeBSD e o OpenZFS."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2164
+#: book.translate.xml:2176
msgid "<primary>Stormshield</primary>"
msgstr "<primary>Stormshield</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2163
+#: book.translate.xml:2175
msgid ""
"<link xlink:href=\"https://www.stormshield.eu\">Stormshield</link> <_:"
"indexterm-1/> - Stormshield Network Security appliances are based on a "
@@ -2389,12 +2394,12 @@ msgstr ""
"quantidade de desenvolvimento interessante para a comunidade."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2177
+#: book.translate.xml:2189
msgid "<primary>The Weather Channel</primary>"
msgstr "<primary>The Weather Channel</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2175
+#: book.translate.xml:2187
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.weather.com/\">The Weather Channel</link> <_:"
"indexterm-1/> - The IntelliStar appliance that is installed at each local "
@@ -2407,12 +2412,12 @@ msgstr ""
"locais na programação da rede de TV a cabo, executa o FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2188
+#: book.translate.xml:2200
msgid "<primary>Verisign</primary>"
msgstr "<primary>Verisign</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2187
+#: book.translate.xml:2199
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.verisign.com/\">Verisign</link> <_:indexterm-1/"
"> - Verisign is responsible for operating the .com and .net root domain "
@@ -2427,12 +2432,12 @@ msgstr ""
"que não haja um ponto comum de falha em sua infraestrutura."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2201
+#: book.translate.xml:2213
msgid "<primary>Voxer</primary>"
msgstr "<primary>Voxer</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2200
+#: book.translate.xml:2212
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.voxer.com/\">Voxer</link> <_:indexterm-1/> - "
"Voxer powers their mobile voice messaging platform with ZFS on FreeBSD. "
@@ -2450,32 +2455,16 @@ msgstr ""
"<acronym>ZFS</acronym>."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2215
-msgid "<primary>WhatsApp</primary>"
-msgstr "<primary>WhatsApp</primary>"
-
-#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2214
-msgid ""
-"<link xlink:href=\"http://www.whatsapp.com/\">WhatsApp</link> <_:indexterm-1/"
-"> - When WhatsApp needed a platform that would be able to handle more than 1 "
-"million concurrent TCP connections per server, they chose FreeBSD. They then "
-"proceeded to scale past 2.5 million connections per server."
-msgstr ""
-"<link xlink:href=\"http://www.whatsapp.com/\">WhatsApp</link> <_:indexterm-1/"
-"> - Quando o WhatsApp precisava de uma plataforma que pudesse lidar com mais "
-"de 1 milhão de conexões TCP por servidor, eles escolheram o FreeBSD. Eles "
-"então passaram a escalar para mais de 2.5 milhões de conexões por servidor."
-
-#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2227
-msgid "<primary>Wheel Systems</primary>"
-msgstr "<primary>Wheel Systems</primary>"
+#: book.translate.xml:2228
+#, fuzzy
+msgid "<primary>Fudo Security</primary>"
+msgstr "<primary>Segurança</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2225
+#: book.translate.xml:2226
+#, fuzzy
msgid ""
-"<link xlink:href=\"http://wheelsystems.com/\">Wheel Systems</link> <_:"
+"<link xlink:href=\"https://fudosecurity.com/en/\">Fudo Security</link> <_:"
"indexterm-1/> - The FUDO security appliance allows enterprises to monitor, "
"control, record, and audit contractors and administrators who work on their "
"systems. Based on all of the best security features of FreeBSD including "
@@ -2489,17 +2478,17 @@ msgstr ""
"auditdistd."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2239
+#: book.translate.xml:2240
msgid "FreeBSD has also spawned a number of related open source projects:"
msgstr "O FreeBSD também gerou vários projetos de código aberto relacionados:"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2246
+#: book.translate.xml:2247
msgid "<primary>BSD Router</primary>"
msgstr "<primary>BSD Router</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2244
+#: book.translate.xml:2245
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://bsdrp.net/\">BSD Router</link> <_:indexterm-1/> - "
"A FreeBSD based replacement for large enterprise routers designed to run on "
@@ -2510,12 +2499,12 @@ msgstr ""
"projetados para rodar em hardware PC padrão."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2255
+#: book.translate.xml:2256
msgid "<primary>FreeNAS</primary>"
msgstr "<primary>FreeNAS</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2254
+#: book.translate.xml:2255
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.freenas.org/\">FreeNAS</link> <_:indexterm-1/> "
"- A customized FreeBSD designed to be used as a network file server "
@@ -2532,28 +2521,27 @@ msgstr ""
"de plugins baseado em jails do FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2267
+#: book.translate.xml:2268
msgid "<primary>GhostBSD</primary>"
msgstr "<primary>GhostBSD</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2266
+#: book.translate.xml:2267
msgid ""
-"<link xlink:href=\"http://www.ghostbsd.org/\">GhostBSD</link> <_:indexterm-1/"
-"> - A desktop oriented distribution of FreeBSD bundled with the Gnome "
-"desktop environment."
+"<link xlink:href=\"https://ghostbsd.org/\">GhostBSD</link> <_:indexterm-1/> "
+"- is derived from FreeBSD, uses the GTK environment to provide a beautiful "
+"looks and comfortable experience on the modern BSD platform offering a "
+"natural and native <trademark class=\"registered\">UNIX</trademark> work "
+"environment."
msgstr ""
-"<link xlink:href=\"http://www.ghostbsd.org/\">GhostBSD</link> <_:indexterm-1/"
-"> - Uma distribuição FreeBSD orientada a desktop com o ambiente de desktop "
-"Gnome."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2275
+#: book.translate.xml:2278
msgid "<primary>mfsBSD</primary>"
msgstr "<primary>mfsBSD</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2274
+#: book.translate.xml:2277
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://mfsbsd.vx.sk/\">mfsBSD</link> <_:indexterm-1/> - A "
"toolkit for building a FreeBSD system image that runs entirely from memory."
@@ -2563,12 +2551,12 @@ msgstr ""
"inteiramente da memória."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2283
+#: book.translate.xml:2286
msgid "<primary>NAS4Free</primary>"
msgstr "<primary>NAS4Free</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2282
+#: book.translate.xml:2285
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.nas4free.org/\">NAS4Free</link> <_:indexterm-1/"
"> - A file server distribution based on FreeBSD with a PHP powered web "
@@ -2579,12 +2567,12 @@ msgstr ""
"interface web PHP."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2291
+#: book.translate.xml:2294
msgid "<primary>OPNsense</primary>"
msgstr "<primary>OPNsense</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2290
+#: book.translate.xml:2293
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.opnsense.org/\">OPNSense</link> <_:indexterm-1/"
"> - OPNsense is an open source, easy-to-use and easy-to-build FreeBSD based "
@@ -2601,30 +2589,57 @@ msgstr ""
"comerciais com os benefícios de códigos fonte abertos e verificáveis."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2303
+#: book.translate.xml:2306
msgid "<primary>TrueOS</primary>"
msgstr "<primary>TrueOS</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2302
+#: book.translate.xml:2305
msgid ""
"<link xlink:href=\"https://www.trueos.org\">TrueOS</link> <_:indexterm-1/> - "
-"A customized version of FreeBSD geared towards desktop users with graphical "
-"utilities to exposing the power of FreeBSD to all users. Designed to ease "
-"the transition of Windows and OS X users."
+"TrueOS is based on the legendary security and stability of FreeBSD. TrueOS "
+"follows FreeBSD-CURRENT, with the latest drivers, security updates, and "
+"packages available."
msgstr ""
-"<link xlink:href=\"https://www.trueos.org\">TrueOS</link> <_:indexterm-1/> - "
-"Uma versão personalizada do FreeBSD voltada para usuários de desktop com "
-"utilitários gráficos para expor o poder do FreeBSD para todos os usuários. "
-"Projetado para facilitar a transição de usuários do Windows e do OS X."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2313
+#: book.translate.xml:2316
+#, fuzzy
+msgid "<primary>FuryBSD</primary>"
+msgstr "<primary>SDL</primary>"
+
+#. (itstool) path: listitem/para
+#: book.translate.xml:2315
+msgid ""
+"<link xlink:href=\"https://www.furybsd.org\">FuryBSD</link> <_:indexterm-1/> "
+"- is a brand new, open source FreeBSD desktop. FuryBSD pays homage to "
+"desktop BSD projects of the past like PC-BSD and TrueOS with its graphical "
+"interface and adds additional tools like a live, hybrid USB/DVD image. "
+"FuryBSD is completely free to use and distributed under the BSD license."
+msgstr ""
+
+#. (itstool) path: para/indexterm
+#: book.translate.xml:2328
+#, fuzzy
+msgid "<primary>MidnightBSD</primary>"
+msgstr "<primary>GhostBSD</primary>"
+
+#. (itstool) path: listitem/para
+#: book.translate.xml:2327
+msgid ""
+"<link xlink:href=\"https://www.midnightbsd.org\">MidnightBSD</link> <_:"
+"indexterm-1/> - is a FreeBSD derived operating system developed with desktop "
+"users in mind. It includes all the software you'd expect for your daily "
+"tasks: mail, web browsing, word processing, gaming, and much more."
+msgstr ""
+
+#. (itstool) path: para/indexterm
+#: book.translate.xml:2339
msgid "<primary>pfSense</primary>"
msgstr "<primary>pfSense</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2312
+#: book.translate.xml:2338
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://www.pfsense.org/\">pfSense</link> <_:indexterm-1/> "
"- A firewall distribution based on FreeBSD with a huge array of features and "
@@ -2635,12 +2650,12 @@ msgstr ""
"de recursos e amplo suporte a IPv6."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2322
+#: book.translate.xml:2348
msgid "<primary>ZRouter</primary>"
msgstr "<primary>ZRouter</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2321
+#: book.translate.xml:2347
msgid ""
"<link xlink:href=\"http://zrouter.org/\">ZRouter</link> <_:indexterm-1/> - "
"An open source alternative firmware for embedded devices based on FreeBSD. "
@@ -2652,7 +2667,7 @@ msgstr ""
"roteadores prontos para uso."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2330
+#: book.translate.xml:2356
msgid ""
"A list of <link xlink:href=\"https://www.freebsdfoundation.org/about/"
"testimonials/\"> testimonials from companies basing their products and "
@@ -2668,12 +2683,12 @@ msgstr ""
"link>."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:2340
+#: book.translate.xml:2366
msgid "About the FreeBSD Project"
msgstr "Sobre o Projeto FreeBSD"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2342
+#: book.translate.xml:2368
msgid ""
"The following section provides some background information on the project, "
"including a brief history, project goals, and the development model of the "
@@ -2684,37 +2699,37 @@ msgstr ""
"do projeto."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:2347
+#: book.translate.xml:2373
msgid "A Brief History of FreeBSD"
msgstr "Uma Breve História do FreeBSD"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2349
+#: book.translate.xml:2375
msgid "<primary>386BSD Patchkit</primary>"
msgstr "<primary>386BSD Patchkit</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2350
+#: book.translate.xml:2376
msgid "<primary>Hubbard, Jordan</primary>"
msgstr "<primary>Hubbard, Jordan</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2351
+#: book.translate.xml:2377
msgid "<primary>Williams, Nate</primary>"
msgstr "<primary>Williams, Nate</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2352
+#: book.translate.xml:2378
msgid "<primary>Grimes, Rod</primary>"
msgstr "<primary>Grimes, Rod</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2353
+#: book.translate.xml:2379
msgid "<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>history</secondary>"
msgstr "<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>history</secondary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2358
+#: book.translate.xml:2384
msgid ""
"The FreeBSD Project had its genesis in the early part of 1993, partially as "
"an outgrowth of the Unofficial 386BSDPatchkit by the patchkit's last 3 "
@@ -2725,12 +2740,12 @@ msgstr ""
"coordenadores do patchkit: Nate Williams, Rod Grimes e Jordan Hubbard."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2363 book.translate.xml:2403
+#: book.translate.xml:2389 book.translate.xml:2429
msgid "<primary>386BSD</primary>"
msgstr "<primary>386BSD</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2364
+#: book.translate.xml:2390
msgid ""
"The original goal was to produce an intermediate snapshot of 386BSD in order "
"to fix a number of problems with it that the patchkit mechanism just was not "
@@ -2743,12 +2758,12 @@ msgstr ""
"foi 386BSD 0.5 ou 386BSD Interim em referência a esse fato."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2370
+#: book.translate.xml:2396
msgid "<primary>Jolitz, Bill</primary>"
msgstr "<primary>Jolitz, Bill</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2371
+#: book.translate.xml:2397
msgid ""
"386BSD was Bill Jolitz's operating system, which had been up to that point "
"suffering rather severely from almost a year's worth of neglect. As the "
@@ -2767,17 +2782,17 @@ msgstr ""
"lugar."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2381
+#: book.translate.xml:2407
msgid "<primary>Greenman, David</primary>"
msgstr "<primary>Greenman, David</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2382
+#: book.translate.xml:2408
msgid "<primary>Walnut Creek CDROM</primary>"
msgstr "<primary>Walnut Creek CDROM</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2384
+#: book.translate.xml:2410
msgid ""
"The trio thought that the goal remained worthwhile, even without Bill's "
"support, and so they adopted the name \"FreeBSD\" coined by David Greenman. "
@@ -2806,27 +2821,27 @@ msgstr ""
"chegado tão longe, tão rápido, como hoje."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2400
+#: book.translate.xml:2426
msgid "<primary>4.3BSD-Lite</primary>"
msgstr "<primary>4.3BSD-Lite</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2401 book.translate.xml:2416
+#: book.translate.xml:2427 book.translate.xml:2442
msgid "<primary>Net/2</primary>"
msgstr "<primary>Net/2</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2402 book.translate.xml:2415
+#: book.translate.xml:2428 book.translate.xml:2441
msgid "<primary>U.C. Berkeley</primary>"
msgstr "<primary>U.C. Berkeley</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2404 book.translate.xml:8802
+#: book.translate.xml:2430 book.translate.xml:8816
msgid "<primary>Free Software Foundation</primary>"
msgstr "<primary>Free Software Foundation</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2406
+#: book.translate.xml:2432
msgid ""
"The first CD-ROM (and general net-wide) distribution was FreeBSD 1.0, "
"released in December of 1993. This was based on the 4.3BSD-Lite "
@@ -2843,17 +2858,17 @@ msgstr ""
"sucedido FreeBSD 1.1 em maio de 1994."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2414
+#: book.translate.xml:2440
msgid "<primary>Novell</primary>"
msgstr "<primary>Novell</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2417
+#: book.translate.xml:2443
msgid "<primary>AT&amp;T</primary>"
msgstr "<primary>AT&amp;T</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2418
+#: book.translate.xml:2444
msgid ""
"Around this time, some rather unexpected storm clouds formed on the horizon "
"as Novell and U.C. Berkeley settled their long-running lawsuit over the "
@@ -2883,7 +2898,7 @@ msgstr ""
"sendo esse lançamento o FreeBSD 1.1.5.1."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2435
+#: book.translate.xml:2461
msgid ""
"FreeBSD then set about the arduous task of literally re-inventing itself "
"from a completely new and rather incomplete set of 4.4BSD-Lite bits. The "
@@ -2908,7 +2923,7 @@ msgstr ""
"FreeBSD 2.0.5 em junho de 1995."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2449
+#: book.translate.xml:2475
msgid ""
"Since that time, FreeBSD has made a series of releases each time improving "
"the stability, speed, and feature set of the previous version."
@@ -2918,7 +2933,7 @@ msgstr ""
"anterior."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2453
+#: book.translate.xml:2479
msgid ""
"For now, long-term development projects continue to take place in the 10.X-"
"CURRENT (trunk) branch, and snapshot releases of 10.X are continually made "
@@ -2932,12 +2947,12 @@ msgstr ""
"que o trabalho progride."
#. (itstool) path: info/title
-#: book.translate.xml:2461
+#: book.translate.xml:2487
msgid "FreeBSD Project Goals"
msgstr "Objetivos do Projeto FreeBSD"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:2464
+#: book.translate.xml:2490
msgid ""
"<personname> <firstname>Jordan</firstname> <surname>Hubbard</surname> </"
"personname> <contrib>Contributed by </contrib>"
@@ -2946,12 +2961,12 @@ msgstr ""
"personname> <contrib>Contribuído por</contrib>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2474
+#: book.translate.xml:2500
msgid "<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>goals</secondary>"
msgstr "<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>goals</secondary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2478
+#: book.translate.xml:2504
msgid ""
"The goals of the FreeBSD Project are to provide software that may be used "
"for any purpose and without strings attached. Many of us have a significant "
@@ -2974,22 +2989,22 @@ msgstr ""
"fundamentais do Software Livre e um dos que apoiamos entusiasticamente."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2490
+#: book.translate.xml:2516
msgid "<primary>GNU General Public License (GPL)</primary>"
msgstr "<primary>GNU General Public License (GPL)</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2493
+#: book.translate.xml:2519
msgid "<primary>GNU Lesser General Public License (LGPL)</primary>"
msgstr "<primary>GNU Lesser General Public License (LGPL)</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2496
+#: book.translate.xml:2522
msgid "<primary>BSD Copyright</primary>"
msgstr "<primary>BSD Copyright</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2497
+#: book.translate.xml:2523
msgid ""
"That code in our source tree which falls under the GNU General Public "
"License (GPL) or Library General Public License (LGPL) comes with slightly "
@@ -3007,12 +3022,12 @@ msgstr ""
"direitos autorais BSD mais relaxados quando é uma opção razoável fazê-lo."
#. (itstool) path: info/title
-#: book.translate.xml:2509
+#: book.translate.xml:2535
msgid "The FreeBSD Development Model"
msgstr "O Modelo de Desenvolvimento do FreeBSD"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:2512
+#: book.translate.xml:2538
msgid ""
"<personname> <firstname>Satoshi</firstname> <surname>Asami</surname> </"
"personname> <contrib>Contributed by </contrib>"
@@ -3021,14 +3036,14 @@ msgstr ""
"personname> <contrib>Contribuído por </contrib>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:2522
+#: book.translate.xml:2548
msgid ""
"<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>development model</secondary>"
msgstr ""
"<primary>FreeBSD Project</primary> <secondary>development model</secondary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2527
+#: book.translate.xml:2553
msgid ""
"The development of FreeBSD is a very open and flexible process, being "
"literally built from the contributions of thousands of people around the "
@@ -3051,7 +3066,7 @@ msgstr ""
"\">lista de contribuidores</link>. A infraestrutura de desenvolvimento do "
"FreeBSD permite que milhares de colaboradores colaborem pela Internet. "
"Estamos constantemente à procura de novos desenvolvedores e ideias, e os "
-"interessados ​​em se envolver mais estreitamente com o projeto precisam "
+"interessados em se envolver mais estreitamente com o projeto precisam "
"simplesmente entrar em contato conosco pelas <link xlink:href=\"http://lists."
"FreeBSD.org/mailman/listinfo/freebsd-hackers\">lista de discussões técnicas "
"do FreeBSD</link>. A <link xlink:href=\"http://lists.FreeBSD.org/mailman/"
@@ -3060,7 +3075,7 @@ msgstr ""
"usuários do FreeBSD conheçam as principais áreas de trabalho."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2540
+#: book.translate.xml:2566
msgid ""
"Useful things to know about the FreeBSD Project and its development process, "
"whether working independently or in close cooperation:"
@@ -3070,43 +3085,43 @@ msgstr ""
"cooperação:"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2546
+#: book.translate.xml:2572
msgid "The SVN repositories<anchor xml:id=\"development-cvs-repository\"/>"
msgstr "Os repositórios SVN<anchor xml:id=\"development-cvs-repository\"/>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2550
+#: book.translate.xml:2576
msgid "<primary>CVS</primary>"
msgstr "<primary>CVS</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2554
+#: book.translate.xml:2580
msgid "<primary>CVS Repository</primary>"
msgstr "<primary>CVS Repository</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2558
+#: book.translate.xml:2584
msgid "<primary>Concurrent Versions System</primary> <see>CVS</see>"
msgstr "<primary>Concurrent Versions System</primary> <see>CVS</see>"
#. (itstool) path: para/indexterm
#. (itstool) path: sect1/indexterm
-#: book.translate.xml:2563 book.translate.xml:45580 book.translate.xml:65535
+#: book.translate.xml:2589 book.translate.xml:45525 book.translate.xml:65535
msgid "<primary>Subversion</primary>"
msgstr "<primary>Subversion</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2567
+#: book.translate.xml:2593
msgid "<primary>Subversion Repository</primary>"
msgstr "<primary>Subversion Repository</primary>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2571
+#: book.translate.xml:2597
msgid "<primary>SVN</primary> <see>Subversion</see>"
msgstr "<primary>SVN</primary> <see>Subversion</see>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2549
+#: book.translate.xml:2575
msgid ""
"<_:indexterm-1/> <_:indexterm-2/> <_:indexterm-3/> <_:indexterm-4/> <_:"
"indexterm-5/> <_:indexterm-6/> For several years, the central source tree "
@@ -3144,17 +3159,17 @@ msgstr ""
"como obter a coleção de ports do FreeBSD."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2598
+#: book.translate.xml:2624
msgid "The committers list<anchor xml:id=\"development-committers\"/>"
msgstr "A lista de committers<anchor xml:id=\"development-committers\"/>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2602
+#: book.translate.xml:2628
msgid "<primary>committers</primary>"
msgstr "<primary>committers</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2601
+#: book.translate.xml:2627
msgid ""
"The <firstterm>committers</firstterm> <_:indexterm-1/> are the people who "
"have <emphasis>write</emphasis> access to the Subversion tree, and are "
@@ -3174,21 +3189,21 @@ msgstr ""
"repositório). Qualquer um pode enviar um relatório de bug para o <link xlink:"
"href=\"https://bugs.FreeBSD.org/submit/\">Banco de Dados de Bugs</link>. "
"Antes de enviar um relatório de bug, as listas de discussão, canais de IRC "
-"ou fóruns do FreeBSD podem ser usados ​​para ajudar a verificar se um problema "
+"ou fóruns do FreeBSD podem ser usados para ajudar a verificar se um problema "
"é realmente um bug."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2618
+#: book.translate.xml:2644
msgid "The FreeBSD core team<anchor xml:id=\"development-core\"/>"
msgstr "O FreeBSD core team<anchor xml:id=\"development-core\"/>"
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2622
+#: book.translate.xml:2648
msgid "<primary>core team</primary>"
msgstr "<primary>core team</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2621
+#: book.translate.xml:2647
msgid ""
"The <firstterm>FreeBSD core team</firstterm> <_:indexterm-1/> would be "
"equivalent to the board of directors if the FreeBSD Project were a company. "
@@ -3210,7 +3225,7 @@ msgstr ""
"realizadas a cada dois anos."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:2637
+#: book.translate.xml:2663
msgid ""
"Like most developers, most members of the core team are also volunteers when "
"it comes to FreeBSD development and do not benefit from the project "
@@ -3230,12 +3245,12 @@ msgstr ""
"contra o seu melhor julgamento!"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2652
+#: book.translate.xml:2678
msgid "Outside contributors"
msgstr "Contribuidores externos"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2655
+#: book.translate.xml:2681
msgid ""
"Last, but definitely not least, the largest group of developers are the "
"users themselves who provide feedback and bug fixes to us on an almost "
@@ -3256,12 +3271,12 @@ msgstr ""
"sobre as várias listas de discussão do FreeBSD."
#. (itstool) path: para/indexterm
-#: book.translate.xml:2666
+#: book.translate.xml:2692
msgid "<primary>contributors</primary>"
msgstr "<primary>contributors</primary>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2664
+#: book.translate.xml:2690
msgid ""
"<citetitle><link xlink:href=\"@@URL_RELPREFIX@@/doc/en_US.ISO8859-1/articles/"
"contributors/article.html\">The FreeBSD Contributors List</link></citetitle> "
@@ -3274,7 +3289,7 @@ msgstr ""
"se juntar a ela contribuindo com algo para o FreeBSD hoje?"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2671
+#: book.translate.xml:2697
msgid ""
"Providing code is not the only way of contributing to the project; for a "
"more complete list of things that need doing, please refer to the <link "
@@ -3286,7 +3301,7 @@ msgstr ""
"FreeBSD</link>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2679
+#: book.translate.xml:2705
msgid ""
"In summary, our development model is organized as a loose set of concentric "
"circles. The centralized model is designed for the convenience of the "
@@ -3306,7 +3321,7 @@ msgstr ""
"usar - este modelo funciona muito bem em realizar isso."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2689
+#: book.translate.xml:2715
msgid ""
"All we ask of those who would join us as FreeBSD developers is some of the "
"same dedication its current people have to its continued success!"
@@ -3316,12 +3331,12 @@ msgstr ""
"contínuo!"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:2695
+#: book.translate.xml:2721
msgid "Third Party Programs"
msgstr "Programas de Terceiros"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2697
+#: book.translate.xml:2723
msgid ""
"In addition to the base distributions, FreeBSD offers a ported software "
"collection with thousands of commonly sought-after programs. At the time of "
@@ -3354,12 +3369,12 @@ msgstr ""
"pacotes e ports podem ser encontradas em <xref linkend=\"ports\"/>."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:2718
+#: book.translate.xml:2744
msgid "Additional Documentation"
msgstr "Documentação Adicional"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2720
+#: book.translate.xml:2746
msgid ""
"All supported FreeBSD versions provide an option in the installer to install "
"additional documentation under <filename>/usr/local/share/doc/freebsd</"
@@ -3377,12 +3392,12 @@ msgstr ""
"URLs:"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2732
+#: book.translate.xml:2758
msgid "The FreeBSD Handbook"
msgstr "O Handbook do FreeBSD"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2735
+#: book.translate.xml:2761
msgid ""
"<link xlink:href=\"file://localhost/usr/local/share/doc/freebsd/handbook/"
"index.html\"><filename>/usr/local/share/doc/freebsd/handbook/index.html</"
@@ -3393,12 +3408,12 @@ msgstr ""
"filename></link>"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2740
+#: book.translate.xml:2766
msgid "The FreeBSD FAQ"
msgstr "O FAQ do FreeBSD"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2743
+#: book.translate.xml:2769
msgid ""
"<link xlink:href=\"file://localhost/usr/local/share/doc/freebsd/faq/index."
"html\"><filename>/usr/local/share/doc/freebsd/faq/index.html</filename></"
@@ -3409,7 +3424,7 @@ msgstr ""
"link>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:2748
+#: book.translate.xml:2774
msgid ""
"You can also view the master (and most frequently updated) copies at <uri "
"xlink:href=\"https://www.FreeBSD.org/\">https://www.FreeBSD.org/</uri>."
@@ -3419,12 +3434,12 @@ msgstr ""
"FreeBSD.org/</uri>."
#. (itstool) path: info/title
-#: book.translate.xml:2764
+#: book.translate.xml:2790
msgid "Installing FreeBSD"
msgstr "Instalando o FreeBSD"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:2792
+#: book.translate.xml:2818
msgid ""
"<personname> <firstname>Gavin</firstname> <surname>Atkinson</surname> </"
"personname> <contrib>Updated for bsdinstall by </contrib>"
@@ -3433,7 +3448,7 @@ msgstr ""
"personname> <contrib>Atualizado para o bsdinstall por </contrib>"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:2801
+#: book.translate.xml:2827
msgid ""
"<personname> <firstname>Warren</firstname> <surname>Block</surname> </"
"personname>"
@@ -3442,7 +3457,7 @@ msgstr ""
"personname>"
#. (itstool) path: authorgroup/author
-#: book.translate.xml:2810
+#: book.translate.xml:2836
msgid ""
"<personname> <firstname>Allan</firstname> <surname>Jude</surname> </"
"personname> <contrib>Updated for root-on-ZFS by </contrib>"
@@ -3451,12 +3466,12 @@ msgstr ""
"personname> <contrib>Atualizado para root-on-ZFS por </contrib>"
#. (itstool) path: sect1/indexterm
-#: book.translate.xml:2824
+#: book.translate.xml:2850
msgid "<primary>installation</primary>"
msgstr "<primary>installation</primary>"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2826
+#: book.translate.xml:2852
msgid ""
"There are several different ways of getting FreeBSD to run, depending on the "
"environment. Those are:"
@@ -3465,7 +3480,7 @@ msgstr ""
"dependendo do ambiente. São eles:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2831
+#: book.translate.xml:2857
msgid ""
"Virtual Machine images, to download and import on a virtual environment of "
"choice. These can be downloaded from the <link xlink:href=\"https://www."
@@ -3486,7 +3501,7 @@ msgstr ""
"executar e realizar tarefas de pós-instalação."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2844
+#: book.translate.xml:2870
msgid ""
"Virtual Machine images available at Amazon's <link xlink:href=\"https://aws."
"amazon.com/mp/solutions/freebsd/\">AWS Marketplace</link>, <link xlink:href="
@@ -3511,7 +3526,7 @@ msgstr ""
"freebsd-intro-on-azure\">Documentação do Azure</link>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2854
+#: book.translate.xml:2880
msgid ""
"SD card images, for embedded systems such as Raspberry Pi or BeagleBone "
"Black. These can be downloaded from the <link xlink:href=\"https://www."
@@ -3526,7 +3541,7 @@ msgstr ""
"cartão SD, a partir do qual a placa será inicializada."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2863
+#: book.translate.xml:2889
msgid ""
"Installation images, to install FreeBSD on a hard drive for the usual "
"desktop, laptop, or server systems."
@@ -3535,7 +3550,7 @@ msgstr ""
"padrão, laptop ou servidor."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2869
+#: book.translate.xml:2895
msgid ""
"The rest of this chapter describes the fourth case, explaining how to "
"install FreeBSD using the text-based installation program named "
@@ -3546,7 +3561,7 @@ msgstr ""
"<application>bsdinstall</application>."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2874
+#: book.translate.xml:2900
msgid ""
"In general, the installation instructions in this chapter are written for "
"the <trademark>i386</trademark> and <acronym>AMD64</acronym> architectures. "
@@ -3563,7 +3578,7 @@ msgstr ""
"instruções literais."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:2883
+#: book.translate.xml:2909
msgid ""
"Users who prefer to install FreeBSD using a graphical installer may be "
"interested in <application>pc-sysinstall</application>, the installer used "
@@ -3573,7 +3588,7 @@ msgid ""
"trueos.html\">https://www.trueos.org/handbook/trueos.html</link>)."
msgstr ""
"Usuários que preferem instalar o FreeBSD usando um instalador gráfico podem "
-"estar interessados ​​no <application> pc-sysinstall </application>, o "
+"estar interessados no <application> pc-sysinstall </application>, o "
"instalador usado pelo Projeto TrueOS. Ele pode ser usado para instalar um "
"desktop gráfico (TrueOS) ou uma versão de linha de comando do FreeBSD. "
"Consulte o Manual do Usuário do TrueOS para obter detalhes (<link xlink:href="
@@ -3581,24 +3596,24 @@ msgstr ""
"handbook/trueos.html</link>)."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2895
+#: book.translate.xml:2921
msgid "The minimum hardware requirements and FreeBSD supported architectures."
msgstr ""
"Quais os requisitos mínimos de hardware e as arquiteturas suportadas pelo "
"FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2900
+#: book.translate.xml:2926
msgid "How to create the FreeBSD installation media."
msgstr "Como criar a mídia de instalação do FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2904
+#: book.translate.xml:2930
msgid "How to start <application>bsdinstall</application>."
msgstr "Como iniciar o <application>bsdinstall</application>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2909
+#: book.translate.xml:2935
msgid ""
"The questions <application>bsdinstall</application> will ask, what they "
"mean, and how to answer them."
@@ -3607,12 +3622,12 @@ msgstr ""
"significam e como respondê-las."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2914
+#: book.translate.xml:2940
msgid "How to troubleshoot a failed installation."
-msgstr "Como solucionar problemas de uma instalação com falha"
+msgstr "Como solucionar problemas de uma instalação com falha."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2918
+#: book.translate.xml:2944
msgid ""
"How to access a live version of FreeBSD before committing to an installation."
msgstr ""
@@ -3620,18 +3635,18 @@ msgstr ""
"instalação."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2923 book.translate.xml:10664 book.translate.xml:13901
-#: book.translate.xml:18034 book.translate.xml:19296 book.translate.xml:23710
-#: book.translate.xml:29399 book.translate.xml:31146 book.translate.xml:31898
-#: book.translate.xml:35553 book.translate.xml:41509 book.translate.xml:41703
-#: book.translate.xml:43535 book.translate.xml:44558 book.translate.xml:46215
-#: book.translate.xml:46948 book.translate.xml:49150 book.translate.xml:50856
-#: book.translate.xml:57464 book.translate.xml:61163
+#: book.translate.xml:2949 book.translate.xml:10678 book.translate.xml:13855
+#: book.translate.xml:17988 book.translate.xml:19249 book.translate.xml:23613
+#: book.translate.xml:29324 book.translate.xml:31071 book.translate.xml:31823
+#: book.translate.xml:35478 book.translate.xml:41439 book.translate.xml:41633
+#: book.translate.xml:43464 book.translate.xml:44495 book.translate.xml:46160
+#: book.translate.xml:46893 book.translate.xml:49095 book.translate.xml:50801
+#: book.translate.xml:57404 book.translate.xml:61562
msgid "Before reading this chapter, you should:"
msgstr "Antes de ler este capítulo, você deve:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2927
+#: book.translate.xml:2953
msgid ""
"Read the supported hardware list that shipped with the version of FreeBSD to "
"be installed and verify that the system's hardware is supported."
@@ -3640,12 +3655,12 @@ msgstr ""
"instalada e verificar se o hardware do sistema é suportado."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:2935
+#: book.translate.xml:2961
msgid "Minimum Hardware Requirements"
msgstr "Requisitos mínimos de hardware"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2937
+#: book.translate.xml:2963
msgid ""
"The hardware requirements to install FreeBSD vary by architecture. Hardware "
"architectures and devices supported by a FreeBSD release are listed on the "
@@ -3663,7 +3678,7 @@ msgstr ""
"arquiteturas."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2944
+#: book.translate.xml:2970
msgid ""
"A FreeBSD installation requires a minimum of 96 MB of <acronym>RAM</acronym> "
"and 1.5 GB of free hard drive space. However, such small amounts of memory "
@@ -3679,17 +3694,17 @@ msgstr ""
"RAM e pelo menos 8 GB de espaço no disco rígido é um bom ponto de partida."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:2952
+#: book.translate.xml:2978
msgid "These are the processor requirements for each architecture:"
msgstr "Estes são os requisitos do processador para cada arquitetura:"
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2957
+#: book.translate.xml:2983
msgid "amd64"
msgstr "amd64"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2959
+#: book.translate.xml:2985
msgid ""
"This is the most common desktop and laptop processor type, used in most "
"modern systems. <trademark class=\"registered\">Intel</trademark> calls it "
@@ -3702,7 +3717,7 @@ msgstr ""
"vezes o chamam de <acronym>x86-64</acronym>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2964
+#: book.translate.xml:2990
msgid ""
"Examples of amd64 compatible processors include: <trademark>AMD Athlon</"
"trademark>64, <trademark>AMD Opteron</trademark>, multi-core <trademark "
@@ -3717,19 +3732,19 @@ msgstr ""
"<trademark>Core</trademark> 2 e posteriores."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2972
+#: book.translate.xml:2998
msgid "i386"
msgstr "i386"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2974
+#: book.translate.xml:3000
msgid "Older desktops and laptops often use this 32-bit, x86 architecture."
msgstr ""
"Desktops e laptops mais antigos geralmente usam essa arquitetura x86 de 32 "
"bits."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2977
+#: book.translate.xml:3003
msgid ""
"Almost all i386-compatible processors with a floating point unit are "
"supported. All <trademark class=\"registered\">Intel</trademark> processors "
@@ -3740,7 +3755,7 @@ msgstr ""
"\"registered\">Intel</trademark> 486 ou superior são suportados."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2981
+#: book.translate.xml:3007
msgid ""
"FreeBSD will take advantage of Physical Address Extensions (<acronym>PAE</"
"acronym>) support on <acronym>CPU</acronym>s with this feature. A kernel "
@@ -3759,36 +3774,12 @@ msgstr ""
"refentrytitle><manvolnum>4</manvolnum></citerefentry> para detalhes."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:2993
-msgid "ia64"
-msgstr "ia64"
-
-#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:2995
-msgid ""
-"Currently supported processors are the <trademark class=\"registered"
-"\">Itanium</trademark> and the <trademark class=\"registered\">Itanium</"
-"trademark> 2. Supported chipsets include the HP zx1, <trademark class="
-"\"registered\">Intel</trademark> 460GX, and <trademark class=\"registered"
-"\">Intel</trademark> E8870. Both Uniprocessor (<acronym>UP</acronym>) and "
-"Symmetric Multi-processor (<acronym>SMP</acronym>) configurations are "
-"supported."
-msgstr ""
-"Os processadores suportados atualmente são <trademark class=\"registered"
-"\">Itanium</trademark> e <trademark class=\"registered\">Itanium</trademark> "
-"2. Os chipsets suportados incluem o HP zx1, <trademark class=\"registered"
-"\">Intel</trademark> 460GX e <trademark class=\"registered\">Intel</"
-"trademark> E8870. Ambas as configurações Uniprocessor (<acronym>UP</"
-"acronym>) e Symmetric Multi-processor (<acronym>SMP</acronym>) são "
-"suportadas."
-
-#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:3005
+#: book.translate.xml:3019
msgid "powerpc"
msgstr "powerpc"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3007
+#: book.translate.xml:3021
msgid ""
"All New World <acronym>ROM</acronym> <trademark class=\"registered\">Apple</"
"trademark> <trademark class=\"registered\">Mac</trademark> systems with "
@@ -3802,19 +3793,19 @@ msgstr ""
"acronym>s."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3012
+#: book.translate.xml:3026
msgid "A 32-bit kernel can only use the first 2 GB of <acronym>RAM</acronym>."
msgstr ""
"Um kernel de 32 bits só pode usar os primeiros 2 GB de <acronym>RAM</"
"acronym>."
#. (itstool) path: varlistentry/term
-#: book.translate.xml:3018
+#: book.translate.xml:3032
msgid "sparc64"
msgstr "sparc64"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3020
+#: book.translate.xml:3034
msgid ""
"Systems supported by FreeBSD/sparc64 are listed at the <link xlink:href="
"\"@@URL_RELPREFIX@@/platforms/sparc.html\">FreeBSD/sparc64 Project</link>."
@@ -3824,7 +3815,7 @@ msgstr ""
"link>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3024
+#: book.translate.xml:3038
msgid ""
"<acronym>SMP</acronym> is supported on all systems with more than 1 "
"processor. A dedicated disk is required as it is not possible to share a "
@@ -3835,12 +3826,12 @@ msgstr ""
"compartilhar um disco com outro sistema operacional neste momento."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:3034
+#: book.translate.xml:3048
msgid "Pre-Installation Tasks"
msgstr "Tarefas de Pré-instalação"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3036
+#: book.translate.xml:3050
msgid ""
"Once it has been determined that the system meets the minimum hardware "
"requirements for installing FreeBSD, the installation file should be "
@@ -3854,12 +3845,12 @@ msgstr ""
"pronto para uma instalação, verificando os itens nesta lista de controle:"
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3045
+#: book.translate.xml:3059
msgid "Back Up Important Data"
msgstr "Faça backup dos dados importantes"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3047
+#: book.translate.xml:3061
msgid ""
"Before installing any operating system, <emphasis>always</emphasis> backup "
"all important data first. Do not store the backup on the system being "
@@ -3879,12 +3870,12 @@ msgstr ""
"disco serão perdidos."
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3059
+#: book.translate.xml:3073
msgid "Decide Where to Install FreeBSD"
msgstr "Decida onde instalar o FreeBSD"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3061
+#: book.translate.xml:3075
msgid ""
"If FreeBSD will be the only operating system installed, this step can be "
"skipped. But if FreeBSD will share the disk with another operating system, "
@@ -3895,7 +3886,7 @@ msgstr ""
"operacional, decida qual disco ou partição será usado para o FreeBSD."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3066
+#: book.translate.xml:3080
msgid ""
"In the i386 and amd64 architectures, disks can be divided into multiple "
"partitions using one of two partitioning schemes. A traditional "
@@ -3923,7 +3914,7 @@ msgstr ""
"por disco, eliminando a necessidade de partições lógicas."
#. (itstool) path: warning/para
-#: book.translate.xml:3084
+#: book.translate.xml:3098
msgid ""
"Some older operating systems, like <trademark class=\"registered\">Windows</"
"trademark> XP, are not compatible with the <acronym>GPT</acronym> partition "
@@ -3937,7 +3928,7 @@ msgstr ""
"será necessário."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3091
+#: book.translate.xml:3105
msgid ""
"The FreeBSD boot loader requires either a primary or <acronym>GPT</acronym> "
"partition. If all of the primary or <acronym>GPT</acronym> partitions are "
@@ -3953,7 +3944,7 @@ msgstr ""
"uma nova partição usando o espaço liberado."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3099
+#: book.translate.xml:3113
msgid ""
"A variety of free and commercial partition resizing tools are listed at "
"<link xlink:href=\"http://en.wikipedia.org/wiki/"
@@ -3976,21 +3967,21 @@ msgstr ""
"muitas outras distribuições live <acronym>CD</acronym> do Linux."
#. (itstool) path: warning/para
-#: book.translate.xml:3109
+#: book.translate.xml:3123
msgid ""
"When used properly, disk shrinking utilities can safely create space for "
"creating a new partition. Since the possibility of selecting the wrong "
"partition exists, always backup any important data and verify the integrity "
"of the backup before modifying disk partitions."
msgstr ""
-"Quando usados ​​corretamente, os utilitários de encolhimento de disco podem "
+"Quando usados corretamente, os utilitários de encolhimento de disco podem "
"criar espaço com segurança para criar uma nova partição. Como existe a "
"possibilidade de selecionar a partição errada, sempre faça backup de todos "
"os dados importantes e verifique a integridade do backup antes de modificar "
"as partições do disco."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3116
+#: book.translate.xml:3130
msgid ""
"Disk partitions containing different operating systems make it possible to "
"install multiple operating systems on one computer. An alternative is to use "
@@ -4005,12 +3996,12 @@ msgstr ""
"nenhuma partição de disco."
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3125
+#: book.translate.xml:3139
msgid "Collect Network Information"
msgstr "Colete informações de rede"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3127
+#: book.translate.xml:3141
msgid ""
"Some FreeBSD installation methods require a network connection in order to "
"download the installation files. After any installation, the installer will "
@@ -4021,7 +4012,7 @@ msgstr ""
"oferecerá a configuração das interfaces de rede do sistema."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3132
+#: book.translate.xml:3146
msgid ""
"If the network has a <acronym>DHCP</acronym> server, it can be used to "
"provide automatic network configuration. If <acronym>DHCP</acronym> is not "
@@ -4035,33 +4026,33 @@ msgstr ""
"serviços de Internet:"
#. (itstool) path: orderedlist/title
-#: book.translate.xml:3140
+#: book.translate.xml:3154
msgid "Required Network Information"
msgstr "Informações de rede necessárias"
#. (itstool) path: listitem/para
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:3143 book.translate.xml:53910
+#: book.translate.xml:3157 book.translate.xml:53751
msgid "<acronym>IP</acronym> address"
msgstr "Endereço <acronym>IP</acronym>"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3147
+#: book.translate.xml:3161
msgid "Subnet mask"
msgstr "Máscara de sub-rede"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3151
+#: book.translate.xml:3165
msgid "<acronym>IP</acronym> address of default gateway"
msgstr "Endereço do <acronym>IP</acronym> do gateway padrão"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3156
+#: book.translate.xml:3170
msgid "Domain name of the network"
msgstr "Nome de domínio da rede"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3160
+#: book.translate.xml:3174
msgid ""
"<acronym>IP</acronym> addresses of the network's <acronym>DNS</acronym> "
"servers"
@@ -4069,12 +4060,12 @@ msgstr ""
"Endereços <acronym>IP</acronym> dos servidores <acronym>DNS</acronym> da rede"
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3167
+#: book.translate.xml:3181
msgid "Check for FreeBSD Errata"
msgstr "Verifique a Errata do FreeBSD"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3169
+#: book.translate.xml:3183
msgid ""
"Although the FreeBSD Project strives to ensure that each release of FreeBSD "
"is as stable as possible, bugs occasionally creep into the process. On very "
@@ -4095,7 +4086,7 @@ msgstr ""
"existem problemas que possam afetar a instalação."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3179
+#: book.translate.xml:3193
msgid ""
"Information and errata for all the releases can be found on the release "
"information section of the FreeBSD web site (<link xlink:href="
@@ -4108,12 +4099,12 @@ msgstr ""
"index.html</link>)."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3186
+#: book.translate.xml:3200
msgid "Prepare the Installation Media"
msgstr "Prepare a mídia de instalação"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3188
+#: book.translate.xml:3202
msgid ""
"The FreeBSD installer is not an application that can be run from within "
"another operating system. Instead, download a FreeBSD installation file, "
@@ -4128,7 +4119,7 @@ msgstr ""
"sistema para instalar a partir da mídia inserida."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3195
+#: book.translate.xml:3209
msgid ""
"FreeBSD installation files are available at <link xlink:href="
"\"@@URL_RELPREFIX@@/where.html#download\">www.freebsd.org/where."
@@ -4149,7 +4140,7 @@ msgstr ""
"<acronym>DVD</acronym> inserido."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3204
+#: book.translate.xml:3218
msgid ""
"Installation files are available in several formats. The formats vary "
"depending on computer architecture and media type."
@@ -4159,7 +4150,7 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: sect2/para
#. (itstool) id: book.translate.xml#bsdinstall-installation-media-uefi
-#: book.translate.xml:3208
+#: book.translate.xml:3222
msgid ""
"Additional installation files are included for computers that boot with "
"<acronym>UEFI</acronym> (Unified Extensible Firmware Interface). The names "
@@ -4171,12 +4162,12 @@ msgstr ""
"filename>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3214
+#: book.translate.xml:3228
msgid "File types:"
msgstr "Tipos de arquivo:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3218
+#: book.translate.xml:3232
msgid ""
"<literal>-bootonly.iso</literal>: This is the smallest installation file as "
"it only contains the installer. A working Internet connection is required "
@@ -4192,7 +4183,7 @@ msgstr ""
"gravação <acronym>CD</acronym>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3228
+#: book.translate.xml:3242
msgid ""
"<literal>-disc1.iso</literal>: This file contains all of the files needed to "
"install FreeBSD, its source, and the Ports Collection. It should be burned "
@@ -4204,7 +4195,7 @@ msgstr ""
"gravação <acronym>CD</acronym>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3236
+#: book.translate.xml:3250
msgid ""
"<literal>-dvd1.iso</literal>: This file contains all of the files needed to "
"install FreeBSD, its source, and the Ports Collection. It also contains a "
@@ -4222,7 +4213,7 @@ msgstr ""
"um aplicativo de gravação <acronym>DVD</acronym>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3247
+#: book.translate.xml:3261
msgid ""
"<literal>-memstick.img</literal>: This file contains all of the files needed "
"to install FreeBSD, its source, and the Ports Collection. It should be "
@@ -4234,7 +4225,7 @@ msgstr ""
"instruções abaixo."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3255
+#: book.translate.xml:3269
msgid ""
"<literal>-mini-memstick.img</literal>: Like <literal>-bootonly.iso</"
"literal>, does not include installation files, but downloads them as needed. "
@@ -4249,7 +4240,7 @@ msgstr ""
"mostrado em <xref linkend=\"bsdinstall-usb\"/>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3264
+#: book.translate.xml:3278
msgid ""
"After downloading the image file, download <filename>CHECKSUM.SHA256</"
"filename> from the same directory. Calculate a <firstterm>checksum</"
@@ -4267,7 +4258,7 @@ msgstr ""
"operacionais possuem programas semelhantes."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3272
+#: book.translate.xml:3286
msgid ""
"Compare the calculated checksum with the one shown in <filename>CHECKSUM."
"SHA256</filename>. The checksums must match exactly. If the checksums do not "
@@ -4279,12 +4270,12 @@ msgstr ""
"novamente."
#. (itstool) path: sect3/title
-#: book.translate.xml:3278
+#: book.translate.xml:3292
msgid "Writing an Image File to <acronym>USB</acronym>"
msgstr "Gravando um arquivo de imagem para um pendrive <acronym>USB</acronym>"
#. (itstool) path: sect3/para
-#: book.translate.xml:3280
+#: book.translate.xml:3294
msgid ""
"The <filename>*.img</filename> file is an <emphasis>image</emphasis> of the "
"complete contents of a memory stick. It <emphasis>cannot</emphasis> be "
@@ -4299,7 +4290,7 @@ msgstr ""
"pendrive <acronym>USB</acronym>. Esta seção descreve dois destes utilitários."
#. (itstool) path: important/para
-#: book.translate.xml:3289
+#: book.translate.xml:3303
msgid ""
"Before proceeding, back up any important data on the <acronym>USB</acronym> "
"stick. This procedure will erase the existing data on the stick."
@@ -4309,12 +4300,12 @@ msgstr ""
"existentes no mesmo."
#. (itstool) path: procedure/title
-#: book.translate.xml:3295
+#: book.translate.xml:3309
msgid "Using <command>dd</command> to Write the Image"
msgstr "Usando o <command>dd</command> para gravar a imagem"
#. (itstool) path: warning/para
-#: book.translate.xml:3299
+#: book.translate.xml:3313
msgid ""
"This example uses <filename>/dev/da0</filename> as the target device where "
"the image will be written. Be <emphasis>very careful</emphasis> that the "
@@ -4327,7 +4318,7 @@ msgstr ""
"existentes no dispositivo de destino especificado."
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3307
+#: book.translate.xml:3321
msgid ""
"The <citerefentry><refentrytitle>dd</refentrytitle><manvolnum>1</manvolnum></"
"citerefentry> command-line utility is available on BSD, <trademark class="
@@ -4350,13 +4341,13 @@ msgstr ""
"dispositivo <acronym>USB</acronym> em um sistema FreeBSD existente."
#. (itstool) path: step/screen
-#: book.translate.xml:3318
+#: book.translate.xml:3332
#, no-wrap
msgid "<prompt>#</prompt> <userinput>dd if=<replaceable>FreeBSD-10.2-RELEASE-amd64-memstick.img</replaceable> of=/dev/<replaceable>da0</replaceable> bs=1M conv=sync</userinput>"
msgstr "<prompt>#</prompt> <userinput>dd if=<replaceable>FreeBSD-10.2-RELEASE-amd64-memstick.img</replaceable> of=/dev/<replaceable>da0</replaceable> bs=1M conv=sync</userinput>"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3320
+#: book.translate.xml:3334
msgid ""
"If this command fails, verify that the <acronym>USB</acronym> stick is not "
"mounted and that the device name is for the disk, not a partition. Some "
@@ -4384,7 +4375,7 @@ msgstr ""
"refentrytitle><manvolnum>8</manvolnum></citerefentry>."
#. (itstool) path: procedure/title
-#: book.translate.xml:3334
+#: book.translate.xml:3348
msgid ""
"Using <trademark class=\"registered\">Windows</trademark> to Write the Image"
msgstr ""
@@ -4392,7 +4383,7 @@ msgstr ""
"imagem"
#. (itstool) path: warning/para
-#: book.translate.xml:3337
+#: book.translate.xml:3351
msgid ""
"Be sure to give the correct drive letter as the existing data on the "
"specified drive will be overwritten and destroyed."
@@ -4401,7 +4392,7 @@ msgstr ""
"existentes na unidade especificada serão sobrescritos e destruídos."
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3343
+#: book.translate.xml:3357
msgid ""
"Obtaining <application>Image Writer for <trademark class=\"registered"
"\">Windows</trademark></application>"
@@ -4410,7 +4401,7 @@ msgstr ""
"\">Windows</trademark></application>"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3346
+#: book.translate.xml:3360
msgid ""
"<application>Image Writer for <trademark class=\"registered\">Windows</"
"trademark></application> is a free application that can correctly write an "
@@ -4426,12 +4417,12 @@ msgstr ""
"uma pasta."
#. (itstool) path: step/title
-#: book.translate.xml:3354
+#: book.translate.xml:3368
msgid "Writing the Image with Image Writer"
msgstr "Escrevendo a imagem com o Image Writer"
#. (itstool) path: step/para
-#: book.translate.xml:3356
+#: book.translate.xml:3370
msgid ""
"Double-click the <application>Win32DiskImager</application> icon to start "
"the program. Verify that the drive letter shown under "
@@ -4453,17 +4444,17 @@ msgstr ""
"cartão de memória."
#. (itstool) path: sect3/para
-#: book.translate.xml:3371
+#: book.translate.xml:3385
msgid "You are now ready to start installing FreeBSD."
msgstr "Agora você está pronto para começar a instalar o FreeBSD."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:3377
+#: book.translate.xml:3391
msgid "Starting the Installation"
msgstr "Iniciando a instalação"
#. (itstool) path: important/para
-#: book.translate.xml:3380
+#: book.translate.xml:3394
msgid ""
"By default, the installation will not make any changes to the disk(s) before "
"the following message:"
@@ -4472,7 +4463,7 @@ msgstr ""
"seguinte mensagem:"
#. (itstool) path: important/programlisting
-#: book.translate.xml:3383
+#: book.translate.xml:3397
#, no-wrap
msgid ""
"Your changes will now be written to disk. If you\n"
@@ -4486,7 +4477,7 @@ msgstr ""
"commit your changes?"
#. (itstool) path: important/para
-#: book.translate.xml:3388
+#: book.translate.xml:3402
msgid ""
"The install can be exited at any time prior to this warning. If there is a "
"concern that something is incorrectly configured, just turn the computer off "
@@ -4498,7 +4489,7 @@ msgstr ""
"discos do sistema."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3395
+#: book.translate.xml:3409
msgid ""
"This section describes how to boot the system from the installation media "
"which was prepared using the instructions in <xref linkend=\"bsdinstall-"
@@ -4518,12 +4509,12 @@ msgstr ""
"partir da mídia inserida depende da arquitetura."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3406
+#: book.translate.xml:3420
msgid "Booting on <trademark>i386</trademark> and amd64"
msgstr "Inicializando em <trademark>i386</trademark> e amd64"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3408
+#: book.translate.xml:3422
msgid ""
"These architectures provide a <acronym>BIOS</acronym> menu for selecting the "
"boot device. Depending upon the installation media being used, select the "
@@ -4543,7 +4534,7 @@ msgstr ""
"<keycap>F12</keycap> ou <keycap>Escape</keycap>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3419
+#: book.translate.xml:3433
msgid ""
"If the computer loads the existing operating system instead of the FreeBSD "
"installer, then either:"
@@ -4552,7 +4543,7 @@ msgstr ""
"instalador do FreeBSD, então:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3424
+#: book.translate.xml:3438
msgid ""
"The installation media was not inserted early enough in the boot process. "
"Leave the media inserted and try restarting the computer."
@@ -4561,7 +4552,7 @@ msgstr ""
"inicialização. Deixe a mídia inserida e tente reiniciar o computador."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3430
+#: book.translate.xml:3444
msgid ""
"The <acronym>BIOS</acronym> changes were incorrect or not saved. Double-"
"check that the right boot device is selected as the first boot device."
@@ -4571,7 +4562,7 @@ msgstr ""
"selecionado como o primeiro dispositivo de inicialização."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3436
+#: book.translate.xml:3450
msgid ""
"This system is too old to support booting from the chosen media. In this "
"case, the <application>Plop Boot Manager</application> (<link xlink:href="
@@ -4584,12 +4575,12 @@ msgstr ""
"para inicializar o sistema a partir da mídia selecionada."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3446
+#: book.translate.xml:3460
msgid "Booting on <trademark class=\"registered\">PowerPC</trademark>"
msgstr "Inicializando no <trademark class=\"registered\">PowerPC</trademark>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3448
+#: book.translate.xml:3462
msgid ""
"On most machines, holding <keycap>C</keycap> on the keyboard during boot "
"will boot from the <acronym>CD</acronym>. Otherwise, hold <keycombo action="
@@ -4609,18 +4600,18 @@ msgstr ""
"trademark>. No prompt <prompt>0 &gt;</prompt>, digite"
#. (itstool) path: sect2/screen
-#: book.translate.xml:3464
+#: book.translate.xml:3478
#, no-wrap
msgid "<userinput>boot cd:,\\ppc\\loader cd:0</userinput>"
msgstr "<userinput>boot cd:,\\ppc\\loader cd:0</userinput>"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3468
+#: book.translate.xml:3482
msgid "Booting on <trademark class=\"registered\">SPARC64</trademark>"
msgstr "Inicializando no <trademark class=\"registered\"> SPARC64 </trademark>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3470
+#: book.translate.xml:3484
msgid ""
"Most <trademark class=\"registered\">SPARC64</trademark> systems are set up "
"to boot automatically from disk. To install FreeBSD from a <acronym>CD</"
@@ -4632,7 +4623,7 @@ msgstr ""
"<acronym>PROM</acronym>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3474
+#: book.translate.xml:3488
msgid ""
"To do this, reboot the system and wait until the boot message appears. The "
"message depends on the model, but should look something like this:"
@@ -4642,7 +4633,7 @@ msgstr ""
"isto:"
#. (itstool) path: sect2/screen
-#: book.translate.xml:3478
+#: book.translate.xml:3492
#, no-wrap
msgid ""
"Sun Blade 100 (UltraSPARC-IIe), Keyboard Present\n"
@@ -4656,7 +4647,7 @@ msgstr ""
"Ethernet address 0:3:ba:b:92:d4, Host ID: 830b92d4."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3483
+#: book.translate.xml:3497
msgid ""
"If the system proceeds to boot from disk at this point, press <keycombo "
"action=\"simul\"><keycap>L1</keycap><keycap>A</keycap></keycombo> or "
@@ -4680,7 +4671,7 @@ msgstr ""
"acronym>, onde o dígito indica o número da <acronym>CPU</acronym> ativa."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3495
+#: book.translate.xml:3509
msgid ""
"At this point, place the <acronym>CD</acronym> into the drive and type "
"<command>boot cdrom</command> from the <acronym>PROM</acronym> prompt."
@@ -4689,12 +4680,12 @@ msgstr ""
"<command>boot cdrom</command> no prompt <acronym>PROM</acronym>."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3501
+#: book.translate.xml:3515
msgid "FreeBSD Boot Menu"
msgstr "Menu de inicialização do FreeBSD"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3503
+#: book.translate.xml:3517
msgid ""
"Once the system boots from the installation media, a menu similar to the "
"following will be displayed:"
@@ -4703,7 +4694,7 @@ msgstr ""
"semelhante ao seguinte será exibido:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3507
+#: book.translate.xml:3521
msgid "FreeBSD Boot Loader Menu"
msgstr "Menu do FreeBSD Boot Loader"
@@ -4712,7 +4703,7 @@ msgstr "Menu do FreeBSD Boot Loader"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3511
+#: book.translate.xml:3525
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-newboot-loader-menu' md5='__failed__'"
@@ -4720,7 +4711,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-newboot-loader-menu' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3516
+#: book.translate.xml:3530
msgid ""
"By default, the menu will wait ten seconds for user input before booting "
"into the FreeBSD installer or, if FreeBSD is already installed, before "
@@ -4736,7 +4727,7 @@ msgstr ""
"opções estão disponíveis."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3526
+#: book.translate.xml:3540
msgid ""
"<literal>Boot Multi User</literal>: This will continue the FreeBSD boot "
"process. If the boot timer has been paused, press <keycap>1</keycap>, upper- "
@@ -4748,7 +4739,7 @@ msgstr ""
"<keycap>Enter</keycap>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3534
+#: book.translate.xml:3548
msgid ""
"<literal>Boot Single User</literal>: This mode can be used to fix an "
"existing FreeBSD installation as described in <xref linkend=\"boot-singleuser"
@@ -4761,7 +4752,7 @@ msgstr ""
"ou minúsculo para entrar neste modo."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3542
+#: book.translate.xml:3556
msgid ""
"<literal>Escape to loader prompt</literal>: This will boot the system into a "
"repair prompt that contains a limited number of low-level commands. This "
@@ -4774,12 +4765,12 @@ msgstr ""
"<keycap>3</keycap> ou <keycap>Esc</keycap> para inicializar neste prompt."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3551
+#: book.translate.xml:3565
msgid "<literal>Reboot</literal>: Reboots the system."
msgstr "<literal>Reboot</literal>: Reinicia o sistema."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3555
+#: book.translate.xml:3569
msgid ""
"<literal>Configure Boot Options</literal>: Opens the menu shown in, and "
"described under, <xref linkend=\"bsdinstall-boot-options-menu\"/>."
@@ -4788,7 +4779,7 @@ msgstr ""
"em <xref linkend=\"bsdinstall-boot-options-menu\"/>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3561
+#: book.translate.xml:3575
msgid "FreeBSD Boot Options Menu"
msgstr "Menu de Opções de Inicialização do FreeBSD"
@@ -4797,14 +4788,14 @@ msgstr "Menu de Opções de Inicialização do FreeBSD"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3565
+#: book.translate.xml:3579
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-boot-options-menu' md5='__failed__'"
msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-boot-options-menu' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3570
+#: book.translate.xml:3584
msgid ""
"The boot options menu is divided into two sections. The first section can be "
"used to either return to the main boot menu or to reset any toggled options "
@@ -4816,7 +4807,7 @@ msgstr ""
"valores padrões."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3575
+#: book.translate.xml:3589
msgid ""
"The next section is used to toggle the available options to <literal>On</"
"literal> or <literal>Off</literal> by pressing the option's highlighted "
@@ -4831,7 +4822,7 @@ msgstr ""
"alternadas usando este menu:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3584
+#: book.translate.xml:3598
msgid ""
"<literal>ACPI Support</literal>: If the system hangs during boot, try "
"toggling this option to <literal>Off</literal>."
@@ -4840,7 +4831,7 @@ msgstr ""
"inicialização, tente alternar essa opção para <literal>Off</literal>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3590
+#: book.translate.xml:3604
msgid ""
"<literal>Safe Mode</literal>: If the system still hangs during boot even "
"with <literal>ACPI Support</literal> set to <literal>Off</literal>, try "
@@ -4851,7 +4842,7 @@ msgstr ""
"<literal>Off</literal>, tente definir esta opção como <literal>On</literal>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3597
+#: book.translate.xml:3611
msgid ""
"<literal>Single User</literal>: Toggle this option to <literal>On</literal> "
"to fix an existing FreeBSD installation as described in <xref linkend=\"boot-"
@@ -4864,7 +4855,7 @@ msgstr ""
"configure-o de volta para <literal>Off</literal>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3605
+#: book.translate.xml:3619
msgid ""
"<literal>Verbose</literal>: Toggle this option to <literal>On</literal> to "
"see more detailed messages during the boot process. This can be useful when "
@@ -4875,7 +4866,7 @@ msgstr ""
"pode ser útil ao solucionar problemas de hardware."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3612
+#: book.translate.xml:3626
msgid ""
"After making the needed selections, press <keycap>1</keycap> or "
"<keycap>Backspace</keycap> to return to the main boot menu, then press "
@@ -4893,7 +4884,7 @@ msgstr ""
"mostrado em <xref linkend=\"bsdinstall-choose-mode\"/> será exibido."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3621
+#: book.translate.xml:3635
msgid "Welcome Menu"
msgstr "Menu de boas-vindas"
@@ -4902,13 +4893,13 @@ msgstr "Menu de boas-vindas"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3625
+#: book.translate.xml:3639
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-choose-mode' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-choose-mode' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3630
+#: book.translate.xml:3644
msgid ""
"Press <keycap>Enter</keycap> to select the default of "
"<guibutton>[ Install ]</guibutton> to enter the installer. The rest of this "
@@ -4931,7 +4922,7 @@ msgstr ""
"versão live é descrita em <xref linkend=\"using-live-cd\"/>."
#. (itstool) path: tip/para
-#: book.translate.xml:3643
+#: book.translate.xml:3657
msgid ""
"To review the boot messages, including the hardware device probe, press the "
"upper- or lower-case <keycap>S</keycap> and then <keycap>Enter</keycap> to "
@@ -4947,12 +4938,12 @@ msgstr ""
"command> para retornar ao menu de boas-vindas."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:3656
+#: book.translate.xml:3670
msgid "Using <application>bsdinstall</application>"
msgstr "Usando o <application>bsdinstall</application>"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3658
+#: book.translate.xml:3672
msgid ""
"This section shows the order of the <application>bsdinstall</application> "
"menus and the type of information that will be asked before the system is "
@@ -4969,12 +4960,12 @@ msgstr ""
"salvar a seleção e passar para a próxima tela."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3667
+#: book.translate.xml:3681
msgid "Selecting the Keymap Menu"
msgstr "Selecionando o menu do Keymap (Mapa de teclas)"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3669
+#: book.translate.xml:3683
msgid ""
"Depending on the system console being used, <application>bsdinstall</"
"application> may initially display the menu shown in <xref linkend="
@@ -4985,7 +4976,7 @@ msgstr ""
"mostrado em <xref linkend=\"bsdinstall-keymap-select-default\"/>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3674
+#: book.translate.xml:3688
msgid "Keymap Selection"
msgstr "Seleção de Keymap"
@@ -4994,7 +4985,7 @@ msgstr "Seleção de Keymap"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3678
+#: book.translate.xml:3692
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-keymap-select-default' md5='__failed__'"
@@ -5002,7 +4993,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-keymap-select-default' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3683
+#: book.translate.xml:3697
msgid ""
"To configure the keyboard layout, press <keycap>Enter</keycap> with "
"<guibutton>[ YES ]</guibutton> selected, which will display the menu shown "
@@ -5017,7 +5008,7 @@ msgstr ""
"<keycap>Enter</keycap> para pular esta tela de menu."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3692
+#: book.translate.xml:3706
msgid "Selecting Keyboard Menu"
msgstr "Menu de seleção do teclado"
@@ -5026,13 +5017,13 @@ msgstr "Menu de seleção do teclado"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3696
+#: book.translate.xml:3710
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-keymap' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-keymap' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3701
+#: book.translate.xml:3715
msgid ""
"When configuring the keyboard layout, use the up and down arrows to select "
"the keymap that most closely represents the mapping of the keyboard attached "
@@ -5043,7 +5034,7 @@ msgstr ""
"conectado ao sistema. Pressione <keycap>Enter</keycap> para salvar a seleção."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:3707
+#: book.translate.xml:3721
msgid ""
"Pressing <keycap>Esc</keycap> will exit this menu and use the default "
"keymap. If the choice of keymap is not clear, <guimenuitem>United States of "
@@ -5055,7 +5046,7 @@ msgstr ""
"segura."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3713
+#: book.translate.xml:3727
msgid ""
"In FreeBSD 10.0-RELEASE and later, this menu has been enhanced. The full "
"selection of keymaps is shown, with the default preselected. In addition, "
@@ -5069,7 +5060,7 @@ msgstr ""
"garantir que esteja correto antes de continuar."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3720
+#: book.translate.xml:3734
msgid "Enhanced Keymap Menu"
msgstr "Menu de keymaps aprimorado"
@@ -5078,19 +5069,19 @@ msgstr "Menu de keymaps aprimorado"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3724
+#: book.translate.xml:3738
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-keymap-10' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-keymap-10' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/title
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3732 book.translate.xml:3739
+#: book.translate.xml:3746 book.translate.xml:3753
msgid "Setting the Hostname"
msgstr "Configurando o nome do host"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3734
+#: book.translate.xml:3748
msgid ""
"The next <application>bsdinstall</application> menu is used to set the "
"hostname for the newly installed system."
@@ -5103,13 +5094,13 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3743
+#: book.translate.xml:3757
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-hostname' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-hostname' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3748
+#: book.translate.xml:3762
msgid ""
"Type in a hostname that is unique for the network. It should be a fully-"
"qualified hostname, such as <systemitem class=\"fqdomainname\">machine3."
@@ -5121,12 +5112,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: sect2/title
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3753 book.translate.xml:3759
+#: book.translate.xml:3767 book.translate.xml:3773
msgid "Selecting Components to Install"
msgstr "Selecionando Componentes para Instalar"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3755
+#: book.translate.xml:3769
msgid ""
"Next, <application>bsdinstall</application> will prompt to select optional "
"components to install."
@@ -5139,14 +5130,14 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3763
+#: book.translate.xml:3777
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-components' md5='__failed__'"
msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-components' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3768
+#: book.translate.xml:3782
msgid ""
"Deciding which components to install will depend largely on the intended use "
"of the system and the amount of disk space available. The FreeBSD kernel and "
@@ -5161,7 +5152,7 @@ msgstr ""
"arquitetura, alguns desses componentes podem não aparecer:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3777
+#: book.translate.xml:3791
msgid ""
"<literal>doc</literal> - Additional documentation, mostly of historical "
"interest, to install into <filename>/usr/share/doc</filename>. The "
@@ -5176,7 +5167,7 @@ msgstr ""
"upgrading-documentation\"/>."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3785
+#: book.translate.xml:3799
msgid ""
"<literal>games</literal> - Several traditional <acronym>BSD</acronym> games, "
"including <application>fortune</application>, <application>rot13</"
@@ -5187,7 +5178,7 @@ msgstr ""
"application> e outros."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3792
+#: book.translate.xml:3806
msgid ""
"<literal>lib32</literal> - Compatibility libraries for running 32-bit "
"applications on a 64-bit version of FreeBSD."
@@ -5196,7 +5187,7 @@ msgstr ""
"aplicativos de 32 bits em uma versão de 64 bits do FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3798
+#: book.translate.xml:3812
msgid ""
"<literal>ports</literal> - The FreeBSD Ports Collection is a collection of "
"files which automates the downloading, compiling and installation of third-"
@@ -5209,7 +5200,7 @@ msgstr ""
"coleção de ports."
#. (itstool) path: warning/para
-#: book.translate.xml:3805
+#: book.translate.xml:3819
msgid ""
"The installation program does not check for adequate disk space. Select this "
"option only if sufficient hard disk space is available. The FreeBSD Ports "
@@ -5220,7 +5211,7 @@ msgstr ""
"Ports do FreeBSD ocupa cerca de 500 MB de espaço em disco."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:3814
+#: book.translate.xml:3828
msgid ""
"<literal>src</literal> - The complete FreeBSD source code for both the "
"kernel and the userland. Although not required for the majority of "
@@ -5239,12 +5230,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: sect2/title
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3827 book.translate.xml:3838
+#: book.translate.xml:3841 book.translate.xml:3852
msgid "Installing from the Network"
msgstr "Instalando a partir da rede"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3829
+#: book.translate.xml:3843
msgid ""
"The menu shown in <xref linkend=\"bsdinstall-netinstall-notify\"/> only "
"appears when installing from a <filename>-bootonly.iso</filename> "
@@ -5265,13 +5256,13 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3842
+#: book.translate.xml:3856
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-netinstall-files' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-netinstall-files' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3847
+#: book.translate.xml:3861
msgid ""
"To configure the network connection, press <keycap>Enter</keycap> and follow "
"the instructions in <xref linkend=\"bsdinstall-config-network-dev\"/>. Once "
@@ -5288,7 +5279,7 @@ msgstr ""
"próximo ao computador de destino, reduzindo o tempo de instalação."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3856
+#: book.translate.xml:3870
msgid "Choosing a Mirror"
msgstr "Escolhendo um Site Espelho"
@@ -5297,7 +5288,7 @@ msgstr "Escolhendo um Site Espelho"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3860
+#: book.translate.xml:3874
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-netinstall-mirrorselect' md5='__failed__'"
@@ -5305,7 +5296,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-netinstall-mirrorselect' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3865
+#: book.translate.xml:3879
msgid ""
"Installation will then continue as if the installation files were located on "
"the local installation media."
@@ -5314,12 +5305,12 @@ msgstr ""
"localizados na mídia de instalação local."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:3871
+#: book.translate.xml:3885
msgid "Allocating Disk Space"
msgstr "Alocando o espaço em disco"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3873
+#: book.translate.xml:3887
msgid ""
"The next menu is used to determine the method for allocating disk space."
msgstr ""
@@ -5328,7 +5319,7 @@ msgstr ""
"instalada."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:3877
+#: book.translate.xml:3891
msgid "Partitioning Choices on FreeBSD 10.x and Higher"
msgstr "Opções de particionamento no FreeBSD 10.x e superior"
@@ -5337,13 +5328,13 @@ msgstr "Opções de particionamento no FreeBSD 10.x e superior"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:3881
+#: book.translate.xml:3895
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-partmenu' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-partmenu' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3886
+#: book.translate.xml:3900
msgid ""
"<literal>Guided</literal> partitioning automatically sets up the disk "
"partitions, <literal>Manual</literal> partitioning allows advanced users to "
@@ -5373,7 +5364,7 @@ msgstr ""
"suporte para <firstterm>ambientes de inicialização</firstterm>."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:3897
+#: book.translate.xml:3911
msgid ""
"This section describes what to consider when laying out the disk partitions. "
"It then demonstrates how to use the different partitioning methods."
@@ -5382,32 +5373,32 @@ msgstr ""
"seguida, demonstra como usar os diferentes métodos de particionamento."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3902
+#: book.translate.xml:3916
msgid "Designing the Partition Layout"
msgstr "Criando o layout da partição"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3904
+#: book.translate.xml:3918
msgid "<primary>partition layout</primary>"
msgstr "<primary>partition layout</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3905
+#: book.translate.xml:3919
msgid "<primary><filename>/etc</filename></primary>"
msgstr "<primary><filename>/etc</filename></primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3908
+#: book.translate.xml:3922
msgid "<primary><filename>/var</filename></primary>"
msgstr "<primary><filename>/var</filename></primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3911
+#: book.translate.xml:3925
msgid "<primary><filename>/usr</filename></primary>"
msgstr "<primary><filename>/usr</filename></primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3915
+#: book.translate.xml:3929
msgid ""
"When laying out file systems, remember that hard drives transfer data faster "
"from the outer tracks to the inner. Thus, smaller and heavier-accessed file "
@@ -5419,14 +5410,14 @@ msgid ""
msgstr ""
"Ao criar os sistemas de arquivos, lembre-se de que os discos rígidos "
"transferem dados mais rapidamente das trilhas externas para as internas. "
-"Assim, sistemas de arquivos menores e mais acessados ​​devem estar mais "
+"Assim, sistemas de arquivos menores e mais acessados devem estar mais "
"próximos da parte externa da unidade, enquanto partições maiores, como "
"<filename>/usr</filename>, devem ser colocadas em direção às partes internas "
"do disco. É uma boa idéia criar partições em uma ordem similar a: <filename>/"
"</filename>, swap, <filename>/var</filename> e <filename>/usr</filename>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3925
+#: book.translate.xml:3939
msgid ""
"The size of the <filename>/var</filename> partition reflects the intended "
"machine's usage. This partition is used to hold mailboxes, log files, and "
@@ -5444,7 +5435,7 @@ msgstr ""
"livre em disco no <filename>/var</filename>."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:3935
+#: book.translate.xml:3949
msgid ""
"Sometimes, a lot of disk space is required in <filename>/var/tmp</filename>. "
"When new software is installed, the packaging tools extract a temporary copy "
@@ -5463,7 +5454,7 @@ msgstr ""
"houver espaço em disco suficiente no <filename>/var/tmp</filename>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3946
+#: book.translate.xml:3960
msgid ""
"The <filename>/usr</filename> partition holds many of the files which "
"support the system, including the FreeBSD Ports Collection and system source "
@@ -5475,7 +5466,7 @@ msgstr ""
"partição."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3951
+#: book.translate.xml:3965
msgid ""
"When selecting partition sizes, keep the space requirements in mind. Running "
"out of space in one partition while barely using another can be a hassle."
@@ -5485,17 +5476,17 @@ msgstr ""
"aborrecimento."
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3955
+#: book.translate.xml:3969
msgid "<primary>swap sizing</primary>"
msgstr "<primary>swap sizing</primary>"
#. (itstool) path: sect2/indexterm
-#: book.translate.xml:3958
+#: book.translate.xml:3972
msgid "<primary>swap partition</primary>"
msgstr "<primary>swap partition</primary>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3962
+#: book.translate.xml:3976
msgid ""
"As a rule of thumb, the swap partition should be about double the size of "
"physical memory (<acronym>RAM</acronym>). Systems with minimal <acronym>RAM</"
@@ -5511,7 +5502,7 @@ msgstr ""
"adicionada."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3970
+#: book.translate.xml:3984
msgid ""
"On larger systems with multiple <acronym>SCSI</acronym> disks or multiple "
"<acronym>IDE</acronym> disks operating on different controllers, it is "
@@ -5536,7 +5527,7 @@ msgstr ""
"reinicializar."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3983
+#: book.translate.xml:3997
msgid ""
"By properly partitioning a system, fragmentation introduced in the smaller "
"write heavy partitions will not bleed over into the mostly read partitions. "
@@ -5558,12 +5549,12 @@ msgstr ""
"filename> para a borda."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:3996
+#: book.translate.xml:4010
msgid "Guided Partitioning"
msgstr "Particionamento Guiado"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:3998
+#: book.translate.xml:4012
msgid ""
"When this method is selected, a menu will display the available disk(s). If "
"multiple disks are connected, choose the one where FreeBSD is to be "
@@ -5574,7 +5565,7 @@ msgstr ""
"o FreeBSD deve ser instalado."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4003
+#: book.translate.xml:4017
msgid "Selecting from Multiple Disks"
msgstr "Selecionando a partir de vários discos"
@@ -5583,13 +5574,13 @@ msgstr "Selecionando a partir de vários discos"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4007
+#: book.translate.xml:4021
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-guided-disk' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-guided-disk' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4012
+#: book.translate.xml:4026
msgid ""
"Once the disk is selected, the next menu prompts to install to either the "
"entire disk or to create a partition using free space. If "
@@ -5606,7 +5597,7 @@ msgstr ""
"não utilizado no disco."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4022
+#: book.translate.xml:4036
msgid "Selecting Entire Disk or Partition"
msgstr "Selecionando todo o disco ou partição"
@@ -5615,13 +5606,13 @@ msgstr "Selecionando todo o disco ou partição"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4026
+#: book.translate.xml:4040
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-entire-part' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-entire-part' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4031
+#: book.translate.xml:4045
msgid ""
"After the partition layout has been created, review it to ensure it meets "
"the needs of the installation. Selecting <guibutton>[ Revert ]</guibutton> "
@@ -5640,7 +5631,7 @@ msgstr ""
"selecione <guibutton>[Finish]</guibutton> para continuar com a instalação."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4042
+#: book.translate.xml:4056
msgid "Review Created Partitions"
msgstr "Revise as partições criadas"
@@ -5649,32 +5640,32 @@ msgstr "Revise as partições criadas"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4046
+#: book.translate.xml:4060
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-review' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-review' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4053
+#: book.translate.xml:4067
msgid "Manual Partitioning"
msgstr "Particionamento Manual"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4055
+#: book.translate.xml:4069
msgid "Selecting this method opens the partition editor:"
msgstr "Selecionar este método abre o editor de partições:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4058 book.translate.xml:4073 book.translate.xml:4145
+#: book.translate.xml:4072 book.translate.xml:4087 book.translate.xml:4159
msgid "Manually Create Partitions"
-msgstr "Criar partições manualmente "
+msgstr "Criar partições manualmente"
#. (itstool) path: imageobject/imagedata
#. This is a reference to an external file such as an image or video. When
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4062
+#: book.translate.xml:4076
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-create' md5='__failed__'"
@@ -5682,7 +5673,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-create' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4067
+#: book.translate.xml:4081
msgid ""
"Highlight the installation drive (<filename>ada0</filename> in this example) "
"and select <guibutton>[ Create ]</guibutton> to display a menu of available "
@@ -5697,7 +5688,7 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4077
+#: book.translate.xml:4091
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-partscheme' md5='__failed__'"
@@ -5705,7 +5696,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-partscheme' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4082
+#: book.translate.xml:4096
msgid ""
"<acronym>GPT</acronym> is usually the most appropriate choice for amd64 "
"computers. Older computers that are not compatible with <acronym>GPT</"
@@ -5715,37 +5706,37 @@ msgstr ""
"O <acronym>GPT</acronym> é geralmente a opção mais apropriada para "
"computadores amd64. Computadores mais antigos que não são compatíveis com o "
"<acronym>GPT</acronym> devem usar o <acronym>MBR</acronym>. Os outros "
-"esquemas de partição são geralmente usados ​​para computadores incomuns ou "
+"esquemas de partição são geralmente usados para computadores incomuns ou "
"antigos."
#. (itstool) path: table/title
-#: book.translate.xml:4089
+#: book.translate.xml:4103
msgid "Partitioning Schemes"
msgstr "Esquemas de Particionamento"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4094
+#: book.translate.xml:4108
msgid "Abbreviation"
msgstr "Abreviação"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4095 book.translate.xml:7058 book.translate.xml:8396
-#: book.translate.xml:11903 book.translate.xml:23036 book.translate.xml:23215
-#: book.translate.xml:27311 book.translate.xml:31300 book.translate.xml:43570
-#: book.translate.xml:45740 book.translate.xml:53252 book.translate.xml:53759
-#: book.translate.xml:54518 book.translate.xml:54559 book.translate.xml:65535
+#: book.translate.xml:4109 book.translate.xml:7072 book.translate.xml:8410
+#: book.translate.xml:11917 book.translate.xml:22951 book.translate.xml:23130
+#: book.translate.xml:27224 book.translate.xml:31225 book.translate.xml:43499
+#: book.translate.xml:45685 book.translate.xml:53197 book.translate.xml:53600
+#: book.translate.xml:54359 book.translate.xml:54400 book.translate.xml:65535
msgid "Description"
msgstr "Descrição"
#. (itstool) path: row/entry
#. (itstool) path: glossentry/glossterm
#. (itstool) path: glossentry/acronym
-#: book.translate.xml:4101 book.translate.xml:65535
+#: book.translate.xml:4115 book.translate.xml:65535
msgid "APM"
msgstr "APM"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4102
+#: book.translate.xml:4116
msgid ""
"Apple Partition Map, used by <trademark class=\"registered\">PowerPC</"
"trademark>."
@@ -5756,12 +5747,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: row/entry
#. (itstool) path: glossentry/glossterm
#. (itstool) path: glossentry/acronym
-#: book.translate.xml:4106 book.translate.xml:65535
+#: book.translate.xml:4120 book.translate.xml:65535
msgid "BSD"
msgstr "BSD"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4107
+#: book.translate.xml:4121
msgid ""
"<acronym>BSD</acronym> label without an <acronym>MBR</acronym>, sometimes "
"called <firstterm>dangerously dedicated mode</firstterm> as non-"
@@ -5772,12 +5763,12 @@ msgstr ""
"utilitários de discos não <acronym>BSD</acronym> podem não reconhecê-lo."
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4115
+#: book.translate.xml:4129
msgid "GPT"
msgstr "GPT"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4116
+#: book.translate.xml:4130
msgid ""
"GUID Partition Table (<link xlink:href=\"http://en.wikipedia.org/wiki/"
"GUID_Partition_Table\">http://en.wikipedia.org/wiki/GUID_Partition_Table</"
@@ -5788,12 +5779,12 @@ msgstr ""
"link>)."
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4120
+#: book.translate.xml:4134
msgid "MBR"
msgstr "MBR"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4121
+#: book.translate.xml:4135
msgid ""
"Master Boot Record (<link xlink:href=\"http://en.wikipedia.org/wiki/"
"Master_boot_record\">http://en.wikipedia.org/wiki/Master_boot_record</link>)."
@@ -5803,12 +5794,12 @@ msgstr ""
"Master_boot_record </link>)."
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4125
+#: book.translate.xml:4139
msgid "PC98"
msgstr "PC98"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4126
+#: book.translate.xml:4140
msgid ""
"<acronym>MBR</acronym> variant used by NEC PC-98 computers (<link xlink:href="
"\"http://en.wikipedia.org/wiki/Pc9801\">http://en.wikipedia.org/wiki/Pc9801</"
@@ -5819,19 +5810,19 @@ msgstr ""
"wikipedia.org/wiki /Pc9801</link>)."
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4131
+#: book.translate.xml:4145
msgid "VTOC8"
msgstr "VTOC8"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4132
+#: book.translate.xml:4146
msgid "Volume Table Of Contents used by Sun SPARC64 and UltraSPARC computers."
msgstr ""
"Tabela de Volume do Conteúdo usado pelos computadores Sun SPARC64 e "
"UltraSPARC."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4139
+#: book.translate.xml:4153
msgid ""
"After the partitioning scheme has been selected and created, select "
"<guibutton>[ Create ]</guibutton> again to create the partitions. The "
@@ -5846,7 +5837,7 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4149
+#: book.translate.xml:4163
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-addpart' md5='__failed__'"
@@ -5854,7 +5845,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-part-manual-addpart' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4154
+#: book.translate.xml:4168
msgid ""
"A standard FreeBSD <acronym>GPT</acronym> installation uses at least three "
"partitions:"
@@ -5863,14 +5854,14 @@ msgstr ""
"partições:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4159
+#: book.translate.xml:4173
msgid "<literal>freebsd-boot</literal> - Holds the FreeBSD boot code."
msgstr ""
"<literal>freebsd-boot</literal> - Mantém o código de inicialização do "
"FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4164
+#: book.translate.xml:4178
msgid ""
"<literal>freebsd-ufs</literal> - A FreeBSD <acronym>UFS</acronym> file "
"system."
@@ -5879,12 +5870,12 @@ msgstr ""
"acronym> do FreeBSD."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4169
+#: book.translate.xml:4183
msgid "<literal>freebsd-swap</literal> - FreeBSD swap space."
msgstr "<literal>freebsd-swap</literal> - Espaço de swap do FreeBSD."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4174
+#: book.translate.xml:4188
msgid ""
"Another partition type worth noting is <literal>freebsd-zfs</literal>, used "
"for partitions that will contain a FreeBSD <acronym>ZFS</acronym> file "
@@ -5901,7 +5892,7 @@ msgstr ""
"acronym> disponíveis."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4180
+#: book.translate.xml:4194
msgid ""
"Multiple file system partitions can be created and some people prefer a "
"traditional layout with separate partitions for <filename>/</filename>, "
@@ -5916,7 +5907,7 @@ msgstr ""
"um exemplo."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4187
+#: book.translate.xml:4201
msgid ""
"The <literal>Size</literal> may be entered with common abbreviations: "
"<emphasis>K</emphasis> for kilobytes, <emphasis>M</emphasis> for megabytes, "
@@ -5927,7 +5918,7 @@ msgstr ""
"megabytes, ou <emphasis>G</emphasis> para gigabytes."
#. (itstool) path: tip/para
-#: book.translate.xml:4193
+#: book.translate.xml:4207
msgid ""
"Proper sector alignment provides the best performance, and making partition "
"sizes even multiples of 4K bytes helps to ensure alignment on drives with "
@@ -5946,7 +5937,7 @@ msgstr ""
"512K devido às limitações atuais do código de inicialização."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4204
+#: book.translate.xml:4218
msgid ""
"A <literal>Mountpoint</literal> is needed if the partition will contain a "
"file system. If only a single <acronym>UFS</acronym> partition will be "
@@ -5957,7 +5948,7 @@ msgstr ""
"criada, o ponto de montagem deve ser <filename>/</filename>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4209
+#: book.translate.xml:4223
msgid ""
"The <literal>Label</literal> is a name by which the partition will be known. "
"Drive names or numbers can change if the drive is connected to a different "
@@ -5980,7 +5971,7 @@ msgstr ""
"aparecem em diferentes diretórios no <filename>/dev/</filename>."
#. (itstool) path: tip/para
-#: book.translate.xml:4222
+#: book.translate.xml:4236
msgid ""
"Use a unique label on every partition to avoid conflicts from identical "
"labels. A few letters from the computer's name, use, or location can be "
@@ -5995,12 +5986,12 @@ msgstr ""
"raiz <acronym>UFS</acronym> no computador chamado <literal>lab</literal>."
#. (itstool) path: example/title
-#: book.translate.xml:4232
+#: book.translate.xml:4246
msgid "Creating Traditional Split File System Partitions"
msgstr "Criando partições tradicionais para um sistema de arquivos dividido"
#. (itstool) path: example/para
-#: book.translate.xml:4235
+#: book.translate.xml:4249
msgid ""
"For a traditional partition layout where the <filename>/</filename>, "
"<filename>/var</filename>, <filename>/tmp</filename>, and <filename>/usr</"
@@ -6024,7 +6015,7 @@ msgstr ""
"valores de rótulo exclusivos, conforme descrito acima."
#. (itstool) path: example/para
-#: book.translate.xml:4248
+#: book.translate.xml:4262
msgid ""
"By default, FreeBSD's <filename>gptboot</filename> expects the first "
"<acronym>UFS</acronym> partition to be the <filename>/</filename> partition."
@@ -6033,113 +6024,113 @@ msgstr ""
"partição <acronym>UFS</acronym> seja a partição <filename>/</filename>."
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4256
+#: book.translate.xml:4270
msgid "Partition Type"
msgstr "Tipo de Partição"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4257
+#: book.translate.xml:4271
msgid "Size"
msgstr "Tamanho"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4258
+#: book.translate.xml:4272
msgid "Mountpoint"
msgstr "Ponto de montagem"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4259
+#: book.translate.xml:4273
msgid "Label"
msgstr "Rótulo"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4265
+#: book.translate.xml:4279
msgid "<literal>freebsd-boot</literal>"
msgstr "<literal>freebsd-boot</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4266
+#: book.translate.xml:4280
msgid "<literal>512K</literal>"
msgstr "<literal>512K</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4270 book.translate.xml:4284 book.translate.xml:4291
-#: book.translate.xml:4298
+#: book.translate.xml:4284 book.translate.xml:4298 book.translate.xml:4305
+#: book.translate.xml:4312
msgid "<literal>freebsd-ufs</literal>"
msgstr "<literal>freebsd-ufs</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4271 book.translate.xml:4285
+#: book.translate.xml:4285 book.translate.xml:4299
msgid "<literal>2G</literal>"
msgstr "<literal>2G</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4272 book.translate.xml:7063
+#: book.translate.xml:4286 book.translate.xml:7077
msgid "<filename>/</filename>"
msgstr "<filename>/</filename>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4273
+#: book.translate.xml:4287
msgid "<literal>exrootfs</literal>"
msgstr "<literal>exrootfs</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4277
+#: book.translate.xml:4291
msgid "<literal>freebsd-swap</literal>"
msgstr "<literal>freebsd-swap</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4278
+#: book.translate.xml:4292
msgid "<literal>4G</literal>"
msgstr "<literal>4G</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4280
+#: book.translate.xml:4294
msgid "<literal>exswap</literal>"
msgstr "<literal>exswap</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4286
+#: book.translate.xml:4300
msgid "<filename>/var</filename>"
msgstr "<filename>/var</filename>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4287
+#: book.translate.xml:4301
msgid "<literal>exvarfs</literal>"
msgstr "<literal>exvarfs</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4292
+#: book.translate.xml:4306
msgid "<literal>1G</literal>"
msgstr "<literal>1G</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4293
+#: book.translate.xml:4307
msgid "<filename>/tmp</filename>"
msgstr "<filename>/tmp</filename>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4294
+#: book.translate.xml:4308
msgid "<literal>extmpfs</literal>"
msgstr "<literal>extmpfs</literal>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4299
+#: book.translate.xml:4313
msgid "accept the default (remainder of the disk)"
msgstr "aceite o padrão (restante do disco)"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4301
+#: book.translate.xml:4315
msgid "<filename>/usr</filename>"
msgstr "<filename>/usr</filename>"
#. (itstool) path: row/entry
-#: book.translate.xml:4302
+#: book.translate.xml:4316
msgid "<literal>exusrfs</literal>"
msgstr "<literal>exusrfs</literal>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4309
+#: book.translate.xml:4323
msgid ""
"After the custom partitions have been created, select <guibutton>[ Finish ]</"
"guibutton> to continue with the installation."
@@ -6148,12 +6139,12 @@ msgstr ""
"<guibutton>[Finish]</guibutton> para continuar com a instalação."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4315
+#: book.translate.xml:4329
msgid "Root-on-ZFS Automatic Partitioning"
msgstr "Particionamento Automático Root-on-ZFS"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4317
+#: book.translate.xml:4331
msgid ""
"Support for automatic creation of root-on-ZFS installations was added in "
"FreeBSD 10.0-RELEASE. This partitioning mode only works with whole disks and "
@@ -6188,7 +6179,7 @@ msgstr ""
"é usado para o pool do <acronym>ZFS</acronym>."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4336
+#: book.translate.xml:4350
msgid ""
"The main <acronym>ZFS</acronym> configuration menu offers a number of "
"options to control the creation of the pool."
@@ -6197,7 +6188,7 @@ msgstr ""
"opções para controlar a criação do pool."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4341
+#: book.translate.xml:4355
msgid "<acronym>ZFS</acronym> Partitioning Menu"
msgstr "Menu de particionamento do <acronym>ZFS</acronym>"
@@ -6206,13 +6197,13 @@ msgstr "Menu de particionamento do <acronym>ZFS</acronym>"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4345
+#: book.translate.xml:4359
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-menu' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-menu' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4350
+#: book.translate.xml:4364
msgid ""
"Select <keycap>T</keycap> to configure the <literal>Pool Type</literal> and "
"the disk(s) that will constitute the pool. The automatic <acronym>ZFS</"
@@ -6241,7 +6232,7 @@ msgstr ""
"caso de RAID-Z, o número ideal de discos para cada configuração."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4367
+#: book.translate.xml:4381
msgid "<acronym>ZFS</acronym> Pool Type"
msgstr "Tipo de pool <acronym>ZFS</acronym>"
@@ -6250,13 +6241,13 @@ msgstr "Tipo de pool <acronym>ZFS</acronym>"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4371
+#: book.translate.xml:4385
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-vdev_type' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-vdev_type' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4376
+#: book.translate.xml:4390
msgid ""
"Once a <literal>Pool Type</literal> has been selected, a list of available "
"disks is displayed, and the user is prompted to select one or more disks to "
@@ -6274,7 +6265,7 @@ msgstr ""
"de conjunto."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4386
+#: book.translate.xml:4400
msgid "Disk Selection"
msgstr "Seleção de disco"
@@ -6283,13 +6274,13 @@ msgstr "Seleção de disco"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4390
+#: book.translate.xml:4404
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-disk_select' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-disk_select' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4396
+#: book.translate.xml:4410
msgid "Invalid Selection"
msgstr "Seleção inválida"
@@ -6298,13 +6289,13 @@ msgstr "Seleção inválida"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
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-#: book.translate.xml:4400
+#: book.translate.xml:4414
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-vdev_invalid' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-vdev_invalid' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4405
+#: book.translate.xml:4419
msgid ""
"If one or more disks are missing from the list, or if disks were attached "
"after the installer was started, select <guibutton>- Rescan Devices</"
@@ -6322,7 +6313,7 @@ msgstr ""
"dispositivo e o número de série, se disponíveis."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4416
+#: book.translate.xml:4430
msgid "Analyzing a Disk"
msgstr "Analisando um disco"
@@ -6331,13 +6322,13 @@ msgstr "Analisando um disco"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4420
+#: book.translate.xml:4434
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-disk_info' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-disk_info' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4425
+#: book.translate.xml:4439
msgid ""
"The main <acronym>ZFS</acronym> configuration menu also allows the user to "
"enter a pool name, disable forcing 4k sectors, enable or disable encryption, "
@@ -6355,7 +6346,7 @@ msgstr ""
"&gt; Install</guibutton> no topo do menu."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4435
+#: book.translate.xml:4449
msgid ""
"If <acronym>GELI</acronym> disk encryption was enabled, the installer will "
"prompt twice for the passphrase to be used to encrypt the disks."
@@ -6365,7 +6356,7 @@ msgstr ""
"discos."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4440
+#: book.translate.xml:4454
msgid "Disk Encryption Password"
msgstr "Senha de criptografia de disco"
@@ -6374,14 +6365,14 @@ msgstr "Senha de criptografia de disco"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4444
+#: book.translate.xml:4458
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-geli_password' md5='__failed__'"
msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-geli_password' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4449
+#: book.translate.xml:4463
msgid ""
"The installer then offers a last chance to cancel before the contents of the "
"selected drives are destroyed to create the <acronym>ZFS</acronym> pool."
@@ -6391,7 +6382,7 @@ msgstr ""
"acronym>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4454
+#: book.translate.xml:4468
msgid "Last Chance"
msgstr "Última chance"
@@ -6400,23 +6391,23 @@ msgstr "Última chance"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4458
+#: book.translate.xml:4472
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-warning' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-zfs-warning' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4463
+#: book.translate.xml:4477
msgid "The installation then proceeds normally."
msgstr "A instalação prossegue normalmente."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4468
+#: book.translate.xml:4482
msgid "Shell Mode Partitioning"
msgstr "Particionamento do modo shell"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4470
+#: book.translate.xml:4484
msgid ""
"When creating advanced installations, the <application>bsdinstall</"
"application> partitioning menus may not provide the level of flexibility "
@@ -6438,12 +6429,12 @@ msgstr ""
"com a instalação."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:4485
+#: book.translate.xml:4499
msgid "Committing to the Installation"
msgstr "Comprometendo-se com a instalação"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4487
+#: book.translate.xml:4501
msgid ""
"Once the disks are configured, the next menu provides the last chance to "
"make changes before the selected hard drive(s) are formatted. If changes "
@@ -6459,7 +6450,7 @@ msgstr ""
"alterações no disco rígido."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4497
+#: book.translate.xml:4511
msgid "Final Confirmation"
msgstr "Confirmação final"
@@ -6468,7 +6459,7 @@ msgstr "Confirmação final"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4501
+#: book.translate.xml:4515
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-final-confirmation' md5='__failed__'"
@@ -6476,7 +6467,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-final-confirmation' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4506
+#: book.translate.xml:4520
msgid ""
"To instead start the actual installation, select <guibutton>[ Commit ]</"
"guibutton> and press <keycap>Enter</keycap>."
@@ -6485,7 +6476,7 @@ msgstr ""
"pressione <keycap>Enter</keycap>."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4510
+#: book.translate.xml:4524
msgid ""
"Installation time will vary depending on the distributions chosen, "
"installation media, and speed of the computer. A series of messages will "
@@ -6496,7 +6487,7 @@ msgstr ""
"indicará o progresso."
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4514
+#: book.translate.xml:4528
msgid ""
"First, the installer formats the selected disk(s) and initializes the "
"partitions. Next, in the case of a bootonly media, it downloads the selected "
@@ -6507,7 +6498,7 @@ msgstr ""
"dos componentes selecionados:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4519
+#: book.translate.xml:4533
msgid "Fetching Distribution Files"
msgstr "Fazendo o download dos arquivos de distribuição"
@@ -6516,14 +6507,14 @@ msgstr "Fazendo o download dos arquivos de distribuição"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4523
+#: book.translate.xml:4537
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-fetching' md5='__failed__'"
msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-fetching' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4528
+#: book.translate.xml:4542
msgid ""
"Next, the integrity of the distribution files is verified to ensure they "
"have not been corrupted during download or misread from the installation "
@@ -6534,7 +6525,7 @@ msgstr ""
"interpretados da mídia de instalação:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4533
+#: book.translate.xml:4547
msgid "Verifying Distribution Files"
msgstr "Verificando arquivos de distribuição"
@@ -6543,7 +6534,7 @@ msgstr "Verificando arquivos de distribuição"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4537
+#: book.translate.xml:4551
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-verifying' md5='__failed__'"
@@ -6551,14 +6542,14 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-verifying' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4542
+#: book.translate.xml:4556
msgid "Finally, the verified distribution files are extracted to the disk:"
msgstr ""
"Finalmente, os arquivos de distribuição verificados são extraídos para o "
"disco:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4546
+#: book.translate.xml:4560
msgid "Extracting Distribution Files"
msgstr "Extraindo arquivos de distribuição"
@@ -6567,7 +6558,7 @@ msgstr "Extraindo arquivos de distribuição"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4550
+#: book.translate.xml:4564
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-extracting' md5='__failed__'"
@@ -6575,7 +6566,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-distfile-extracting' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4555
+#: book.translate.xml:4569
msgid ""
"Once all requested distribution files have been extracted, "
"<application>bsdinstall</application> displays the first post-installation "
@@ -6588,12 +6579,12 @@ msgstr ""
"disponíveis estão descritas na próxima seção."
#. (itstool) path: sect1/title
-#: book.translate.xml:4563
+#: book.translate.xml:4577
msgid "Post-Installation"
msgstr "Pós-instalação"
#. (itstool) path: sect1/para
-#: book.translate.xml:4565
+#: book.translate.xml:4579
msgid ""
"Once FreeBSD is installed, <application>bsdinstall</application> will prompt "
"to configure several options before booting into the newly installed system. "
@@ -6604,7 +6595,7 @@ msgstr ""
"recém-instalado. Esta seção descreve essas opções de configuração."
#. (itstool) path: tip/para
-#: book.translate.xml:4571
+#: book.translate.xml:4585
msgid ""
"Once the system has booted, <command>bsdconfig</command> provides a menu-"
"driven method for configuring the system using these and additional options."
@@ -6615,13 +6606,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: sect2/title
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4578 book.translate.xml:4589
+#: book.translate.xml:4592 book.translate.xml:4603
msgid "Setting the <systemitem class=\"username\">root</systemitem> Password"
-msgstr ""
-"Configurando a senha do <systemitem class=\"username\"> root</systemitem>."
+msgstr "Definindo a Senha de <systemitem class=\"username\">root</systemitem>"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4582
+#: book.translate.xml:4596
msgid ""
"First, the <systemitem class=\"username\">root</systemitem> password must be "
"set. While entering the password, the characters being typed are not "
@@ -6638,18 +6628,18 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4593
+#: book.translate.xml:4607
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-post-root-passwd' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-post-root-passwd' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4600
+#: book.translate.xml:4614
msgid "Configuring Network Interfaces"
msgstr "Configurando as Interfaces de Rede"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4602
+#: book.translate.xml:4616
msgid ""
"Next, a list of the network interfaces found on the computer is shown. "
"Select the interface to configure."
@@ -6658,7 +6648,7 @@ msgstr ""
"computador. Selecione a interface para configurar."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:4606
+#: book.translate.xml:4620
msgid ""
"The network configuration menus will be skipped if the network was "
"previously configured as part of a <emphasis>bootonly</emphasis> "
@@ -6669,7 +6659,7 @@ msgstr ""
"emphasis>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4612
+#: book.translate.xml:4626
msgid "Choose a Network Interface"
msgstr "Escolha uma interface de rede"
@@ -6678,7 +6668,7 @@ msgstr "Escolha uma interface de rede"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4616
+#: book.translate.xml:4630
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface' "
@@ -6688,7 +6678,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4621
+#: book.translate.xml:4635
msgid ""
"If an Ethernet interface is selected, the installer will skip ahead to the "
"menu shown in <xref linkend=\"bsdinstall-configure-net-ipv4\"/>. If a "
@@ -6701,7 +6691,7 @@ msgstr ""
"acesso sem fio:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4627
+#: book.translate.xml:4641
msgid "Scanning for Wireless Access Points"
msgstr "Buscando por pontos de acesso sem fio"
@@ -6710,7 +6700,7 @@ msgstr "Buscando por pontos de acesso sem fio"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4631
+#: book.translate.xml:4645
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-wireless-scan' md5='__failed__'"
@@ -6718,7 +6708,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-wireless-scan' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4636
+#: book.translate.xml:4650
msgid ""
"Wireless networks are identified by a Service Set Identifier (<acronym>SSID</"
"acronym>), a short, unique name given to each network. <acronym>SSIDs</"
@@ -6740,7 +6730,7 @@ msgstr ""
"refaça a busca após cada alteração ser feita."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4648
+#: book.translate.xml:4662
msgid "Choosing a Wireless Network"
msgstr "Escolhendo uma rede sem fio"
@@ -6749,7 +6739,7 @@ msgstr "Escolhendo uma rede sem fio"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4652
+#: book.translate.xml:4666
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-wireless-accesspoints' "
@@ -6759,7 +6749,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4657
+#: book.translate.xml:4671
msgid ""
"Next, enter the encryption information for connecting to the selected "
"wireless network. <acronym>WPA2</acronym> encryption is strongly recommended "
@@ -6777,7 +6767,7 @@ msgstr ""
"entrada são exibidos como asteriscos."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4667
+#: book.translate.xml:4681
msgid "WPA2 Setup"
msgstr "Configuração WPA2"
@@ -6786,7 +6776,7 @@ msgstr "Configuração WPA2"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4671
+#: book.translate.xml:4685
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-wireless-wpa2setup' "
@@ -6796,7 +6786,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4676
+#: book.translate.xml:4690
msgid ""
"Next, choose whether or not an <acronym>IPv4</acronym> address should be "
"configured on the Ethernet or wireless interface:"
@@ -6805,7 +6795,7 @@ msgstr ""
"configurado na interface Ethernet ou na interface sem fio:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4681
+#: book.translate.xml:4695
msgid "Choose <acronym>IPv4</acronym> Networking"
msgstr "Escolha a rede <acronym>IPv4</acronym>"
@@ -6814,7 +6804,7 @@ msgstr "Escolha a rede <acronym>IPv4</acronym>"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4685
+#: book.translate.xml:4699
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-ipv4' "
@@ -6824,7 +6814,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4690
+#: book.translate.xml:4704
msgid ""
"There are two methods of <acronym>IPv4</acronym> configuration. "
"<acronym>DHCP</acronym> will automatically configure the network interface "
@@ -6839,7 +6829,7 @@ msgstr ""
"precisam ser inseridas manualmente como em uma configuração estática."
#. (itstool) path: note/para
-#: book.translate.xml:4698
+#: book.translate.xml:4712
msgid ""
"Do not enter random network information as it will not work. If a "
"<acronym>DHCP</acronym> server is not available, obtain the information "
@@ -6853,7 +6843,7 @@ msgstr ""
"Internet."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4705
+#: book.translate.xml:4719
msgid ""
"If a <acronym>DHCP</acronym> server is available, select <guibutton>[ Yes ]</"
"guibutton> in the next menu to automatically configure the network "
@@ -6868,7 +6858,7 @@ msgstr ""
"de endereçamento do sistema."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4713
+#: book.translate.xml:4727
msgid "Choose <acronym>IPv4</acronym> <acronym>DHCP</acronym> Configuration"
msgstr "Escolha a configuração <acronym>IPv4</acronym> <acronym>DHCP</acronym>"
@@ -6877,7 +6867,7 @@ msgstr "Escolha a configuração <acronym>IPv4</acronym> <acronym>DHCP</acronym>
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4718
+#: book.translate.xml:4732
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-ipv4-dhcp' "
@@ -6887,7 +6877,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4723
+#: book.translate.xml:4737
msgid ""
"If a <acronym>DHCP</acronym> server is not available, select "
"<guibutton>[ No ]</guibutton> and input the following addressing information "
@@ -6898,7 +6888,7 @@ msgstr ""
"endereçamento neste menu:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4728
+#: book.translate.xml:4742
msgid "<acronym>IPv4</acronym> Static Configuration"
msgstr "Configuração <acronym>IPv4</acronym> estática"
@@ -6907,7 +6897,7 @@ msgstr "Configuração <acronym>IPv4</acronym> estática"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4732
+#: book.translate.xml:4746
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-ipv4-static' "
@@ -6917,7 +6907,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4739
+#: book.translate.xml:4753
msgid ""
"<literal>IP Address</literal> - The <acronym>IPv4</acronym> address assigned "
"to this computer. The address must be unique and not already in use by "
@@ -6928,12 +6918,12 @@ msgstr ""
"por outro equipamento na rede local."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4746
+#: book.translate.xml:4760
msgid "<literal>Subnet Mask</literal> - The subnet mask for the network."
msgstr "<literal>Subnet Mask</literal> - A máscara de sub-rede da rede."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4751
+#: book.translate.xml:4765
msgid ""
"<literal>Default Router</literal> - The <acronym>IP</acronym> address of the "
"network's default gateway."
@@ -6942,7 +6932,7 @@ msgstr ""
"gateway padrão da rede."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4757
+#: book.translate.xml:4771
msgid ""
"The next screen will ask if the interface should be configured for "
"<acronym>IPv6</acronym>. If <acronym>IPv6</acronym> is available and "
@@ -6953,7 +6943,7 @@ msgstr ""
"desejado, escolha <guibutton>[Yes]</guibutton> para selecioná-lo."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4763
+#: book.translate.xml:4777
msgid "Choose IPv6 Networking"
msgstr "Escolha a rede IPv6"
@@ -6962,7 +6952,7 @@ msgstr "Escolha a rede IPv6"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4767
+#: book.translate.xml:4781
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-ipv6' "
@@ -6972,7 +6962,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4772
+#: book.translate.xml:4786
msgid ""
"<acronym>IPv6</acronym> also has two methods of configuration. StateLess "
"Address AutoConfiguration (<acronym>SLAAC</acronym>) will automatically "
@@ -6990,7 +6980,7 @@ msgstr ""
"da rede."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4780
+#: book.translate.xml:4794
msgid ""
"If an <acronym>IPv6</acronym> router is available, select "
"<guibutton>[ Yes ]</guibutton> in the next menu to automatically configure "
@@ -7004,7 +6994,7 @@ msgstr ""
"sistema."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4787
+#: book.translate.xml:4801
msgid "Choose IPv6 SLAAC Configuration"
msgstr "Escolha a configuração do SLAAC do IPv6"
@@ -7013,7 +7003,7 @@ msgstr "Escolha a configuração do SLAAC do IPv6"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4791
+#: book.translate.xml:4805
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-slaac' "
@@ -7023,7 +7013,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4796
+#: book.translate.xml:4810
msgid ""
"If an <acronym>IPv6</acronym> router is not available, select "
"<guibutton>[ No ]</guibutton> and input the following addressing information "
@@ -7034,7 +7024,7 @@ msgstr ""
"endereçamento neste menu:"
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4801
+#: book.translate.xml:4815
msgid "IPv6 Static Configuration"
msgstr "Configuração Estática do IPv6"
@@ -7043,7 +7033,7 @@ msgstr "Configuração Estática do IPv6"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4805
+#: book.translate.xml:4819
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-interface-ipv6-static' "
@@ -7053,7 +7043,7 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4812
+#: book.translate.xml:4826
msgid ""
"<literal>IPv6 Address</literal> - The <acronym>IPv6</acronym> address "
"assigned to this computer. The address must be unique and not already in use "
@@ -7064,7 +7054,7 @@ msgstr ""
"por outro equipamento na rede local."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4819
+#: book.translate.xml:4833
msgid ""
"<literal>Default Router</literal> - The <acronym>IPv6</acronym> address of "
"the network's default gateway."
@@ -7073,7 +7063,7 @@ msgstr ""
"gateway padrão da rede."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4825
+#: book.translate.xml:4839
msgid ""
"The last network configuration menu is used to configure the Domain Name "
"System (<acronym>DNS</acronym>) resolver, which converts hostnames to and "
@@ -7098,7 +7088,7 @@ msgstr ""
"<acronym>DNS</acronym> é necessário."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4839
+#: book.translate.xml:4853
msgid "DNS Configuration"
msgstr "Configuração do DNS"
@@ -7107,7 +7097,7 @@ msgstr "Configuração do DNS"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4843
+#: book.translate.xml:4857
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-configure-network-ipv4-dns' "
@@ -7117,12 +7107,12 @@ msgstr ""
"md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4850
+#: book.translate.xml:4864
msgid "Setting the Time Zone"
msgstr "Defina o fuso horário"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4852
+#: book.translate.xml:4866
msgid ""
"The next menu asks if the system clock uses <acronym>UTC</acronym> or local "
"time. When in doubt, select <guibutton>[ No ]</guibutton> to choose the more "
@@ -7133,7 +7123,7 @@ msgstr ""
"para escolher o horário local mais usado."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4858
+#: book.translate.xml:4872
msgid "Select Local or UTC Clock"
msgstr "Selecione o relógio local ou UTC"
@@ -7142,7 +7132,7 @@ msgstr "Selecione o relógio local ou UTC"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4862
+#: book.translate.xml:4876
msgctxt "_"
msgid ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-set-clock-local-utc' md5='__failed__'"
@@ -7150,7 +7140,7 @@ msgstr ""
"external ref='bsdinstall/bsdinstall-set-clock-local-utc' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4867
+#: book.translate.xml:4881
msgid ""
"The next series of menus are used to determine the correct local time by "
"selecting the geographic region, country, and time zone. Setting the time "
@@ -7165,7 +7155,7 @@ msgstr ""
"relacionadas ao fuso horário corretamente."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4874
+#: book.translate.xml:4888
msgid ""
"The example shown here is for a machine located in the Eastern time zone of "
"the United States. The selections will vary according to the geographical "
@@ -7176,7 +7166,7 @@ msgstr ""
"geográfica."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4879
+#: book.translate.xml:4893
msgid "Select a Region"
msgstr "Selecione uma região"
@@ -7185,13 +7175,13 @@ msgstr "Selecione uma região"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4883
+#: book.translate.xml:4897
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-region' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-region' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4888
+#: book.translate.xml:4902
msgid ""
"The appropriate region is selected using the arrow keys and then pressing "
"<keycap>Enter</keycap>."
@@ -7200,7 +7190,7 @@ msgstr ""
"pressionando <keycap>Enter</keycap>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4892
+#: book.translate.xml:4906
msgid "Select a Country"
msgstr "Selecione um pais"
@@ -7209,13 +7199,13 @@ msgstr "Selecione um pais"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4896
+#: book.translate.xml:4910
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-country' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-country' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4901
+#: book.translate.xml:4915
msgid ""
"Select the appropriate country using the arrow keys and press <keycap>Enter</"
"keycap>."
@@ -7224,7 +7214,7 @@ msgstr ""
"<keycap>Enter</keycap>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4905
+#: book.translate.xml:4919
msgid "Select a Time Zone"
msgstr "Selecione um fuso horário"
@@ -7233,13 +7223,13 @@ msgstr "Selecione um fuso horário"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4909
+#: book.translate.xml:4923
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-zone' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-zone' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4914
+#: book.translate.xml:4928
msgid ""
"The appropriate time zone is selected using the arrow keys and pressing "
"<keycap>Enter</keycap>."
@@ -7248,7 +7238,7 @@ msgstr ""
"pressionando <keycap>Enter</keycap>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4918
+#: book.translate.xml:4932
msgid "Confirm Time Zone"
msgstr "Confirme o fuso horário"
@@ -7257,13 +7247,13 @@ msgstr "Confirme o fuso horário"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4922
+#: book.translate.xml:4936
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-confirm' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-timezone-confirm' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4927
+#: book.translate.xml:4941
msgid ""
"Confirm the abbreviation for the time zone is correct. If it is, press "
"<keycap>Enter</keycap> to continue with the post-installation configuration."
@@ -7272,12 +7262,12 @@ msgstr ""
"<keycap>Enter</keycap> para continuar com a configuração pós-instalação."
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:4933
+#: book.translate.xml:4947
msgid "Enabling Services"
msgstr "Ativando Serviços"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4935
+#: book.translate.xml:4949
msgid ""
"The next menu is used to configure which system services will be started "
"whenever the system boots. All of these services are optional. Only start "
@@ -7289,7 +7279,7 @@ msgstr ""
"sistema."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4941
+#: book.translate.xml:4955
msgid "Selecting Additional Services to Enable"
msgstr "Selecionando Serviços Adicionais para Ativar"
@@ -7298,18 +7288,18 @@ msgstr "Selecionando Serviços Adicionais para Ativar"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4945
+#: book.translate.xml:4959
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-services' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-services' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4950
+#: book.translate.xml:4964
msgid "Here is a summary of the services which can be enabled in this menu:"
msgstr "Aqui está um resumo dos serviços que podem ser ativados neste menu:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4955
+#: book.translate.xml:4969
msgid ""
"<literal>sshd</literal> - The Secure Shell (<acronym>SSH</acronym>) daemon "
"is used to remotely access a system over an encrypted connection. Only "
@@ -7321,7 +7311,7 @@ msgstr ""
"para logins remotos."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4963
+#: book.translate.xml:4977
msgid ""
"<literal>moused</literal> - Enable this service if the mouse will be used "
"from the command-line system console."
@@ -7330,7 +7320,7 @@ msgstr ""
"do console do sistema de linha de comando."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4969
+#: book.translate.xml:4983
msgid ""
"<literal>ntpd</literal> - The Network Time Protocol (<acronym>NTP</acronym>) "
"daemon for automatic clock synchronization. Enable this service if there is "
@@ -7343,7 +7333,7 @@ msgstr ""
"Kerberos ou <acronym>LDAP</acronym> na rede."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:4977
+#: book.translate.xml:4991
msgid ""
"<literal>powerd</literal> - System power control utility for power control "
"and energy saving."
@@ -7353,12 +7343,12 @@ msgstr ""
#. (itstool) path: sect2/title
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:4984 book.translate.xml:4992
+#: book.translate.xml:4998 book.translate.xml:5006
msgid "Enabling Crash Dumps"
msgstr "Habilitando Crash Dumps"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:4986
+#: book.translate.xml:5000
msgid ""
"The next menu is used to configure whether or not crash dumps should be "
"enabled. Enabling crash dumps can be useful in debugging issues with the "
@@ -7374,18 +7364,18 @@ msgstr ""
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:4996
+#: book.translate.xml:5010
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-crashdump' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-config-crashdump' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/title
-#: book.translate.xml:5003
+#: book.translate.xml:5017
msgid "Add Users"
msgstr "Adicione usuários"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:5005
+#: book.translate.xml:5019
msgid ""
"The next menu prompts to create at least one user account. It is recommended "
"to login to the system using a user account rather than as <systemitem class="
@@ -7402,12 +7392,12 @@ msgstr ""
"usuário normal é mais seguro."
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:5012
+#: book.translate.xml:5026
msgid "Select <guibutton>[ Yes ]</guibutton> to add new users."
msgstr "Selecione <guibutton>[Yes]</guibutton> para adicionar novos usuários."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:5016
+#: book.translate.xml:5030
msgid "Add User Accounts"
msgstr "Adicione contas de usuário"
@@ -7416,13 +7406,13 @@ msgstr "Adicione contas de usuário"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:5020
+#: book.translate.xml:5034
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-adduser1' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-adduser1' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:5025
+#: book.translate.xml:5039
msgid ""
"Follow the prompts and input the requested information for the user account. "
"The example shown in <xref linkend=\"bsdinstall-add-user2\"/> creates the "
@@ -7433,7 +7423,7 @@ msgstr ""
"de usuário <systemitem class=\"username\">asample</systemitem>."
#. (itstool) path: figure/title
-#: book.translate.xml:5029
+#: book.translate.xml:5043
msgid "Enter User Information"
msgstr "Insira as informações do usuário"
@@ -7442,18 +7432,18 @@ msgstr "Insira as informações do usuário"
#. the file changes, the md5 hash will change to let you know you need to
#. update your localized copy. The msgstr is not used at all. Set it to
#. whatever you like once you have updated your copy of the file.
-#: book.translate.xml:5033
+#: book.translate.xml:5047
msgctxt "_"
msgid "external ref='bsdinstall/bsdinstall-adduser2' md5='__failed__'"
msgstr "external ref='bsdinstall/bsdinstall-adduser2' md5='__failed__'"
#. (itstool) path: sect2/para
-#: book.translate.xml:5038
+#: book.translate.xml:5052
msgid "Here is a summary of the information to input:"
msgstr "Aqui está um resumo das informações para solicitadas:"
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5042
+#: book.translate.xml:5056
msgid ""
"<literal>Username</literal> - The name the user will enter to log in. A "
"common convention is to use the first letter of the first name combined with "
@@ -7467,7 +7457,7 @@ msgstr ""
"minúsculas e não deve conter espaços."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5051
+#: book.translate.xml:5065
msgid ""
"<literal>Full name</literal> - The user's full name. This can contain spaces "
"and is used as a description for the user account."
@@ -7476,7 +7466,7 @@ msgstr ""
"conter espaços e é usado como uma descrição para a conta do usuário."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5057
+#: book.translate.xml:5071
msgid ""
"<literal>Uid</literal> - User <acronym>ID</acronym>. Typically, this is left "
"blank so the system will assign a value."
@@ -7485,7 +7475,7 @@ msgstr ""
"é deixado em branco para que o sistema atribua um valor."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5063
+#: book.translate.xml:5077
msgid ""
"<literal>Login group</literal> - The user's group. Typically this is left "
"blank to accept the default."
@@ -7494,7 +7484,7 @@ msgstr ""
"deixado em branco para aceitar o padrão."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5068
+#: book.translate.xml:5082
msgid ""
"<literal>Invite <replaceable>user</replaceable> into other groups?</literal> "
"- Additional groups to which the user will be added as a member. If the user "
@@ -7506,14 +7496,14 @@ msgstr ""
"aqui."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5076
+#: book.translate.xml:5090
msgid "<literal>Login class</literal> - Typically left blank for the default."
msgstr ""
"<literal>Login class</literal> - normalmente deixado em branco para seguir "
"com o padrão."
#. (itstool) path: listitem/para
-#: book.translate.xml:5081
+#: book.translate.xml:5095
msgid ""
"<literal>Shell</literal> - Type in one of the listed values to set the "
"interactive shell for the user. Refer to <xref linkend=\"shells\"/> for more "
@@ -7524,7 +7514,7 @@ msgstr ""